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Praia Para Todos 2012 – Rio de Janeiro

Christian Matsuy - quinta-feira, 26 de janeiro de 2012 - 13:12

logotipo praia para todosPRAIA PARA TODOS – Lazer e Desporto Adaptado nas Praias - está de volta à Orla Carioca.

A partir de 28 de janeiro (sábado) acontece a quarta edição do projeto que torna as praias cariocas acessíveis. O PRAIA PARA TODOS estará no Posto 3, da praia da Barra da Tijuca, de 9h às 14h, sempre aos sábados.

No verão de 2009 o projeto passou pelas praias da Barra da Tijuca, Copacabana, Ipanema e Piscinão de Ramos, fixando-se em 2010 na Barra da Tijuca.

A intenção do PRAIA PARA TODOS  é seguir negociando com a Prefeitura do Rio e buscar mais patrocinadores visando oferecer à sociedade outros pontos fixos acessíveis no extenso litoral carioca. Os coordenadores do projeto pretendem fazer do Posto 3 um modelo de acessibilidade para outros pontos da cidade.

posto 3 adaptado

estrutura montada na orla com tendas e esteira de acesso

A iniciativa tem como objetivo aumentar a integração da pessoa com deficiência com a natureza e o esporte, promover mais sociabilidade e, ainda, despertar a atenção da opinião pública que ainda não oferece estrutura adequada.

Todas as atividades oferecidas serão ministradas e realizadas sob a orientação de profissionais especializados das áreas de educação física e fisioterapia, além de estagiários e voluntários do Instituto Novo Ser, organizadora e produtora do Projeto. O PRAIA PARA TODOS tem como mantenedora a empresa Radix e conta com o apoio institucional da Subprefeitura da Barra da Tijuca e Jacarepaguá, da Orça Rio e do Blog Mão na Roda.

Serviços oferecidos pelo PRAIA PARA TODOS: 

  • Esteira para passagem de cadeiras de rodas,
  • Cadeiras anfíbias – de fácil deslocamento pela areia e que ainda flutuam na água,
  • Atividades esportivas adaptadas como frescobol, vôlei sentado de praia, peteca e surf adaptado
  • Jogos recreativos, piscininha infantil
  • Handbike 
  • Tendas de apoio
  • Locais acessíveis com vagas de estacionamento reservadas, rampas de acesso à areia, sinalização sonora e banheiros adaptados.

PRAIA PARA TODOS atende às necessidades de aproximadamente 50 pessoas com deficiência, acompanhantes e familiares por dia. Na edição passada mais de 1.500 pessoas foram beneficiadas diretamente. 

Não perca essa oportunidade e venha conhecer o projeto!

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Táxi em São Paulo – uso do bagageiro

Christian Matsuy - quarta-feira, 25 de janeiro de 2012 - 12:38

luminoso de taxiSurgiu em nossa comunidade no Orkut, a dúvida de um cadeirante perguntando se era comum a cobrança do uso do bagageiro pelos taxistas.

Na verdade eu já sabia que não poderia ser cobrado, mas nada como ter uma fonte oficial com tal informação, sendo assim rei uma revirada no site da Prefeitura Municipal de São Paulo e estava lá o decreto assinado em 2006 pelo Sr. Gilberto Kassab e reassinado em 2010

NÃO PODE SER COBRADO! O uso do bagageiro para transporte de cadeira de rodas e outro equipamento ortopédico está ISENTO de taxa. Infelizmente tem muito taxista oportunista que além de cobrar por uma coisa que nos é de direito, fazem caminhos mais longos pra faturarem mais com a corrida. 

Na minha opinião, o serviço de táxi custa caro (em qualquer lugar do mundo eu acho), e o atendimento não condiz com esse valor. De vez em quando preciso pegar um táxi para vir embora do serviço e moro bem longe, já peguei inúmeras situações como por exemplo o taximetro já estar em R$8,70 antes mesmo de eu entrar no carro (eu ví ele ligando quando entrou no portão do estacionamento).

Assim como falado no Orkut, já houve situação onde o motorista ficou “puto” por eu colocar a cadeira no banco, uma vez que o cilindro de gás veicular impedia a utilização do porta-malas. Dava pra notar o transtorno na cara do cidadão, o pior que minha cadeira estava mais limpa que o carro dele.

Verifique a legislação vigente em sua cidade!

Bom, chega de blá blá blá e seguem ai abaixo o pedaço da lei que determina a ISENÇÃO pra cadeirantes:

DECRETO Nº 52.066, DE 30 DE DEZEMBRO DE 2010

Fixa novos valores para o serviço de táxis no Município de São Paulo.

GILBERTO KASSAB, Prefeito do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei,

D E C R E T A:

IV – adicional de bagagem, quando utilizado o porta malas, correspondente ao valor da tarifa quilométrica na Bandeira 1 da respectiva categoria, no valor de R$ 2,50 (dois reais e cinquenta centavos) para as Categorias Comum e Comum-Rádio, R$ 3,13 (três reais e treze centavos) para a Categoria Especial e R$ 3,75 (três reais e setenta e cinco centavos) para a Categoria Luxo, estando isentos do pagamento pelo transporte de cadeira de rodas ou de aparelhos ortopédicos as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, inclusive temporária, bem como os idosos.

