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	<title>Comentários sobre: Miami e Orlando (Dez/2009-Jan/2010) &#8211; Parte 2</title>
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	<description>Guia de Sobrevivência do cadeirante cidadão - Crônicas, notícias, informações e dicas sobre acessibilidade, e cotidiano de pessoas com deficiência</description>
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		<title>Por: Sergio Barreto</title>
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		<dc:creator>Sergio Barreto</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Aug 2010 17:18:58 +0000</pubDate>
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		<description>Faço viagens pelos EUA e Europa e, particularmente nos EUA, sempre fui bem &quot;paparicado&quot;...rs!
Em hotéis e lugares públicos, sempre fui tratado de forma bem respeitosa e atenciosa!
Nos parques da Disney então, quando chegávamos aos brinquedos(eu e uma cacetada de gente...pai, mãe, filho, sobrinho, irmã e cunhado), os atendentes logo perguntavam: family?...e logo abriam aquele corredor para passarmos, inclusive indagando se eu fazia a transferência para o brinquedo!
Que a galera lá é bem fechada, não resta dúvida, porém, o respeito e o valor que são dados às pessoas portadoras de necessidades é, infinitamente, superior aos daqui!
O que uma série de guerras, ao longo da história desses países não remodelam a  cultura de uma nação, não é mesmo?
Abraço a todos!
Sergio Barreto</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Faço viagens pelos EUA e Europa e, particularmente nos EUA, sempre fui bem &#8220;paparicado&#8221;&#8230;rs!<br />
Em hotéis e lugares públicos, sempre fui tratado de forma bem respeitosa e atenciosa!<br />
Nos parques da Disney então, quando chegávamos aos brinquedos(eu e uma cacetada de gente&#8230;pai, mãe, filho, sobrinho, irmã e cunhado), os atendentes logo perguntavam: family?&#8230;e logo abriam aquele corredor para passarmos, inclusive indagando se eu fazia a transferência para o brinquedo!<br />
Que a galera lá é bem fechada, não resta dúvida, porém, o respeito e o valor que são dados às pessoas portadoras de necessidades é, infinitamente, superior aos daqui!<br />
O que uma série de guerras, ao longo da história desses países não remodelam a  cultura de uma nação, não é mesmo?<br />
Abraço a todos!<br />
Sergio Barreto</p>
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		<title>Por: Joana Roquette</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/02/22/miami-e-orlando-dez2009-jan2010-parte-2/comment-page-1/#comment-2781</link>
		<dc:creator>Joana Roquette</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 17:56:13 +0000</pubDate>
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		<description>Monique, de fato há prioridades e prioridades. Estou de acordo com a ideia de que podemos perfeitamente esperar em filas convencionais na maior parte das vezes. Você citou alguns exemplos em que a nossa prioridade é essencial, até porque se ela não existisse em tais situações, se tornaria praticamente impossível utilizar serviços como o cinema e ir a supermercados. Valeu pelo comentário! :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Monique, de fato há prioridades e prioridades. Estou de acordo com a ideia de que podemos perfeitamente esperar em filas convencionais na maior parte das vezes. Você citou alguns exemplos em que a nossa prioridade é essencial, até porque se ela não existisse em tais situações, se tornaria praticamente impossível utilizar serviços como o cinema e ir a supermercados. Valeu pelo comentário! :)</p>
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		<title>Por: Joana Roquette</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/02/22/miami-e-orlando-dez2009-jan2010-parte-2/comment-page-1/#comment-2780</link>
		<dc:creator>Joana Roquette</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 17:52:45 +0000</pubDate>
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		<description>Ah, não tinha atentado para isso. Valeu!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ah, não tinha atentado para isso. Valeu!</p>
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		<title>Por: Joana Roquette</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/02/22/miami-e-orlando-dez2009-jan2010-parte-2/comment-page-1/#comment-2779</link>
		<dc:creator>Joana Roquette</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 17:52:11 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Anna, foi exatamente por aí que interpretei a atitude dos funcionários da Universal. Há vários brasileiros trabalhando por lá e foram eles que me esclareceram a respeito do receio da empresa sofrer processos em razão de danos causados a clientes. A atitude é compreensível, mas nada agradável quando se está por lá, precisando &quot;daquela forcinha&quot;. :) Abs e obg!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Anna, foi exatamente por aí que interpretei a atitude dos funcionários da Universal. Há vários brasileiros trabalhando por lá e foram eles que me esclareceram a respeito do receio da empresa sofrer processos em razão de danos causados a clientes. A atitude é compreensível, mas nada agradável quando se está por lá, precisando &#8220;daquela forcinha&#8221;. :) Abs e obg!</p>
