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Cadeiras de rodas Rígidas x Dobráveis

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Em 2010, os grandes players do mercado discutiram sobre a utilização do alumínio e titânio na fabricação das cadeiras. A Quickie descontinuou o uso do titânio e lançou um modelo em alumínio (modelo Q7), que ela o intitulou de “a cadeira mais leve do segmento”. E como parte de sua estratégia de marketing, divulgou diversos vídeos e artigos pelas redes sociais com o intuito de provar que o alumínio é mais vantajoso. Essa é ainda uma discussão muito polêmica e ambos os metais tem qualidades fantásticas, mas temos que ficar muito espertos e não nos influenciarmos por propaganda.

Rígidas x Dobráveis: uma escolha ou um duelo?

Agora em 2011 a discussão que está no ar é: rígida ou dobrável? O que é melhor? Pois é, mais uma discussão polêmica que deve muito ser levada em consideração. A Revista Mobility Management promoveu essa discussão entre alguns experts do mercado (que são cadeirantes), entre eles:

- Josh Anderson, Vice Presidente de Marketing, TiLite
- Jim Black, Gerente de Marketing, Top End
- Brent Hatch, Diretor de Produto, Sunrise Medical
- Christy Shimono, Senior de Produto, Sunrise Medical
- Rick Hayden, Vice Presidente de Vendas (USA), Colours Wheelchair
- Doug Munsey, Presidente, Ki Mobility

Infelizmente, não dá pra traduzir e colocar tudo aqui (direitos autorais), mas vou resumir e colocar os principais pontos discutidos e ao final teremos as opiniões dos demais autores do blog.

Hipótese 1: dobráveis são mais fáceis de transportar do que as rígidas.

Esse seria o maior dos benefícios das dobráveis. O fato da cadeira se dobrar traz uma redução de volume que permite o transporte muito mais facilitado. Porém, esse conceito precisa ser melhor esclarecido.

O comportamento das pessoas, bem como a idéia de cada vez mais dar mais independência ao cadeirante ativo, já mudaram esse conceito, pois atualmente, com a redução de peso das cadeiras, tornou-se mais fácil colocá-las sozinho dentro do carro, antigamente só se pensava em transportá-las no porta-malas.

Ademais, as cadeiras rígidas podem dobrar o encosto, e com o Quick Release (rodas removíveis por encaixe), o transporte ganha muita praticidade. Resumindo, ambas são facilmente transportáveis, porém DE MANEIRAS DISTINTAS. Aí é que entra o aspecto clínico e isso pode ser a chave que para a decisão correta na hora da escolha, pois sabemos que cada pessoa tem capacidade de força, mobilidade e equilíbrio muito diferentes, entre outras coisas.

Outro ponto interessante é que muitas pessoas NUNCA tentaram guardar uma cadeira rígida pelo fato de não terem uma cadeira desse modelo. Sem as rodas e com o encosto reclinado, a rígida torna-se compacta e, sem sombra de dúvidas, mais leve. O que muda é a maneira de se colocar no carro. Existe ainda o costume de alguns cadeirantes de só aceitarem guardar a cadeira no porta-malas de seus carros, o que não é possível fazer sem a ajuda de alguém. Alegam que guardar a cadeira dentro do carro ocupa o lugar de um passageiro, o que não os agrada.

Um consenso entre os experts: Pensar que uma cadeira dobrável é a melhor solução de portabilidade é um conceito ULTRAPASSADO.

Hipótese 2: dobráveis possuem mais opções de acessórios.

Geralmente, quem adquire uma cadeira dobrável pensa em alguns acessórios como se eles fossem “parte integrante”, e que toda cadeira deve tê-los, tais como apoio de braços grandes (ou de modelos diversos), apoios de pé com regulagem de altura, ângulo e rebatimento. E muitas pessoas, quando migram para uma cadeira rígida, querem os mesmos acessórios e nem todas as marcas fornecem essas possibilidades.

Um consenso entre os experts: As pessoas tendem a querer determinados acessórios NÃO NECESSÁRIOS, e raramente tentam usar uma cadeira sem os mesmos. E atualmente, as cadeiras rígidas já oferecem uma boa quantidade de opções nesse sentido.

Hipótese 3: rígidas tem um melhor desempenho ao rodar.

Cadeiras rígidas vem cada vez mais melhorando sua portabilidade e possibilidade de ajustes. O mercado está sempre buscando novas formas de se deixar uma cadeira rígida o mais compacta possível, e isso é fato. Outra coisa é que o desenho do quadro de uma cadeira rígida propicia uma melhor distribuição de peso e a aplicação da força ao tocar é melhor aproveitada fisicamente.

Isso significa que, quando uma pessoa toca uma cadeira rígida, a energia aplicada nas rodas é melhor aproveitada se comparada a uma cadeira dobrável, onde se perde um pouco de energia entre os componentes que compõem a dobra e também devido ao desenho do quadro.

A questão aqui é: será que essa quantidade de energia perdida nas dobráveis realmente faz toda a diferença? Segundo os experts, sim, sim e sim.

Conclusão 1: medida é uma coisa crítica.

