Eduardo Camara - segunda-feira, 7 de maio de 2012 - 09:36
Testamos mais uma geringonça para equipar sua cadeira de rodas: o FreeWheel! Em uma tradução literal, o nome significa roda livre, que faz bastante sentido já que ela gira em todas as direções, mas há também um trocadilho com a expressão “free will”, que significa livre arbítrio. Ou seja, com o FreeWheel, você pode escolher para onde vai! Sim, essa é a proposta principal do equipamento.
FreeWheel sendo utilizado na praia
O FreeWheel foi inventado por Pat Doughtert, um tetraplégico americano que sentia dificuldades para se mover por terrenos acidentados como grama, areia e até mesmo ruas esburacadas. O equipamento nada mais é do que uma extensão acoplável ao pedal da cadeira que tem uma roda na ponta. Essa roda tem doze polegadas de diâmetro por 2 polegadas e pouco de largura, ou seja, é bem maior e mais larga que as rodinhas das nossas cadeiras manuais. E é justamente por isso que ela faz com que a cadeira vença os obstáculos com muito mais facilidade.
FreeWheel preso ao suporte traseiro
Parece simples – e é mesmo – mas o grande barato do FreeWheel é que ele também é extremamente bem construído, leve, portátil, ajustável e fácil de usar. O mecanismo que prende o FreeWheel à cadeira funciona com praticamente todos os tipos de pedal, e há ainda um suporte que pode ser colocado na barra de trás da cadeira para transportá-lo quando ele não estiver sendo usado. Exemplo: você usa o equipamento para andar na rua e, quando chega em uma loja ou shopping, basta desencaixá-lo da cadeira e prender nesse suporte.
E na prática, funciona? Sim! Já testei o FreeWheel em pisos esburacados, na grama e também na areia da praia o resultado foi bom. Claro que ele não faz milagres, mas ajuda bastante no deslocamento. Em uma praia com piso de areia dura, dá para circular numa boa e, sendo empurrado, dá para encarar areia fofa. Nas calçadas de pedra portuguesa, diria que é uma delícia. Além disso, ele é muito leve e dá até para empinar a cadeira com o FreeWheel acoplado. E se você não tem uma cadeira de corrida, ele é uma excelente alternativa para poder se exercitar por aí sem correr o risco de se esborrachar no chão :)
FreeWheel acoplado à uma TiLite ZR
Na hora de comprar o equipamento, só tem que ficar atento à duas coisas: o tipo do pedal da sua cadeira e se há espaço entre os seus pés para caber o FreeWheel. No caso do espaço, é necessário que haja pelo menos uns 3cm livres entre um pé e outro para acoplá-lo. Já quanto ao pedal, talvez seja necessário fazer uma adaptação para poder utilizar o FreeWheel na sua cadeira.
A roda do FreeWheel é articulada e gira 360 graus
No site do fabricante há diversos vídeos e também um manual (arquivo PDF – 3,2MB), que indica se há necessidade ou não de adaptação de acordo com cada tipo de pedal. O pedal ajustável da TiLite, por exemplo, é um dos que precisa de adaptação.
Eduardo Camara - sábado, 5 de maio de 2012 - 11:04
Fachada do hotel Palermo Suites
Na última viagem que fiz à Buenos Aires, meus requisitos para o hotel eram um Wi-Fi, café da manhã, boa localização, diária que custasse até 100 dólares e, claro, tivesse acesso para cadeira de rodas. Fui aos tradicionais sites Trip Advisor, Hoteis.com e Booking.com atrás de resenhas e recomendações. Depois disso, confirmei por e-mail com o pessoal do próprio hotel se ele era realmente acessível, só para não ter surpresas. Aliás, a melhor pesquisa em termos de hotel acessível é no Booking, mas nem sempre ele tem o melhor preço de diária.
E o hotel correspondeu bem às expectativas?
