Tinha um sapato no meu caminho…

Ok, concordo que muitas vezes fazemos carinha de “cute-cute” pra conseguir as coisas, ou algum chamego. Mas… em contrapartida “sofremos” com a bagunça, esquecimento e distração alheios. Seja de namorado, marido, esposa, mãe, periquito ou papagaio.

Querem ver?

Quem nunca empacou a roda da cadeira num sapato perdido no meio da sala, ou do quarto? E quando você pede alguma coisa e colocam na prateleira, mas não é nem na beirada, colocam quase lá no fundo mesmo, onde não se alcança? Ou colocam coisas de seu uso diário, tipo copo para beber água por exemplo, naquela segunda prateleira do armário da cozinha, bem lá no alto? Ou, ainda, quando você ainda tá dormindo, sua cadeira está “no caminho” e empurram só um pouquinho pro lado, mas esse pouquinho é o suficiente pra você não alcançá-la quando acorda?

E a mania de tapetes? Pra que tapetes?! Não só os da sala como os do banheiro ou cozinha, que teimam em engalfinhar na sua rodinha da frente, ai é briga pra mais de 1 minuto até desenrolar. E os brinquedos? Ah, os brinquedos… Já decapitei uns três bonequinhos do Playmobil. Que minha sobrinha não me escute, rs.

Que cadeirante nunca passou por uma situação dessas? Sim, claro que não é proposital. Mas que me deixa doida, isso deixa. Já quase zuni um tênis pela janela uma vez. Então, não merecemos um chameguinho extra?

Comentários

Comentários

7 comentários em “Tinha um sapato no meu caminho…

  • segunda-feira, 28 de setembro de 2009 em 09:42
    Permalink

    Cris
    Mais uma vez, voces foram na mosca!!!!
    Felizmente em minha casa consegui abolir tapetes e mesinhas de centro. Mas o maldito paninho de chão da cozinha ainda insiste em se engruvinhar nas rodas da frente. E se a calibragem estiver meia boca então, vira suplicio. Tem outra tambem… pesos pra segurar porta. Aquelas coisinhas em croche cheias de areia e que ficam estratégicamente colocadas nas portas e que reduzem o espaço. Não sei quantas vezes atropelei esses em casa. E xinguei todos os palavrões que conheço e mais alguns inventados na hora. Essa das coisas postas fora do alcance então é terrivel. Pior ainda quando quem pos ainda reclama que somos dependentes!!!
    Bjs

    Resposta
    • segunda-feira, 28 de setembro de 2009 em 09:42
      Permalink

      Sergio, esse paninho da cozinha é um dos piores! Tem cada situação, né? Bjs, Cris.

  • segunda-feira, 28 de setembro de 2009 em 11:41
    Permalink

    hahahah As malditas Polly Pockets! Minha sobrinha já teve a edição limitadíssima da Polly Maria Antonieta decapitada por mim, a guilhotina ambulante. Lá em casa moram 8 pessoas, incluindo crianças, imagine o número de sapatos e brinquedos pelo meio do caminho.
    Ainda bem q agora eu tenho uma cadelinha que "mastiga" os sapatos que ficam por aí, à toa. HAHAHA Minha vingança! Agora, as pessoas são OBRIGADAS a colocar o sapato onde deve: no armário. Fica aí a sugestão pra vcs q não andam recebendo os chameguinhos merecidos… 😛

    Resposta
    • segunda-feira, 28 de setembro de 2009 em 11:41
      Permalink

      kkkkkkkkkk, adorei a Polly Maria Antonieta! Achei bem interessante a idéia de ter um cachorrinho, rsrsrs. Bjs, Cris.

  • segunda-feira, 28 de setembro de 2009 em 20:46
    Permalink

    aqui em casa eu felizmente não tenho esse problema, já tive com tapetes mas resolvemos… as vezes me deparo com o saquinho de arei na porta q me atrapalha… mas é um mal necessário em apto que venta muito…

    Resposta
    • segunda-feira, 28 de setembro de 2009 em 20:46
      Permalink

      Sorte a sua Christian. Se deparar com tanta coisa no chão as vezes estressa, rs. Bjs, Cris.

  • terça-feira, 13 de outubro de 2009 em 01:42
    Permalink

    Muito bom, Cris! Aqui em casa não sobrou um tapetinho sequer e não teremos mesa de centro, mas é mais pelo Nintendo Wii do que pela cadeira, ehehehe! Beijos!

    Resposta

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Connect with Facebook

Pin It on Pinterest