Sexo sobre Rodas

“É comum para quem não tem nenhum tipo de limitação física e também não convive com cadeirantes, imaginar que eles não desfrutem de uma vida sexual como a de um “andante”. O pensamento da maioria das pessoas gira em torno do movimento do corpo e, quando alguém não pode andar, também não pode usar o que fica da cintura para baixo.” 

Não, o parágrafo acima não foi escrito por mim. Ele foi extraído de um texto publicado no Blog da Comunicação pela nossa leitora Fernanda Pereira, e caiu como uma luva para responder à duas perguntinhas que a maioria das pessoas tem vontade de fazer quando descobrem que namoro um cadeirante: “Vocês transam? E como é?”

Já falamos sobre isso por aqui. Sim, cadeirantes transam. Mas como não entramos em detalhes, quando li o texto da Fernanda achei que seria ótimo indicá-lo para quem quer saber mais sobre o assunto.

Ah! Agora vocês ficaram curiosos, né? Que bom, era isso o que eu queria. Então corram para o Blog da Comunicação e leiam o texto "Sexo sobre Rodas"!

Comentários

Comentários

14 comentários em “Sexo sobre Rodas

  • quarta-feira, 3 de dezembro de 2008 em 22:07
    Permalink

    E hoje, o site de notícias ibahia.com.br, publicou um especial falando sobre acessibilidade em motéis de Salvador.
    É importante que todo mundo contribua, com o que pode, sem se expor, para que esse assunto seja mais discutido para que quem não conheça, saiba do que se trata. E cada vez menos seja visto como algo meio "esquisito".(é, eu já ouvi alguém dizer "mas não é esquisito fazer sexo com deficiente?").

    Resposta
    • quarta-feira, 3 de dezembro de 2008 em 22:07
      Permalink

      Oi Mila, gostaríamos muitíssimo de escrever sobre motéis adaptados no rio tb. Estamos com essa pendência na nossa lista. Eu tb já ouvi várias perguntas sobre sexo com meu namorado cadeirante. E tb acho importante o debatermos o assunto. Abraços, Bianca

  • quarta-feira, 3 de dezembro de 2008 em 22:15
    Permalink

    Em tempo:
    Gostei muito do texto!

    Resposta
    • quarta-feira, 3 de dezembro de 2008 em 22:15
      Permalink

      Valeu, Mila! A autora já está sabendo que vocês gostaram do texto! Abs, Bianca

  • quarta-feira, 3 de dezembro de 2008 em 11:17
    Permalink

    Bem legal o texto e o tema!
    Parabéns pela abordagem.
    Abraços!

    Resposta
    • quarta-feira, 3 de dezembro de 2008 em 11:17
      Permalink

      Valeu Pedro, que bom que vc gostou! Abs, Bianca

  • quinta-feira, 4 de dezembro de 2008 em 22:26
    Permalink

    é a maior curiosidade das pessoas, com certeza. Mas, gracias!, nem todo mundo pergunta. E é bacana falar do tema por vários motivos, não só pela curiosidade alheia. É importante as pessoas saberem que a reabilitação é possível inclusive nesse quesito, ajuda a diminuir o preconceito. E até pra outros cadeirantes que de repente ainda não superaram o próprio preconceito ou pra trocarmos experiência. Enfim, ótimo texto!
    E sou super a favor de um guia desses de motel adaptado no Rio! 😛
    beijos!

    Resposta
    • quinta-feira, 4 de dezembro de 2008 em 22:26
      Permalink

      Oi Tici, acredita que já me perguntaram sobre isso? Mais de uma vez! Eu mesma me fiz essas perguntas qdo conheci o Dado. Normalíssimo. Mas como vc mesma disse, é importante falarmos a respeito. Assim o preconceito vai sumindo! bjos, Bianca

  • sexta-feira, 5 de dezembro de 2008 em 17:02
    Permalink

    Primeiro de tudo muito obrigada Bianca pela citação e pela confiança no texto!
    Segundo muito obrigada aos leitores do Mão na Roda pelo clic no link!!=d
    Obrigada pelos elogios, pelos comentários deixados aqui e lá no Blog da Comunicação. Para uma, ainda estudante de jornalismo, são essas coisas que incentivam a continuar produzindo matérias como essa, com responsabilidade e verdade!
    Obrigada!
    Beijos

    Resposta
    • sexta-feira, 5 de dezembro de 2008 em 17:02
      Permalink

      Oi Fernanda, de nada, de nada, de nada! Nós é que agradecemos pelo excelente texto e por abordar o tema de maneira tão natural e bem escrita. Qdo tiver mais textos desses, nos avise! Beijos, Bianca

    • domingo, 7 de dezembro de 2008 em 18:23
      Permalink

      Oi Marco, valeu pelas dicas. Já tínhamos visto isso na internet. Abs, Bianca

  • segunda-feira, 8 de dezembro de 2008 em 15:06
    Permalink

    Olá Bianca, acho que este tema realmente deve ser debatido para ser desmistificado. As pessoas não querem saber muitas vezes das coisas que afetam diretamente o cotidiano de PNE, mas adoram saber sobre sexo e afins. Li um livro há anos chamado "No silêncio do sexo", em que o autor contava de sua trilha rumo a um novo prazer sexual, com novo corpo e mente. Vale a pena conferir se ainda estiver disponível para venda.
    Acho importante que o lesado medular relate sua experiência. Mas vejo que o parceiro (a) tb tem um papo importante nisso para quebrar os mitos na cabeça das pessoas. Acho importante que eles se pronunciem, não precisa contar detalhe, mas vamos dizer oa mundo que entre 4 paredes uma pessoa que tem algum tipo de limitação pode ser tão sexy, atraente e, digamos, vulcânica quanto outra qualquer.

    Resposta
    • segunda-feira, 8 de dezembro de 2008 em 15:06
      Permalink

      Oi Jaqueline! Sexo sempre desperta a curiosidade das pessoas, e dá pra perceber até pelo número de acessos e comentários nesse post, ehehe! Eu também li e conheci o autor desse livro (Ricardo Marcondes) pessoalmente. Me ajudou muito na fase de reabilitação pois eu me identificava com diversas coisas relatadas… Sempre recomendo esse livro pra quem teve uma lesão recente. Ele ainda está à venda sim! E você acabou de dar uma dica pra gente fazer um post: livros que abordam o tema da deficiência! Ah, também acho que temos que quebrar esses mitos, e penso que nós (você inclusive) já estamos fazendo isso! Abraços, Eduardo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Connect with Facebook

Pin It on Pinterest