10 coisas que aprendi namorando um cadeirante

10 coisasGostei tanto do post da Cris, sobre 10 coisas que ela mais odeia em ser cadeirante, que resolvi entrar na onda e começar a fazer minhas listinhas.

Depois que conheci o Dado, muita coisa mudou na minha visão de mundo e achei que seria bacana começar listando as 10 coisas que aprendi com minha relação com um cadeirante. Será que alguém vai se identificar?

1) Cadeirantes fazem sexo – Sim meus caros leitores. Eu também tinha esse tipo de dúvida. O que a falta de informação não nos faz imaginar, não é mesmo? Pois bem, descobri que cadeirantes transam, sentem tesão e gostam de sexo como qualquer pessoa.

2) Cadeirantes dirigem – Nada que a tecnologia não resolva. Carros são máquinas e máquinas podem ser modificadas e adaptadas. Quem dirige com os pés também pode dirigir com as mãos. E é assim que a coisa funciona.

3) Banheiros reservados só devem ser usados por pessoas sem deficiência em casos de muita urgência – Pois é, galerinha, eu era do tipo que adorava usar um banheiro reservado para pessoas com deficiência. Tão grande, tão espaçoso, dá até pra dançar lá dentro! (Sim, eu já fiz isso :P). Mas não foi difícil entender que devemos respeitar a finalidade das cabines maiores e deixá-las livres e limpas para aqueles que mesmo querendo, não conseguem entrar numa cabine menor.

4) Pessoas com deficiência podem ser bastante independentes – Quando conheci o Dado, ele morava com os pais. Meu primeiro pensamento foi: “bom, ele deve precisar de ajuda no dia-a-dia e por isso ainda mora com eles.” Claro que não. As pessoas com deficiência são muito mais independentes do que imaginamos, mais até do que muito “andante” que conhecemos. Não demorou pra sacar que ele só não tinha saído da casa dos pais ainda, por falta de oportunidade.

5) Vagas reservadas são reservadas. Mas não pra mim – Não me lembro de ter estacionado em alguma vaga reservada antes de conhecer o Dado, mas também nunca tinha parado pra pensar que o tamanho e a localização dessas vagas tinha uma razão de ser. Precisam ser largas, pra pessoa conseguir sair do carro com a cadeira de rodas e geralmente estão mais próximas da entrada do estabelecimento, pra que a pessoa não tenha que andar muito. Afinal andar de cadeira de rodas ou mesmo muletas cansa pra caramba. Já experimentou?

6) Pessoas com deficiência usam os mesmos móveis que todo mundo – Sim, caros leitores, cadeirantes costumam passar da cadeira pro sofá, pra cama, pra poltrona. Não é porque eles estão sempre sentados, que não tem vontade de trocar de lugar vez em quando, né?

7) Um cadeirante pode dizer: “Vou andar na praia” – Lembro-me bem da minha reação a primeira vez que escutei o Dado falando: “Vou andar na praia mais tarde”. Achei esquisitíssimo um cadeirante dizer que ia andar. Eu mesma evitava usar essa palavra perto do Dado, como se fosse uma ofensa ou um soco no seu estômago. Bobagem, bobagem! “Andar na praia” é só uma expressão, assim como “Vou dar uma corrida até a padaria” ou “vou a pé para o trabalho”.  Não é só porque a pessoa não anda de verdade que precisa começar a usar outras palavras, pra falar sobre ações do nosso cotidiano.

8) Um ou dois degraus podem ser um grande obstáculo – No início do nosso namoro, eu achava uma besteira o Dado não querer ir a algum lugar que tivesse escada. Na minha cabeça era simples: bastava pedir ajuda a algum galalau forte. Com o tempo entendi que pode ser bastante chato, constrangedor e até mesmo perigoso ficar subindo e descendo escada no colo dos outros. Sem falar que é um direito das pessoas com deficiência terem acesso aos lugares. Parei de pensar assim e hoje sou partidária de freqüentar locais acessíveis.

9) Adaptar um banheiro ou mesmo um apartamento é mais simples e mais barato do que parece – É lógico que espaço se faz necessário. Cadeiras de rodas costumam ser um pouco mais largas que uma pessoa e também dificultam algumas manobras. Mas tendo-se o espaço necessário, alargar portas e colocar algumas barras já é o suficiente para se adaptar um lugar. Volta e meia me perguntam quais as adaptações que fizemos no nosso apartamento e explico que foram poucas. Alargamos algumas portas e baixamos cerca de 5 cm a altura de pias e bancadas. Deixar as pias vazadas, sem armários embaixo também ajuda um bocado. O resto fica por conta da altura onde guardamos as coisas nos armários.

10) E por último e talvez mais importante, cadeirantes trabalham, tem vida social, namoram, casam e tem filhos. Ou seja, são pessoas como outras quaisquer, com os mesmo direitos de deveres. O que faz das pessoas com deficiência diferentes, é o olhar da sociedade sobre elas. E é isso que precisamos mudar.

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98 comentários em “10 coisas que aprendi namorando um cadeirante

  • segunda-feira, 30 de agosto de 2010 em 10:34
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    Bianca,

    Sobre a número 7, não vejo problema nenhum em usar o verbo “andar”, porque a gente anda, sim! Anda com a cadeira em vez de com os pés, mas anda! Parado é que a gente não fica! 😛

    Bjs!

    agosto 31st, 2010 - 10:02
    Bianca Marotta respondeu:

    Oi Heitor,
    Agora eu entendo que não existe mesmo problema em usar o verbo “andar”. Mas no começo eu estranhei e já vi várias pessoas tendo a mesma reação. Bobagem total!
    bjos

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  • segunda-feira, 30 de agosto de 2010 em 10:38
    Permalink

    Ola,

    Adorei o post. Namoro um cadeirante e me identifiquei bastante.