O link para o decreto na integra você encontra aqui.

Ahh! E parabéns São Paulo pelos seus 458 anos na data desse post! 
“NON DVCOR DVCO”

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China interrompe tratamentos com células-tronco

Christian Matsuy - sábado, 21 de janeiro de 2012 - 23:59

células-tronco

Começamos o ano já quente! Os tratamentos experimentais com células-tronco foram temporariamente interrompidos pelo governo chinês.

Sabemos que algumas pessoas não vão “curtir” isso, pois tem esperanças nesse tipo de tratamento. Não que eu não tenha, mas é preciso ter cautela e parar um pouco pra pensar nessas horas.

Primeiro por ser tudo experimental, não há nenhum tratamento que seja categorizado de outra maneira quando o assunto é célula-tronco (até o momento).

Segundo que existe uma soma considerável de dinheiro envolvida em todo esse processo. Prefiro não citar nomes, mas sabemos que alguns brasileiros se submeteram a esse tratamento e não obtiveram resultado. Alguns por terem lesões recentes, acusaram “ganho de movimentos”. Movimentos esses que certamente viriam independente do tratamento, em casos de lesão medular sabemos que o tempo faz parte da reabilitação inicial. Isso varia de caso pra caso de acordo com o nível da lesão de cada pessoa.

Tratamentos experimentais via de regra não podem ser cobrados. Pare e pense. Veja se é isso mesmo que você quer.

PEQUIM – A China ordenou a suspensão de todos tratamentos e testes clínicos com células-tronco não aprovados , informou a imprensa no país a partir de 10/01/2012. Pequim está tentando conter as terapias com células-tronco até agora não testadas e oferecidas em grande escala em todo o país.

O Ministério da Saúde também parou de aceitar novas inscrições para os programas de células-tronco, uma proibição que vai durar até julho e chega ao mesmo tempo em que a China inicia um programa de um ano para regulamentar melhor o setor melhor, informou a agência Xinhua citando um porta-voz do Ministério. Um número crescente de hospitais e clínicas especializadas em grandes cidades na China têm oferecido terapias com células-tronco nos últimos anos para o tratamento de doenças que vão desde câncer e Mal de Alzheimer a lesões da medula espinhal, tratamentos que são apoiados por pouca ou nenhuma evidência científica e que são considerados, na melhor das hipóteses, experimentais.

Alguns deles envolvem grandes hospitais gerais, onde os pacientes pagam milhares – ou mesmo dezenas de milhares – de dólares para os tratamentos que são anunciados online. O porta-voz do Ministério disse que os provedores de saúde não podiam mais cobrar para aplicações experimentais de células-tronco. De acordo com pacientes, médicos e parentes de pacientes que falaram à Reuters, as pessoas que recebiam os tratamentos apresentaram pouca ou nenhuma melhora, e alguns morreram.

Recibos vistos pela Reuters indicam que um desses hospitais é administrado pelo Exército chinês.

Fonte: O Globo Saúde / Reuters

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Mão na Roda e Cavenaghi dão a você uma Roho!

Mão na Roda - quarta-feira, 21 de dezembro de 2011 - 00:01

É isso aí galera! Não é sonho não!

Nós do blog Mão na Roda em conjunto com a Cavenaghi, vamos dar uma almofada Roho para quem der a resposta mais criativa na seguinte pergunta:

Para você, o que é começar bem 2012?

A resposta mais criativa vai ganhar uma almofada Roho Quadtro Select High Profile, Low Profile ou Contour Select.

Mas ainda não acabou! Os segundo e terceiro colocados ganharão respectivamente:

Segundo colocado: 1 (uma) Almofada Roho MOSAIC.

Terceiro colocado: R$200,00 (duzentos reais) em créditos na loja virtual Cavenaghi (leia a cláusula 10 para as formas de utilização).

Participe preenchendo o formulário que está disponível aqui.
(será aberta uma nova aba em seu navegador) 

Inscrições Encerradas!
Aguarde o resultado dia 01 de Fevereiro aqui no blog! 

ATENÇÃO: Formulários com dados incorretos serão desclassificados! Outra dica: formule sua resposta em seu editor de textos preferido e depois copie no formulário. Você poderá participar com até duas respostas, caso você entre com uma terceira, eliminaremos a mais antiga.

REGULAMENTO DO CONCURSO CULTURAL

“Mão na Roda e Cavenaghi dão a você uma Roho”

CLÁUSULA 1 – Este é um concurso de caráter exclusivamente cultural, sem qualquer modalidade de sorteio ou pagamento, nem vinculado à aquisição ou uso de qualquer bem, direito ou serviço, aberto a todos os leitores do Blog Mão na Roda (http://maonarodablog.com.br).  Nos termos da Lei 5.768/71 e do Decreto n° 70.951/72 e que estará sendo realizado no período de 21 de Dezembro de 2011 a 21 de Janeiro de 2012, nas condições abaixo discriminadas. 

CLÁUSULA 2 – É vedada a participação de funcionários(as), colaboradores(as), sócios/acionistas da Cavenaghi Indústria e Comércio de Equipamentos Especiais Ltda. e de suas empresas coligadas também como os blogueiros do Blog Mão na Roda, bem como de seus respectivos parentes até 2º grau e cônjuges e quaisquer pessoas envolvidas diretamente na execução do concurso. 

