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	<title>Comentários sobre: Coisas que não entendo</title>
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	<description>Guia de Sobrevivência do cadeirante cidadão - Crônicas, notícias, informações e dicas sobre acessibilidade, e cotidiano de pessoas com deficiência</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 May 2012 20:31:24 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Por: Kelly</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/03/23/coisas-que-nao-entendo/comment-page-1/#comment-14073</link>
		<dc:creator>Kelly</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2011 14:01:23 +0000</pubDate>
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		<description>Achei seu blog por acaso. Eu não sou cadeirante, mas minha filha sim. Engraçado, a gente acha que só acontece com a gente. Sendo mãe de cadeirante, de certa forma percebo um pouco como ela. 
É impressionante a questão do elevador e pior que as pessoas ficam olhando e nem ao menos saem.
Quando olham para minha filha.. olhar que incomoda, como se tivesse encarando ou aquele outro olhar de piedade &quot;tadinha&quot;. Daí não satisfeitos perguntam: é paralisia? Ah! fala sério. Palarisia no Brasil é quase zero, por mais ignorante ou deseformada uma mãe, sabe que vacinar seu filho é uma obrigação.
Minha filha, hoje ela está com 17 anos, pertinho de entrar na faculdade. Quer fazer arquitetura e engenharia... por que será? rsrs... obstáculos são muitos. Fazer uma estrutura na visão de uma arquiteta ou engenheira civil cadeirante, com certeza vai ser bem diferente. 
Brinque não... não entrei em um banheiro público sequer, que tivesse uma adaptação compatível, pelo menos para minha filha.. sempre é uma dificuldade... entre outros pequenos detalhes, que para quem anda não faz muita diferença, mas para quem é cadeirante faz todaaaa a diferença.
beijos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Achei seu blog por acaso. Eu não sou cadeirante, mas minha filha sim. Engraçado, a gente acha que só acontece com a gente. Sendo mãe de cadeirante, de certa forma percebo um pouco como ela.<br />
É impressionante a questão do elevador e pior que as pessoas ficam olhando e nem ao menos saem.<br />
Quando olham para minha filha.. olhar que incomoda, como se tivesse encarando ou aquele outro olhar de piedade &#8220;tadinha&#8221;. Daí não satisfeitos perguntam: é paralisia? Ah! fala sério. Palarisia no Brasil é quase zero, por mais ignorante ou deseformada uma mãe, sabe que vacinar seu filho é uma obrigação.<br />
Minha filha, hoje ela está com 17 anos, pertinho de entrar na faculdade. Quer fazer arquitetura e engenharia&#8230; por que será? rsrs&#8230; obstáculos são muitos. Fazer uma estrutura na visão de uma arquiteta ou engenheira civil cadeirante, com certeza vai ser bem diferente.<br />
Brinque não&#8230; não entrei em um banheiro público sequer, que tivesse uma adaptação compatível, pelo menos para minha filha.. sempre é uma dificuldade&#8230; entre outros pequenos detalhes, que para quem anda não faz muita diferença, mas para quem é cadeirante faz todaaaa a diferença.<br />
beijos</p>
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		<title>Por: hilda maria moraes</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/03/23/coisas-que-nao-entendo/comment-page-1/#comment-12550</link>
		<dc:creator>hilda maria moraes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2011 23:10:21 +0000</pubDate>
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		<description>o</description>
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		<title>Por: Gil Porta</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/03/23/coisas-que-nao-entendo/comment-page-1/#comment-7297</link>
		<dc:creator>Gil Porta</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 12:21:01 +0000</pubDate>
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		<description>Aconteceu uma coisa um tanto engraçada comigo neste começo de mês.

Minha esposa teve um probleminha de saúde e precisou ficar internada por vários dias e nesse período eu e minha sogra nos revesávamos para ficar como acompanhante no apartamento.

O engraçado desse história é que toda vez que íamos fazer a &quot;troca do plantão&quot; me perguntavam se eu tinha tido alta e me pediam a papelada... Só porque sou um pobre cadeirante saindo de um hospital quer dizer que estava internado?