    Beijocas, Bia.

    agosto 31st, 2010 - 10:01
    Bianca Marotta respondeu:

    Oi Bia,
    Que bom que gostou e se identificou! Fico feliz!
    beijos

    Resposta
  • segunda-feira, 30 de agosto de 2010 em 11:27
    Permalink

    Oi, Bianca,
    Muito legal seu post!
    Também aprendi muito trabalhando e namorando com um deficiente, mas gostaria de contribuir citando outro mito muito comum: Nem sempre a pessoa se torna deficiente por acidente, muitas vezes é em decorrência de uma doença e nesses casos as limitações físicas, bem como a rotina dessas pessoas é bem diferente de um lesado medular, por exemplo.
    Sendo assim, os itens 2 e 4 são bastante relativos. Insisto nisso porque ao trabalhar com jovens com distrofia muscular cansava de ouvir as pessoas perguntando por que eu não colocava aquela garotada para “jogar basquete”, afinal tem um monte de cadeirante que joga. Como você disse, é a falta de informação, uma vez na cadeira de rodas a tendência é as pessoas acharem que é “tudo igual”.
    E ao item 10 eu ainda acrescentaria que deficientes são pessoas e ponto, com todos os defeitos e qualidades de qualquer ser humano, não são especiais no sentido de serem “seres superiores”, “iluminados”, e nem são “coitados”, “incapazes”, apenas precisam de adaptações que irão variar de acordo com suas limitações físicas e/ou cognitivas.

    Abs Rosana

    agosto 31st, 2010 - 10:01
    Bianca Marotta respondeu:

    Oi Rosana,
    Vc tem toda razão, nem toda deficiência é igual. E os itens que listei são apenas exemplos. Mas foi bom vc tocar nesse assunto.
    Sua outra colocação tb é perfeita. Odeio quando colocam as pessoas com deficiência num pedestal ou à margem como coitadinhos. Todos nós temos alguma deficiência, mas a maioria delas não é tão visível. Olhar para as pessoas com deficiência com esse olhar de admiração ou de pena não colabora com a inclusão…
    Abs

    Resposta
  • segunda-feira, 30 de agosto de 2010 em 11:30
    Permalink

    Adorei o post, meu noivo é um cadeirante e me identifiquei na maioria dos tópicos 😀

    agosto 31st, 2010 - 09:56
    Bianca Marotta respondeu:

    Oi Camylla,
    Que bom que se identificou e gostou do post!
    bjos

    Resposta
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  • segunda-feira, 30 de agosto de 2010 em 11:54
    Permalink

    Genial esse post!!
    O número 8 dá vontade de enfiar com uma seringa na cabeça dos “andantes”.
    Ainda bem que vc já entendeu… hehehe

    agosto 31st, 2010 - 09:55
    Bianca Marotta respondeu:

    Oi Juliana,
    Pois é… E pensar que eu demorei um pouquinho pra entender 😛 O que a falta de informação não faz, né?
    beijos

    Resposta
  • segunda-feira, 30 de agosto de 2010 em 15:35
    Permalink

    Perfeito, Bianca!
    Adorei! De verdade…
    Valéria Aliprandi

    agosto 31st, 2010 - 09:54
    Bianca Marotta respondeu:

    Oi Valéria!
    Que bom que gostou! Só me incentiva a escrever mais!
    bjos

    Resposta
  • segunda-feira, 30 de agosto de 2010 em 16:20
    Permalink

    Olá Bianca

    Adorei o post!! namoro a 2 anos um cadeirante. Realmente a falta de informação é muito ruim. Aprendi muito e ainda aprendo bastante com meu amorzinho!!!
    beijoss

    agosto 31st, 2010 - 09:53
    Bianca Marotta respondeu:

    Oi Mari,
    O ideal seria que todo mundo já soubesse disso tudo, né? Mas como namoradas, podemos ao menos, passar a mensagem adiante!
    beijos

    Resposta
  • segunda-feira, 30 de agosto de 2010 em 16:29
    Permalink

    Olá Bianca,
    Muito bom mesmos !!!
    abs, Fábio B.

    agosto 31st, 2010 - 09:53
    Bianca Marotta respondeu:

    Oi Fábio,
    Que bom que gostou! Fico feliz!
    abs

    Resposta
  • segunda-feira, 30 de agosto de 2010 em 17:22
    Permalink

    devia ganhar premio nobel !!!!

    😉

    agosto 31st, 2010 - 09:52
    Bianca Marotta respondeu:

    Hahahaha! Fiquei lisonjeada, agora!
    beijos!

    Resposta
  • segunda-feira, 30 de agosto de 2010 em 18:02
    Permalink

    Oi Bianca, esse post foi demais, concordo com tudo que foi escrito. Namoro com um cadeirante há 1 ano e 8 meses e percebi que nossa vida fica diferente depois que passamos por essa experiência de namorar com alguém deficiente. Tudo o que nós imaginávamos antes sobre suas limitações e coisas que nem nos importávamos passam a ter valor. Nossos olhos se abrem e começamos a perceber como andam as calçadas da cidade, como existem lugares não acessíveis e como algumas pessoas nem se importam com a dificuldade dos outros.
    Aqui em Jacareí, a cidade em que eu moro, o banheiro para deficientes da parte de cima do shopping é separado do comum, e ele vive ocupado por jovens que vão “brincar” la dentro.
    Obrigada por fazer um post tão legal

    setembro 8th, 2010 - 11:03
    Bianca Marotta respondeu:

    Oi Danielle,
    A única coisa que me deixa um pouco triste é termos que passar pela experiência de conviver com cadeirantes, pra entender tudo isso. Não seria muito melhor, se a inclusão acontecesse de verdade e todo mundo já soubesse dessas coisas desde pequeno? Mas vamo-que-vamo que a gente chega lá!
    bjos

