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Indo ao médico

Cris Costa - segunda-feira, 23 de novembro de 2009 - 11:25

Independente de deficiência, em algum momento todos vamos ao médico. E o que já não é algo muito legal, mesmo para uma hipocondríaca como eu, pode se tornar uma visita cheia de surpresas não muito agradáveis. Já falei uma vez num post aqui sobre algumas dificuldades na hora de fazer exames. Mas para conseguir uma consulta num médico também não é muito diferente. Até achar um que tenha um minímo de acesso… Mas isso não parece ser um “luxo” apenas dos cariocas. O Christian Matsuy, de São Paulo , nos mandou um email contando o seguinte:

Olá pessoal…
Hoje me deparei com uma tarefa que aparentemente seria fácil, mas levei algumas horas pra realizar. Marcar uma simples consulta médica na rede credenciada de meu plano de saúde.
Bom, a gente tenta eliminar os médicos que atendem em casas de 2 andares (90% quase), daí tentamos os que atendem em prédios comerciais.. então vc liga e recebe a notícia que na “fachada” do prédio tem uma escada, e não tem garagem no subsolo, que poderia ser uma alternativa de acesso.
Ou seja, temos que ir a um médico totalmente desconhecido apenas por ele atender em um local acessível.
Por que os convênios não colocam um símbolo de acessibilidade no guia de consulta para os médicos que atendem em locais acessíveis?
Eu gastei umas duas horas fazendo telefonemas!

Atenciosamente,

Christian Matsuy

Achei a sugestão dele sobre colocar o símbolo de acessibilidade no guia de consulta excelente! Bem que os planos podiam adotar essa idéia.

E ai? Alguém se indentifica???

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4 Comentários »

  1. 25/11/2009 - 15:35
    Comentário feito por Andres Wakeham

    Ja me aconteceu q no proprio predio de meu seguro: Unimed Fortaleza nao pude ser atendido porq o consultorio ficava no 2do andar de uma casa antiga!!!! Ontem fui a uma consulta particular sem nem sequer ter perguntado respeito ao acesso e por sorte tinha rampa, enfrentei 250 km de estrada sem saber o q ia encontrar!!! Na verdade Fortaleza é uma cidade onde encontro acesso á maioria de lugares mas essa da unimed achei demais.

    23/11/2009 - 14:33
    fms71 respondeu:

    Oi,
    Hoje, eu estou entrando pela primeira vez no Mão (que intimidade, né???) e já me identifiquei bastante. Não sou cadeirante mas sou carrinhorante, isto é, tenho que andar com minha filhota no carrinho de bebê e acabo passando pelos mesmos problemas. Até a Maria Luíza nascer, eu não tinha idéia de como era difícil andar nas ruas do Rio de Janeiro. Calçadas sem rampa, calçadas com rampa e com carros estacionados bem em frente, obra da CEDAE bem no meio da calçada… Realmente vcs são uns heróis.
    Quem sabe esse lance de Olimpíadas não muda esse cenário, né?
    Um abraço à todos

  2. 28/04/2010 - 11:09
    Comentário feito por pedrao

    ola

    sou cadeirante, portanto nao gosto de escadas!!!!!

    tem muitas coisas que nao entento. por exemplo:

    montar um consultório médico com escadas!!!!!!

    quem vai ao médico, ta doente, claro!!!!

    se ta doente, tem dificuldades pra subir escadas oras bolas!!

    e o que dizer daqueles com dificuldades motoras (derrames, idosos, e tantos outros????); nao mencionando os das cadeiras, muletas, etc, etc.

    será que tais profissionais NAO PENSAM NISSO???

    NAO ENSINAM NA FACULDADE A MONTAR CONSULTORIO!!!!

    @@@

    abraços

  3. 23/08/2010 - 17:44
    Comentário feito por Rose

    Nossa pessoal, eu que o diga, e pra nós mulheres irmos ao ginecologista? não deixa de ser constrangedor pra muitas mulheres, e quando o médico ou um acompanhante tem que te ajudar a subir na maca e ficar naquela posição pro médico te examinar?
    Nossa, é realmente um sufoco, deveriam ter macas mais baixo, pra que a pessoa possa a se virar sozinha quando possível, e não deixar ainda mais aquele momento cabuloso.

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