CLÁUSULA 3 – Para participar, a pessoa interessada deverá acessar o Blog Mão na Roda (http://maonarodablog.com.br) e enviar suas mensagens através do post da promoção respondendo: Para você, o que é começar bem 2012?

CLÁUSULA 4 – As respostas poderão ser enviadas até as 23:59:59 do dia 21 de Janeiro de 2012, não sendo aceitas outras formas de envio, que não seja o formulário disponibilizado pelo blog.

CLÁUSULA 5 – Não serão aceitas respostas maliciosas, preconceituosas ou que não se refiram ao tema acima especificado. 

CLÁUSULA 6 – As respostas recebidas após a data acima estabelecida, ou, que não vierem acompanhadas de todas as informações adicionais solicitadas, estarão automaticamente desclassificadas. 

CLÁUSULA 7 – Cada concorrente poderá participar com 2 (duas) respostas, sendo consideradas as duas de data mais recente. (O envio de uma terceira resposta anula a primeira enviada e assim por diante).

CLÁUSULA 8 – A escolha da resposta vencedora do concurso será feita por uma comissão julgadora indicada pelos blogueiros do blog Mão na Roda que levará em conta os seguintes critérios: criatividade e adequação na resposta à pergunta tema do concurso, sendo sua decisão soberana e irrecorrível. 

CLÁUSULA 9 – A pessoa interessada em participar do concurso declara, desde já, ser responsável pela autoria da resposta encaminhada e que a mesma não constitui plágio ou violação de quaisquer direitos de terceiros, ao mesmo tempo em que cede e transfere para a Cavenaghi Indústria e Comércio de Equipamentos Especiais, sem quaisquer ônus para esta e em caráter definitivo, plena e totalmente, todos os direitos autorais sobre a mesma, para qualquer tipo de utilização, publicação, reprodução por qualquer meio ou técnica, e na divulgação do resultado. 

CLÁUSULA 10 – O autor(a) da resposta mais criativa ganhará 1 (uma) almofada Roho Quadtro Select com o perfil mais apropriado High Profile, Low Profile ou Contour Select. O segundo colocado ganhará 1 (uma) almofada Roho MOSAIC, e o terceiro colocado ganhará 1 um vale-compras no valor de R$200,00 (duzentos reais). Esse valor poderá ser utilizado exclusivamente na Loja Virtual Cavenaghi, não tendo um valor mínimo de compra, e o uso será conforme disponibilidade nos estoques. Poderá ser usado como desconto a produtos que custem mais de R$ 200,00 não sendo cumulativo caso o cupom não seja usado integralmente.

CLÁUSULA 11 – Em nenhuma hipótese o(a) ganhador(a) poderá receber o valor do prêmio em dinheiro ou trocar o prêmio.

CLÁUSULA 12 – O resultado do concurso será divulgado a partir de 01 de Fevereiro de 2012 no blog Mão na Roda (http://maonarodablog.com.br/)

CLÁUSULA 13 – Os ganhadores(as) do concurso autorizam o uso de seus nomes nos materiais de divulgação do concurso e do resultado, sem ônus de espécie alguma para os seus organizadores. Inclusive em redes sociais.

CLÁUSULA 14 – Ao remeter suas respostas, as participantes estarão concordando tacitamente com todas as normas contidas no presente regulamento. 

CLÁUSULA 15 – Os casos omissos serão decididos por Comissão Julgadora referida na Cláusula 8 deste regulamento. 

CLÁUSULA 16 – O prazo para reclamação dos prêmios é de 180 dias, contados a partir da divulgação oficial dos resultados.

CLÁUSULA 17 – Esse concurso é válido em todo território nacional, os prêmios não serão entregues em outros países. O envio será de responsabilidade da Cavenaghi sem custo para o participante.

E assim, nós aqui do blog lhe desejamos um bom Natal e um maravilhoso 2012!

Desejamos a todos muita paz, saúde e “bastante sorte” para que você começe 2012 sentado em uma Roho Select, que é uma das melhores almofadas do mercado.

Até 2012! Boas Festas!

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Supermercados

Cris Costa - segunda-feira, 14 de novembro de 2011 - 14:39

imagem de um pacote de compras de supermercadoEu sei que existe uma infinidade de lugares que são mal adaptados ou que não tem nenhuma adaptação. Mas no conjunto da obra acho que os supermercados conseguem ser um dos lugares que possuem maior número de barreiras para um cadeirante.

Nessa minha fase “faço tudo sozinha, sou independente, me deixa“, fui ao supermercado fazer as compras da semana. Peguei uma mochila bem grande pra colocar as compras, e lá fui eu pela rua andando até o supermercado. Confesso que no meio do caminho pensei em voltar. Era Domingo, mega cedo (supermercado cheio é uó, então só indo cedo mesmo), e o caminho era mais acidentado e torto do que me lembrava, tava cansativo chegar. Mas ai a gente respira fundo e segue, até porque a comida e os produtos de limpeza não vão aparecer magicamente na minha casa, então era melhor seguir.