    Resposta
  • segunda-feira, 30 de agosto de 2010 em 23:09
    Permalink

    Adoro o blog de vcs e já coloquei banner no meu blog! Sabe porque?? Por causa de matérias como essa!!! Muito boa. Namoro com um cadeirante e posso dizer que a minha maneira de ver o mundo mudou. Hoje eu o vejo como uma pessoa mais eficiente do que eu na vida! Aprendo muito a cada dia e. sinceramente… não consigo vê-lo como deficiente físico! Um beijo grande a todos vcs e continuem porque vcs fazem a diferença.

    agosto 31st, 2010 - 09:50
    Bianca Marotta respondeu:

    Olá! Bom saber que a matéria fez sucesso!
    E vc tem toda razão, eu não vejo mais o Dado como uma pessoa com deficiência. Sério mesmo. Eu esqueço desse detalhe com frequencia e só me lembro quando esbarramos em algum obstáculo no meio do caminho. 🙂
    beijos

    Resposta
  • segunda-feira, 30 de agosto de 2010 em 23:35
    Permalink

    perfeitooo….concordo plenamentee………..sahuashuashuashasuhas….

    Resposta
  • segunda-feira, 30 de agosto de 2010 em 23:37
    Permalink

    muitoo bomm

    agosto 31st, 2010 - 09:48
    Bianca Marotta respondeu:

    Obrigada Gui! Que bom que vc gostou!

    Resposta
  • terça-feira, 31 de agosto de 2010 em 02:04
    Permalink

    È muito complicado que as pessoas entendam as limitações de uma pessoa deficiente e respeitem essas limitações.

    Apesar de andar com uma muleta, já ouvi diversas vezes que sou preguiçoso por nao gostar de lugares com escada. E para entender o meu problema com escada é simples, cansa muito subir e descer (essa estória que pra baixo todo santo ajuda é mito e cansa mais que subir propriamente dito).

    Existem várias coisas legais entre uma relação de um deficiente e uma pessoa “normal”

    agosto 31st, 2010 - 09:47
    Bianca Marotta respondeu:

    Oi The Best,
    Imagino que vc deva ouvir muito por aí que é preguiçoso. Mas confesso que pra mim tb é novidade saber que descer é pior do que subir. Agora que vc falou, consigo imaginar o porque, mas nunca ia pensar assim… Agora… se a inclusão social realmente acontecesse, muitos mal entendido seriam evitados.
    bjos

    Resposta
  • terça-feira, 31 de agosto de 2010 em 10:21
    Permalink

    A descida se tornam pior, pois quando força aplicada para freiar a inercia do corpo na descida é maimaiores que a aplicada para subir. Foram Isso ainda tem os equilibrio de tronco necessário para não descer rolando.

    setembro 8th, 2010 - 11:01
    Bianca Marotta respondeu:

    Oi The Best,
    Podes crer. Vc tem toda a razão. Mais uma coisa que aprendi com o blog!
    beijos

    Resposta
  • terça-feira, 31 de agosto de 2010 em 10:53
    Permalink

    oi Bianca tudo em paz?
    bem colocada suas observações, que pena que nem todo mundo pensa assim.
    um grande abraço

    A.A

    setembro 8th, 2010 - 11:00
    Bianca Marotta respondeu:

    Oi Alberto,
    Quem sabe um dia, todo mundo pensará assim! Tomara!
    Abraços

    Resposta
  • terça-feira, 31 de agosto de 2010 em 11:22
    Permalink

    Bianca, adorei!!!

    e gostaria de aprender 10 mil coisas namorando um cadeirante…

    setembro 8th, 2010 - 11:00
    Bianca Marotta respondeu:

    Ah Mercia,

    Pode ter certeza de que vc vai aprender muito mais que isso, se vcs estiverem se amando de verdade!
    beijos

    Resposta
  • terça-feira, 31 de agosto de 2010 em 23:15
    Permalink

    Adorei esse 10 mandamentos. É muito bom ouvir essas coisas. Vou divulgar esse site p/ os meus amigos, que são deficientes, ok? Beijos!!! Monise

    setembro 8th, 2010 - 10:59
    Bianca Marotta respondeu:

    Oi Monise,

    Que bom que gostou! E pode divulgar nosso blog pra quem quiser! Não precisa ser só pros cadeirantes não, tá?
    beijos!

    Resposta
  • quarta-feira, 1 de setembro de 2010 em 14:29
    Permalink

    Depois de um tempo namorando um cadeirante, eu olho pra ele, e não vejo a cadeira…
    Beijocas,
    bia

    setembro 8th, 2010 - 10:59
    Bianca Marotta respondeu:

    Oi Bia,

    Comigo acontece o mesmo! E acredito que poderia acontecer com qq um, se existisse inclusão de verdade nesse país.
    beijos

    Resposta
  • domingo, 12 de setembro de 2010 em 14:02
    Permalink

    Adorei o post!
    Já tow pensando em fazer minha listinha tbm, 10 coisas q aprendi convivendo com pessoas com def.
    Beijo!

    Resposta
  • terça-feira, 19 de outubro de 2010 em 11:21
    Permalink

    Oi gente! Eu conheci uma pessoa sensacional que é cadeirante! Sempre paquerei ele na faculdade e ele nunca me deu bola nessa época. Só agora depois de 6 anos, é que eu tive a oportunidade de conhece-lo, e acho que estou me apaixonando por ele! Bom esse site me ajudou muito nas dúvidas de várias situações em que me encontrava! Bjs

    outubro 19th, 2010 - 12:03
    Bianca Marotta respondeu:

    Oi Carla,
    Que bom que o blog está te ajudando! Ficamos felizes com isso. Espero que o relacionamento de vcs dê certo e sejam muito felizes!
    beijos!