Já comentamos várias vezes sobre isso aqui no blog, e mais uma vez temos a referência de especialistas citando o quanto é importante ter uma cadeira bem prescrita dentro de suas medidas, independente da sua escolha por uma rígida ou dobrável. O problema é que temos poucas opções de ajuste de medidas quando se opta por comprar uma dobrável aqui no Brasil, o que não acontece no resto do mundo.

Quando se prescreve uma cadeira, o profissional que o faz deve levar em consideração não só as medidas do corpo, mas sim fazer um breve histórico do usuário, analisando as condições e ambientes onde a cadeira será mais utilizada, entre outras circunstâncias dessa natureza.

Conclusão 2: descarte estereótipos sobre as cadeiras.

Sim, muitas pessoas que poderiam escolher entre os dois tipos de cadeira, preferem utilizar uma dobrável. Isso é visto a todo tempo, e não há nada de errado nisso. O que está errado é não dar a possibilidade da pessoa escolher por motivos financeiros. Não se deve adquirir uma cadeira, independente do modelo, por que TE FALARAM que ela é boa, quem tem que saber se determinada cadeira funciona é unica e exclusivamente VOCÊ.

Conclusão 3: o avanço da tecnologia trará melhorias para ambos os tipos de cadeiras.

Talvez a melhor notícia seja que os avanços da tecnologia nas áreas de design, engenharia e produção irão beneficiar todas as cadeiras. Estamos pensando constantemente em diferentes maneiras de fechar uma cadeira dobrável, estilos diferentes e tentando traduzir tudo isso para outros modelos de cadeiras. Vamos lembrar que, se voltarmos quinze anos no tempo, não existia nenhum tipo de acessório opcional, e hoje já podemos ver por exemplo, cadeiras rígidas com apoios de braço rebatíveis ou removíveis. A idéia é aumentar ainda mais essas opções, tornando-as praticamente ilimitadas, onde o design contemplará perfeitamente o conjunto escolhido pela pessoa.

Finalizando: nossas opiniões.

Nickolas
Usei cadeiras nacionais dobráveis por um bom tempo e admito: são horríveis. Não conheço nenhum modelo que permita um ajuste decente. Posso falar por experiência própria: se o assunto é cadeira nacional, esqueça as dobráveis. Entre as importadas a situação é diferente, há modelos com ajustes de posição que colocam as dobráveis no mesmo nível de conforto que as monobloco. Quando resolvi comprar minha última cadeira estava relutante em usar uma monobloco depois de ter experimentado um modelo por alguns dias. O desempenho e o conforto das monobloco são melhores, mas a praticidade para guardar a cadeira dobrável fazia muita falta.

Até que encontrei a solução ideal na cadeira que uso atualmente, que é um modelo híbrido: é dobrável, mas não fecha em X. É como se fosse um quadro rígido com uma articulação e uma trava. Usando a mesma configuração de rodas, acho que o desempenho fica muito parecido com uma cadeira monobloco. O problema é que esse mecanismo de dobra é patenteado, por isso é o único modelo no mundo que reúne essas características – e cobra um preço maior por isso.

Monobloco ou dobrável? Eu fico com a minha, simplesmente porque acho mais adequada para me uso. Tenho conforto e uma postura correta com bom desempenho. Além disso, a praticidade de guardar a cadeira sozinho no carro sem precisar desmontá-la compensam as perdas em relação a uma monobloco, que seria minha segunda opção. Cadeira em X, nunca mais…

Cris
Como já usei as duas, posso dizer que acho que a quadro rígido é muito melhor. Tanto no peso quanto no desempenho. Mas pra mim, uma das grandes vantagens da monobloco é a posição. Qualquer um fica mais “bem sentado” na monobloco. Você se sente melhor, mais reto. E a posição das pernas também. Era algo que me incomodava muito. Na dobrável a perna fica mal posicionada, te deixando com as pernas meio que “abertas” (ui). Já na monobloco, até por ter aquela opção de afunilar (isso é não é possível dobrável) a perna fica mais juntinha e mais “chique”. E isso também ajuda a postura.

Mas enfim, gosto é gosto…

Christian
Também já usei os dois tipos, sendo que tenho o diferencial de ser empurrado por alguém 90% do tempo, e isso já é um fator que determina a escolha. Quando comecei a sair mais de casa, percebi que a cadeira dobrável com apoio de pé removível era um transtorno para as pessoas desconhecidas que tinham que montar/desmontar a cadeira. Tive sorte de ter medidas compatíveis com uma cadeira sem possibilidade de ajuste, mas o maior problema era andar nas ruas mesmo, no geral é uma cadeira “mole”, difícil de ser empinada por quem está empurrando (necessidade básica aqui no meu bairro). Mesmo assim, usei por mais de 5 anos. Na rígida, consegui melhorar muito o desempenho do toque da cadeira. No meu caso eu não tenho como guardar no carro sozinho, mas sempre pego táxi e preciso instruir como montar/desmontar, e nesse ponto a rígida facilitou muito minha vida. Eu era uma dessas pessoas que achava inconcebível ter uma cadeira sem apoio de braço! Após perder quatro deles, decidi me acostumar sem, e funcionou. Levei uns 3 meses pra me adaptar.