Chegando no supermercado a primeira dificuldade: carrinho ou cestinha? Como o carrinho ia ser mais complicado de empurrar, e por ser maior acabaria me induzindo a comprar mais, optei pela cestinha. Coloquei no colo, e fui. Enquanto ela estava vazia tava “ótema”… Coloquei um item, dois, três… PLOFT, tudo na chon! Peguei tudo, coloquei na cestinha, equilibrei e continuei. Para, coloca a cestinha no chão, pega o que precisa na prateleira, pega a cestinha de novo, mais um, dois… PLOFT! Ai, ai, respira fundo, pega tudo de novo, abstrai do fato que tá todo mundo olhando, coloca na cestinha e segue… Quase mais um ploft depois desisto da cestinha, antes que resolvesse arremessa-la para longe, e pego um carrinho.

Agora não cai mais nada, masssss, é aquela coisa: empurra o carrinho, empurra a cadeira, empurra o carrinho, empurra a cadeira… Necessariamente nessa ordem e alternadamente. UÓ! Mas continuemos, porque a vida é boa, né? Não no supermercado! Já com o carrinho, fui pra parte de laticínios. Ó céus, pra quê tanto “iorgute” de AMEIXA??? Quem come isso? Ok, se tá ali, alguém deve comer, mas é o sabor mais insosso do mundo dos lactobacilos, só perdendo para os de sabor natural. Nenhunzinho de morango pra contar história, ô dó! Enquanto procuro um sabor de iogurte decente, vem uma senhorinha, passando por cima de mim (porque sou transparente, vocês sabem, tô ali, mas não existo, uma miragem digamos assim), estica o braço quase esfregando o sovaco na minha cara (éeeeeeecaaaaaa) pra pegar um iogurte, e o de ameixa, claro. Assim, o balcão devia ter uns 15m, estava vazio e ela tinha que passar por cima de mim??? Puxei a cadeira pra trás, desisti do iogurte e fui pro requeijão. Agora o problema desses balcões de laticínios: eles têm uma “varandinha” onde normalmente ficam os queijos, salsichas e massas, e o resto fica na prateleira que é mais funda (motivo de ter quase levado uma sovacada na cara). Porqueeeee arquitetos, designers ou sei lá quem que desenha essas bagaças??? Aquilo é prático pra quem? Claro que o requeijão tava mais no alto e arrumados um em cima do outro, ou seja, pra pegar um eu ia ter que me equilibrar e equilibrar o pote que estiver em cima. E como Murphy foi concebido em um supermercado, e claro que não tinha nenhum pote sem outro em cima. E agora? Puxa o quadril pra ponta da cadeira, estica o braço, vai puxando o pote com a ponta do dedinho, e aos poucos o pote fica bem na beirada, ai você pega os dois, equilibrando no caminho até o carrinho, rezaaaaaando pra não cair o de cima, deixa um no carrinho e devolve o outro pra prateleira. Ok, podia ter pedido ajuda, mas e o orgulho? Ia reclamar de quê depois? rsrsrrs.

Sigo com minha missão de compras, passo reto e rápido pelo corredor polonês de biscoitos, antes que eles se joguem aos montes no meu carrinho e paro pra comprar escova de dente. Preciso dizer que todas as escovas estavam penduradas na parte mais alta? Ai, eu pego uma embalagem que seja comprida, e fica batendo nas escovas até que a que eu quero caia. Bonito, né? Super fofa a cena, rsrsrsrs. Os problemas com a altura continuam pelo resto das compras, além de que quando tem mais de um carrinho nos corredores o negócio complica, acaba rolando um engarrafamento, desvia daqui, vira pra lá, mas a gente vai se ajeitando. E não menos complicado, você chega no caixa, coloca tudo no balcão, a caixa vai passando os produtos, é um “pi-pi” danado de leitor de código de barras, a tia que arruma as compras vai colocando tudo cuidadosamente na mochila (porque nessa hora eu faço cara de malvada olhando pra ela, do tipo “tô te vendo, cuidado com minhas compras!“), só que o espaço entre os caixas é muito estreito, e a cadeira não passa. E o trequinho de passar o cartão é bem no meio. Como eu chego ali pra digitar a senha??? Puxa a maquininha, puxa o fio, estica o braço, erra a senha, (gente, é muita senha pra uma vida só, preciso de pelo menos umas três encarnações pra justificar tanta senha!) puxa tudo de novo, acerta a senha, tudo ok, dá uma volta gigante pra pegar as compras, coloca a mochila nas costas da cadeira, quase vira pra trás e volta pra casa como se estivesse puxando uma carroça. É fácil? Não. Podia ser melhor? Fato. Compensa? Muito. Mesmo com todas as dificuldades, muitas comuns a todos independente de deficiência, fazer o que quero, como eu quero, quando eu quero não tem preço!

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Quem mudou?