    Resposta
  • terça-feira, 4 de janeiro de 2011 em 00:41
    Permalink

    Gostei muito do post! Parabéns!
    pessoal,fiquei paraplégico a 8 anos e meio desde então tinha sempre alguém comigo [esposa] principalmente. Quando nos separamos confesso que tive um pouco de medo mesmo sendo quase 100% independente ficava o tempo todo pensando como eu ai me virar em algumas atividades domesticas que até então era só ela que realizava. Foi ai que percebi que um cadeirante pode TUDO basta querer!Eu moro sozinho a 3 anos ” e só tem uma coisa que me deixa chateado (o fato de precisar sempre de alguém para colocar e tirar a cadeira de rodas minha do porta malas do carro), já pensei em tudo mas não achei ainda uma solução para esse incomodo. Se vc’s tiverem uma ideia eu aceito, por favor.

    março 4th, 2011 - 20:13
    Eduardo Camara respondeu:

    Oi Edmar! Se vc tem força nos braços, colocar a cadeira no carro é mole! Dá uma olhada no Blog do Cadeirante (www.blogdocadeirante.blogspot.com) que tem um vídeo muito legal mostrando como se faz! AbraçãO!

    Resposta
  • quarta-feira, 19 de janeiro de 2011 em 14:59
    Permalink

    Olá adorei esse post eu sou deficiente e passo por todas essas situações citadas sabiamente por vc, gostaria tbm de te pedir duas coisas primeiro desculpas pois coloquei suas palavras em meu blog sem te pedir autorização, mais citei seu nome e coloquei o link para este post.
    Em segundo gostaria de pedir mesmo que atrasado sua autorização.

    Muito obrigado por colocar suas ideias em um meio publico isso com certeza ajuda a muitas pessoas.

    fevereiro 2nd, 2011 - 01:56
    Eduardo Camara respondeu:

    Valeu, Fábio! Fique à vontade para usar nossos textos, desde que cite a fonte. Grande abraço!

    Resposta
  • terça-feira, 12 de abril de 2011 em 00:39
    Permalink

    Oi Bianca!!!

    Olha eu outra vez, é pq aqui onde moro não tenho muito a quem recorrer encontrar vcs foi espetacular.
    Olha vc pode me dar uma dica de como vc fez no inicio do seu namoro para adaptar-se as diversas situações, tipo se vc comprou livros ou perguntava pra ele,e pq sou bolada com algumas coisas (ainda) por exemplo esclareci muitas das minhas dúvidas no texto que vc indicou Blog da comunicação.

    Mais uma vez obrigada por sua disposição em nos responder sempre

    abril 12th, 2011 - 12:24
    Bianca Marotta respondeu:

    Oi Vivi,
    Olha, eu não comprei livros nem pesquisei na internet, porque acho que a melhor pessoa pra tirar suas dúvidas é seu namorado. Até porque as pessoas são diferentes e o que pode ser bom ou ruim pra ele, não necessariamente será para outros. É claro que temos que ter tato e bom senso pra perguntar sem ofender, mas tenho certeza de que ele vai responder numa boa e quem sabe até gostar do seu cuidado.
    beijos!

    Resposta
  • quinta-feira, 2 de junho de 2011 em 14:59
    Permalink

    olá, sou cadeirante, e sinto q as vzs me sinto inseguro em estar no meio das pessoas!

    10 anos de lesão. Mas estou bém readaptado!

    podem me passar alguns filmes romântico de cadeirante ou até mais calientes!

    elivaldodf@hotmail.com

    Resposta
  • quarta-feira, 20 de julho de 2011 em 15:52
    Permalink

    adorrei eu namoro um cadeirante e as coisas nem sempre sao simples como parecem e o pior e o olhar da sociedade sobre isso ate parece que eles nao sao desse mundo e bom as pessoas verem que e normal com certas adaptaçoes claro mais nada que impessa de ser feliz.

    Resposta
  • sábado, 14 de janeiro de 2012 em 18:41
    Permalink

    Oi galera, namoro um cadeirante quase um ano e meio e estamos muito felizes , realmente minha vida mudou e vejo hj tudo bem mais amplo apesar das dificuldades tudo vale a pena .

    Resposta
  • sábado, 21 de janeiro de 2012 em 16:46
    Permalink

    aaaa so mas um detale moro no rj carioca e tb cadeirante tb

    Resposta
  • segunda-feira, 28 de maio de 2012 em 01:48
    Permalink

    bianca marrota adorei sua listinha ha 18 anos tive um rapido relacionamento com um cadeirante n deu certo nem chegamos a fazer amor ele casou mas nunk dxamos de ser amigos. ha um mes ele se separou ontem m ligou e m disse que se arrepende dagente n ter feito nada mas que ele quer muito e e claro que eu tbem quero. hoje tivemos juntos conversando nao rolou nada mas marcamos de sair essa semana ainda. to ansiosa e com um pouco de medo do que vai acontecer quero muito agrada ele que seja bom pra nos dois nossa primeira noite. to um pouco nervosa mas nao vou desistir dele.

    Resposta
  • quinta-feira, 16 de agosto de 2012 em 16:17
    Permalink

    Olá, querida.
    Me chamo Sophia … namoro um cadeirante (tetra após um tragico acidente) a 2 anos.
    Conheci ele antes do acontecido, amigo proximo da familía e já gostava dele o bastante … pois bem, não consigo ver meu ‘dengo’ como uma pessoa com deficiência.
    E também, né? Quando se ama nada e nem ninguém consegue impedir esse sentimento …
    Claro! Há limitações? Há e muitas. O importante é haver respeito acima de qualquer coisa.
    Você estar de Parabéns, viu? Acertou direitinho os 10 mandamentos (risos) … quer dizer, desde 2010 (epoca do seu post) pra cá há mais topicos para serem citados. Creio eu que você saiba tanto quanto eu.
    Adorei muito. Desejo muita sorte pra vocês, que Deus nos abençoe e nos conceda sabedoria sempre.
    Abraços!

