Opinião e cotidiano

Coisas que acontecem com os cadeirantes

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Ultimamente, uma das coisas que mais vemos nas redes sociais são listas… De tudo que você possa imaginar existe uma! Inspirado em uma lista publicada no Buzzfeed, adaptamos para que as legendas fizessem sentido e retiramos algumas imagens que não tinham contexto para nós brasileiros. As imagens são da rede Instagram.

1 – Mãos limpas? Sabe de nada inocente!

2 – Nada contra cabelos longos… Mas às vezes dá problema.  

  Uma foto publicada por Taylor Fiddyment (@fiddycent) em

3 – Aquela raspadinha básica na hora da transferência.

Uma foto publicada por Santina Muha (@njsantina) em

4 – Aquela topada com o dedão no lugar errado da roda…  

5 – A esperança é a última que morre, vai caber!

6 – Espelho, espelho meu…  

  Uma foto publicada por hereisjamz (@hereisjamz) em

7 – Para o mundo que eu quero descer!(a plataforma era pra continuar funcionando)

Uma foto publicada por luberachi (@luberachi) em

8 – Não existe porta-malas grande quando se é cadeirante.  

  Uma foto publicada por Marky (@markym00) em

9 – O teto do carro é uma obra de arte abstrata – diga isso aos seus caronas.

10 – Me vê 2 pastel e 1 chopps aê porra!

Sobre o autor / 

Christian Matsuy

Cadeirante, paulistano bom gourmet e piloto profissional (de autorama)

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23 Comentários

  1. André Araújo sábado, 19 de setembro de 2015 em 13:52 -  Responder

    Já passei e passo por todas essas e há outras tantas mais… mas a pior de todas, com certeza, foi quando me ofereceram esmola.

    setembro 20th, 2015 - 10:05
    Christian Matsuy respondeu:

    @André Araújo, Quem nunca André? rsrsrs , já aconteceu comigo aqui também… abraços!

  2. Eduardo Camara sábado, 19 de setembro de 2015 em 16:45 -  Responder

    Hahahaha! Muito bom!

    setembro 20th, 2015 - 10:03
    Christian Matsuy respondeu:

    @Eduardo Camara, Valeu! apesar de sempre ter um pra lenhar, tranquilo, mal sabe que levei umas 3 horas pra pegar esses códigos embed.

  3. Gil sábado, 19 de setembro de 2015 em 19:52 -  Responder

    Tenho mais preguiça tirar os cabelos das rodinhas, deixo cabeluda mesmo!
    Mas o pior é o banheiro, sem dúvidas.

    Abraços

    setembro 20th, 2015 - 10:04
    Christian Matsuy respondeu:

    @Gil, O duro é quando elas começam a ficar travadas de tanto cabelo! Mas que é um saco fazer isso é!

  4. paul domingo, 20 de setembro de 2015 em 22:07 -  Responder

    varias vezes ja me ofereceram
    pelos menos se fosse umas 3 ou 4 notas de cem …

    kkkkkkk

    😉

    novembro 21st, 2015 - 18:53
    Christian Matsuy respondeu:

    @paul, Pois é né, 1 notinha só já estava de bom tamanho! Não doe nada!

  5. kennedy domingo, 27 de setembro de 2015 em 13:48 -  Responder

    Desculpem postar aqui mas eu ainda estou numa duvida muito grande com algumas questões para trocar uma K3 por M3 ou Starlite ou semelhante de outra marca, ottobock por exemplo, e como os fabricante não concedem detalhes técnicos eu creio que a unica forma é trocando experiências com as pessoas, logo pensei o quão relevante seria se tivéssemos um grupo no whats para discutirmos de forma mais dinâmica todas estas questões do dia a dia. Que tal?

    novembro 21st, 2015 - 18:50
    Christian Matsuy respondeu:

    @kennedy, Nós não temos como manter esse tipo de suporte por WhatsApp. Já temos nossas redes sociais (Facebook, Twitter) e email como canal de dúvidas. Espero que nos compreenda. Ahhh de antemão já lhe informo que a Ottobock Ventus é muuuuuito superior a M3 com projeto obsoleto e cheia de problemas conhecidos. Abraços e qualquer dúvida entre em contato!

  6. André Freitas sexta-feira, 2 de outubro de 2015 em 07:33 -  Responder

    Já passei por todas,inclusive por ser atleta de tênis em cadeira de rodas o dedão está cada vez mais estourado! Kkkkkkkk

  7. Angelina sexta-feira, 2 de outubro de 2015 em 17:39 -  Responder

    Caraca, ofereceram esmola pra vocês tb? hahahah Tive uma crise de risos aqui quando li. Eu estava com uns amigos almoçando e nós tínhamos que voltar ao trabalho, mas era uma distância muito longa pra eu andar (uso muletas) e eles me emprestaram dinheiro pra eu voltar de táxi e eles iriam andando. No que eles estão tirando dinheiro do bolso pra me dar, passa um cara me oferendo esmola. Tive uma crise de risos.

    novembro 21st, 2015 - 18:52
    Christian Matsuy respondeu:

    @Angelina, é o que nos resta a faar: dar risadas!!! Abraços!

