Geral, Opinião e cotidiano

Alguém me explica?

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Além de todas as questões existenciais normais de todo ser humano, tem umas outras tantas que não entendo. Calma, vou explicar. Viajei no Carnaval para um hotel em Angra, na Costa Verde, no Rio de Janeiro. Óbvio que, antes de ir, liguei para o hotel para saber se o quarto era adaptado, pois no site dizia que era pra “pessoas com mobilidade reduzida”. Alguém defina mobilidade reduzida, plissss? Tentei achar no Google algo que pudesse definir esse tal redução, mas não achei. Na dúvida, achei melhor ligar pro hotel. Falei com a atendente, que me afirmou que sim, que o quarto era adaptado. Expliquei que era cadeirante, não andava, e que a porta do banheiro deveria ser mais larga e o chuveiro sem degrau. A mocinha que me garantiu que era tudo adaptado, e que poderia viajar tranquila. E assim fiz. Relaxei.

Quando cheguei no hotel, e vi o quarto, era praticamente o oposto. Aliás, o problema começava fora do quarto. Fizeram uma rampa no lugar do degrau que tem para os quartos, só que a rampa termina na porta do quarto! Amigooooo, como eu abro a porta? Seguro a cadeira, ou coloco o cartão na porta? Ou brinco de tobogã? E agora? O vaso ficava num cubículo, que lembrava banheiro de avião, só salvava o chuveiro. Aliás, nem o chuveiro, pois ao invés de fazerem um pequeno declive para escoar a água pro ralo, foi feito praticamente uma rampa, ou seja, começava o banho no fundo do chuveiro e terminava quase beijando a parede. Era ridículo! Mas tinha horas que caía na gargalhada, pq né, só com muito bom humor! A pia era alta e tinha bancada embaixo, enfim, uó! Mas, tinha as barras de apoio lá, só que elas não tinham muita função, já que era tudo apertado e mal feito.

Bom, tive que fazer muito “ohmmmmmmmmm” pra não ter um xilique. Não queria ir embora, pois fora o quarto era tudo bem tranquilo, o lugar era lindo e pow, eu queria relaxar! Tava sonhando com esses dias de descanso, aproveitando sol e piscina no melhor estilo “Jackie O”.  Então, diante dessa cena Dantesca, respirei fundo e fui na recepção ver o que poderia ser feito. Me ofereceram uma cadeira higiênica, mediante caução de, plasmem, R$ 700,00 – a cadeira não valia nem R$ 100,00 (mas que depois foi estornado). Sem muita opção, aceitei. Quando fui pegar a cadeira, vi que não tinha braço.

Pequeno parêntese – Continuo achando que essas cadeiras higiênicas foram desenhadas pelo capeta, porque só isso explica o quanto elas são ruins! Desculpe quem tem e gosta, mas acho ruim de mais! Nível máximo da “catigoria” Uó.

Voltando,  liguei na recepção pra reclamar da falta do braço. Umas duas horas depois me vem o tio da manutenção com outra cadeira e dois braços improvisados. Ok, não era o ideal, mas por 6 dias tava valendo. E como não me aguento calada, perguntei pro tio porque fizeram uma adaptação tão ruim no quarto, já que com o que tinham gasto pra fazer aquela porcaria, poderiam ter feito algo decente.

Enfim, essa história toda pra chegar na minha questão. O “tio” disse que o quarto era daquele jeito, pois outras pessoas (???) também usavam o quarto. Não continuei o papo pois o cara não tinha nada com aquilo. Não foi ele que assinou e autorizou aquela bagaça. Mas péra ai: qual o problema do quarto ter um banheiro maior e adaptado? É constrangedor para uma pessoa, não deficiente, usar um quarto assim? Ou o hotel se sente constrangido de oferecer um quarto adaptado para um hóspede não deficiente? Porque eu NUNCA vi ninguém ficar constrangido em usar os banheiros adaptados em locais públicos e muito menos em estacionar em vagas marcadas. Todo mundo acha tudo muito bacana e espaçoso, que até esquecem pra quê foi feito daquele jeito, e usam sem a menor culpa. Mas na hora de um quarto de hotel isso muda? Tem algo errado ai! Falo isso, porque não é a primeira vez que vejo um hotel ter esse discurso de “outras pessoas usam”. É uma desculpa muito da esfarrapada pra não fazer uma adaptação decente, viu?! Me irrito com isso! Pow, discurso preconceituoso e preguiçoso!

 Então, alguém pode me explicar porque todos podem usar banheiros e vagas adaptados, mas não um quarto de hotel?

