Cadeirante lenda urbana

Recebemos esta semana, dos leitores The Best e Cleiton, a dica do vídeo “Berão” de Renato Cabral. O curta metragem mostra Dilsinho, um cadeirante de bem com a vida, que costuma pegar “carona” nos ônibus de sua cidade. Por conta disso, ele mesmo diz que já virou uma lenda urbana.

Mas o mais irônico é que o ônibus da sua cidade é adaptado, ainda assim ele prefere se segurar no parachoque da traseira do ônibus e seguir assim viagem. Muitos o consideram um exemplo de vida pelo seu discurso alegre e bem humorado. Também acho que ele parece uma pessoa positiva, mas será que arriscar a vida pegando carona de cadeira de rodas na traseira de um ônibus pode ser um bom exemplo?

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Comentários

Comentários

10 comentários em “Cadeirante lenda urbana

  • sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009 em 10:42
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    Bianca, já tinha visto esse vídeo no início da semana.
    Não acho que seja exemplo e tão pouco acredito na "felicidade" que diz sentir ou ter.
    Acho que esse rapaz só está procurando uma maneira de dar cabo na própria vida.
    Tem filha, deveria usar um pouquinho do cérebro, não?

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    • sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009 em 10:42
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      Oi Evandro, pois é. Confesso que tb acho que o que ele faz é bastante arriscado. Mas o q acho mais chato no vídeo, é passar a imagem de que ele é legal e de bem com a vida, pq pega carona na traseira do ônibus. Qq pessoa que fizesse isso de bicicleta, skate ou o que fosse, seria reprovada. Mas como ele é cadeirante… Abs, Bianca

  • sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009 em 14:02
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    Achei o cara bem humorado, um discurso positivo – pq sempre citamos o discurso positivo? – e claramente aventureiro. Mas na boa? Carona em traseira de bus não é legal. É como surfar em trem, pegar carona de bike atrás de caminhão. Acaba sendo uma mal exemplo para cadeirantes e andantes. Acho Dilsinho uma cara legal. Mas por favor, tem que preservar sua segurança e saúde.

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    • sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009 em 14:02
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      Bem lembado, Jaqueline, sempre usamos a expressão "discurso positivo". Meio lugar comum, eu sei, mas foi o que me veio à cabeça, qdo escrevia o texto. Sobre sua comparação com surfistas de trem, muito bem colocada! Se fosse uma pessoa qq fazendo algo do gênero, seria reprovado. Mas como o cara é cadeirante, ele pode e fica até bonitinho. Bjos, Bianca

  • sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009 em 14:18
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    A comparação que a Jaqueline fez com os surfistas de trem foi ótima! Acho que essa discussão também tem a ver com "estar acima do bem e do mal", como já foi escrito aqui no blog. Ser cadeirante nós dá o direito de fazer muita M… e ainda ficar bem na fita. 🙂 Beijos!

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    • sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009 em 14:18
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      Exatamente! Disse tudo! Ele é cadeirante, é acima do bem e do mal. Ele pode… ai, ai… beijos, Bianca

  • sábado, 14 de fevereiro de 2009 em 13:32
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    aqui em são paulo ia ser bem difícil dele fazer isso, é quase impossível você achar ruas com asfalto liso… é tudo muito esburacado e remendado seria capote na certa…

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    • sábado, 14 de fevereiro de 2009 em 13:32
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      Bom, aqui no Rio ele tb levaria vários tombos bonitos! beijos, Bianca

  • domingo, 15 de fevereiro de 2009 em 12:12
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    Ai gente, o cara ainda é Uberlandense!!! s rs rs rs
    Bem… acho que existem N maneiras de exercitar a adrenalina, de viver emoções de arrepias os cabelos, mas acho que essa de pegar beirão não é legal, alias literalmente ilegal!
    Mas acho bom esse estilo "bola pra frente", acho q é assim que deve ser!
    Bjooossssss!!!

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    • domingo, 15 de fevereiro de 2009 em 12:12
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      Mas é tanta coisa que ele pode fazer com esse estilo bola pra frente, né? Vai logo fazer algo ilegal, como você mesma disse. Péssima escolha! beijos, Bianca

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