  8. erika cavalcante quinta-feira, 12 de novembro de 2015 em 18:09 -  Responder

    Olá pessoal, por gentileza, vocês poderia me ajudar a compreender a visão ou a relação das pessoas com deficiencia e os espaços dos aeroportos? Sou arquiteta , trabalho com arquitetura acessível em aeroportos e queria melhorar a adaptação destes espaços. Obrigada. Meu w app é :(85)99800-9021. Obrigada! Um ótimo final de semana!

    novembro 21st, 2015 - 18:46
    Christian Matsuy respondeu:

    @erika cavalcante,
    , podemos sim! não tem muito o que ser dito quanto a acessibilidade em aeroportos, pois na grande maioria deles a acessibilidade mínima é garantida. O problema é mais operacional mesmo, como por exemplo a dificuldade de se despachar a cadeira de rodas, o traslado entre a aeronave / check-in, falta de higiene nos banheiros, coisas que poderiam ser resolvidas com o fator humano. Caso queira esclarecer algo mais específico, entre em contato através de nosso e-mail. Não trabalhamos com WhatsApp 🙂

  9. HAMILTON OLIVEIRA segunda-feira, 21 de dezembro de 2015 em 17:55 -  Responder

    ahahahaha, muito bom, é bem por aí

  10. Antonio j. neto terça-feira, 29 de dezembro de 2015 em 15:13 -  Responder

    Olá gostaria que os amigos mim ajudassem,eu sou paraplégico e tenho escara,estou querendo comprar uma desse almofada da ROHO, o preço é muito caro,tenho medo de comprar e não ter resultado,algum amigo pode mim ajudar,vale apena comprar essa almofada?

  11. Evando Brandão segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016 em 00:47 -  Responder

    Olá amigo Antônio J. Neto. A robô é na excelente, já tive escaras e só parei de ter usando uma almofada robô. Usa a quatro select perfil alto. Vale a pena.

  12. Evando Brandão segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016 em 00:55 -  Responder

    Olá amigo Antônio J. Neto. A roho é excelente, já tive escaras e só parei de ter usando uma almofada roho. Uso a quadtro select perfil alto. Vale a pena.

  13. Guilherme Souza quinta-feira, 10 de março de 2016 em 19:00 -  Responder

    Já aconteceu comigo de me darem dinheiro rss…O que detesto é quando pego esses ônibus que tem elevadores e quando vai subir ou descer o elevador PÁRA, dá um medo lascado kkkk…

    Alguém sabe me dizer como faço para solicitar rampas nas calçadas? Qual o e-mail para contato?

    Muito bom o Blog! ;D

  14. Gabriela quinta-feira, 7 de abril de 2016 em 15:10 -  Responder

    Olá, Sou a Gabriela estudante de RECURSOS HUMANOS, e escolhemos o nosso tema de tcc, para falar sobre A INCLUSÃO DE CADEIRANTES NO MERCADO DE TRABALHO, por gentileza se alguém puder me ajudar com algumas dúvidas sobre este tema tão polêmico e pouco abordado.. gostaria de saber de vocês que vivem e tem experiências para compartilhar;

    Quais as maiores dificuldades que um cadeirante encontram em um mercado de trabalho ?
    Algum de vocês por preconceito da parte da organização já desistiu de trabalhar no local onde ocorreu este fato ou desistiu de todas empresas ?
    Quais as oportunidades que são mais oferecidas para uma pessoa cadeirante ?

    Aguardo retorno o mais rápido possível, se caso tiver whats e alguém puder me auxiliar eu agradeço!

  15. ivone domingo, 22 de maio de 2016 em 00:44 -  Responder

    Gabriela, um familiar meu trabalhou na TV Globo como Jovem Aprendiz, depois de um processo seletivo, e foi tratado como uma coisa. Depois, aos 21 anos, ele foi aprovado em um concurso público e igualmente foi tratado como um objeto. Logo que tomou posse, foi colocado em um posto junto com velhos funcionários públicos que não tinham função nenhuma, estavam perto da aposentadoria. Após passar por uma depressão profunda e ser afastado pelo INSS por 3 meses, ele foi chamado para conversar com um chefe que ficou envergonhado de tê-lo mantido nas trevas por tanto tempo. No diálogo, o chefe conheceu as qualidades e os cursos que ele fez, inclusive fora do País, na área de audiovisual, e a sua experiência na área; tendo ficado sabendo só dois anos depois da sua contratação que ele é estudante de Cinema, escreve contos, roteiros e foi paratleta. Dentro deste contexto, permita-me fazer uma crítica construtiva: suas perguntas (acima) estão muito brandas. Sugiro que você as reformule, depois de falar com cadeirantes que enfrentaram barras pesadas como as que o profissional indicado por mim relatará. Seu TCC constatará – não tenho dúvida – que não existe inclusão. Existem estatísticas. As maior parte das grandes empresas contratam estagiários e empregados com deficiência só porque a lei os obriga. A verdadeira inclusão passa por identificar as habilidades e reconhecer as limitações do profissional, independentemente da sua condição física. Fale comigo por whatsapp (21)98885-9575

  16. israel segunda-feira, 26 de setembro de 2016 em 10:34 -  Responder

    fala não eu também

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