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		<title>Por: Joana Roquette</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/02/22/miami-e-orlando-dez2009-jan2010-parte-2/comment-page-1/#comment-2778</link>
		<dc:creator>Joana Roquette</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 17:49:03 +0000</pubDate>
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		<description>É isso mesmo Maria Paula, acho que nós aqui temos calor humano de sobra, muita solidariedade, e o que falta realmente é que o país se engaje no &quot;projeto&quot; de se tornar acessível. O Rio de Janeiro, por exemplo, pode aproveitar o gancho da Copa em 2014 e das Olimpíadas em 2016 e espero que se as coisas não tiverem mudado até lá, que o Brasil sofra severas críticas a esse respeito. Já é tempo de nos tornamos um país acessível. Abs e obg pelo seu comentário.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É isso mesmo Maria Paula, acho que nós aqui temos calor humano de sobra, muita solidariedade, e o que falta realmente é que o país se engaje no &#8220;projeto&#8221; de se tornar acessível. O Rio de Janeiro, por exemplo, pode aproveitar o gancho da Copa em 2014 e das Olimpíadas em 2016 e espero que se as coisas não tiverem mudado até lá, que o Brasil sofra severas críticas a esse respeito. Já é tempo de nos tornamos um país acessível. Abs e obg pelo seu comentário.</p>
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		<title>Por: monique</title>
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		<dc:creator>monique</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 18:14:16 +0000</pubDate>
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		<description>A algum tempo venho pensando em conhecer os EUA, e agora vou repensar um pouco. É um pouco chocante para um cadeirante que não é 100% independente como é o meu caso visitar um local assim. As vezes via americanos desrepeitando a fila de prioridade que temos, e me perguntava se eles faziam o mesmo em seu país e a resposta é lá não existe isso. Concordo que idosos, gestantes, e pessoas com dificuldade de se manter em pé façam uso da fila, mas também penso que o que acontece aqui é um pouco diferente, na fila de supermercado não são todos os caixas que posso passar, pois alguns são estreitos, e apenas no caixa preferencial que essa distância é mantida, outro exemplo é quando vou comprar bilhetes não são todos os caixas que tem uma altura que eu possa falar com o atendente, ou até mesmo utilizar o cartão de crédito, assim como não é em todas as mesas de um restaurante que consigo chegar ou utilizar, no cinema ... Então hoje em dia eu penso diferente, antes ficava com vergonha de estar numa fila preferencial, hoje em dia nem tanto, e quando eu acho que realmente não é preciso, eu opto por não estar numa.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A algum tempo venho pensando em conhecer os EUA, e agora vou repensar um pouco. É um pouco chocante para um cadeirante que não é 100% independente como é o meu caso visitar um local assim. As vezes via americanos desrepeitando a fila de prioridade que temos, e me perguntava se eles faziam o mesmo em seu país e a resposta é lá não existe isso. Concordo que idosos, gestantes, e pessoas com dificuldade de se manter em pé façam uso da fila, mas também penso que o que acontece aqui é um pouco diferente, na fila de supermercado não são todos os caixas que posso passar, pois alguns são estreitos, e apenas no caixa preferencial que essa distância é mantida, outro exemplo é quando vou comprar bilhetes não são todos os caixas que tem uma altura que eu possa falar com o atendente, ou até mesmo utilizar o cartão de crédito, assim como não é em todas as mesas de um restaurante que consigo chegar ou utilizar, no cinema &#8230; Então hoje em dia eu penso diferente, antes ficava com vergonha de estar numa fila preferencial, hoje em dia nem tanto, e quando eu acho que realmente não é preciso, eu opto por não estar numa.</p>
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		<title>Por: Anna</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/02/22/miami-e-orlando-dez2009-jan2010-parte-2/comment-page-1/#comment-2684</link>
		<dc:creator>Anna</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 16:32:40 +0000</pubDate>
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		<description>ah, um parentese: a universal não é parque da disney, são empresas concorrentes, mas aqui no Brasil vendem pacote como se fosse uma coisa só =)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>ah, um parentese: a universal não é parque da disney, são empresas concorrentes, mas aqui no Brasil vendem pacote como se fosse uma coisa só =)</p>
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		<title>Por: Anna</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/02/22/miami-e-orlando-dez2009-jan2010-parte-2/comment-page-1/#comment-2683</link>
		<dc:creator>Anna</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2010 16:31:04 +0000</pubDate>
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		<description>Joana, 

Resolvi comentar aqui para &quot;esclarecer&quot; a questão da falta de ajuda do americano, da solidariedade que você citou. 