O ambiente é bem legal, com decoração moderna e de bom gosto, com destaque para as áreas comuns e o pátio que fica na parte detrás do hotel. Já o quarto, é espaçoso e possui uma pequena cozinha integrada para quem quiser preparar sua própria comida, o que eu acho um desperdício em BsAs, já que lá a comida é muito boa e barata. A Internet sem fio no quarto em que fiquei tinha o sinal muito fraco, e era necessário ficar andando com o notebook pela quarto para conseguir pegar o sinal. O café da manhã era ótimo, e a localização boa. Esta última ficaria bem melhor se ficasse algumas quadras em direção à Palermo Viejo. O atendimento do staff, esse sim, foi impecável!
Detalhes do quarto
Quanto à acessibilidade, deixou um pouco a desejar. De bom, a entrada do hotel não tem degraus, há um balcão de atendimento rebaixado, o elevador é grande, o quarto e o banheiro têm espaço de sobra, as portas são bem largas (90cm) e há barras de apoio no banheiro. Em compensação, há alguns problemas: a cama é alta (60+ cm), a pia do banheiro e da cozinha não são vazadas (grande bola fora!) e impedem a aproximação da cadeira de rodas, o vaso sanitário é mais baixo do que o ideal e a área de banho é uma banheira (emprestaram uma cadeira de plástico para colocar dentro dela). Alguém com bastante autonomia consegue se virar, mas quem tem menos mobilidade vai suar um pouco.
Detalhes do banheiro
No final das contas a estadia foi bem agradável, mas em uma próxima vez procuraria outro hotel que fosse mais próximo do núcleo gastronômico de Palermo e um pouco mais acessível.
Eduardo Camara - sábado, 24 de setembro de 2011 - 16:12
Sim, caros leitores, eu fui e trouxe as dicas para vocês! Quem estiver sem saco pode ir direto pro final, onde tem um resumo :)
Como a organização do evento disse, oficialmente, que mesmo pessoas com deficiência não poderiam estacionar próximo ao evento, acabei partindo de táxi para lá, pouco antes das 17h. Conseguir um táxi foi um pouco difícil, mas depois de ligar para umas 4 cooperativas, a Táxi Leblon topou e lá fomos eu e minha fiel sobrinha e escudeira Alice. Aliás, ela foi minha desculpa perfeita para assistir ao show da Kate Perry, que eu me amarro!
Eu e Alice na entrada da Cidade do Rock
O trânsito estava ruim, mas achei que estaria pior. Chegamos ao terminal Alvorada por volta das 18:30 e estava LOTADO. Logo que chegamos, faltou luz no terminal e ficou uma beleza. A luz dos ônibus quebrou um galho e rapidinho – por causa do embarque preferencial – entramos em um ônibus para Cidade do Rock. Detalhe: apesar do ônibus ter elevador, subi carregado. Os caras argumentaram que ia demorar muito para baixar o elevador e eles tinham que escoar rápido a galera do terminal. Vá lá, aceitei pq estava de muito bom humor e o ônibus já estava cheio.
Dali pro local do show foram apenas 20 minutos. Desembarcamos (eu novamente carregado) e cadê as tais vans para levar até a entrada? Não existiam! Tivemos que andar mais ou menos 1,5Km, e em alguns trechos rolavam uns “currais” com seguranças do evento e era uma porcaria para passar. Os locais com rampas ou sem degraus pelo caminho existiam, mas não estavam sinalizados. Detalhe: apesar de existirem currais com seguranças, a maior parte das pessoas entrava sem ter suas mochilas e bolsas revistadas. Um absurdo!
Depois de um bom tempo andando, chegamos propriamente à Cidade do Rock e fiquei muito (bem) impressionado! Tinha muito espaço, e a grama sintética foi uma excelente escolha. Além disso, eles desenharam caminhos entre os trechos de grama, para facilitar a circulação. Perfeito!
Buscamos a área reservadas para cadeirantes e cia, que estava à esquerda do palco, na frente de uma grande lata de “Heineken”. A área era boa, mas podia ser mais alta e mais central, como a que montam no sambódromo. A do Rock in Rio ficava muito à esquerda do palco e prejudicava um pouco a visão. Para variar, a área estava repleta de acompanhantes (tinha gente entrando com 5) e muitos deles sem noção, que ficavam em pé na frente dos cadeirantes. Reclamei com vários, que saíram da frente contrariados. Me impressiona os outros cadeirantes não comprarem essa briga… Porra, a área é para nós, não para eles!!!