Sobre o autor / 

Cris Costa

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36 Comentários

  1. Daniel segunda-feira, 12 de março de 2012 em 10:50 -  Responder

    cadeiras higiênicas foram desenhadas pelo capeta #fato
    kkkkk

    março 13th, 2012 - 22:02
    Cris Costa respondeu:

    Mas não é? Ruim de mais aquilo, rsrsrrs. Bjs!

  2. Andres segunda-feira, 12 de março de 2012 em 15:27 -  Responder

    viagem (e vida) de cadeirante é uma verdadeira loteria, eu vou pra RJ em maio pra conhecer a cidade maravilhosa e sei lá o q me espera. comprei uma cadeira higienica dobravel e desmontavel da Casa Ortopedica em SP para esta viagem (e outras futuras), uma nota, ja paguei e até agora nem noticia do vendedor, nao atende telef nem responde email, nada de nada, ja contatei uns amigos em sampa pra irem até a loja e pegar o vendedor pelo pescoço, vida de cadeirante nao é facil nao, vivimos num mundo bizarro.

    março 13th, 2012 - 22:05
    Cris Costa respondeu:

    Andres, aqui no Rio dependendo de onde vc vai, é até tranquilo. Espero que vc curta muito a cidade e tenha pouco stress. Quanto a compra, processa os caras! Bjs, Cris.

  3. Heitor Luiz segunda-feira, 12 de março de 2012 em 18:26 -  Responder

    Moro no Rio.

    Fui na formatura de meu Filho(segundo grau) em Pindamonhangaba-SP.

    Minha ex-esposa ainda procurou um Hotel e por “sorte” havia uma família na cidade q tinha um cadeirante na família e um Hotel “adaptado”.

    Quarto amplo, Banheiro amplo, mas SEM barras no sanitário e a porta para o box do banheiro tinha MENOS de 40cm… JURO, JURO, JURO ! ! ! Menos de 40cm no Box do chuveiro ! ! !

    Fui na formatura SEM tomar banho ! ! !

    março 13th, 2012 - 22:07
    Cris Costa respondeu:

    Caramba Heitor, que absurdo! Eu não pagava, sei lá. Espero que a formatura e o orgulho do filhão tenham compensado o stress. Bjs, Cris.

  4. Fabio de Carvalho segunda-feira, 12 de março de 2012 em 19:51 -  Responder

    Oi,Cris.
    Tudo bem?
    No carnaval também passei por algo semelhante e detonei o hotel no meu blog UNIVERSO SOBRE RODAS.Até quando teremos que bater nesta mesma tecla?Ufaaaaaa…
    Abração.

    março 13th, 2012 - 22:10
    Cris Costa respondeu:

    Acho que até para todo sempre, rsrsrs. Não interessa a ninguém fazer uma adaptação decente. A não ser que comecem a multar, ai é capaz de melhorar. Muito triste. Bjs, Cris.

  5. Giselle segunda-feira, 12 de março de 2012 em 20:46 -  Responder

    Sou arquiteta e aqui em Brasília para aprovarmos projetos de hotéis, eles precisam ter 10% de quartos adaptados ;)

    março 13th, 2012 - 22:12
    Cris Costa respondeu:

    Oi Giselle, aqui no Rio também lei. Só que não tem fiscalização… Ai fica essa bagunça. Até pq o Rio é uma cidade turística, deveria ter preocupação com acessibilidade de uma forma geral. Espero que com a Copa e Olimpiadas melhore. Bjs, Cris.

  6. Tania Speroni segunda-feira, 12 de março de 2012 em 21:23 -  Responder

    Cris!
    Não adianta reclamar, cheguei a essa conclusão, aqui no RS é disso pra pior.
    Estamos desde dezembro tentando um hotel com quarto adaptado na praia, achamos uma chamado Hotel Araçá, no site é um paraíso pra cadeirante.
    Ao vivo, pagamos os pecados, fomos pra passar uns 15 dias e só ficamos pouco mais de 15 horas, ou seja pernoitamos, minha bb tá cheia de picada de mosquito pq nem ar condicionado a bagaça tinha.
    Ah!! Li um comentário do Andres, essa Casa da Ortopedia ou Ortopedia Monumento é outra bagaça, compramos uma cadeira dobrável com ele, e estou arrependida até a morte, são pessoas como eles que colaboram pra tudo não funcionar, eles devem ser do tipo:Páro na vaga reservada sim, e daí?
    Hoje enviei um email ao MP do RS, a respeito dos hotéis e a falta de qualidade,mas no fundo,no fundo sei que não vai dar em porra nenhuma, como tudo nesse país.
    A gente faz blog, divulga, blá,blá,bla na esperança de melhorar, não é pq é bonitinho conviver com as pessoas com deficência, é só fazer o certo.
    Esse não foi o seu nem o nosso primeiro hotel furada, infelizmente surgirão muitos outros com um único quarto pseudo adaptado e alugado e quem precisa dele que se dane.
    Boa sorte pro Nicholas JEC com advogado, sem advogado é melhor nem ir, falo por experiência

    março 13th, 2012 - 22:18
    Cris Costa respondeu:

    Tania, você disse tudo: é o certo. Só que ninguém faz. Mas temos que continuar falando. Acho que ainda tem MUITO que melhorar, mas já foi bem pior. E já vimos coisas melhorarem pq alguém do Blog reclamou. Tem horas que cansa mesmo, dá muita raiva. Mas não falar é pior. Bjs!!!

  7. Jean segunda-feira, 12 de março de 2012 em 21:43 -  Responder

    Cris, que hotel foi esse? Acho importante identificar o estabelecimento, para que outros possam evitá-lo. Moro em Angra e mantenho o blog “Angra Inacessível”, e gostaria de poder citar este post no meu blog.

    março 13th, 2012 - 22:19
    Cris Costa respondeu:

    Oi Jean, foi no Club Med. Infelizmente não tirei fotos, dei mole. O quarto era muito ruim. Bjs, Cris.

  8. Eduardo Camara segunda-feira, 12 de março de 2012 em 22:35 -  Responder

    De repente eles acham que paraplegia pega, sei lá!

    março 13th, 2012 - 22:20
    Cris Costa respondeu:

    Não é contagioso não???? rsrrsrs. Acho que é desculpa pra fazer tudo mal feito mesmo. Bjs!

  9. Jeh segunda-feira, 12 de março de 2012 em 23:37 -  Responder

    Alguém indica um bom Hotel no rio adaptado?

    março 13th, 2012 - 22:21
    Cris Costa respondeu:

    Jeh, não sei o que vc chama de bom, mas tem o Ibis e o Formule 1, que tem um excelente custo benefício e são adaptados. Bjs, Cris.

  10. Simone Wdps terça-feira, 13 de março de 2012 em 08:03 -  Responder

    A verdade pessoal é que isso tudo acontece por pura falta de boa vontade,falta de informação e por preconceito mesmo… Cabe a nós exigirmos os nossos direitos e dos nossos familiares que passam por isso… Pq é um absurdo não é????? Um abraço

    março 13th, 2012 - 22:22
    Cris Costa respondeu:

    É um absurdo sim Simone, temos que reclamar e exigir que as leis sejam cumpridas. Não é nenhum favor ter quarto adaptado. Bjs, Cris.

  11. Andres terça-feira, 13 de março de 2012 em 09:25 -  Responder

    Pergunta pra Tania? tao ruim é essa cadeira dobravel? ainda nao recebi a minha.
    Jeh: a mim me indicaram o Othon de Copacabana, os da rede Windsor e o hotel do Sesc em copacabana

  12. Tania Speroni terça-feira, 13 de março de 2012 em 10:16 -  Responder

    Oi Andres!
    A cadeira é boa, meu marido não usa com frequencia, compramos justamente pra viagem, ele gostou, aparentemente de material bem feito e confortável no possível.
    O problema mesmo é o revendedor, não cumprem prazo, são irresponsáveis, até mandei um e mail pra ortomix pra falar, qdvc receber manda tb. Estamos pensando seriamente em ir ao JEC processar os engraçadinhos da Ortopédica por não cumprir o prazo de entrega.

    março 13th, 2012 - 22:23
    Cris Costa respondeu:

    Processa mesmo Tania! Só assim eles melhoram! Bjs

  13. Nickolas Marcon terça-feira, 13 de março de 2012 em 11:30 -  Responder

    Certa vez perguntei para o gerente de um hotel 5 estrelas o motivo de terem apenas uma suíte adaptada entre as mais de 200 do hotel. Ele me respondeu que as pessoas não gostavam de ficar no quarto adaptado, porque diziam que era “menos sofisticado”. Respondi na hora: “entendo e concordo, eles têm toda razão. Do jeito que esse quarto foi mal feito, nem eu gostaria de ficar nele”.
    De que adianta exigirem 10% de quartos adaptados num hotel se quando vão projetar e construir sequer se dão ao trabalho de ler uma norma técnica?

    março 13th, 2012 - 22:24
    Cris Costa respondeu:

    Kkkkkkkkkkk, adorei a resposta!!! E fato que a maioria desconhece a norma. Vai entender… Bjs!