Há cinco anos trabalhei na Universal Studios e antes de assumir nosso &quot;posto&quot; , a gente faz um treinamento, aliás, passa por uma orientação. E uma delas é exatamente essa: não ajudar. Quero dizer, apontar direções, mas não ter contato físico com absolutamente ninguém. Por que? 1) o americano não tem essa nossa &quot;cultura afetiva&quot;, o contato físico, o carinho não fazem muito parte do cotidiano deles no que concerne pessoas desconhecidas 2) absolutamente TUDO que se fizer pode acarretar processo. Esse é o maior medo deles. O funcionário ajudar, de repente faz a coisa errada e causa acidente e consequentemente processos, na maior parte das vezes, ganhos pelas vítimas... 
Acho que é por aí, não sei se é tanto por frieza, mas são instruções que foram passadas, o medo de processo, enfim... 

ps: não foi uma defesa dos parques, só um esclarecimentozinho !</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Joana, </p>
<p>Resolvi comentar aqui para &#8220;esclarecer&#8221; a questão da falta de ajuda do americano, da solidariedade que você citou.<br />
Há cinco anos trabalhei na Universal Studios e antes de assumir nosso &#8220;posto&#8221; , a gente faz um treinamento, aliás, passa por uma orientação. E uma delas é exatamente essa: não ajudar. Quero dizer, apontar direções, mas não ter contato físico com absolutamente ninguém. Por que? 1) o americano não tem essa nossa &#8220;cultura afetiva&#8221;, o contato físico, o carinho não fazem muito parte do cotidiano deles no que concerne pessoas desconhecidas 2) absolutamente TUDO que se fizer pode acarretar processo. Esse é o maior medo deles. O funcionário ajudar, de repente faz a coisa errada e causa acidente e consequentemente processos, na maior parte das vezes, ganhos pelas vítimas&#8230;<br />
Acho que é por aí, não sei se é tanto por frieza, mas são instruções que foram passadas, o medo de processo, enfim&#8230; </p>
<p>ps: não foi uma defesa dos parques, só um esclarecimentozinho !</p>
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	<item>
		<title>Por: MARIA PAULA TEPERINO</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/02/22/miami-e-orlando-dez2009-jan2010-parte-2/comment-page-1/#comment-2664</link>
		<dc:creator>MARIA PAULA TEPERINO</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2010 14:34:20 +0000</pubDate>
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		<description>Aproveito o post da Joana para fazer um comentário sobre &quot;prioridade&quot; em filas. Já passei por situações grotescas por insistir em ficar na fila. Por que eu, sentada confortavelmente na minha cadeirinha, tenho que passar a frente de alguém que chegou bem antes de mim e que ainda por cima está em pé? A única fila que furava sem problemas era a do cinema, para entrar na sala de projeção, quando não haviam ainda lugares marcados, já que preciso de um lugar na ponta e entrar junto com uma galera nem sempre muito bem educada. geraria sérios riscos.  Porém na hora de comprar o ingresso, fico bem bonitinha esperando a minha vez. Assim também faço na fila de banco e de supermercado, mesmo porque o Brasil criou uma &quot;tribo de prioritários&quot;, que está ficando difícil para a antiga &quot;maioria&quot; exercer seus direitos. Confesso que por vezes aceito as cortesias de algumas pessas que insistem para que eu passe na frente. Faço isso porque entendo que de alguma forma aquilo é importante para a pessoa e é uma forma eduacada de agradecer a gentileza e solidariedade, que são atributos que devemos sempre cultivar.