Dado
“Minha primeira cadeira foi uma dobrável da Jaguaribe, e dela não sinto saudade alguma. Depois parti para uma monobloco da Tokleve e foi como mudar da água pro vinho! A cadeira era bem mais leve e aguentou bem o tranco do dia a dia sem apresentar muitas folgas e problemas.

A única desvantagem da monobloco, teoricamente, é que ela ocupa muito espaço quando guardado. Não concordo com esse ponto de vista. Como coloco a cadeira no carro sozinho, acho bem mais fácil usar a monobloco, pois esse tipo a cadeira é significativamente mais leve. Se o quadro for aberto embaixo, do tipo cantilever (ex: TiLite ZR/ZRA, Reateam M3, Tokleve Milênio etc), fica mais fácil ainda! Basta tirar as rodas traseiras e colocar o quadro no banco do carona ou no banco de trás. Moleza!

Também acho a “tocada” da monobloco bem melhor do que a das cadeiras dobráveis e como ela tem menos pontos de articulação, é menos sujeita a folgas e tem manutenção mais fácil. Outro fator MUITO importante na minha opinião é o visual. As cadeiras monobloco tem um aspecto muito mais esportivo e dinâmico. Não parecem a “cadeira da vovó” e na maior parte das vezes conseguem te deixar numa postura muito boa e melhor do que a das cadeiras dobráveis. Outra vantagem das cadeiras monobloco e a possibilidade de utilizar assento e encosto rígidos. Até dá para usar esse tipo de acessório nas dobráveis, mas não é tão simples quanto nas cadeiras rígidas. Resumindo, uso cadeira monobloco há mais de 10 anos, já passei por 4 diferentes e não pretendo usar outro tipo de quadro tão cedo. Só vejo vantagens para a monobloco.”

Sobre o autor / 

Christian Matsuy

Cadeirante, paulistano bom gourmet e piloto profissional (de autorama)

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41 Comentários

  1. Marcelo Oliveira segunda-feira, 9 de maio de 2011 em 14:11 -  Responder

    Minha primeira cadeira foi uma monobloco (Gazela da Ortobrás), que tenho e uso até hoje (está um caco, mas é forte que só ela). Embora dobre o encosto e remova facilmente as rodas, a estrutura que se projeta até as rodinhas da frente e aos apoios dos pés ainda mantém a cadeira desajeitada para alojar dentro do carro. Daí depois de anos de uso, mesmo gostando dela, por insistência da esposa comprei uma dobrável da Jaguaribe. Ledo engano. Para quem era habituado a uma cadeira rígida e estável, o assento e o encosto, moles, era insuportáveis. Sentia-me “enfiado” na cadeira, mal sentado, e quando rodava na rua tinha a impressão de que a cadeira se torcia longitudinalmente. Total falta de estabilidade estrutural.
    Continuarei optando pelas monobloclo. Só acho que além de dobrar o encosto, poderia-se criar uma forma de separar a estrutura encosto-assento da estrutura que leva aos apoios dos pés e rodas dianteiras. Aliás, vi recentemente o vídeo-reclamação a respeito da M3, que partiu em duas. Daí pensei: se houvesse uma separação (um ponto de desengate proposital) não ali onde partiu, mas mais juntinho ao assento (e que funcionasse), seria uma ótima opção para uma monobloco desmontável. Caberia tranquilamente em qquer carro.

    Abços
    Marcelo

    maio 10th, 2011 - 12:47
    Christian Matsuy respondeu:

    Olá Marcelo,

    Também utilizei a Gazela por muitos anos, tive duas delas. O quadro dela é tipo BOX, e realmente não é fácil de se acomodar no carro, ainda mais por uma pessoa sozinha. Mas é uma cadeira super estável! A idéia de separar a parte frontal da cadeira deixaria o quadro muito frágil creio eu, pois um mecanismo de encaixe nesse lugar que você citou é muito crítico, um ponto de apoio crucial e que recebe todo o impacto das rodas dianteiras. Mas quem sabe? A engenharia está aí pra isso!

    Abraço!
    Christian

  2. Heitor segunda-feira, 9 de maio de 2011 em 17:23 -  Responder

    Um dos piores perrengues que eu passo é quando tem que tirar a roda pra entrar no táxi. Nunca tive monobloco. Como ela é nessa questão?

    maio 10th, 2011 - 12:50
    Christian Matsuy respondeu:

    Heitor,

    Em ambos os casos não tem jeito, pois a maioria dos táxis aqui em Sampa e Rio são movidos a gás e o porta-malas fica reduzido devido ao cilindro. Eu particularmente acho muito mais fácil ter que orientar alguém a retirar as rodas do que ter que fechar uma cadeira dobrável…

    Abraço,
    Christian

  3. Gregori segunda-feira, 9 de maio de 2011 em 18:08 -  Responder

    Olá voces vão achar que sou louco , mas não troco minha cadeira em X por nada nesse mundo, como vou de carro em todo lugar e moro em uma cidade média com 180.000 habitantes, chego nos lugares e peço para alguem tirar a cadeira para mim.
    Uma cadeira fica no carro e outra na garagem de casa, quando chego em casa pulo para a cadeira que fica na garagem.
    Fiz as contas e com o preço de uma monobloco poderia comprar 3 ou mais cadeiras da ortobras ultra lite X.
    Mas sei que muitas pessoas usam a cadeira para longas distancias, dai concordo que a cadeira em X é bem mais pesada para tocar.