  14. Jeh terça-feira, 13 de março de 2012 em 22:34 -  Responder

    Othon é pra quem tem condições! rs
    Abriu um novo no Leblon o Z.Bra parece que tem 1 suite aptada
    me indicaram o Acapulco em copaa!
    e os dois estão dentro do meu orçamento!
    alguém conhece esses?
    Cris anotei já vou procurar saber sobre esses!
    Grata

  15. Fernando Chagas quarta-feira, 14 de março de 2012 em 19:47 -  Responder

    Eu já meio que viajo na maionese e acho que algumas “pessoas” tem nojo de deficiente. Tipo, saber que alguns têm problema com esse negócio de controlar a parte fisiológico e, porventura, entrarem em contato com algum excremento mal limpo do quarto, sei lá. Quando um cara escroto que eu conheço me disse que irmã mais escrota ainda dele não quis ficar num quarto adaptado, maior e mais cômodo de um hotel em Orlando porque era adaptado sem explicar exatamente o porquê, parei pra pensar no que poderia levar uma besta dessas a ter tal atitude e só pude chegar a esta conclusão porque vai entender, né?

  16. FERNANDO quinta-feira, 15 de março de 2012 em 12:50 -  Responder

    Sempre peço pra ver as fotos do hotel e dos quartos antes de viajar.

  17. Luanda sexta-feira, 16 de março de 2012 em 17:47 -  Responder

    Sabia que era o Club Med!!

    Fui ao Club Med uma vez em 2010 e outra vez em 2011.

    Por que eu voltei?

    Na primeira vez, a viagem foi decidida de última hora, me disseram que o quarto adaptado estava ocupado e eu acreditei. Não vi nenhum deficiente por lá, mas vai que o quarto estava ocupado por um idoso…

    Na segunda vez reservei com muuuuuuuuuuuuuuuuita antecedência e, mais uma vez, disseram que o quarto adaptado estava ocupado. Só fui porque era a despedida de solteira de uma das minhas melhores amigas e já tinha sido muito difícil entrar num consenso de data e lugar com o grupo todo. Ah! Eu sou cadeirante, mas ando um pouco, então dava pra encarar o banheiro cubículo (nem banheiro de cativeiro deve ser tão apertado).

    Mais uma vez, nenhum deficiente à vista. Para amenizar o mega-degrau na entrada do quarto, improvisaram aquelas rampas de madeira. Desconfio que não havia quarto adaptado, pois fiquei antepenúltimo quarto do hotel e todos os anteriores não contavam com uma rampa definitiva.

    E isso condiz com o que você acabou de relatar. Devem ter adaptado há pouco tempo e de qualquer jeito…

    Eu não sei como funcionam os outros Club Med, mas eu achei o de Angra bem enganação. O All Inclusive deles não é tão “inclusive” assim. É regado de bebida alcóolica, mas você não consegue comer nem sequer um lanchinho a hora que quiser. Não têm um cardápio de piscina. Enfim, pelo preço, deixa muito a desejar!

  18. Luanda sexta-feira, 16 de março de 2012 em 18:00 -  Responder

    Hotéis que fui depois que me tornei cadeirante e que possuem quartos realmente adaptados (claro, não são perfeitos – o maior problema que vejo é o do escoamento da água do banheiro -, mas nitidamente tentaram atender um cadeirante e o fazem com dignidade)

    Quality Afonso Pena (Belo Horizonte)
    Fiesta (Salvador)
    Golden Tulip (Recife)
    Soleil (Natal)
    Royal Tulip (Brasilia)
    Mércure (Gaia e Porto, em Portugal)

  19. Luanda sexta-feira, 16 de março de 2012 em 18:24 -  Responder

    Andres,

    Alguns palpites sobre lugares aqui no Rio:

    Engenhão: o seu acompanhante precisará de ingresso, você não. Diga para ele comprar no setor Leste Inferior. Vá de carro ou táxi (não tem ponto, precisa deixar marcado para a volta), páre no estacionamento dentro do estádio. De lá, você pegará o elevador dos camarotes (que os cadeirantes podem usar) direto para o setor. A visibilidade é ótima. Você consegue assistir o jogo, mesmo se todo mundo resolver ficar em pé. A saída do estacionamento é demorada, mas dá para encarar!

