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Jeep Tour – Passeio de jipe adaptado no Rio de Janeiro

Bianca Marotta - sexta-feira, 23 de abril de 2010 - 15:23

baia de Guanabara vista do alto da vista chinesa

Paisagem do mirante da Vista Chinesa

Há algumas semanas atrás o Raffael, diretor da Jeep Tour, entrou em contato conosco e ofereceu um dos passeios de jipe acessível da empresa. Já tínhamos ouvido falar do passeio e estava na nossa agenda testá-lo um dia. Concordamos na hora! Difícil apenas foi conciliarmos a disponibilidade dos integrantes do blog, mas obviamente, todos queriam participar!

Rampa na traseira do jipe montada para embarque dos passageiros

Marcado o dia e escolhido o roteiro, um passeio pela Floresta da Tijuca, definimos o ponto de encontro: estacionamento na Lagoa, no Parque dos Patins. Chegando lá, conhecemos o Sergio, que seria nosso guia e o Sandro, nosso motorista. Ambos simpaticíssimos e muito bem dispostos! 1ª surpresa agradável do passeio!

cinto de segurança prendendo a cintura do cadeirante

Cinto de segurança

Em seguida fomos apresentados ao nosso meio de transporte, um antigo jipe do exército que foi preparado para transportar pessoas em cadeira de rodas. Ele pode transportar até 3 cadeirantes junto com mais 5 não cadeirantes. O legal é que fica todo mundo junto e, como o jipe é mais alto do que os outros carros, dá para curtir muito melhor a paisagem. E tem até uma lona que cobre o teto em caso de chuva!

O leitor deve estar se perguntando: “Mas como é que foi feita essa adaptação do jipe para cadeirantes?”  Nada complicado, garanto a vocês. A caçamba dele possui duas fileiras de bancos no seu sentido de seu comprimento, uma de frente pra outra. Pra começar, os assentos de uma das fileiras foram removidos, permanecendo apenas os seus encostos. Os cintos de segurança foram mantidos, para serem afivelados em volta da cintura do cadeirante, nenhum mistério. Mas para que a cadeira ficasse ainda mais segura, foram instalados cintos no chão da caçamba, com ganchos que são presos aos pés da cadeira.

Cinto preso ao chão da caçamba do jipe e à cadeira de rodas.

Ganchos preendendo a cadeira de rodas ao jipe

Tudo bem, ótimo, o jipe é seguro, mas como o cadeirante faz pra subir nele? Colinho? Não, não. Nada de colinho. No jipe foram instaladas duas rampas dobráveis, de forma que, elas são montadas e desmontadas facilmente quando os cadeirantes precisam entrar ou sair do jipe. Além disso a distância entre elas é regulável, ou seja, cadeiras de todas as larguras podem usá-las.

Mirante da vista chinesa

Subimos todos no carango e nos preparamos para o passeio, que teve início na subida para o Horto, em direção à vista Chinesa, nossa primeira parada. Outra bela supresa por lá: foi construída uma rampinha pra facilitar a chegada dos cadeirantes até a construção que fica a 380m de altitude e de onde se tem uma belíssima vista do Rio de Janeiro. Juro, gente, dá pra ver as praias, o Corcovado e o Pão de Açúcar. Tudo de um mesmo ponto.

Durante o passeio, todo feito em meio a muito verde, passamos pela Mesa do Imperador, Cascatinha da Tijuca, onde foi construída uma excelente rampa, que leva o cadeirante até bem perto da cachoeira, Capela Mayrink com os afrescos de Cândido Portinari, chegando até o restaurante Dois Esquilos, por onde apenas passamos rapidamente. Ah! Demos sorte e avistamos vários macaquinhos durante o nosso tour.

Infelizmente não encontramos nenhum banheiro adaptado no caminho, mas já demos a dica pro pessoal do Jeep Tour, que passará a informação pra prefeitura.