    Grande abraço

    maio 10th, 2011 - 12:53
    Christian Matsuy respondeu:

    Olá Gregori,

    Tranquilo, se você se adaptou com suas cadeiras dobráveis, nada de errado nisso!

    Abraço,
    Christian

  4. jefferson terça-feira, 10 de maio de 2011 em 11:05 -  Responder

    Tenho certo receio de comprar uma monobloco e não conseguir me adaptar a ela, pq sou cadeirante a 8 anos e desde então só uso cadeira com fechamento em X…

    Outro coisa que pesa muito para mim, é o valor da cadeira monobloco…

    Mais um detalhe, é o seguinte… em minha cidade não tem sequer uma loja de cadeira de rodas de verdade… só algumas que vendem cadeiras simples, assim quando tenho que comprar so obrigado a comprar em algum site de compras… e ai rola um certo “medo” de errar nas medidas…

    maio 10th, 2011 - 12:56
    Christian Matsuy respondeu:

    Jefferson,

    Acredito que esse é um dos grandes problemas do mercado brasileiro. Muita gente nos escreve reportando o mesmo problema, que é a falta de acesso ao produto. Já quanto a sua adaptação, acho difícil a pessoa não se acostumar, já que uma rígida bem prescrita, é feita de acordo com as suas necessidades e medidas sde seu corpo.

    Abraço
    Christian

  5. Marcelo Oliveira terça-feira, 10 de maio de 2011 em 11:37 -  Responder

    Uso cadeiras a quase 15 anos, sou empurrado nelas (minha mulher toca a cadeira muito depressa, e bem pra caramba ;-)) ), mas pra mim é inegável a diferença no conforto de uma monobloco comparada a uma dobrável em X. Ambas permitem retirar as rodas com facilidade (quick release), mas mesmo removendo rodas, uma monobloco sem rodas é sempre bem mais leve do que uma dobrável em X sem rodas. Eu até acho pratico o esquema das dobráveis em X, mas a experiência de uso da que tive não agradou nadinha.

    Eu só reclamo do fato de que mesmo sem as rodas grandes, as monoblocos ainda ocupam um volume grande, principalmente porque a estrutura que tem as rodinhas frontais e os apoios para pés não pode ser retirada. Fica sempre algo desajeitado de pôr dentro do carro.

    Acho que poderiam existir cadeiras monobloco com a possibilidade se separar o assento da estrutura que mantém as rodinhas frontais e os apoios para pés (sem comprometer muito o peso e principalmente a estabilidade estrutural).

    Abraços
    Marcelo

    maio 10th, 2011 - 13:01
    Christian Matsuy respondeu:

    Marcelo,

    Entendo perfeitamente seu ponto de vista. Mas como respondido ao Gregori que sugeriu uma solução igual a citada por você, acho que seria difícil (mas não impossível) de se fazer uma cadeira com a frente destacável. Acredito que seria um ponto que em pouco tempo de utilização apresentaria folgas ou outros problemas que afetariam o alinhamento do quadro.

    Abraços
    Christian

  6. Andres Lopez terça-feira, 10 de maio de 2011 em 11:48 -  Responder

    Excelente post, que sem duvida terá partidários de uma ou outra opção.
    Em quase 4 anos como usuário sempre tive cadeiras monobloco. Com a nacional era um sufoco a tarefa de colocá-la dentro do carro por causa do peso, e acabava pedindo para alguém tirar e por no portamalas, com a importada e muito peso a menos todo mudou e ela sempre viaja ao meu lado ou ao alcance da mão no banco de trás. Tive oportunidade de testar uma Kuschall com um sistema de fechamento por alavanca que se comportava muito semelhante as de chassi rígido, porem alem de mais pesada, considero que sempre a perda de força/efetividade na hora de empurrar a cadeira.
    Quanto menos peças moveis, menos manutenção é necessária.
    Com respeito a Quickie Q7 (esse nome deriva da Q de Quickie + 7 do alumínio serie 7), na Europa ela é denominada Quickie Hellium (existe em 3 versões: Nêutron, Próton e Elétron) pois Audi registrou todos os nomes Q1, Q2, …ate Q8.
    Um saludo,

    maio 11th, 2011 - 13:33
    Christian Matsuy respondeu:

    Olá Andres!

    Sem dúvidas, como podemos ver nos comentários, temos as opiniões divididas. Mas acho normal, tem gente que realmente não consegue se adaptar com a transportabilidade de uma cadeira rígida.