Claro que depois de alguns dias eles acabaram me conhecendo e tudo virou uma grande piada.

Outro piada eram as enfermeiras que me perguntavam o que eu era da paciente, e eu respondia: &quot;marido&quot; e elas diziam: &quot;ai que gracinha!&quot; KKKKK 

Tem que rir pra não chorar!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Aconteceu uma coisa um tanto engraçada comigo neste começo de mês.</p>
<p>Minha esposa teve um probleminha de saúde e precisou ficar internada por vários dias e nesse período eu e minha sogra nos revesávamos para ficar como acompanhante no apartamento.</p>
<p>O engraçado desse história é que toda vez que íamos fazer a &#8220;troca do plantão&#8221; me perguntavam se eu tinha tido alta e me pediam a papelada&#8230; Só porque sou um pobre cadeirante saindo de um hospital quer dizer que estava internado?</p>
<p>Claro que depois de alguns dias eles acabaram me conhecendo e tudo virou uma grande piada.</p>
<p>Outro piada eram as enfermeiras que me perguntavam o que eu era da paciente, e eu respondia: &#8220;marido&#8221; e elas diziam: &#8220;ai que gracinha!&#8221; KKKKK </p>
<p>Tem que rir pra não chorar!</p>
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	<item>
		<title>Por: Mônica</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/03/23/coisas-que-nao-entendo/comment-page-1/#comment-7277</link>
		<dc:creator>Mônica</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 14:29:42 +0000</pubDate>
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		<description>Foi só falar... Ví com os meus próprios olhos a questão de querer cometer um &quot;porteirocídio&quot; e olha que eu sou &quot;da paz&quot;... Imagine você, Chris; estava eu em pleno shopping (aqui perto de casa, sexta-feira. Acordei alegre, afim de gastar um dim dim), depois da fisioterapia fui comprar uns óculos de grau e aproveitei pra comprar um escapulário de ouro branco de presente de natal para o meu sobrinho querido. E... quando estava saindo, já atrasada para a minha aula de inglês, me surge o táxi. Só que o problema dessa vez não foi com o motorista de táxi, não; foi com o porteiro do shopping. O motorista de táxi (PASMEM!) até me defendeu e foi aí que eu tomei uma antipatia do porteiro que falou é só dessa vez, que eu vou fazer &quot;essa gentileza&quot; (de subir no passeio para que eu embarcasse! Como se ele fosse o dono da rua!). O motorista de táxi com toda educação respondeu, amigo, não é gentileza não; é o direito dela. E com vagas para portadores de deficiência física dentro do próprio shopping, tem base? É só dar um mínimo de poder para uma pessoa para conhecê-la melhor... O motorista foi conversando com o porteiro do shopping e ele ignorando. Então, chegou o supervisor dele, que nem me pediu desculpas nem nada. O tempo correndo e eu estressando... Chamei a dona da joalheria que me aconselhou a escrever uma carta para a administração do shopping relatando o problema. A minha letra saiu até tremida...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Foi só falar&#8230; Ví com os meus próprios olhos a questão de querer cometer um &#8220;porteirocídio&#8221; e olha que eu sou &#8220;da paz&#8221;&#8230; Imagine você, Chris; estava eu em pleno shopping (aqui perto de casa, sexta-feira. Acordei alegre, afim de gastar um dim dim), depois da fisioterapia fui comprar uns óculos de grau e aproveitei pra comprar um escapulário de ouro branco de presente de natal para o meu sobrinho querido. E&#8230; quando estava saindo, já atrasada para a minha aula de inglês, me surge o táxi. Só que o problema dessa vez não foi com o motorista de táxi, não; foi com o porteiro do shopping. O motorista de táxi (PASMEM!) até me defendeu e foi aí que eu tomei uma antipatia do porteiro que falou é só dessa vez, que eu vou fazer &#8220;essa gentileza&#8221; (de subir no passeio para que eu embarcasse! Como se ele fosse o dono da rua!). O motorista de táxi com toda educação respondeu, amigo, não é gentileza não; é o direito dela. E com vagas para portadores de deficiência física dentro do próprio shopping, tem base? É só dar um mínimo de poder para uma pessoa para conhecê-la melhor&#8230; O motorista foi conversando com o porteiro do shopping e ele ignorando. Então, chegou o supervisor dele, que nem me pediu desculpas nem nada. O tempo correndo e eu estressando&#8230; Chamei a dona da joalheria que me aconselhou a escrever uma carta para a administração do shopping relatando o problema. A minha letra saiu até tremida&#8230;</p>
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		<title>Por: Mônica</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/03/23/coisas-que-nao-entendo/comment-page-1/#comment-7213</link>
		<dc:creator>Mônica</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 20:27:01 +0000</pubDate>
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		<description>Cris, Cris,