Rampa na cascatinha da Tijuca

Rampa de acesso ao mirante da Cascatinha

E pra terminar o passeio com chave de ouro, o Sandro, nosso motorista massa, desceu pela estrada das Canoas com direito a parada na praia de São Conrado. O dia estava belíssimo e o clima mais que agradável. Tudo correu super bem e todos os integrantes do blog voltaram felicíssimos pra casa. Passeio obrigatório tanto para quem mora, quanto para quem visita o Rio!

Por do sol na praia de São Conrado

Paisagem da praia do Pepino no fim de tarde

Em tempo: a empresa está aumentando a frota de jipes adaptados e atualmente oferece, além do passeio pela Floresta da Tijuca, mais 8 roteiros no Rio de Janeiro. Mais informações sobre agendamento, roteiros, fotos etc estão no site da Jeep Tour.

. . .

Jeep Tour
Fone: (21) 2108-5800
Fax: (21) 2108-5818
www.jeeptour.com.br

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Cidade do Samba

Nickolas Marcon - sexta-feira, 5 de junho de 2009 - 16:18

Cidade do Samba - entrada

Tá certo que nessa época do ano ainda tem muita gente curtindo a ressaca do carnaval, mas sempre é tempo de esquentar os tambores para não perder o pique. Para quem gosta de samba, a Cidade do Samba é o ponto certo para isso.

Cidade do Samba vista de cima

Espaço coberto onde acontecem os showsA Cidade do Samba é um conjunto de galpões onde as escolas de samba do grupo especial do RJ preparam seus adereços para a festa pagã. Mas também tem uma infra-estrutura com palco e áreas abertas onde se realizam shows semanalmente. A infra-estrutura é muito boa e o visitante pode circular por uma passarela elevada que corre todos os galpões, observando do alto a montagem de todas as alegorias das escolas de samba.

Passarela de onde se vê a Cidade do Samba de cima

Espécie de varanda de onde o visitante pode ver o interior dos galpões O local tem fácil circulação para cadeirantes, tanto no nível inferior, onde todo o terreno é plano, quanto nas passarelas no nível superior também totalmente planas e largas. Destaque para as varandas internas dos galpões, cujos guarda-corpos são de barras de ferro bem espaçadas, permitindo a visão total do galpão entre as barras mesmo para quem está na cadeira. Detalhe importante: para se chegar ao nível superior existem elevadores além das escadas.

Banheiro adaptado - detalhe para a descarga mal posicionada, dificultando o uso da mesma pelo cadeirante

Ramap do estacionamento - inclinação muito íngremeComo pontos negativos, os poucos banheiros adaptados (só vi 2, e um deles estava trancado com chave) e as poucas rampas para passar da pista para a calçada no espaço central entre os galpões. Há um estacionamento interno e coberto, mas a pequena rampa de acesso do estacionamento interno para o prédio de entrada é mais íngreme que o recomendado. A entrada desse estacionamento é mal sinalizada e não há vagas reservadas no seu interior.

Espaço ao ar livre da Cidade do Samba

Para quem entra sem carro, não há catracas largas para passagem de cadeira. O jeito é enfrentar um desvio que passa pelo prédio da administração com um pequeno degrau no meio do caminho. Deveria ser criado um caminho mais largo com uma catraca mais espaçosa, há bastante espaço livre para isso.

No mais, para quem curte o desfile das escolas de samba e quer conhecer o trabalho delas mais de perto, é um ótimo passeio. Pra quem gosta de samba também, pois o local apresenta shows o ano inteiro.

  O que gostamos   O que poderia melhorar

• Espaço amplo e plano
• Rampas e elevadores presentes
• Varandas dos galpões com guarda-corpos 
de barras de ferro bem espaçadas
• Possui banheiros adaptados
• Estacionamento no local

• Descarga do banheiro mal posicionada dificultando seu uso
• Poucas rampas para acessar espaço central
• rampa de acesso do estacionamento muito íngreme
• Falta de catracas largas na entrada para passagem da cadeira
• Estacionamento com entrada mal sinalizada e sem vagas reservadas

  

Clique aqui e veja localização no mapa.