    Resposta
  • quinta-feira, 16 de agosto de 2012 em 21:59
    Permalink

    me apaixonei por um cadeirante…..mas to com medo de nao saber conviver,pois nunk passei por uma situação dessa….conheci ele na internete mas moramos longe um do outro…me da umas dicas pra nao fazer feio qando eu me encontrar com meu amor,linda por favor..

    Resposta
  • quarta-feira, 5 de setembro de 2012 em 17:20
    Permalink

    Olá…
    Também namoro a quase 1 ano com um cadeirante, ele é tão independente que até dirige um trator acredita…acho ele um máximo, e aprendo muita coisa com ele…e realmente amo demais ele.

    Abraços

    Resposta
  • domingo, 23 de setembro de 2012 em 18:40
    Permalink

    Ola! Tenho um site que tem a intenção de apontar as falhas na acessibilidade de minha cidade, mas também quero tirar duvidas e mostrar que cadeirante também é gente, então criei uma pagina para promover paginas com bons conteúdos como a de seu site, quero pedir a sua autorização para publicar gratuitamente sua página em meu site.
    Você poderá ver como ficou nesse endereço: http://www.campolargosemacesso.com/Blogs.html.
    O SITE AINDA ENCONTRA-SE EM DESENVOLVIMENTO.

    Resposta
  • sábado, 20 de outubro de 2012 em 09:24
    Permalink

    nossa..vcs nao sabem o quanto estao me ajudando com tantas informaçoes..pekenas coisas q sao tao grandes pra quem é totalmente leiga noa ssunto..cadeirante…pra mim essa palavra nao tinha signifikado algum, sempre tao distante da minha realidade..ate q um dia atravez de uma ligaçao errada, minha vida, minha cabeça e meu coraçao mudaram totalmente..conheçi o Wanderson..meu pretinho,no começo foi apenas um bom papo,um cara legal,de voz mansa tranquila ate q ele me disse q havia sofrido uma cidente e estava numa cadeira de rodas…e tudo foi entando em mim de uma forma tao natural, tao simples e verdadeira q hj stou aki, buscando pekenas grandes infomaçoes,sobre como funciona a sua vida, sua rotina…nos conheççemos pessolamente a mais ou menos uns 20 dias.fui la.e qual foi minha surpresa, quando vi akele rosto simplesmente perfeito nos minimos detalhes,lindos dentes e um sorriso encantador…meu preto….ainda stamos muuuuito no começo de tudo.. nao da pra saber oq vai ser..mas uma coisa eu sei:nao e a deficiencia dele q vai decidir nada.aprendi e entendi q somos muito maiores q a altura medida pelo corpo,nossa grandeza esta na alma, na forma de ver e sentir a vida..gosto da alto estima dele e sei q as posibilidades sao muitas…sao todas..stou feliz e sinto q ainda serei muito mais…

    Resposta
  • sábado, 8 de dezembro de 2012 em 08:16
    Permalink

    Ola, muito bom este site, tem um video meu que encino como a empinar a cadeira de rodas para facilitar a locomoção em calçadas deficientes, é só digitar no google tonim cadeirante; Um dia me perguntou alguém, como anda sua vida?, ai eu respondi, não anda roda! kkk, abraço a todos

    Resposta
  • quinta-feira, 10 de janeiro de 2013 em 21:06
    Permalink

    Oie Bianca,
    adorei o post, o site, enfim, foi muito bom saber mais sobre pessoas cadeirantes, eu conheci um cadeirante e ficamos muito amigos, e depois por destino, bom acho que nao, costumo dizer que foi de Deus mesmo, assim, de inicio fiquei com medo, fiquei confusa, porque estava totalmente fora da minha realidade, e eu teria que estar forte o bastante pra estar do lado dele, porque afinal ele vive uma vida de superação e pensei muito afinal eu quero um amor pra vida toda, e confesso que com a ajuda do seu post tomei minha decisão em aceitar o pedido de namoro dele e tal. Estou feliz por isso, é algo muito especial o que estou sentindo, e vou dar uma chance. Seja feita a vontade de Deus. E ainda pego as palavras da lya: sei que não e a deficiência dele que vai decidir nada, aprendi e entendi que somos muito maiores que a altura medida pelo corpo, nossa grandeza esta na alma, na forma de ver e sentir a vida, gosto da alto estima dele e sei que as possibilidades são muitas… são todas… estou feliz e sinto que ainda serei muito mais! Gloria a Deus.

    Resposta
  • sexta-feira, 22 de março de 2013 em 20:26
    Permalink

    oi sou cadeirante e adorei tudo o que você postou tenho 15 anos e sou muito independente grassas a deus essa história de limitações realmente não é pra mim bjos quem quiser mi adicionar no facebook meu nome é Diana Brito Sá bjão

    Resposta
  • sexta-feira, 17 de maio de 2013 em 21:15
    Permalink

    eu ando de cadeira de rodas e faço tudo sozinho nao presiso de ajuda eu se viro

    Resposta
  • sábado, 18 de maio de 2013 em 14:40
    Permalink

    Olá.Sou noiva de cadeirante (Le) e eu tbm a cada dia aprendo cm ele. Amei essas dicas muitas pessoas infelizmente acreditam que eles não podem ou não conseguem ter uma vida normal e isso não é verdade eu e o Le somos prova de q e possível se houver amor verdadeiro e uma vontade da parte deles de viver e se superar a cada dia sem preconceitos

    Resposta
  • sexta-feira, 30 de maio de 2014 em 01:04
    Permalink

    Olá gostei muito das dicas, eu to começando a me relacionar com um cadeirante e eu tinhas algumas duvidas que foram sanadas com a sua matéria.

