Falando em metrô…

… as três estações de Copacabana são acessíveis. Ainda faltam adaptações em muitas outras para termos acessibilidade completa mas, no caso do réveillon, não tem desculpa para ficar em casa.

Na primeira, Cardeal Arcoverde, há 3 lances de escadas equipadas com elevadores de plataforma inclinada (aqueles que sobem a escada a passo de cágado apitando uma sirene quase hipnotizante). Para os mais radicais, há escadas rolantes largas o suficiente para caber a cadeira.

Já a estação Siqueira Campos é o sonho de consumo da acessibilidade: são dois elevadores verticais, do tipo cabine, novinhos. A melhor de todas.

A estação Cantagalo eu ainda não conheço, mas é apontada como acessível. Se alguém quiser escrever um comentário descrevendo-a para nós, fique à vontade…

Comentário da Bianca sobre a estação Cantagalo: Essa estação possui duas entradas, uma acessível (na praça Eugênio Jardim) e outra sem acesso (Rua Xavier da Silveira). Na entrada da praça Eugênio Jardim, você encontrará um elevador de cabine, que leva ao andar onde os tíquetes são vendidos. Para se chegar ao nível da plataforma, deve-se descer mais dois lances. O primeiro deles usando outro elevador de cabine e para o último um do tipo plataforma. Ao contrário da estação Siqueira Campos, todos os elevadores da estação Cantagalo são bem lerdinhos (mesmo os de cabine). E convenhamos que um elevador tipo plataforma em uma estação recém-inaugurada é uma solução um pouco porca. Poderiam ter feito coisa muito melhor. Mas se você for aventureiro e não gostar de se ver obrigado a descer lentamente, enquanto o metrô chega e vai embora, você ainda tem a opção de usar as escadas rolantes que são largas.

6 thoughts on “Falando em metrô…

  • 31 de dezembro de 2008 em 10:31
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    De que adianta o metrô do Rio ser tão "bonitinho" se ele não atende a ninguém de maneira digna. Sds.

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    • 31 de dezembro de 2008 em 10:31
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      Oi Samila, também acho que o metrô tem muito o que melhorar, mas até que eles estão conseguindo nas últimas estações construídas. E tomara que eles cumpram todas as promessas que colocaram nos anúncios dentro dos vagões. Aí sim o metrô vai ficar uma beleza! Abraços, Eduardo.

  • 31 de dezembro de 2008 em 17:45
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    Na estação Cantagalo, pelo menos na saída Xavier da Silveira, é preciso inverter o sentido da escada rolante que sobe, para que o cadeirante possa descer com a ajuda de um segurança.

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    • 31 de dezembro de 2008 em 17:45
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      Oi Philippe, nessa estação há um elevador na pracinha, em frente ao corpo de bombeiros. O grande problema é que, das 4 vezes que usei essa estação, em duas ele estava quebrado. Hoje foi uma delas, e tive que descer pela escada rolante. Mas o pior de tudo é que a estação, recém-construída, não tem rampas nos acessos com escada rolante. Porque não construíram rampas? Sinceramente, não sei. Seria muito melhor para pessoas com carrinhos de bebê e cadeirantes, nos dias em que o elevador está parado. Colocamos hoje mesmo uma mensagem na caixa de sugestões/reclamações deles e vamos ver se surtirá algum efeito. Abraços, Eduardo.

  • 30 de dezembro de 2008 em 19:03
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    Aqui em sampa o sistema de Metrô tem desempenhado um bom serviço na questao de acessibilidade,não sao todas as estações que são adequadas com elevador,mas existem escadas rolantes e funcionários treinados para dá um suporte,mas ha muito pra evoluir ainda.
    Beijos.

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    • 30 de dezembro de 2008 em 19:03
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      Oi Leandro! Como cadeirante, andei bem pouco de metrô por aí. Só usei para ir à Reatech! Peguei o trem na estação Paraíso e saltei na Jabaquara. Achei organizado, mas não encontrei elevador em nenhuma dessas duas estações, que eram bem movimentadas. Pelo menos deu pra me virar bem com as escadas rolantes e havia rampa na entrada das estações. Aqui pelo Rio, o metrô é o transporte público mais acessível. Mas isso é mais porque os outros são uma porcaria do que um mérito 🙂 Abraços, Eduardo.

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