. . .

Cidade do Samba
http://cidadedosambarj.globo.com/

Rua Rivadávia Correa nº 60, Gamboa, Zona Portuária
Tels.: (55-21) 2213-2503 / 2213-2546
E-mails: eventos@cdsrj.com.br • reservas@cdsrj.com.br

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Carioquinha 2009

Cris Costa - terça-feira, 2 de junho de 2009 - 13:28

Do dia 01 junho a 05 de julho o Rio terá a temporada 2009 do Carioquinha. Ao todo são 123 os parceiros que aderiram à ação promocional voltada para nascidos e moradores do Rio de Janeiro e Grande Rio – 69 atrações turísticas e 47 hotéis da cidade e do interior, além de oito restaurantes. O projeto conta com o patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro e é uma realização da ABIH-RJ.
O objetivo da ação é democratizar o acesso da população às atrações turísticas do estado, além de fomentar o setor numa época de baixa temporada. Assim, durante todo o período de vigência do Carioquinha, quem apresentar comprovante de residência e carteira de identidade nas bilheterias dos pontos conveniados passa usufruir dos descontos e aproveitar as programações montadas especialmente para o período.
Atrações avaliadas por nós como Corcovado, Pão de Açúcar e Pink Fleet, por exemplo tem 50% de desconto.

Para mais informações o site é: www.carioquinha.com.br

 

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Cristo Redentor

Nickolas Marcon - sábado, 9 de maio de 2009 - 08:59

É difícil falar em Rio de Janeiro sem lembrar de um dos maiores símbolos turísticos da cidade: o Cristo Redentor. O destaque só aumentou depois que ele foi eleito uma das 7 maravilhas do mundo moderno. Para cadeirantes, a visita é possível em quase todos os pontos, mas a acessibilidade não é perfeita e, em alguns lugares, é necessária a ajuda dos funcionários do parque. O blog foi lá e conta a experiência…

O melhor caminho para chegar até o alto do morro é pegando o trem na estação do bairro Cosme Velho. A estação é de fácil acesso, sem escadas e com banheiro adaptado. A maior dificuldade é estacionar o carro nas proximidades. O melhor é pegar o metrô até a estação Largo do Machado e ir de táxi até a estação do trem, já que são poucos os ônibus adaptados que passam por ali. Outra possibilidade de acesso ao morro é pela Estrada das Paineiras. Recentemente os carros particulares foram proibidos de subir até o alto do morro. Antes da proibição era permitida a subida de carros de deficientes, táxis e vans de turismo, mas agora é proibida a passagem de carros particulares pela entrada do parque. Nesse caso, a saída é estacionar e pegar o trem a partir da estação intermediária do passeio, ou então uma van da cooperativa que opera a subida com exclusividade. As vans não têm qualquer tipo de adaptação para cadeirantes.

Dentro da estação há tratamento preferencial no embarque. A entrada do trem fica no mesmo nível da plataforma, e dentro do carro há uma posição para ficar com a cadeira no final do corredor, apoiada nos bancos. Esse apoio é necessário porque a subida é bastante íngreme. Depois da subida, o trem pára numa plataforma no topo do morro. Os funcionários auxiliam no desembarque, pois a plataforma é bem inclinada e torna perigosa qualquer manobra independente. Na parte plana da estação há um banheiro adaptado de fácil acesso.

Depois do trem, a subida até o mirante é feita em dois lances: no primeiro há elevadores panorâmicos. No segundo, há duas escadas rolantes onde o cadeirante só é autorizado a subir com a ajuda de funcionários do parque preparados para conduzí-los. Disseram que é política de segurança do parque. Inicialmente achei estranha a colocação de escadas rolantes ao invés de elevadores, mas depois percebi que, assim como já tinha observado nas Cataratas do Iguaçu, nem sempre pode ser feita a melhor solução de acesso. A colocação de elevadores no lugar das escadas rolantes seria desastrosa porque obstruiria a visão da estátua. É preciso compreender que, em certos casos, a construção da perfeita acessibilidade é danosa demais ao patrimônio cultural e/ou à natureza. Nesses casos, é importante valorizar o esforço na construção de alternativas de acesso que, se não são ideais, pelo menos viabilizam a visita com o menor transtorno possível.