Cris Costa - quarta-feira, 2 de novembro de 2011 - 10:37

De uns meses pra cá, tenho feito muito mais coisas “a pé” do que fazia antes. Mas assim, beeeeeem mais. E fiquei pensando se as coisas estão melhorando ou eu é que tô menos enjoadinha, fresquinha e preguicenta. Outro dia fui encontrar com uns amigos num bar perto da minha casa e resolvi ir sem carro, pra poder beber sem restrições e porque dificilmente acharia vaga. O lugar fica a uns 4-5 quarteirões da minha casa, e lá fui eu toda-toda me achando independente, moderna e maluca, por saber que ia chegar no lugar em frangalhos estragando todo  visual cuidadosamente elaborado antes de sair. Mas fui, e o melhor foi que a rua que dava no bar era uma descida, então peguei a reta, fui no embalo, cabelos ao vento… uma delícia! Acho que ali entendi um pouco da paixão do Dado por pedalar. Não que ele ligue para os cabelos dele ao vento, rs, mas pra sensação de liberdade. Só que tive que interromper minha jornada cabelos ao vento por causa de um sinal, e no outro quarteirão já era o bar. Mas foi muito bom ir sozinha.

Porém essa não foi a única ocasião. Há um tempinho atrás tive uma reunião de trabalho na Barra (Zona Oeste do Rio) e como acabou cedo e a empresa fica dentro de um shopping, resolvi aproveitar o tempo livre e  dar um passeio “pra ver a moda” . O shopping que eu tava não era lá essas coisas e resolvi ir para um outro, ao lado, que tinha mais opções. Fui andando como se não houvesse amanhã. Nem parecia Rio de Janeiro. Pra mim, parecia milagre, pois não sou de ficar zanzando muito, pra isso acontecer é porque tô tranquila em relação ao local. E fiquei impressionada em achar escadas E rampas nos lugares. E rampas decentes, não aquelas mulambentas que acabam sendo piores que degraus. Consegui circular tranquilamente e vi banheiros adaptados. Ok, como estou falando de shopping é mais fácil ter uma estrutura acessível. Mas já vi coisas absurdas em shoppings, então existe uma preocupação maior, sim. Acho que hoje já existe uma consciência (ou mais leis, fiscalização ou tudo junto, vai saber…) de acessibilidade e de uma forma geral vejo muita melhora.

Outro exemplo do que melhorou: outro dia liguei para um laboratório pra marcar um exame, e a atendente me perguntou se eu era cadeirante, pois a unidade que eu tinha escolhido, apesar de ser acessível, não tinha banheiro adaptado, e caso eu fosse cadeirante, ela me indicaria outra unidade com banheiro adaptado. Foi a primeira vez que vi isso na minha vida. Eu nem tinha falado nada de cadeira e a atendente já se antecipou e soube dizer o que cada unidade oferece? O mundo tá mudando, sim! A passos de formiga, é verdade, mas tá melhor. Acho que nos últimos cinco anos as coisas deram uma boa melhorada. Mas já era hora, né?

Vejo isso no mercado de trabalho também. As ofertas hoje são melhores do que no passado, que eram praticamente restritas ao telemarketing. E vejo as empresas mais preocupadas em ter o perfil correto pra vaga, do que apenas cumprir a lei de cotas. Finalmente entenderam que contratar somente para cumprir cota é prejuízo. Afinal, acabavam contratando uma pessoa sem avaliar se ela realmente tinha o perfil pra vaga. Resultado: em pouco tempo os dois estavam insatisfeitos, e a pessoa partia pra outra oportunidade. Tempo e dinheiro gastos a tôa. Tem muita gente boa por aí, e que pode e quer fazer um bom trabalho, basta estarem no lugar certo.

Mas será que melhoraram mesmo, ou meu olhar e postura é que mudaram? Ainda me faço essa pergunta, pois vejo muita gente reclamando. Não tô dizendo que tá tudo ótimo, longe disso. Apenas que muita coisa melhorou e que tem muita coisa que tá ruim pra qualquer pessoa, deficiente ou não. No fundo acho que teve melhoras, mas que eu também mudei. A verdade é  que se quero estar de igual pra igual no mundo, ficar em casa reclamando não é  o caminho.

 

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SUS fornecerá cadeiras sob medida

Christian Matsuy - segunda-feira, 31 de outubro de 2011 - 10:03

Sabemos que é muito difícil por questões financeiras, as pessoas conseguirem comprar uma cadeira feita sob medida, assunto que já abordamos diversas vezes aqui no blog. Ainda não temos mais detalhes de como funcionará esse processo, mas creio que deverão haver diversas exigências por parte do SUS para essa aquisição, mas acho que ainda é uma alternativa para àqueles que não tem grana pra comprar.

Medida trará melhor qualidade de vida para o cadeirante. Investimento na área de pessoa com deficiência subiu 33% entre 2010 e 2011

O Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou a ação que irá atender cadeirantes brasileiros de maneira individual. A partir do início de 2012, eles contarão com o serviço para a adaptação das cadeiras de rodas, o que atende necessidades específicas. Em algumas situações, os pacientes, devido a um tipo de deficiência, não conseguem utilizar a cadeira padrão oferecida pelo SUS (Sistema Único de Saúde). Agora, a rede pública financiará essa adequação. A medida levará maior mobilidade com menor gasto de energia, mais conforto, menos pontos de pressão, suporte e dimensões adequados aos cadeirantes.

