Ai totó!
Cris Costa - segunda-feira, 1 de junho de 2009 - 11:07
Não basta a dificuldade de se andar pelas ruas da cidade: tem que sujar a mão. Como? Bom, existem duas situações bem constantes. Uma nos dias de chuva, quando as calçadas tão “bem” cuidadas pela nossa prefeitura e sem buracos, se enchem de água e formam quase uma piscina. Sem muita opção de passagem, a roda passa ali mesmo. Chego no trabalho com as mãos mais pretas que carvão. Devem achar que trabalho numa carvoaria, inclusive. A segunda situação, e infinitamente mais irritante, é quando você está passeando, alegre e saltitante e pimba: passa em cima de cocô de cachorro. Pois é, pra quem acha o fim do mundo sujar os sapatinhos dessa forma, pense que existe coisa pior. Bem pior. Acredite, ver aquela cáca nas mão não é nada agradável. Gostaria de entender porque os donos dos totós, ao levarem os mesmos para passear, não levam também um jornalzinho para recolherem o “material” quando necessário. Os Pradas, Jimmy Choos, Azaléias, Congas e Ki-chutes e claro as mão dos cadeirantes agradecem!






Comentário feito por Heitor Magalhães Corrêa
Hoje mesmo tive que me enfiar numa poça d’água pra atravessar a rua…E bem na hora do almoço.
Mão na Roda respondeu:
Muito ruim né? Seria bom se a prefeitura ajudasse a manter as calçadas menos esburacadas. Bjs, Cris.
Comentário feito por Juliana Olivieri
Realmente tem muitos donos de cachorro sem educação, Cris… Mas temos também um outro problema: os cachorros de rua, sem dono, que não tem quem recolha seu cocô… O problema de educação é muito mais amplo que parece… ;)
Beijinho !!!
Mão na Roda respondeu:
Mas vejo muito mais donos mal educados do que cachorros de rua, rs. O problema é a falta de educação mesmo. Bjs, Cris.
Comentário feito por Elaine Pinto
Nossa, não tinha me tocado sobre este problema, que horror!
Sim, há os cachorros de rua, mas muitos desses "presentes" que encontramos nas calçadas vêm de cães que estão passeando com seus donos. Quando vejo alguém recolhendo o cocô do seu cachorrinho, me dá uma vontade de ir lá cumprimentar!
Mão na Roda respondeu:
Oi Elaine, infelizmente o problema é a falta de educação mesmo. Mas um dia as coisas mudam. Bjs, Cris.
Comentário feito por Nick_nick
Se isso te irrita profundamente, não tente passear pelas calçadas da Av. Professor João Brasil, no Fonseca em Niterói. As pessoas ali simplesmente ignoram a boa prática de recolher as fezes dos cachorros e andar por ali já é complicado a pé, imagine de cadeira de rodas…
Mão na Roda respondeu:
Prefiro nem imaginar Nick! Bem que as pessoas podiam se conscientizar e limpar, né? Bjs, Cris.
Comentário feito por Mila Correa
Eu sei que parece um pouco extremo, mas vi um médico falando esses dias no elevador com minha mãe. É bom usar luvas plásticas nessa época de chuva. Essa água vem com xixi de rato e tal, e não é bom vacilar.
E eu sou louca por cachorro, mas tenho que admitir, grande parte dos donos de cachorro não merecem o bicho que tem. Acha q ter cachorro é só comprar na pet shop. é por isso que, como eu disse, sou louca por cachorro, mas não os tenho..
Mão na Roda respondeu:
Oi Mila, não acho extremo não. Só não é prático pois as luvas atrapalham um pouco na hora de tocar a cadeira. E realmente, pra ter bicho, tem que cuidar tbm! Bjs, Cris.
Comentário feito por Eduardo Camara
Cris, há umas duas semanas atrás o dia estava lindo, céu azul, sol gostoso e quando eu tava saindo do meu prédio só senti um treco molhado na minha mão. Era porcaria de cachorro e eu fiquei p.. da vida! Sorte que estava em frente ao meu prédio, mas foi um baita transtorno e acabou com meu dia. Jurei que, se encontrasse alguém naquele dia que não limpasse as cacas do próprio cachorro, eu ia pegar no chão e jogar na pessoa de tanta raiva que fiquei!
Mão na Roda respondeu:
É fogo a falta de educação dos donos dos cachorros. Queria que eles sujassem as mãos pra sentir como é. Bjs, Cris.
Comentário feito por michelm
A responsabilidade pela calçada é do dono do imóvel em frente, não da prefeitura.
Mão na Roda respondeu:
Perfeito! Mas quem fiscaliza – ou pelo menos deveria – é a prefeitura, né? Grande abraço, Eduardo.