Vista da área reservada para cadeirantes
Lá encontrei com meu amigo Jeff Maia, que contou ter vindo de carro e estacionado no Riocentro. Ele ficou sabendo apenas no dia do show… Fica a dica!
Curtimos o show do Paralamas e Titãs do meio pro final e só tocaram músicas conhecidas. Gostei! Aproveitamos o show da Claudia Leitte (pra mim dispensável) para conhecer o resto da Cidade do Rock. Nessa hora, já estava tudo lotadoe foi super difícil circular por lá. Tentamos ir à tal “rock street”, onde tem lojinhas vendendo artigos do festival, além de comida e bebida, mas foi impossível. Os brinquedos também não estavam funcionando, então restou ficarmos por lá papeando com conhecidos que encontramos.
Na hora de ir ao banheiro, decepção total. Fizeram mictórios e banheiros de alvenaria que pareciam até estar limpos (a Alice disse que o feminino estava), mas no masculino, o único banheiro adaptado era um banheiro químico que estava sendo usado por TODO MUNDO. No começo da noite o treco já estava imundo e fedido. No final da noite, simplesmente não consegui nem entrar nele, que transbordava bosta. E não estou exagerando. Queria ver o Medina colocar o rabinho dele por lá… Ponto MUITO NEGATIVO do festival. Porque não colocaram esse banheiro dentro ou ao lado da área para cadeirantes, que tinha espaço de sobra?
Depois curtimos o show da Kate Perry, como começou com pouco atraso, e no do Elton John tentamos comprar algo para comer e beber. Impossível! As filas eram enormes e o pessoal estava demorando cerca de 40 minutos para comprar. Como sou prevenido, tinha levado uma mochila recheada de comida e bebida, que matou nossa fome e sede por todo show.
Durante o show do Elton John, que não tinha nada a ver com as outras atrações da noite, muita gente aproveitou para descansar e até dormir (né, Alice?) na grama. O show demorou um bocado para acabar, e depois ainda tivemos que esperar um tempão para dona Rihanna entrar no palco. Chegou até rolar vaia por causa da demora. Sabe quando a “estrelinha” foi dar as caras? 2:30h da manhã…
Eu e Alice durante o show da Rihanna
Tá no inferno, abraça o diabo. Logo, ficamos até o final do show, que terminou por volta das 4h da manhã. A saída estava mal sinalizada, e demoramos um pouquinho para chegar até os ônibus circulares que levavam de volta ao Alvorada. Tava um confusão danada e tive que apelar para um dos caras que organizavam os ônibus para poder embarcar. Novamente, problemas com o elevador. Os caras simplesmente não sabiam operar aquela porcaria, e o ônibus demorou uns 20 minutos pra sair porque eles não conseguiam fechar o elevador. No Alvorada, para sair do ônibus, mais enrolação.
Apesar disso, embarcamos rapidinho num outro ônibus rumo à Copacabana. Nesse o embarque foi rápido, mas novamente os caras se enrolaram para fechar o elevador. Caramba, quando vão treinar esse povo? O elevador ainda deu galho no meio da viagem e o motorista acabou descobrindo que era lixo jogando embaixo dele que estava causando o problema. Ai, ai…
Finalmente chegamos em Copacabana, às 6:30h da manhã, mas de 12h depois do início da nossa jornada. Eu já estava ligado há 24h e fui direto pra cama dormir. Antes, pensei: teve muita coisa legal e melhor do que no Rock in Rio 3, mas ainda há muito a melhorar!