Para o ministro da saúde a ação representa mais qualidade de vida para os cadeirantes atendendo cada indivíduo de maneira única. “As cadeiras sem adaptação, nem sempre são adequadas ao cidadão portador de deficiência física. Com as adaptações, eles poderão ter mais conforto ao se locomover”, disse o ministro.

Apenas nesse ano, o Ministério da Saúde entregou 37 mil cadeiras de rodas para população. Para a compra foram investidos R$22.087 milhões. Até o fim do ano, é esperado ainda a entrega de mais 19 mil cadeiras, ao valor de R$11.2 milhões.

“O Ministério da Saúde pretende zerar o número de pessoas na fila por uma cadeira de rodas. Para se ter uma idéia, cerca de 75 mil pessoas precisarão de cadeiras de rodas  até o fim do ano”, finalizou Padilha. Durante o Teleton, evento de apoio à AACD (Associação de Assistência a Criança Deficiente), o ministro anunciou que a entidade receberá cerca de R$ 5 milhões para atender a lista de espera da instituição.

O Brasil, segundo Censo de 2010, conta com 24,5 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência (14,5% da população brasileira), desde alguma dificuldade para andar, ouvir e enxergar, até as graves lesões incapacitantes. Desse total, 48% possuem deficiência visual, 23%, motora, 17%, auditiva, 8%, mental e 4%, física. O investimento do Ministério da Saúde na atenção a pessoa com deficiência somou R$ 64.298 milhões, em 2010. Nesse ano, a previsão é de R$85.602 milhões.

Fonte: Portal da Saúde

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Mergulho adaptado

Nickolas Marcon - quinta-feira, 27 de outubro de 2011 - 09:40

Ultimamente o pessoal do blog tem curtido esportes radicais. Esportes radicais? Pois é… na minha opinião, ir para o Rock in Rio se enquadra nessa categoria.

Mas tem gente por aí se aventurando em outras coisas muito interessantes e divertidas. O leitor Luiz Fernando de Araújo enviou o seu relato sobre uma experiência de mergulho adaptado realizada num encontro que aconteceu em Cabo Frio/RJ, em agosto de 2011. Ele mandou o texto logo depois do evento, mas não postamos antes por dificuldades de agenda. Ok, my fault. Mas o relato está aí para todos verem e, quem sabe, se inspirarem a praticar o mergulho. No final do texto estão os contatos para quem deseja se iniciar nessa aventura que é o mergulho adaptado.

Segue o texto do Luiz Fernando de Araújo:

“Entre os dias 04 e 07 de agosto de 2011 aconteceu o II ENMA – Encontro Nacional de Mergulho Adaptado em Arraial do Cabo – RJ. Foi coordenado pela sra. Lúcia Helena Monteiro Sodré, diretora da HSA Brasil (Handicapped Scuba Association International) que ministrou curso de batismo para cerca de seis pessoas com deficiência. O encontro teve apoio da Secretaria de Turismo de Arraial do Cabo, da operadora de mergulho Diving Arraial e Pousada Paraíso do Atlântico.

Eu fiquei hospedado na Pousada Pilar, que tem oito quartos sendo dois adaptados para cadeirantes, localizada bem perto da rodoviária. O Sr. João, proprietário da pousada, recebe de forma amistosa em um ambiente bem familiar com decoração baseada em materiais de demolição com temas marinhos. 

Os quartos são bem adaptados e espaçosos, com ar-condicionado, frigobar, TV e banheiro acessível.

No sábado foi realizado um treinamento na piscina, onde aprendemos a utilizar o equipamento de mergulho, os sinais utilizados para comunicação submarina bem como todos os cuidados necessários a um mergulho seguro.

No domingo embarcamos no barco Diver II a caminho de nosso mergulho no mar de Arraial. Fomos muito bem atendidos pela equipe da Diving Arraial. Devagar e com todos os cuidados necessários, cada um dos deficientes foi colocado ao mar devidamente equipado para vivenciar uma das experiências mais marcantes de minha vida. Uma total liberdade de movimentos, um mundo só visto antes pela TV e o companheirismo dos instrutores que nos apoiaram todo momento.”

A Inter TV, emissora local da Rede Globo, fez uma reportagem completa sobre o evento, cujo vídeo você pode ver clicando aqui.

Para quem quiser se aventurar pelos oceanos, há um curso de mergulho adaptado disponível na cidade do Rio de Janeiro/RJ. As aulas iniciais são feitas em piscina e depois há o batismo no mar. 

Para maiores informações sobre o mergulho adaptado, seguem abaixo os contatos:

Escola Mar do Mundo

Iate Club do Rio de Janeiro – Urca
Pedro Bonfatti – (21) 9873-1244

Instrutora habilitada HSA Brasil:
Lúcia Sodré – (21) 9314-9303

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General Prime Burger – São Paulo

Christian Matsuy - terça-feira, 11 de outubro de 2011 - 16:30

fachada iluminada do general prime burgerOpa! Tudo bem com vocês? É gente… eu dei uma sumida dos restaurantes mas já voltei. Na verdade quando se trata de lugares para comer, acontece de muitas vezes repetirmos um lugar já visitado, daí não faz sentido escrever duas vezes sobre o mesmo local. Mas essa semana visitei o General Prime Burger.