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  • segunda-feira, 19 de janeiro de 2015 em 15:39
    Permalink

    Estou conhecendo um cadeira te ele pegou polimite, aos 8meses de vida, então é um a vida estuda trabalho vida social ativa amigos recordes esportivos registrados viaja pra onde que é pode, então a novidade é total pra mim.Que não sabe nada desse mundo e por isso lhe procurei, algo que numa mim imaginei, espero que der ser tô e supere o novo e ache nele o amor que tanto procuro, que se for ele tá a minha espera sentado e se braços aberto.

    Resposta
  • domingo, 8 de fevereiro de 2015 em 16:13
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    galera do bem, sou cadeirante, moro em santa rosa-rs, to num dilema, tenho 36 anos e sou funcionario publico municipal, mas nao tenho vida social com amigos, pois aqui no interior as pessoas tem preconceito por deficientes fisicos, é triste mas nem namorada tenho, gostaria que alguma boa alma respeitasse a minha tristeza do momento e me desse uma idéia do que fazer, pois pra sair de casa a noite precisaria que alguem de carro me levasse, e nao tenho ninguem

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  • quinta-feira, 16 de abril de 2015 em 14:49
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    olá, galera, muito bom esses comentários. então sou cadeirante e vou comentar o 1, eu observei que antes da minha lesão eu tinha… depois eu comento pois esta na hora de sair do trabalho abraços…

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  • segunda-feira, 27 de abril de 2015 em 23:33
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    Adoro pessoas que tratam assim de igual pra igual sou cadeirante e adoro sexo!

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  • domingo, 14 de junho de 2015 em 22:19
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    Olá estou noiva de cadeirante ,achei que seria difícil me adaptar temos 4 anos de namoro e é bem mais adaptável do que com uma pessoa ” normal” São mais carinhosos são melhores em tudo , estamos nos preparativos para o casamento estou encontrando certa dificuldade em pose para fotos alguém poderia dar sugestão ?! Obrigado.

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  • sexta-feira, 10 de julho de 2015 em 16:45
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    Amei!!!
    Estou no inicio de um relacionamento com um cadeirante e esse post me ajudou muito. Obg

    julho 21st, 2015 - 22:31
    Eduardo Camara respondeu:

    @Jessica, muito legal! Boa sorte para vocês!

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  • quarta-feira, 22 de julho de 2015 em 13:13
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    então cara,amei os dez[10] comentários.
    espero q essa nova técnica de cirúgia chegue para todos[a] e não para alguns …

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  • segunda-feira, 3 de agosto de 2015 em 18:14
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    Adorei todas as dicas… Eu conheci um cadeirante na faculdade que eu faço , toda vez que ele passava por mim, eu o ficava admirando, achava tão bonito e forte, ele nem olhava p mim rsrs… E passou um tempo e não o vi mais pela faculdade. Um belo dia fui a uma lanchonete que era de um amigo dele, sem eu saber.. E conversando, esse amigo tocou no assunto que tem um grande amigo cadeirante, formado, e fazia de tudo, na mesma Hora eu perguntei qual era a faculdade que esse rapaz tinha se formado e p minha surpresa o cadeirante que eu admirava tanto na faculdade era o mesmo que o rapaz da lanchonete falava. Eu fiquei tão Alegre , fiz amizade com o rapaz da lanchonete justamente p poder chegar no rapaz tão admirado por mim rsrs… Ele se chama Felipe. E hoje estamos nos conhecendo e nos dando tão bem. Eu posso dizer com toda sinceridade que desde da primeira vez que olhei o Felipe na faculdade me apaixonei. Então, eu me apaixonei por ele e ele nem sabia que eu existia rsrs… Peço a Deus que continue tirando certos preconceitos contra deficientes , pois eles fazem a gente mais feliz do que muitos que se acham que tem tudo. Hoje estou feliz ao lado do Felipe

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  • sábado, 8 de agosto de 2015 em 11:49
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    Nunca pensei em ter um relacionamento com um cadeirante, apenas aconteceu, como vinha de dez anos sem sentir nada por ninguém, estar com ele seria o mesmo tanto faz que tinha com os outros. Já vinha me bastando há muito. Ele me convidou para passear de carro, outro mundo, eu trabalho de carro toda semana então andar no trânsito não era o que chamaria de passeio. Sou uma dondoca, meio perua de salto e roupas bonitas sempre adequadas a minha idade, isto também descobri que existe roupas lindas para mulheres de mais de 40. Enfim saiu o primeiro beijo e como de costume sempre os homens me agarravam e sempre me esquivei, arisca me sentia, mas quando percebi que estava dificultando para um cadeirante me deu um peso na consciência, pensei Deus não posso dificultar ainda mais a vida para ele, pulei para o banco dele e daí em diante nunca mais dificultei nada, porque é pecado não doar-se totalmente para um cadeirante. Em 14 anos foi minha melhor relação de intimidade, ele é muito carinhoso, não tem pressa de nada e inconparável a qualquer homem que já estive, One thousan years…for YOU Eduardo, até o nome é lindo,