Entrada para cadeirantes
Resumo da ópera (ou do festival):
- Pessoas com deficiência podem parar o carro no Riocentro (que fica em frente à entrada). - O esquema de ônibus regular funciona relativamente bem e estavam respeitando a prioridade de embarque. Seria melhor se o povo soubesse operar os elevadores. - As anunciadas vans que transportariam do ponto final do ônibus à entrada da Cidade do Rock não existiam. - A grama sintética foi uma idéia muito feliz! Tomara que aguente o tranco até o final do festival. - A área reservada poderia ser em um local mais central. Estava muito à esquerda do palco. - Um mísero banheiro adaptado, sendo usado por todos, é RIDÍCULO! Conserte isso urgente, organização! E de preferência coloquem-o PERTO da área para cadeirantes. - As filas para comprar comida e bebida estavam gigantescas. Levem de casa!
Eduardo Camara - quarta-feira, 1 de junho de 2011 - 22:15
Galera, saiu o resultado do sorteio!
O primeiro prêmio da loteria federal foi para o bilhete 66.709. Logo, quem ganhou o sorteio aqui no Mão na Roda foi o Renato. Parabéns, Renato! Vamos entrar em contato para fazer a entrega dos pneus.
Eduardo Camara - segunda-feira, 30 de maio de 2011 - 12:58
Foram 143 inscritos no total! Cada uma das pessoas recebeu uma faixa de 6 números (última coluna da tabela abaixo) e o vencedor será determinado pelos últimos três dígitos do primeiro prêmio do sorteio da loteria federal do dia 01/06/2011. Se não houver ninguém contemplado, valem os três dígitos do segundo prêmio. Se novamente não tiver ninguém contemplado, valem os últimos dígitos do terceiro prêmio e assim por diante. Exemplo: O primeiro prêmio da loteria federal do dia 28/05/2011 foi o bilhete 49.794. Ganharia o livro quem tivesse o número 794, que no caso é o Sebastião Otavio (números 793-798).
Ah, confira se o seu nome está na lista de inscritos! Qualquer problema, nos avise!!! Boa sorte para todos vocês!
O Mão na Roda e a Orto Sport, que vende esses pneus aqui no Brasil pelo melhor preço que existe, vão dar um par de pneus Schwalbe Right Run, de graça, na faixa, para o felizardo que for sorteado.
As inscrições podem ser feitas até o dia 29/05 e cada participante receberá um número para concorrer. O vencedor será escolhido com base no sorteio da loteria federal do dia 01/06 e receberá os pneus em casa sem custo algum (desde que more no Brasil). Ah, e você ainda poderá escolher entre algumas opções de cores e tamanhos.
Um último toque: para não virar bagunça, apenas cadeirantes poderão participar do sorteio. Se você anda, só lamento :-)
Eduardo Camara - quarta-feira, 18 de maio de 2011 - 09:58
Depois de usar o Schwalbe Marathon Plus Evolution (eita nominho grande!) por um bom tempo, era hora de trocar de pneu. Como achava o Marathon pesado, mas gostava da proteção contra furos que ele oferecia, parti para um pneu da mesma Schwalbe, só que dessa vez o Right Run.
Esse pneu também tem proteção contra furos e, apesar dela ser menos eficiente do que a do Marathon, estou com ele há um ano e sem surpresas.Quanto ao peso, o Right Run é 100g mais leve que o Marathon, pesando 460g cada. Aí vale uma nota: existem três modelos do Right Run: o light, o normal e o plus. As lojas normalmente vendem o normal. A diferença entre eles é que o light não tem proteção contra furos e pesa 350g. O plus tem uma proteção contra furos igual à do Marathon, e provavelmente pesa mais do que os outros, mas não sei quanto. Fique atento a isso na hora de comprar!
Quanto às outras características, comuns à todos os modelos do Right Run, ele é um pneu com superfície quase que totalmente lisa, mas confortável e macio para rodar. A tração, é claro, não é das melhores, mas fica à frente de pneus como o Primo V-Track e o Kenda Concept. Como o pneu aguenta 145 libras, seu desempenho é excelente quando bem cheio! Só não se esqueça que a pressão mínima deve ser de 85 libras ou mais, para o pneu não deformar. E a lateral dele não machuca as mãos pois é totalmente lisa, assim como todos os pneus para cadeira de rodas que a Schwalbe fabrica. Os outros fabricantes deveriam copiar a idéia!