    Pão de açúcar: há vagas reservadas no estacionamento rotativo próximo à entrada (se vão estar desocupadas, são outros quinhentos) e plataformas para os cadeirantes acessarem os diferentes níveis dos mirantes.

    Corcovado: não fui depois das escadas rolantes. Dizem que o pessoal foi treinado para subir com os cadeirantes, pois não há elevador.

    Feira de São Cristóvão: nos horários de pico é meio tumultuada, mas há vagas reservadas no estacionamento, cadeirante não paga ingresso e há inúmeros restaurantes com banheiros adaptados. Eu gosto da Barraca da Chiquita. Há mesas redondas melhores para manobrar a cadeira, a comida é boa, farta e bem mais barata que a média da cidade.

    Mangue Seco, na Lapa: possui banheiro adaptado no 1o andar, mas a roda de samba fica no 2o.

    Rio Scenarium, na Lapa: possui elevador que dá acesso aos 3 andares da casa. Porém, não me lembro se tem banheiro adaptado.

    MAC, em Niterói: possui rampa e elevador que permitem o acesso a todo o museu.

    Museu Imperial em Petrópolis: Não tem estacionamento, mas tem rampa e elevador para o 2o andar. O paláco de cristal também possui rampa para possibilitar a entrada.

    Se você for beber/comer em algum quiosque na praia de Copacabana, procure ficar próximo a algum dos postos (não é de gasolina, aqui as praias são marcada pelos postos 1, 2, 3…), pois só eles possuem banheiros adaptados, os quioques (novíssimos) não!

    Shoppings: não conheço nenhum dos maiores que não tenha vaga reservada, rampa e banheiro adaptado.

    Cinemas: não confie nos cinemas de shopping. Muitas vezes dizem ter lugares acessíveis, mas eles são absolutamente colados na tela. O UCI do New York City Center dá para ir. Meu preferido é o Estação Sesc Rio, em Botafogo, mas se fizer questão de estacionamento, prefira o Estação Barra Point.

    Shows: confie 100% na HSBC arena (muitas vagas reservadas no estacionamento, banheiro adaptado, lugares para cadeirantes com seguranças no nível 1). A apoteose é bem mais bagunçada (mas viável), pois ultimamente tem montado um curralzinho para cadeirantes muito apertado e o banheiro é químico e todo mundo usa. Vivo Rio, se for show sentado, compre os lugares reservados para cadeirantes na pista e chegue cedo.

    Divirta-se!!!

  20. Fee Santoni quarta-feira, 4 de abril de 2012 em 02:55 -  Responder

    Olá Cris!
    Seu comentário sobre a utilização dos banheiros públicos acessíveis por andantes me deixou uma dúvida: isso é errado? Ok, concordo que estacionar o carro em vaga preferencial é ruim, mas a utilização do banheiro é algo rápido (eu particularmente não vejo problemas desde que não tenha ninguém na “fila”).
    A duvida sobre este compartilhamento do banheiro acessível surgiu pq estou fazendo o projeto de um Spa Urbano e gostaria de saber se é possível fazer do banheiro acessível um banheiro de uso comum. Se puder me esclarecer agradeço =) bjs

  21. José Victor domingo, 8 de abril de 2012 em 17:11 -  Responder

    Excelente texto Cris!
    Concordo com você, os hotéis deveriam se envergonhar de prestar um desserviço destes.

  22. Conceição Belém quinta-feira, 19 de julho de 2012 em 13:03 -  Responder

    Olá, comprei uma cadeira de rodas para minha mãe tbm nessa empresa Ortopedia Monumento, dia 21/06 e até agora nada, e nem atendem ao telefone, paguei a vista, e nada, alguem do grupo comprou nessa empresa, será que ele recebeu a cadeira?
    nao sei o que fazer…

  23. Mile Raduan quinta-feira, 11 de outubro de 2012 em 08:58 -  Responder

    O fato é a ignorancia, tbm fico revoltada quando pessoas sem deficiencia usurpam das vagas ” largas” sem o menos constrangimento, isso é mt comum ouvir… “outras pessoas usam”

  24. Mile Raduan quinta-feira, 11 de outubro de 2012 em 09:00 -  Responder

    O fato é a ignorancia, tbm fico revoltada quando pessoas sem deficiencia usurpam das vagas ” largas” sem o menos constrangimento, isso é mt comum ouvir… “outras pessoas usam”.
    Dono do site, por favor entre em contato cmg pelo joia_rara_3@hotmail.com ou no facebook Mile Raduan

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