Para estacionar, não tem como se livrar do serviço de Valet (R$15), que geralmente deixa seu carro no posto de gasolina da esquina. Aliás fica ai a dica, no dia estava chovendo e a cobertura do posto permitiu um desembarque tranquilo sem pressa e depois o motorista nos acompanhou com o guarda-chuvas.

Na entrada existem dois degraus que são “amenizados” por rampas metálicas colocadas na hora (quando cheguei em frente a rampa, ela já havia sido providenciada) mas sinceramente ela não é uma solução das melhores, pois o ângulo de inclinação fica muito grande, impedindo que um cadeirante consiga vencê-la sozinho. Pelos meus humildes cálculos, a fachada admite uma rampa em alvenaria sem gambiarras. Demorou né?

rampa de acesso ao general prime burger

a rampa é dividida em duas parte e é colocada na hora

A fachada dele dá uma enganada, olhando da rua parece ser um lugar pequeno, mas só quando se entra que percebemos o tamanho do lugar. Salão amplo em um nível único, com corredores largos e ótimo espaçamento entre as mesas. Existe um mezanino do meio pro fundo.

visão geral do salão

corredores largos facilitam o deslocamento interno

A casa oferece algumas mesas comuns (na frente) e os tradicionais sofás, que ao contrário do America, permitem que o cadeirante fique na ponta da mesa. Tem o inconveniente de ter que se afastar caso alguém queira sair, mas a distância entre a cadeira e a mesa fica perfeita. Nada te impede de utilizar as mesas normais, desde que você ocupe o lugar de duas pessoas.

mesa com sofás

o pé da mesa fica no meio, não impedindo a entrada da cadeira

No Prime Burger você come hamburger e fritas, mas parece que é tudo novidade, o segredo fica para as receitas diferenciadas e a forma em que alguns pratos são apresentados. E tudo isso por um preço honesto, existem lugares mais simples mas que cobram até mais caro por ter uma tradição de décadas que muitas vezes nem se faz justificável. Além do que não tem aquela fila de espera absurda.

teriaki burger e fritas waffle acompanhados de maionese temperada

teriaki burger e fritas waffle acompanhados de maionese temperada

Pra dar uma variada, corri dos lanches tradicionais e fui pra cima de um Teriaki Burger com generoso queijo Minas derretido “puxado” no cogumelo. Pra acompanhar, suco natural de tangerina.

waffles com calda Mapple e amêndoas

waffles com calda Mapple e amêndoas

Uma sugestão de sobremesa para dividir, são os waffles com caldas e sorvete (opcionais), eu optei por uma calda bem difícil de achar aqui que é a Mapple Syrup (um extrato de uma árvore canadense) acompanhada de amêndoas fatiadas.

O banheiro adaptado fica separado mas não trancado. O fraldário fica dentro do banheiro que poderia ser melhor distribuído se não existisse o balcão. Apesar de estar tudo muito higienizado, não é possível aproximar-se paralelamente ao vaso. A tampa do vaso atrapalha a utilização da barra de apoio. 

banheiro adaptado do general prime burger

poderia ser mais amplo sem o fraldário - barra de apoio quase inútil

Com essas falhas infelizmente não posso dar minha nota máxima para a casa, mas esperamos que em um futuro próximo esses erros venham as ser corrigidos, sonhar nunca é demais né? Mas não deixa de ser um excelente lugar para comer.

prêmios 

.  .  . 

foto do cardápio
General Prime Burger

Rua Joaquim Floriano, 541
Itaim Bibi (ver no Google Mapas)
Fone: (11) 3617-7489 

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Orkut e perguntas sobre importação

Christian Matsuy - segunda-feira, 3 de outubro de 2011 - 09:35

De uns tempos pra cá, muitas pessoas nos procuram através do e-mail do blog para sanar dúvidas referentes à importação de cadeiras e acessórios, entre outras coisas. Tentamos responder todas as dúvidas na medida do possível, mas às vezes não sabemos responder mesmo. 

A maioria dessas perguntas que nos chegam, já foram respondidas por nós ou por outras pessoas em nossa comunidade no Orkut. E infelizmente tem gente que parece não gostar quando pedimos para procurar a resposta na comunidade, ou mesmo fazer a pergunta lá no Orkut, onde ela será lida por um número maior de pessoas e a resposta se torna pública, servindo como base de consulta para outros usuários. Nada mais justo. Mesmo assim, ainda recebemos mensagens tipo “Ah, mas eu não queria perguntar lá no Orkut“, ou ainda: “dei uma olhada por lá e não encontrei…” (olhou mesmo?). Enfim, o fórum da comunidade é importante e sempre levamos muito a sério essa ferramenta. 

Outra coisa muito comum é o pedido de ajuda através dos recados do Orkut (em nossos perfis pessoais). Assim, se fossem assuntos que envolvessem privacidade, ou outras coisas que possam constranger tudo bem, mas perguntar “qual roda comprar” pelos recados é um pouco intimista… Além do que alguns usuários se esquecem que bloqueiam os recados e não temos como responder. Pergunte na comunidade pois, como já dissemos, a resposta pode servir pra um monte de gente. Pense nisso!