Esteticamente, o Right Run também é interessante pois é vendido em diversas cores. Em todas elas, há uma faixa preta no meio feita de um composto de borracha diferente e que prolonga a vida do pneu. O visual é interessante e as pessoas notam que você está diferente pro causa do pneu colorido.
Nesse um ano e pouco que estou com o pneu, não tenho do que reclamar. O desgaste dele realmente foi pequeno, não há rachaduras, a tração continua como quando ele era novo e não tive furos. Dentre todos os pneus que já usei até hoje, o Right Run foi o melhor deles e da próxima vez que for comprar um pneu existe uma grande chance de ser um outro Right Run.
Além de mim, o Nickolas já experimentou o Right Run e também o considera a melhor opção entre os pneus. Segundo ele:
“Comparando o Schwalbe Right Run com o Primo Cross Court, só achei vantagens: roda mais macio, deixa a cadeira mais leve, não machuca a mão e na minha opinião tem melhor aderência (até hoje nunca patinou, mesmo numa rampa que o cross court escorregava). Apesar de ser mais pesado, não dá para sentir isso na tocada. Para guardar a cadeira, o esforço adicional é muito pequeno. A estrutura reforçada dele facilita muito a montagem na roda, pois ele não fica distribuído irregularmente. Não precisa ficar ajustando e empurrando o pneu pra lá e pra cá para o conjunto não ficar “oval” como acontecia com o Cross court e o Kenda Concept. É só montar e pronto.”
Veredito: definitivamente recomendado!
Schwalbe Right Run
Tamanhos disponíveis: 20×1″ (25-451), 22×1″ (25×489), 24×1″ (25-540), 25×1″ (23-559) e 26×1″ (25×590) Peso: 460g (tamanho 24×1″, versão normal, cada) Pressão: 85-145 PSI Cores: cinza, azul, vermelho, e amarelo* Preço nos EUA (par): em torno de U$ 35 (par) Site do fabricante:www.schwalbe.com Outras versões disponíveis: Right Run Light (mais leve, sem proteção contra furos) e Right Run Plus (maior proteção contra furos)
Vantagens: desempenho, conforto, visual esportivo, opções de cores e proteção contra furos. Desvantagens: peso e pouca tração em piso molhado. * nem todas as cores estão disponíveis em todos os tamanhos
Eduardo Camara - segunda-feira, 14 de março de 2011 - 10:09
Reunimos nesse post os vídeos de avaliação de 8 rodas traseiras para handbikes e cadeiras de rodas. Falamos sobre os detalhes de cada uma delas, damos nossas impressões e pesamos uma por uma (estilo Mythbusters!). No final, no último vídeo, ainda apresentamos a conclusão do nosso “estudo” e damos dicas sobre qual roda comprar, de acordo com o perfil do cadeirante. Não deixem de assistir!
Resumo das rodas avaliadas:
Rodas para handbike
Tamanho
Raios
Peso*
Corima Aero – 45 mm
26″ (650c)
24
1020g
Top End Force / Force R
26″ (650c)
28
1200g
* Para as handbikes, o peso é da roda completa, com pneu, eixo e líquido selante (no caso da Corima).
Rodas para cadeira
Tamanho
Raios
Peso**
Spinergy LX
24″ (540c)
12
1090g
Spinergy Spox
24″ (540c)
18
1160g
Spinergy Spox Sport
24″ (540c)
24
1180g
Roda convencional
24″ (540c)
32
1300g
X-Core – 3 pontas
25″ (559c)
3
1520g
Karma – 3 pontas
24″ (540c)
3
1900g
** Para as cadeiras, o peso é apenas da roda + corrimão. Não inclui o peso do pneu, eixo e câmara de ar.
Eduardo Camara - sábado, 12 de março de 2011 - 21:19
Segunda-feira tem vídeo de avaliação mostrando boa parte das rodas traseiras disponíveis no mercado brasileiro. Um pouco do que vai rolar, você confere agora: