Saúde

Células-tronco – quem é o irresponsável?

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Aproveitando o post da Cris e uma pequena conversa que tivemos, resolvi colocar esse assunto em discussão lá no Orkut. Durante nossa troca de idéias a Cris me saiu com a seguinte frase:

"Não sei o que é pior: os médicos que fazem essas cirurgias ou os pacientes inconformados que tentam qualquer coisa sem saber o que vem depois."

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Bianca Marotta

6 Comentários

  1. Evandro Bonocchi segunda-feira, 2 de março de 2009 em 09:32 -  Responder

    Bianca, com certeza, pior são os médicos!
    Quando uma pessoa se encontra no inicio de um estado de paraplegia, o desespero é muito grande. Ninguém tem informações concretas, ficamos pior que cego em tiroteio.
    Se no inicio da minha lesão alguem me dissesse para comer bosta de vaca, com certeza comeria…
    Agora, depois de um tempo, recebendo informações, lendo depoimentos em blogs como o seu, o meu e de outros tantos, o cara entrar numa dessas…aí tem que aproveitar e trocar o cérebro tbm.

    março 2nd, 2009 - 09:32
    Mão na Roda respondeu:

    Oi Evandro, também fico acvhando que os médicos são os maiores responsáveis. Tudo bem, cada um sabe de si e faz o que quiser com seu corpo. Mas a impressão que tenho, é que as informações não são passadas pros interessados com clareza, e a pessoas acaba acreditando em contos do vigário. Aí que mora o perigo.

  2. Neyle Rossoni segunda-feira, 2 de março de 2009 em 11:13 -  Responder

    Prezada, o que você chama de "paciente inconformado" é na verdade alguém que está lutando desesperadamente. Muitas vezes a luta não é pela cura, é por uma micro melhora na qualidade de vida. É pela esperança de dias melhores. O portador de uma doença grave, não quer "saber o que vem depois", pois ele tem muito pouco a perder. A promessa, ou apenas a expectativa de solução, faz com que ele corra riscos, que não são compreendidos por aqueles que estão com seu corpo saudável. Só quem já viveu, ou viu algo semelhante, pode compreender.

    março 2nd, 2009 - 11:13
    Mão na Roda respondeu:

    Olá Neyle, me desculpe se meu post pareceu ofensivo. Em momento nenhum essa foi a intenção. O objetivo aqui era apenas inicar a discussão. Concordo com você quando diz que é o paciente que deve saber o que está sofrendo e acredito que tenha toda liberdade de escolher o que quer fazer com seu próprio corpo em busca de alguma melhora. Sem dúvida. Na minha opinião, são os médicos que prometem melhoras e curas duvidosas que agem de má fé. Se aproveitam do sofrimento do paciente para "vender" milagres. Sei que é uma questão muito delicada e polêmica, mas a idéia aqui era justamente levantar questões para dscussão. Apenas isso. Obrigada pelo comentário. Abs, Bianca

  3. Neyle Rossoni quinta-feira, 12 de março de 2009 em 15:02 -  Responder

    Olá Bianca! Bem, desculpe-me se a minha mensagem foi agressiva…. Também não foi essa minha intenção. A razão do meu post, foi a de ter vivido uma experiência semelhante com a minha mãe, já que eu, graças ao bom Deus sou perfeitamente sadia. Não foi uma terapêutica experimental, ela submeteu-se a um transplante de pulmão – cirurgia já muito praticada no Brasil e exterior – mas mesmo assim, um procedimento muito, mas muito agressivo, de alto risco de vida e pós operatório muito complicado, e viveu apenas 18 meses após o transplante. Mas, apesar de todos os riscos e dificuldades, não se arrependeu da tentativa de busca de uma melhor qualidade de vida. E é nela que eu penso quando vejo questionamentos sobre novos tratamentos. O doente grave de uma doença crônica, se submete sim a riscos nunca antes imaginados. E, infelizmente, é graças àqueles que arriscam suas vidas aceitando tratamentos novos e experimentais que a medicina evolui e permite um dia chegar a um resultado satisfatório.

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