A acessibilidade ao Cristo Redentor é uma obra relativamente nova, foi concluída em 2003. Eu já havia subido até a estátua antes das obras de acessiblidade, quando só havia escadas. Na época, dois amigos me carregaram no colo 105 degraus acima, equivalente a mais de 6 andares de escadarias, os leitores podem imaginar o esforço que foi necessário. Sem dúvida nenhuma, os elevadores e as escadas rolantes tornaram viável uma tarefa praticamente impossível antes.

Embaixo da estátua há uma pequena capela onde são celebradas missas. No alto do morro, há uma lanchonete que não é acessível. Há várias lojas de souvenir, quase todas acessíveis, mas como são pequenas ficam cheias e apertadas, muitas vezes desconfortáveis para um cadeirante. Também não é acessível a parte frontal do mirante, voltada para a Baía da Guanabara, em que há uma escada de alto valor histórico. Novamente temos o dilema da adaptação versus a conservação do patrimônio. De qualquer forma, a vista é até melhor se apreciada na parte superior da escada, como aparece na foto ao lado. Para mais informações sobre o Cristo Redentor, visite o site oficial da prefeitura do Rio ou o site oficial do trem do Corcovado. Clique aqui para ver mais fotos sobre as adaptações do parque.

Nota do Eduardo: as escadas rolantes são desligadas em dias de chuva. Nesses dias, subir de cadeira nem pensar… :-(

O que gostamos O que poderia melhorar
• Estações acessíveis e com banheiros
adaptados

• Trem de fácil acesso

• Elevadores e escadas rolantes com
funcionários treinados para auxiliar a subida

• Vista maravilhosa!!!!!

• O acesso ao topo do morro poderia ser permitido para carros particulares

• A plataforma no topo do morro poderia ser em nível plano para facilitar a descida

• Lojas mais amplas e lanchonetes acessíveis

. . .

Trem do Corcovado
Rua Cosme Velho, 513
Telefone: (21) 2558-1329
www.corcovado.com.br

Clique aqui e veja sua localização no mapa.

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Pink Fleet – passeio de barco com banheiro adaptado

Bianca Marotta - quarta-feira, 15 de abril de 2009 - 19:09

Vista panorâmica do Rio de Janeiro com Pão de Açúcar e Corcovado - visão de dentro do barco

Embarcação Pink FleetConhecer o Rio de Janeiro por outro ângulo é uma das propostas do Pink Fleet, embarcação cinco estrelas que oferece passeio pela Baía de Guanabara com conforto, segurança e eventos com padrão de qualidade internacional. Com 54 metros de comprimento e capacidade para 400 passageiros, o navio, de origem alemã, conta com um restaurante principal, bares internos e externos, boate, decks, salões e duas lojas.

Quando fiquei sabendo da existência de um banheiro adaptado no barco, tratei de arrumar um convite pra conhecê-lo e colocar aqui no blog.

Rampa de entrada no barcoO Pink Fleet fica atracado na Marina da Glória, onde você encontra estacionamento por R$ 10,00. Para chegar à embarcação, que fica do outro lado da marina, existem vans do Pink Fleet que transportam os passageiros. As vans não possuem espaço reservado para cadeira de rodas, mas sempre rola aquela ajudazinha para colocar o passageiro pra dentro e dobrar e guardar a cadeira.

Rampa de entrada com desnível e degrauPara entrar no barco, existem rampas. Entre a rampa e a embarcação pode surgir um degrau, pois dependendo da maré, a distância entre a rampa e o barco muda. Mas conversei com o gerente, que me explicou que estão todos preperados para receberem cadeirantes a bordo.

