Restaurante Zabor – Centro

Entrada com rampa do restaurante ZaborHá alguns meses atrás, indo almoçar com o pessoal do trabalho, um deles sugeriu: “vamos ao Zabor!” Não conhecia o restaurante e logo perguntei como era o acesso. Como a resposta foi: “tranqüilo”, resolvi dar um crédito e fomos ao restaurante.

Meus companheiros de baia estão virando especialistas em acessibilidade, pois o lugar – tirando as calçadas no entorno – realmente era de fácil acesso. O restaurante tem rampa na entrada e o espaço interno é amplo. Mesmo nos horários de pico, é fácil conseguir uma mesa.

Ao lado dos pratos há gel bactericida. Muito prático principalmente para quem usa cadeira de rodas manual e acaba sujando as mãos nas ruas imundas do Rio de Janeiro. Mais adiante estão os balcões de comida, e se por um lado algumas partes são muito altas, por outro sempre há um funcionário do restaurante por perto e disposto a ajudar. Os pés das mesas atrapalham um pouco alguns modelos de cadeira, mas dá para dar um jeitinho. A altura delas é bastante adequada.
Gel bactericida

No fundo do restaurante ficam os banheiros. Do lado de fora estão as pias, vazadas embaixo e com boa altura. O único porém são as cubas que ficam em cima da bancada e são muito altas para quem é cadeirante. Aliás, amaldiçôo diariamente o sujeito que inventou esse tipo de cuba.

Logo ao lado das pias é que fica a maior das surpresas: um banheiro adaptado! A porta é larga, ele é espaçoso e as barras de apoio, embora um pouco altas, estão lá. Ponto para o Zabor!
Interior do restaurante
Em resumo, o restaurante é bem acessível para quem usa cadeira de rodas. Claro que há um ponto ou outro a ser melhorado, como os que já citamos nos parágrafos anteriores. O balcão de pagamento, por exemplo, seria mais um deles, pois é muito alto e acaba expondo o cadeirante na hora de digitar a senha de um cartão. Mas no geral, levando em conta as outras características do lugar como o espaço amplo e a presença de um banheiro adaptado, o local tem bom acesso!

banheiro adaptado e pia vazada, mas com cuba alta

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O que gostamos:
– Acesso principal com rampa
– Banheiro adaptado
– Espaço interno amplo com piso regular
– Gel bactericida

O que pode melhorar:
– Altura de alguns balcões de comida, das cubas da pia e do balcão de pagamento

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Restaurante Zabor
Rua Evaristo da Veiga, 65 – Centro
http://www.zabor.com.br/
Tel: (21) 2240-1763

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Eduardo Camara

Se não está viajando, está pedalando. Muitas vezes, fazendo as duas coisas ao mesmo tempo.

7 comentários em “Restaurante Zabor – Centro

  • quinta-feira, 24 de abril de 2008 em 09:37
    Permalink

    E a comida, é boa??rsrsrssrrssrsr
    Incrível como nós, após a lesão, temos que nos preocupar com o que não teríamos que nos preocupar….fui claro???srsrsrsrsr

    abril 24th, 2008 - 09:37
    Mão na Roda respondeu:

    Eu não sou gourmet, e fico acanhado para dar uma opinião sobre a comida, mas eu gosto bastante! Como o Bento falou logo acima, levando em consideração o custo é uma das melhores que conheço no Centro! Abraços, Eduardo.

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  • quinta-feira, 24 de abril de 2008 em 10:21
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    A comida é muito boa. Uma das melhores relações custo/benefício de restaurante a quilo do Centro.

    Resposta
  • quinta-feira, 24 de abril de 2008 em 13:06
    Permalink

    Caramba, sabe que nunca tinha me tocado a respeito das rodas da cadeira!? Deve sujar a mão toda mesmo! Como vocês contornam este problema? Carregam gel bactericida na bolsa, usam luvas?

    abril 24th, 2008 - 13:06
    Mão na Roda respondeu:

    Eu tento andar sempre com um potinho de gel bactericida. Algumas pessoas usam luvas também, para não sujar tanto as mãos e também para evitar a criação de calos. É torço para que as pessoas não emporcalhem tanto as ruas! 🙂 Abraços, Eduardo.

    Resposta
  • quinta-feira, 24 de abril de 2008 em 16:50
    Permalink

    é ótimo ver lugares que se preocupam com estas questões. Em minha cidade não se encontra nada como isso.
    http://www.horaextra.net

    abril 24th, 2008 - 16:50
    Mão na Roda respondeu:

    Oi Patrícia! Tenta conversar com o pessoal daí. Às vezes as adaptações não são feitas por puro desconhecimento do assunto. Tente juntar um grupo e entrar em contato com os donos dos estabelecimentos. Abraços, Eduardo.

    Resposta

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