              Sabia que você escreve com a mesma suavidade da Fernanda Takai (ela escreve uma coluna semanal para o melhor jornal de Belo Horizonte: &quot;O Estado de Minas&quot;). Eu já nem ligo se as pessoas querem me ajudar, aceito com muita educação é claro. E acredito mesmo que seja falta de informação. Você quando andava procurava se informar a esse respeito? É claro que não, porque iria incomodar pensar na possibilidade de ficar em uma cadeira de rodas é osso. Falo por mim, nunca tive interesse nesse assunto porque NUNCA sequer imaginei a possibilidade de ficar numa cadeira de rodas. Quanto ao elevador acho difícil, colocar alguma coisa na cabeça das pessoas, tipo educação e respeito. O motorista que me leva para a Clínica é tão subserviente que quando o elevador está cheio ele espera o elevador voltar, tem base? Isso tudo é muito pequeno pra gente se desgastar, não acha não? Agora, motorista de táxi tem a mania de empurrar a cadeira freada e isso por si só detona a cadeira. Já cansei de falar... :-) Ternos abraços, Mônica.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cris, Cris,</p>
<p>              Sabia que você escreve com a mesma suavidade da Fernanda Takai (ela escreve uma coluna semanal para o melhor jornal de Belo Horizonte: &#8220;O Estado de Minas&#8221;). Eu já nem ligo se as pessoas querem me ajudar, aceito com muita educação é claro. E acredito mesmo que seja falta de informação. Você quando andava procurava se informar a esse respeito? É claro que não, porque iria incomodar pensar na possibilidade de ficar em uma cadeira de rodas é osso. Falo por mim, nunca tive interesse nesse assunto porque NUNCA sequer imaginei a possibilidade de ficar numa cadeira de rodas. Quanto ao elevador acho difícil, colocar alguma coisa na cabeça das pessoas, tipo educação e respeito. O motorista que me leva para a Clínica é tão subserviente que quando o elevador está cheio ele espera o elevador voltar, tem base? Isso tudo é muito pequeno pra gente se desgastar, não acha não? Agora, motorista de táxi tem a mania de empurrar a cadeira freada e isso por si só detona a cadeira. Já cansei de falar&#8230; :-) Ternos abraços, Mônica.</p>
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		<title>Por: Cris Costa</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/03/23/coisas-que-nao-entendo/comment-page-1/#comment-3956</link>
		<dc:creator>Cris Costa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Apr 2010 00:52:45 +0000</pubDate>
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		<description>Na tentantiva de ajudar, as vezes as pessoas acabam metendo os pés pelas mãos. Tem horas que a gente cansa de ouvir a mesma ladainha sempre, mas não acho que falem por mal. Mas as pessoas podiam se informar mais antes de falar. Bjs, Cris.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na tentantiva de ajudar, as vezes as pessoas acabam metendo os pés pelas mãos. Tem horas que a gente cansa de ouvir a mesma ladainha sempre, mas não acho que falem por mal. Mas as pessoas podiam se informar mais antes de falar. Bjs, Cris.</p>
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		<title>Por: Gil Porta</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/03/23/coisas-que-nao-entendo/comment-page-1/#comment-3895</link>
		<dc:creator>Gil Porta</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Apr 2010 20:44:10 +0000</pubDate>
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		<description>Uma das coisas que me incomoda é quando me perguntam: 

&quot;PORQUE VOCÊ NÃO COMPRA UMA CADEIRA ELÉTRICA?&quot;

Respondo que não fui condenado à morte! hahaha.