Quanto aos EUA, concordo com o NiKolas, minhas experiencias por lá sempre foram muito boas. Inclusive fiz uma viagem com uma amiga também cadeirante para São Francisco (CA) e fomos nós duas carregadas por um simpático condutor dos trenzinhos (não sei se esse é o nome correto) que percorre as ladeiras da cidade, já que para esse tipo de transporte não havia adaptação, pois eram muito antigos. E pasmem, o oferecimento partiu dele!!!
De qualquer forma tudo na vida tem dois lados. É maravilhoso poder viver em um lugar com acessibilidade nota 10, mas também é maravilhoso pode contar sempre com a solidariedade e o calor humano dos brasileiros, principalmente dos cariocas.
VAMOS LUTAR PARA QUE NOSSO PAIS SEJA TODO ACESSÍVEL, POIS O RESTO NÓS JÁ TEMOS.
Bjs para toda a galera do Mão na Roda.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aproveito o post da Joana para fazer um comentário sobre &#8220;prioridade&#8221; em filas. Já passei por situações grotescas por insistir em ficar na fila. Por que eu, sentada confortavelmente na minha cadeirinha, tenho que passar a frente de alguém que chegou bem antes de mim e que ainda por cima está em pé? A única fila que furava sem problemas era a do cinema, para entrar na sala de projeção, quando não haviam ainda lugares marcados, já que preciso de um lugar na ponta e entrar junto com uma galera nem sempre muito bem educada. geraria sérios riscos.  Porém na hora de comprar o ingresso, fico bem bonitinha esperando a minha vez. Assim também faço na fila de banco e de supermercado, mesmo porque o Brasil criou uma &#8220;tribo de prioritários&#8221;, que está ficando difícil para a antiga &#8220;maioria&#8221; exercer seus direitos. Confesso que por vezes aceito as cortesias de algumas pessas que insistem para que eu passe na frente. Faço isso porque entendo que de alguma forma aquilo é importante para a pessoa e é uma forma eduacada de agradecer a gentileza e solidariedade, que são atributos que devemos sempre cultivar.<br />
Quanto aos EUA, concordo com o NiKolas, minhas experiencias por lá sempre foram muito boas. Inclusive fiz uma viagem com uma amiga também cadeirante para São Francisco (CA) e fomos nós duas carregadas por um simpático condutor dos trenzinhos (não sei se esse é o nome correto) que percorre as ladeiras da cidade, já que para esse tipo de transporte não havia adaptação, pois eram muito antigos. E pasmem, o oferecimento partiu dele!!!<br />
De qualquer forma tudo na vida tem dois lados. É maravilhoso poder viver em um lugar com acessibilidade nota 10, mas também é maravilhoso pode contar sempre com a solidariedade e o calor humano dos brasileiros, principalmente dos cariocas.<br />
VAMOS LUTAR PARA QUE NOSSO PAIS SEJA TODO ACESSÍVEL, POIS O RESTO NÓS JÁ TEMOS.<br />
Bjs para toda a galera do Mão na Roda.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Joana Roquette</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/02/22/miami-e-orlando-dez2009-jan2010-parte-2/comment-page-1/#comment-2657</link>
		<dc:creator>Joana Roquette</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 23:41:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://maonarodablog.com.br/?p=1373#comment-2657</guid>
		<description>Olá Nickolas! É sempre bom ouvir opiniões a esse respeito. A gente sabe que o tema gera certa polêmica e acho sempre válido ouvirmos os argumentos dos dois lados. Seu ponto de vista é bastante coerente e acredito que a liberdade dada pelos americanos realmente seja notável quando se tem independência pra usufruir dela. Obrigada pelo comentário! :-)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Nickolas! É sempre bom ouvir opiniões a esse respeito. A gente sabe que o tema gera certa polêmica e acho sempre válido ouvirmos os argumentos dos dois lados. Seu ponto de vista é bastante coerente e acredito que a liberdade dada pelos americanos realmente seja notável quando se tem independência pra usufruir dela. Obrigada pelo comentário! :-)</p>
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