    Abraços!
    Christian

  7. edmar terça-feira, 10 de maio de 2011 em 23:50 -  Responder

    oi galera! eu sou do tipo q prefere carregar a cadeira no porta malas pelo fato de ela ocupar o lugar de um pessoa na frente (se for colocada no banco do carona). Comprei uma cadeira monobloco a quase um ano, não me adaptei ate hj com ela tenho muita dificuldades em rodar em calçamentos e estradas de terra com os pneus finos, sem falar q ela desregula as rodinhas dianteiras o tempo todo, ja fiz o possível mas não conseguimos acertar ela direitinho, paguei numa promoção 4 mil por ela e acho q arrependi.

    abraço celestes!

    maio 11th, 2011 - 13:41
    Christian Matsuy respondeu:

    Olá Edmar,

    Precisamos esclarecer algumas coisas sobre sua cadeira: primeiro o tipo de pneu, que se você anda em terra, sem dúvidas que um pneu mais largo lhe dará mais tração e vai ajudar nos solavancos, nada te impede te trocar. Segundo, a desregulagem das rodinhas dianteiras ocorre pelo fato do fabricante dessa cadeira ser muito descuidada, e não desenvolveu um sistema de trava de posição que fique no lugar, tanto que eles colocam até um nível pra você fazer a regulagem. Isso poderia ser facilmente solucionado, e nas cadeiras importadas isso não ocorre.

    Não sei que carro você tem, mas minha cadeira monobloco sem as rodas cabe em 90% dos porta-malas mesmo em carros hatch.

    Abraços
    Christian

  8. Gil Porta quarta-feira, 11 de maio de 2011 em 14:35 -  Responder

    Eu já usei desde as pré-históricas com rodas grandes na frente até a monobloco M3.

    A primeira, a dinossaura, foi comprada por parentes que não tinham a menor ideia do que era uma cadeira de rodas. Um fisioterapeuta que me atendia no hospital fez uma prescrição “nas coxas” e lá foi aquele bando de inexperientes à busca da “cadeira ideal”, segundo esse cara.

    Depois dessa, tive várias daquelas “descatáveis” com assento de lona, aquelas que os bicheiros e deputados gostam de doar sempre cheios de boas intenções…

    Jaguaribe de ferro cromada também tive várias. Quando comprava a cadeira já comprava alguns assentos e escontos pra reposição. Essa cadeira era tão pesada que eu podia subir em paredes que ela nunca tombava pra trás!

    Depois veio a era da Aktiva da Ortobras. Tive somente duas, por que estas não acabam nunca… a minha primeira desse modelo comprei há uns 15 anos e doei em boas condições de uso no ano passado. A segunda, fica de “estepe” no porta malas do carro pra não ter que ficar colocando e tirando cadeira o tempo todo.

    Minha atual “cadeira de festas” é uma M3 da falecida Tokleve, que com certeza, vai acabar antes da Aktiva (a chinelinho véio).

    Eu não consigo guardar a cadeira sem ajuda no carro, mas como o porta malas é bem grande, fica fácil pra quem quer que seja guardar qualquer uma delas, sendo que a M3 fica um pouco mais fácil por que não precisa mexer em nada. Ela cabe em pé e ainda sobra espaço.

    Abraços cadeirantes!

    maio 11th, 2011 - 22:48
    Christian Matsuy respondeu:

    Olá Gil!

    Bom, dessas que você citou, só não passei pela cadeira com as rodas grandes na frente… Tive a tão “famosa” Jaguaribe em aço Cromado que devia pesar mais de 30 quilos fácil. Depois de 1 ano, parti prea minha 1a. Gazela da Ortobrás e ai comecei a perceber que eu precisava de uma cadeira menor, pois me venderam uma cadeira de largura 44. Dai quando deu passei pra outras 2 de tamanho certo, depois a tokleve e agora a TiLite. (21 anos de cadeira!).

    No carro da família uso a mesma tática que você, só abaixo o encosto e carrego ela montada, no carro dos amigos mantenho ela sentadinha no banco.

    Abraço!
    Christian

  9. Luiz F Araujo Filho quarta-feira, 11 de maio de 2011 em 15:57 -  Responder

    Prezados !

    Gostaria de lembrar um modelo que usei por cerca de dez anos e que só deixei por falta de opções para trazer ao Brasil. Tratasse da Quickie Revolution que é a mais dobrável de todas as cadeiras que já vi e tem uma durabilidade enorme, tanto que foi descontinuada pela Quickie.

    Estou usando um M3 mas tenho minhas críticas ao acabamento principalmente dos suportes das proteções das rodas. Também tenho que ajustar as rodas da frente a cada topada nos buracos da rua.

    maio 11th, 2011 - 22:53
    Christian Matsuy respondeu:

    Olá Luiz,

    A Quickie Revolution foi um desejo de consumo por muitos anos! Só a conhecia da Internet, e a Quickie me mandou um folheto dela atrás de um carro conversível… era aquilo que eu queria! Mas na época sem chance, não tinha a mínima condição de comprar uma cadeira dessas!

    Ahh essa regulagem das rodas dianteiras da M3 são de lascar! O que vejo de M3 com as rodinhas da frente “traletando” igual carrinho velho de supermercado não tá no gibi!