    Resposta
  • segunda-feira, 10 de agosto de 2015 em 03:26
    Permalink

    Tenho 19 anos, sou negra e sou andante. Estou apaixonada por um cadeirante de 36 anos. Minha amiga me falou que sou muito nova para me envolver com um deficiente físico. Nunca procurei alguém perfeito, apesar de ser nova sempre procurei alguém com quem eu pudesse dividir minha vida e construir uma história. Me frustrei muitas vezes por achar que as pessoas com quem me relacionei me fizessem feliz e quando descobri que na verdade a felicidade é fazer ao contrário, percebi o quanto me equivoquei e errei em minhas relações. O fato é, nunca antes passei por uma situação assim e por isso não sei nem por onde começar. Já fui descriminada muitas vezes por ser negra o que me fez ficar um pouco reprimida em minhas emoções, mas eu sinto como se ele fosse o cara que tanto procurei. Sinto uma sensação estranha ao vê- lo.. Na verdade eu já o admirava muito antes de conhecê-lo, me encantei pela história e força dele. Quando o vi pela primeira vez seu sorriso tomou conta da minha cabeça, seu olhar, seu humor, ele é tão simples que chega a dor nó no estômago. Talvez esse fantasma do “Falo ou não falo” não exista só em mim por causa de minha idade. Desde nova passei por muitas dificuldades, mesmo estudando em colégios públicos e morando em uma favela aprendi a dar mais valor as coisas, consegui uma bolsa de 100% na faculdade e estou tentando reescrever uma nova história para minha família. As vezes eu queria que o que sinto fosse apenas admiração ou algo passageiro, mas não é. Não sei o que fazer, vou enlouquecer. Preciso de conversar com ele, estar com ele, olhar nos olhos dele e sentir que ele está aqui perto de mim. O que eu faço ? Desde já muito. Obrigada!

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  • quinta-feira, 24 de setembro de 2015 em 18:06
    Permalink

    Perfeito!
    E exatamente como vivem os a pouco mais de 4 anos sofri um acidente de moto fraturei a coluna comprimido parte da medula desde então vivo nesse novo mundo a mulher que eu tinha hoje já não tenho l; ela se separou de mim logo depois que o nosso filho nasceu.
    A vida de cadeirante realmente não é fácil muitas limitações mas nada impossível de achar um jeitinho brasileiro pra conseguir fazer. É só dar o “primeiro passo” ou melhor a primeira volta. Namoro e como antes tem desejos e sonhos sentimentos o coração bater forte sim nos apaixonamos nada impossível de acontecer.

    Resposta
  • quinta-feira, 15 de outubro de 2015 em 22:51
    Permalink

    Oi! Boa noite! Nem sei como perguntar isto, mas vou tentar. Eu estou apaixonada por um cadeirante, mas ele diz que não quer ficar comigo pois acha que ficarei melhor com alguém andante… É possível ele pensar assim? De verdade? Sinto que ele está usando uma “desculpa” por realmente não querer nada comigo.

    outubro 20th, 2015 - 10:31
    Christian Matsuy respondeu:

    @Ana,
    É possível sim… pode ser que o cara tenha identificado vontades e gostos seus que ele realmente não se ache apto a suprir. Todas as pessoas têm suas limitações físicas e/ou emocionais. Então, isso pode ter a ver com a cadeira ou não necessariamente. Boa sorte!

    Abraços,
    Christian

    Resposta
  • quinta-feira, 12 de novembro de 2015 em 12:52
    Permalink

    Oi! gostaria de excluir esse depoimento dessa página, motivo:não estamos mais juntos, impossível manter um relacionamento onde duas pessoas são extremamente diferente . Uma deficiência já é complicado, mas incompatibilidade de gênio já é pesado de mais! por favor, exclua esse meu depoimento. Desde já agradeço pela atenção.

    novembro 13th, 2015 - 16:35
    Christian Matsuy respondeu:

    @Elizete, depoimento excluído.

    Resposta
  • sexta-feira, 27 de novembro de 2015 em 23:14
    Permalink

    Boa noite, Abimael. Gostaria de receber uma mensagem sua se for possível para que eu possa conversar e tirar algumas dúvidas que ninguém sabe me responder. Obrigada.

    Resposta
  • segunda-feira, 28 de dezembro de 2015 em 17:31
    Permalink

    Eu conheci um cadeirante e me apaixonei pela primeira vez! Ele é mais novo q eu oito anos e pra mim ele é uma pessoa normal ele faz tudo e é muito lindo eu o amo demais o nome dele é ronaldo

    Resposta
  • segunda-feira, 25 de janeiro de 2016 em 19:04
    Permalink

    Sou cadeirante, meu problema é no braço esqerno e na perna, sofri acidente de moto, quebrei femur, bacia, e rebentei o nervo do braço, não caminho prq tive infecção na perna, e não posso usar moletas…acho minha vida normal, faço tudo sozinho.

    Resposta
  • terça-feira, 26 de janeiro de 2016 em 00:34
    Permalink

    Bom meu nome é Leonardo tenho 40 anos 21 deles casados com uma cadeirante portadora de “mielomeningocele”, tenho 02 filhos com ela sou assalariado digas de passagem, posso descrever com clareza o que é viver com pessoa assim, subir descer rampas cadeiras com preços altos lugares públicos com difícil acesso em fim alem de uma boa mulher,que viveu dentro de um hospital e tem pouca experiencia de vida do dia a dia, esqueci que ia envelhecer,que ela ia envelhecer que a vida ia ficar muito mais difícil aterrorizante, abdicar de minhas vontades, viagens etc..,Mais tudo isso tem um nome chama se AMOR!!!