Caso você tenha urgência no esclarecimento das suas dúvidas, desculpem-nos por nem sempre darmos respostas rápidas, pois certos assuntos demandam pesquisa e nem sempre estamos com tempo livre para responder de maneira imediata. Nossa dedicação ao blog, infelizmente, não pode ser em tempo integral. Todos nós trabalhamos um bocado em nossos empregos, mas sempre fazemos o possível pra responder!

Agora vamos ao segundo assunto, que é a importação de cadeiras e afins. Esse é o assunto que vem gerando o maior número de perguntas repetidas, por isso resolvi fazer um apanhado geral e publicar aqui.

Quero comprar na Sportaid. Essa loja é confiável?

Sim, é confiável. É uma loja americana com muitos anos de existência e  preços muito bons, fora a grande quantidade de itens oferecidos. Caso você não tenha realizado uma compra antes de 2009, eles não vão aceitar seu cartão de crédito (houve uma mudança na política de pagamentos deles), daí ou você pede para alguém que more nos EUA comprar com um cartão local, ou faz uma remessa de valores internacional através de serviços bancários. É necessário ter conhecimento de inglês, para trocar e-mails sobre seu pedido. A Sportaid, assim como as demais lojas americanas não parcelam nenhum tipo de compra.

Não sei preencher o formulário de compra das cadeiras existentes no site. Como faço?

A loja (no caso a Sportaid) é americana, e obviamente o formulário, bem como todo processo de compra, é feito no idioma inglês. Nesse post eu praticamente traduzi todas as medidas que uma cadeira tem e até utilizei uma imagem de um formulário da TiLite. Tente colocar o maior número de medidas possíveis e use dicionários e tradutores da internet para solucionar coisas simples. Após isso, abra um tópico na comunidade do blog no Orkut e poste suas medidas lá. As pessoas aos poucos vão ajudando, inclusive nós aqui. Tente ser claro, e descreva suas necessidades para que as pessoas que lerem entendam e auxiliem com mais facilidade. Quem quer ajuda não pode ter preguiça de escrever. Lembrando que é sempre mais indicado que um terapeuta especializado te auxilie.

Posso pedir para um amigo que mora nos EUA mandar um par de rodas pelos correios?

Até pode. Porém, como já repetimos várias vezes, se fosse tão simples assim todo mundo já teria comprado! Eu citei um par de rodas, mas essa regra vale para qualquer coisa que ultrapasse o valor de 50 dólares. Não adianta falar que vai tirar da caixa ou falar que é usada que não adianta. É um risco que você corre de seu produto chegar avariado, ou ficar retido na alfândega até que o imposto seja pago. Se isso ocorrer, a entrega vai demorar bastante para ser feita. Caso você queira trazer de qualquer maneira, você pagará 60% de impostos sobre o valor do produto, inclusive sobre o frete. Válido para compras de 51 a 500 Dólares.

E se eu pedir pra entregarem via FEDEX, UPS, DHL?

Sua compra, seja ela qual for, vai chegar na porta da sua casa certinho. Só que você pagará todos os impostos, inclusive sobre o valor do frete +  ICMS  + taxas de serviços (armazenagem) da empresa escolhida. Dependendo do que se for trazer, acaba não compensando. Nesse caso, não vale o imposto de importação de 12%.

Uma pessoa virá dos EUA para o Brasil e vou pedir para ela trazer uma cadeira para mim. Posso?

Novamente, pode, mas é um risco que se corre. Se a pessoa que estiver trazendo vier com ela montada e disser que é para o uso pessoal dela, dificilmente irão questionar. Nada de cadeira encaixotada. Se a pessoa não topar trazer dessa forma, não arrisque. É o jeitinho brasileiro mesmo, infelizmente. 

Posso comprar a cadeira na Sportaid e mandar entregar em um hotel ou na casa de um conhecido que mora lá? Posso voltar sentado nela?

Sim, pode. Muitas pessoas utilizam esse método. 

Tentei comprar uma almofada Roho em uma loja americana, mas eles não entregam esse produto no Brasil, mesmo que eu pague todos os impostos. Por que?

A Roho tem um representante oficial aqui no Brasil, e quando se tem o representante no país eles não permitem que as lojas americanas vendam para esses países. Algumas lojas menores até vendem. É uma questão de ver se o preço vai valer a pena.

A cadeira chega pronta para uso?

Praticamente sim. Ela vem com as rodas desencaixadas e com os freios desmontados. É necessário uma chave Allen para fazer a instalação correta dos freios.

Quero importar apenas pagando os 12% de imposto de importação. Como fazer?

O Dado já escreveu sobre isso nesse post aqui, nesse caso tem que ser feito um processo de importação junto à Receita Federal. Procure um despachante aduaneiro cadastrado no SisComex para lhe orientar. Rola uma burocracia por trás disso, mas funciona e há relatos no Orkut de possoas que trouxeram dessa forma totalmente legalizadas. Dêem uma lida nesse tópico (requer login do Orkut).

Nota: O Mão na Roda em nenhum momento encoraja pessoas a fazerem algo que fuja aos padrões de impostos praticados aqui no Brasil. Estamos apenas esclarecendo dúvidas frequentes que nos chegam e cabe à cada pessoa decidir o que vai fazer. Não nos responsabilizamos por eventuais problemas que possam ocorrer.

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