    Abraços,
    Christian

  10. edmar quinta-feira, 12 de maio de 2011 em 12:02 -  Responder

    Christian,obrigado pela dica. O meu carro é um honda fit a cadeira cabe no porta malas, sim. Eu fiz o comentário porque no post disseram q a cadeira em x (dobravel) é difícil de levar na frente, ou seja mesmo a minha agora sendo rígida (bloco) eu ainda prefiro carregar no porta malas.Eu só ando em estrada de terras quando vou a casa de meus pais eles moram num sitio ai fica difícil para trocar os pneus uma vez que eu vou lá só a cada 15 dias.
    Você foi preciso no comentário sobre a regulagem das rodinhas dianteiras o q ocorre é isso mesmo, a falta de um sistema de travamento porque só o parafuso não é o suficiente para aguentar os trancos q a cadeira sofre, ele afrouxa e desregula tudo e para piorar uma das rodas X-core empenou agora vou ver se tem como desempenar.

    Abraço!

    maio 12th, 2011 - 21:09
    Christian Matsuy respondeu:

    Edmar, em se tratando de cadeira, temos que estabelecer o que é mais vantajoso. Se você roda na terra de 15 em 15 dias, conocrda que o pneu fino funciona melhor nos demais? Caso negativo, tá na hora de você estudar o uso de outro pneu.

    Rodas X-Core pra desempenar é osso hein? Boa sorte!

    Abraços,
    Christian

    maio 13th, 2011 - 16:30
    Nickolas Marcon respondeu:

    Edmar, uma sugestão seria um par extra de rodas montadas com pneus largos, assim vc não teria trabalho nenhum quando fosse para o sítio: basta montar a cadeira com as rodas sobressalentes. Podem ser rodas comuns, mais baratas que as X-Core, pois seriam pouco usadas. Quando voltar para a cidade, é só montar a cadeira com as rodas de pneus finos. Mas atenção: as rodas extras devem ser do mesmo tamanho que as X-Core que vc usa (25″) para não mudar a geometria da cadeira, o que dificultaria seu uso.
    Abraço, Nickolas.

  11. Marcelo domingo, 15 de maio de 2011 em 20:55 -  Responder

    Uso hà 10 anos a ortobrás aktiva e me sinto bem , porém gostaria de comprar uma quickie gtx . A dúvida é se conseguirei passar corretamente as medidas pois o preço e salgado. Com relação a monobloco eu não me adaptei quando há época tentei uma toke leve ,paguei caro e não deu certo perdi R$ 3.500,00 . FAz parte !
    Onde poderei importar tal modelo ( quickie gtx )?

    maio 16th, 2011 - 09:08
    Christian Matsuy respondeu:

    Olá Marcelo,

    A Quickie GTX teve sua fabricação descontinuada. Essa cadeira apresentava alguns problemas crônicos justamente nos articulações do mecanismo de dobra. Talvez você encontre alguma de estoque, precisa ver se as medidas lhe servirão, e você não terá opção de escolha de cor e acessórios.

    Abraço,
    Christian

  12. Maria Cecília terça-feira, 17 de maio de 2011 em 14:20 -  Responder

    Adorei o assunto desse post muito interessante.
    Quando comprei minha primeira cadeira nao tive instrução nenhuma entrei em uma loja olhei a que achei mais bonitinha e fiquei com uma Jaguaribe, gostava dela, alias na maioria das vezes era empurrada por uma outra pessoa. Resolvi depois de algum tempo comprar outra e optei por uma monobloco fiquei com medo de nao me adaptar, mas quando eu sentei e percebi o quanto era mais leve e me possibilitou ter um pouco mais de agilidade e conforto. Troquei o Fiat 147 por um vectra rs
    Quem nao se adaptou a monobloco foi quem coloca a cadeira no carro pra mim!
    Hoje eu tenho uma dobravel e uma monobloco. Utilizo a dobravel principalmente pra ir a faculdade pois a monobloco ocuparia um lugar na van o que nao é possivel.
    Mas com certeza prefiro a monobloco!!!

    maio 17th, 2011 - 23:31
    Christian Matsuy respondeu:

    olá Maria Cecília,

    Quem legal você ter testado os dois modelos e ter adaptado isso a sua rotina.

    Abraços,
    Christian

  13. Ana Luiza terça-feira, 28 de junho de 2011 em 17:19 -  Responder

    Oi pessoal!
    Primeiramente gostaria de parabenizá-los pelo blog. Lindo o trabalho de vocês, nossa quanta dedicação, posts super didáticos e fáceis de entender. Digo isso porque não sou cadeirante.
    Bem cheguei até este blog porque estava pesquisando dicas para comprar cadeira de rodas para meu pai. Ele teve um AVC há 5 meses e tem hemiplegia direita. Estou me adaptando a este novo universo e obrigada por esclarecerem várias dúvidas através do blog.

    junho 29th, 2011 - 19:42
    Christian Matsuy respondeu:

    olá Ana Luiza,

    existem cadeiras específicas para hemiplégicos, é possível tocá-las apenas com um dos braços sem fazer com que a cadeira virepara um lado, devido a tração desbanlanceada, mas dai não sei se é o caso… não somos especialistas nisso, mas você tem que reunir alguns fatores pra decidir a compra, se cabe no seu porta-malas, se seu pai tem força pra tocar a cadeira, levantar e sentar sozinho, etc… a princípio acho que uma dobrável em alumíno com apoios de pés rebatíveis vão facilitar a vida. dá uma olhada nos sites dos fabricantes, e se possível visite uma loja com bom show room, se vc estiver em São Paulo, posso indicar.