    Resposta
  • terça-feira, 1 de março de 2016 em 15:01
    Permalink

    Meu nome é Wagner.
    sou cadeirante, deficiente físico.
    Tenho 45 anos, estou cursando o 2º ano do ensino médio.
    Tenho muita vontade de encontrar alguém que possam me amar de verdade e casar comigo.
    Já namorei uma mulher de sp, mas a família dela não me aceitou por ser cadeirante.
    Tenho algo lindo a dizer, mas vou deixar só com essas palavras.
    Se alguém interessar em conhece-lo, meu whsatpp 062-84963756 facebook Wagner Silvério Da Silva

    Resposta
  • quinta-feira, 24 de março de 2016 em 11:58
    Permalink

    Querida, Dulci. Simplesmente fale o que sente! Não pense no que os outros dizem, no que os outros vão achar. É tão dificil sentir-se dessa forma hoje em dia em relação a alguém que seria um grande ultraje deixar essa perspectiva de algo tão bonito simplesmente não acontecer por esses anseios bobos, os joguinhos do “falo ou não falo” como você mesma disse.
    Eu tenho 21 anos e há poucos dias conheci um homem de 30 na biblioteca da faculdade em que estudo. Ele é cadeirante, mas não foi isso que vi ao olhar para ele. Foi o sorriso, o jeito, estava desejando poder falar com ele, conhece-lo e senti algo incrível quando ele se aproximou, pedindo a principio um simples favor. Nessa oportunidade passamos duas horas e meia conversando sem nem ver o tempo passar e desde então estamos nos conhecendo.
    Compartilho esse relato contigo porque ao ler o que escreveu vi um pouco do que testemunhei também, desse sentimento forte e até confuso ao olhar para uma pessoa, dessa vontade de estar junto.
    Por isso, minha querida, não desperdice algo tão bonito!
    Vi que seu comentário é de meses atrás. Realmente espero que já tenha conversado com ele.
    Super beijo.

    Resposta
  • sexta-feira, 15 de julho de 2016 em 15:20
    Permalink

    Oi,
    Sou o Anderson, sou cadeirante e quero parabenizar a Bianca!
    Quero dizer que realmente o convívio leva a relação a amadurecer e entender como agir da melhor forma!

    Resposta
  • terça-feira, 6 de setembro de 2016 em 20:27
    Permalink

    ola tudo bem sou cadeirante ha 9 anos e desde que eu sofri minha lesão nunca mas eu tive namorada e nem um tipo de relacionamento, tambem saio muito pouco de casa, so saio para o hospital de reabilitaçao, ate hoje eu estou mim reabilitando pois eu fiquei tetrapçegico e agora eu sou paraplegico, antes da lesao eu ja era timido mais isso nunca mim impediu de tomar iniciativa, agora eu sempre fico com o pé atras sempre penso que elas estao sendo apenas legais e educadas e nunca tomo uma iniciativa e isso é ruim por elas sempre esperam que o homem de o primeiro passo, e das poucas vezes que eu tomei inicativa sempre levei um fora daqueles uns foras educados e outros cheios de preconceitos, entao depois de ja ter levado uns 999 foras decidi se algum dia alguma mulher se interessar por mim ela vai chegar em mim e deixar isso bem claro pra mim, e uma atitude arriscada pois posso acabar só rsrs, mais estamos ai na luta.
    quem quiser compartilhar alguma coisa comigo meu email é rosivalpj@hotmail.com.br

    Resposta
  • terça-feira, 15 de novembro de 2016 em 23:22
    Permalink

    Realmente , é interessante essa questão do cadeirante: são ágeis, inteligents,independentes.Eu tenho um primo mão inteligente, cadeira
    nte-há quase duas décadas – e que já criou duas empresas. Dá super bem c/ as pessoas e teve dois relaciona
    menos maravilhosos. E já vi mas pessoas alegres e interessantes sobre cadeira de rodas! Quem sabe conhecerei uma mulher assim! Meu Zap?031-998960927

    Resposta
  • sábado, 26 de novembro de 2016 em 01:47
    Permalink

    Boa noite Tays, meu nome é Adriana e gostaria de poder conversar com vc.Eu tenho um encontro com um rapaz cadeirante e gostaria saber como me comportar pra que tudo corra normalmente sem que eu faça alguma coisa (por falta de informação minha) que possa constranger ele.
    Me mande um email por favor : cutecraft_feltro@hotmail.com

    Resposta
  • segunda-feira, 9 de janeiro de 2017 em 16:49
    Permalink

    Bianca adorei seu texto! Me identifiquei muito. Estou casada a dois anos com um cadeirante e estou vivendo uma experiencia maravilhosa. Somos muio felizes e aprendi muito com ele.

    Resposta
  • terça-feira, 11 de julho de 2017 em 17:08
    Permalink

    OI BOA TRDE.

    MEU SOBRINHO ALEX LOPES.
    ESTA A PROCURA DE SUA AMADA CADEIRANTE. LINDA E MARAVILHOSA.
    PARA CONHECER E VIVER JUNTOS UM ROMANCE JUNTOS PRA SEMPRE.
    CASAR EM CARTORIO .
    DEDICADO FELIZ . TRBALHADOR , HONESTO. FRANCO . BOA PESSOA.
    MUDAR PRA SUA CIDADE UBERLÁNDIA MG.
    CELULAR 034988745099 WASTSP

    Resposta
  • domingo, 13 de agosto de 2017 em 22:34
    Permalink

    Excelente texto informativo, meu nome é Salomão sou cadeirante há 17 anos foram períodos de muita dificuldades mais também muitas alegrias. Quero dizer que somos pessoas de uma capacidade de derrubar as mais diversas barreiras que encontramos no dia dia, diante de tudo isso nada mais justo que ser amado e dar amor. Parabéns para as esposas namoradas desses guerreiros.

    Tenho 34 anos, metade desses como cadeirante.

    Abraço a todos

    Paz de Deus!

    Que Deus os abençoe.

    Contato : qdq14@hotmail.com

    Resposta
  • quarta-feira, 16 de agosto de 2017 em 17:02
    Permalink

    Eu acabei de ler é amei estou conversando com um cadeirante e estamos nos conhecendo, tenho tantas dúvidas e a leitura me ajudou bastante! Obrigada!

    Resposta

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