Inconformados ainda dizem: &quot;Já existe sim, eu já vi!&quot;.

Outra coisa que os mal-informados perguntam é se eu não quero fazer transplante de medula. Essa perguntinha sempre vem logo após depois de alguma reportagem na TV sobre MEDULA ÓSSEA, daí tenho que ficar explicando que focinho de porco não é tomada</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das coisas que me incomoda é quando me perguntam: </p>
<p>&#8220;PORQUE VOCÊ NÃO COMPRA UMA CADEIRA ELÉTRICA?&#8221;</p>
<p>Respondo que não fui condenado à morte! hahaha.</p>
<p>Inconformados ainda dizem: &#8220;Já existe sim, eu já vi!&#8221;.</p>
<p>Outra coisa que os mal-informados perguntam é se eu não quero fazer transplante de medula. Essa perguntinha sempre vem logo após depois de alguma reportagem na TV sobre MEDULA ÓSSEA, daí tenho que ficar explicando que focinho de porco não é tomada</p>
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	<item>
		<title>Por: Cris Costa</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/03/23/coisas-que-nao-entendo/comment-page-1/#comment-3773</link>
		<dc:creator>Cris Costa</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Apr 2010 00:02:41 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Eligia, que bom que gostou do Blog! Bjs, Cris.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Eligia, que bom que gostou do Blog! Bjs, Cris.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Eligia</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/03/23/coisas-que-nao-entendo/comment-page-1/#comment-3689</link>
		<dc:creator>Eligia</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Apr 2010 04:02:31 +0000</pubDate>
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		<description>Oi! Primeira vez que leio o blog, gostei e achei muito interessante, parabéns! Não sou cadeirante e não convivo com alguém que seja, com certeza é por isso, que nunca me dei conta destas coisas, como, por exemplo, elevador de shopping, vou prestar mais atenção e evitar o uso... Podem ter certeza que na maioria das vezes nós (não cadeirantes) agimos &quot;estranho&quot; por pura falta de conhecimento e convivência. O que espero é que a infra-estrutura de todos os lugares, ruas, praças, escritórios sejam adequadas e com isso possamos conviver e nos acostumarmos. Eu admiro muito todas as pessoas que apesar dos problemas e dificuldades conseguem manter a alegria de viver, o bom humor e tiram lições crescendo como pessoa quando passam por dificuldades, pois existem outras que mesmo sem nenhum problema vive infeliz e num mundo vazio... Um grande beijo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi! Primeira vez que leio o blog, gostei e achei muito interessante, parabéns! Não sou cadeirante e não convivo com alguém que seja, com certeza é por isso, que nunca me dei conta destas coisas, como, por exemplo, elevador de shopping, vou prestar mais atenção e evitar o uso&#8230; Podem ter certeza que na maioria das vezes nós (não cadeirantes) agimos &#8220;estranho&#8221; por pura falta de conhecimento e convivência. O que espero é que a infra-estrutura de todos os lugares, ruas, praças, escritórios sejam adequadas e com isso possamos conviver e nos acostumarmos. Eu admiro muito todas as pessoas que apesar dos problemas e dificuldades conseguem manter a alegria de viver, o bom humor e tiram lições crescendo como pessoa quando passam por dificuldades, pois existem outras que mesmo sem nenhum problema vive infeliz e num mundo vazio&#8230; Um grande beijo</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Cris Costa</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/03/23/coisas-que-nao-entendo/comment-page-1/#comment-3478</link>
		<dc:creator>Cris Costa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 14:28:01 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://maonarodablog.com.br/?p=1619#comment-3478</guid>
		<description>Oi Lolanda, já fui lá e gostei! Bjs, Cris.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Lolanda, já fui lá e gostei! Bjs, Cris.</p>
]]></content:encoded>
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