    Abraço!
    Christian

  14. ana luiza quarta-feira, 29 de junho de 2011 em 23:41 -  Responder

    Olá Christian!
    Pois é, que tarefa difícil a minha né?? Escolher uma cadeira que outra pessoa usará… Infelizmente meu pai ainda nem senta, o fisioterapeuta quer começar a ennsiná-lo, então nem posso levá-lo para decidir. Ele ainda não tem força para tocar a cadeira, e acho que vai demorar um pouquinho p/ conseguir isso sozinho. Eu sou do Rio de Janeiro, e estou pesquisando algumas lojas. Já vi a cadeira para hemiplegicos, ainda tenho que me preocupar com o fator peso, pois ele é obeso e tem 1,80m de altura. Pensei em alugar uma cadeira antes de decidir pela compra, pois ele ainda ficará um tempo acamado até poder ficar mais tempo sentado.
    Mas voltarei aqui para pedir mais dicas, pelo que vi você é o kra para isso.. rs!!!
    Valeu pela atenção.

    junho 30th, 2011 - 15:28
    Christian Matsuy respondeu:

    Da uma passada na Loja do Tita: http://lojatita.com pelo menos você poderá ter idéia de preços e modelos, nada como ver pessoalmente.

    ps: o blog não tem nenhuma ligação comercial com essa loja, apenas recomendamos quem achamos trabalha sério.

  15. Jr terça-feira, 5 de julho de 2011 em 20:12 -  Responder

    Opa, venho acompanhando o blog, e verifiquei os posts dos testes de cadeiras.
    Hoje estive navegando no site da ortomix, e tava vendo alguns modelos da Panthera, coisa que eu desconhecia, achava que só existia um modelo o qual tive o prazer de ver na reatech.
    Embora, o peso seja o maior motivo de desejo dos cadeirantes, confesso que pefiro cadeiras que possibilitem fazer alguns ajustes. Não há necessidade de ser totalmente ajustavel, mas alguns deveria de ter, mas o modelo que nós vimos na feira, não dá possibilidade de ajustes.
    Quem sabe esses outros modelos devam ter a possibilidade de fazer alguns ajustes. (ainda nao verifiquei)
    A outra coisa que me chamou atenção, foi o modelo Elite TI que é o modelo de titanio da ortomix. Acredito ser a primeira cadeira nacional em titânio.
    Ainda não ví o preço desta cadeira, mas imagino eu que deva vir mais acessivel que as importadas de TI até pq o dolar está lá embaixo e enquanto esta precisa cair no gosto dos deficientes, as importadas já são uma realidade.
    Bora pessoal, aproveitem o prestigio que o blog tem com o publico alvo do produto e oficiem o fabricante a fim deste ceder um modelo para ser testado e avaliado.

    julho 6th, 2011 - 21:40
    Christian Matsuy respondeu:

    Olá Jr

    Os fabricantes nacionais por algum motivo, nunca ofereceram NENHUM produto nacional para avaliarmos.

    Seria medo da verdade? Fica aí a pergunta…

    Já quanto a Ortomix Elite TI não cheguei vê-la na feira, infelizmente ficaremos te devendo essa avaliação.

    A Panthera é uma cadeira pra um nicho muito específico, cadeirantes ativos, que sabem o que querem e não vão mudar nada… Só que rodar com rodinhas de 3 polegadas nas nossas calçadas é impraticável, a fibra de carbono é leve, mas não leva desaforo: não dá pra instalar sistemas regulaveis que exijam furos diversos no quadro. Acho que nas opções em cromo-molibdênio e aluminio é possível regular apenas o centro de gravidade (ACHO) não tenho certeza.

    Só uma outra coisa: se os fabricantes nacionais produzissem boas cadreiras, não seria necessário vender mais da metade da linha importada. Na maiorias dos standas o destaque era pra cadeiras importadas, deixando as de fabricação própria em QUINTO plano. (tanto que eu não vi a cadeira).

    abraço
    Christian

  16. Jr quarta-feira, 6 de julho de 2011 em 23:25 -  Responder

    Ola Christian, acredito que a cadeira não estava na feira pq tambem nao ví. Acredito que deva ser lançamento mesmo.
    Mas será que se vcs solicitarem um “testdrive” eles nao cederiam?
    Bom que tal fazer um post sobre “a cadeira perfeita” em que avaliariamos somente os pontos positivos de uma cadeira.
    Ou seja, o melhor quadro, o melhor sistema de freios, a melhor roda, o melhor garfo, o melhor sistema de amortecimento, a melhor almofada etc… Sei que é muito subjetivo mas acho que dá pra fazer uma salada mista e sair uma top
    Pegariamos o que tem de melhor em cada marca.

  17. Renata segunda-feira, 30 de janeiro de 2012 em 16:24 -  Responder

    Oi Christian,

    Gostaria de parabenizá-lo pelo site onde foi possível entender um pouco sobre o universo dos cadeirantes. Minha mãe teve um AVC há 2 anos e tem hemiplegia esquerda, o caso dela é muito parecido com o caso do pai da Ana Luiza. Infelizmente ela não tem força para se transportar sozinha e atualmente usa uma cadeira cedida pelo “home care”, que pesa uns 30 quilos. Estou procurando um modelo mais leve e que possa ser transportado dentro do carro (FOX) ou porta malas, para levá-la a passear e na hidro terapia. Você poderia me indicar aguns modelos e lojas em SP? Ela pesa 100kg (obesa) e tem 1,65 metros. Muito obrigada!

    janeiro 31st, 2012 - 20:21
    Christian Matsuy respondeu:

    Olá Renata,

    Agradecemos seus elogios! O blog foi feito pra isso!

    Acredito que você consiga uma cadeira que venha a pesar na casa dos 18, 19 quilos. Devido ao lance da obesidade, a cadeira tem que ter uma largura de assento que seja confortável para sua mãe. Para pronta entrega, você irá encontrar cadeiras de 46cm de largura de assento.

    Sugiro o modelo K3 da Ortobrás que pode ser encontrada na Cavenaghi (www.cavenaghi.com.br) o link para a cadeira é esse: http://bit.ly/xEcpbd

    Com certeza ela cabe no Fox e tem o sistema de remoção das rodas traseiras (Quick release).

    Abraços
    Christian

  18. Dj7seven segunda-feira, 21 de maio de 2012 em 09:25 -  Responder

    noossa veei, muito bom o post!!! eu fiquei em duvida muito tempo quanto a essa questão, o “medo” de uma escolha errada me fazia pensa muito, eu usava uma cadeira em X mas ñ me sentia bem com ela, sem conta o peso, dai sai pesquisando pela net, tirando ideia com outros cadeirantes, ate que me decidi = monobloco, sim !!! dai começo outra questão, e agora ???? qual marca ???? qual almofada ???? qual tipo de monobloco ” pois encontrei varios”, bem lê varios blog’s artigos em varios sites; Escolhi um modelo, dai eis a grande questão ????? PAPAGAIO @@ OLHA O VALOR DISSO, MÃEEEE… oque fazer ja que erra a melhor escolha, vou abrevia, comprei uma monobloco e concerrteza nunk + troco por uma X minha vida troco de patamar, sem compraração, dentre todos requisitos, e quanto a tirar um lugar no carro!!! pense bem se o carro estiver cheio obviamente tu tera alguem pra ponha la no porta malas, queremos ser independentes “SIM” mas bom sensso tambem e uma virtude que cabe em qualquer situação, pense nisso???

  19. mathias andrade domingo, 5 de agosto de 2012 em 04:35 -  Responder

    ola cristian,gostaria de uma ajudinha sua,é o seguuinte:me acidentei faz pouco tempo,ganhei uma cadeira q so uso para ir da cama pro carro qndo vou a medico ou fisioterapia muito dura muito ruim mesmo,mais agora coloquei a cabeça no lugar e vi q n vou viver dentro de casa né kkkk ai comecei a pesquisar cadeiras,e por beleza gostei logo da monobloco,mais como n entendo de cadeiras fiquei em duvida pra n comprar e n gostar depois li seu blog e gostei muito,minhas duvidas sao as seguintes:se para eu sair so de carro se a monobloco eu tirando a roda de tras e dobrando o encosto se consigo colocar ela sozinho em cima do banco do passageiro? e se a ortomix sport new é uma boa cadeira? e se vc poderia mefalar qual dessas seria a melhor(ortomix sport new,dinamica new,sw sport,dinamica sport x,ortobras star lite,m3, e a milenium flex) obr

    agosto 27th, 2012 - 23:14
    Christian Matsuy respondeu:

    Olá Mathias,

    Mil perdões por demorar em lhe responder.
    Teoricamente sim cara, você tirando as rodas e dobrando o encosto, consegue passar a cadeira para o banco do passageiro com certa facilidade. O Eduardo e o Nickolas fazem esse procedimento.

    Quanto a cadeira se possível, faça um esforço e compre uma importada, a TopEnd está com um preço bacana e tem garantia aqui no Brasil, sem contar que a durabilidade é mais que o dobro de uma cadeira nacional, da uma olhada no site da Cavenaghi:

    http://www.cavenaghi.com.br/lojavirtual

    Abraços,
    Christian

  20. Felipe de Oliveira Canto domingo, 23 de dezembro de 2012 em 15:09 -  Responder

    Se precisarem de manutenção para Cadeira de Rodas M3 ou qualquer outro modelo de cadeira de rodas, por favor entrem em contato no telefone (31) 8533-1206 falar com Felipe Canto ou pelo email: tecnicocivil@ig.com.br.
    Damos manutenção em qualquer cadeira de rodas, fabricantes Ortomix ou Ortobrás, reposição de peças, manutenção e reformas em geral.
    Atenciosamente,
    Felipe Canto
    (31) 8533-1206
    tecnicocivil@ig.com.b

  21. Lucas sexta-feira, 20 de setembro de 2013 em 17:37 -  Responder

    acabo de encomendar uma cadeira otto bock motus, vi varias fotos na internet nenhum video relacionado a ela e gostaria de saber se alguem da pagina ja teve a oportunidde de usar essa cadeira? eu andei numa que tinah na loja pra “test drive” e gostei muito mas quero outras opiniões, agradeço a quem puder ajudar

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