Os espaços para circulação no Pink Fleet são amplos e sem degraus. Infelizmente o acesso para os demais andares da embarcação são feitos através de escadas. Mas o andar térreo oferece uma área aberta e outra coberta, ou seja, o cadeirante tem a opção de ver a paisagem pelas janelas do restaurante ou na varanda.

Espaço externo e interno do deck

O passeio pode incluir um Buffet de almoço, que você paga a parte. Infelizmente esse Buffet é servido apenas no andar debaixo, mas o gerente do barco me garantiu que, no caso de cadeirantes, eles abrem uma excessão e trazem a comida até o passageiro. Você também tem a opção de pagar apenas pelo que consumir no bar do deck, que oferece salgadinhos, pratos e sanduíches.

Surpresa agradabilíssima ficou por conta do banheiro adaptado. Bastante espaçoso, barras por todos os lados, espaço pra girar com a cadeira, porta indicada com símbolo de acessibilidade e tudo o mais que se tem direito.

Banheiro adaptado e porta do banheiro com símbolo de acessibilidade

Pra terminar, não poderia deixar de falar do passeio. Durante 2 horas e meia o barco segue até Niterói e volta ao Rio, com direito a passar por debaixo da ponte e tudo. Os principais pontos turísticos e históricos da orla são indicados por uma narração em português e inglês, conforme se passa por cada um deles. A idéia de se conhecer a orla por outro ângulo é maravilhosa e se você pegar um dia lindo, como foi o nosso caso, não vai se arrepender! O navio oferece ainda opções de lazer variadas, atracado e navegando. Você pode optar pelo City Lights Dinner, passeio noturno, onde vai admirar as luzes da cidade; ou realizar o passeio no fim de semana, durante o dia. Além disso, o Pink Fleet funciona também como um espaço para eventos corporativos, reuniões e festas. Eu adorei!

Vista de Niterói e do Corcovado - visão de dentro do barco

O pessoal do Pink Fleet sugere que sejam feitas reservas com alguns dias de antecedência e pra facilitar sua vida, sugiro que avise no ato da reserva sobre a presença de cadeirantes.

  O que gostamos   O que poderia melhorar

• Banheiro adaptado 
• Rampas para acesso à embarcação 
• Espaço, no térreo amplo, para circulação 
e no mesmo nível

 •Acesso a demais andares só por escadas 
• Buffet servido no subsolo 
• Van de transporte para barco sem espaço pra cadeira de rodas

  

Clique aqui e veja localização no mapa.

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Pink Fleet
Tel: (21) 2555-4063
www.pinkfleet.com.br
Local: Marina da Glória – Av. Infante Dom Henrique, s/nº. 

Serviço Happy Hour + City Lights Dinner:
Saídas: Sexta-feira
Horário de funcionamento: de 17h30 as 24h
Gastronomia: restaurante (buffet) e bares (snack menu)
Happy Hour (de 17h30 as 20h30): paga apenas o que consumir
Passeio pela Baía de Guanabara (de 21h as 23h): R$ 80,00

Serviço Passeio Pink Fleet
Saídas: Sábado
Horário de funcionamento: de 11h as 14h30
Horário do passeio: de 11h30 as 14h
Gastronomia: restaurante (buffet) e bares (snack menu)
Passeio: R$ 80,00 

Opções válidas em todos os passeios:
Buffet opcional (incluindo mini degustação): R$ 65,00
Bebidas e 10% cobrados à parte
Cc: Mastercard/RedeShop/Amex/Visa/VisaElectron
Crianças até 5 anos não pagam o passeio. Entre 5 e 12 anos pagam meia entrada.

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A experiência no sambódromo – Setor Especial

Gabriella Savine - quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009 - 13:58

Carnaval acabou, Salgueiro campeão! E viemos aqui relatar a experiência de ter ido ao Sambódromo! Na segunda-feira de carnaval resolvi aceitar o convite feito pelo irmão cadeirante de ir ao Sambódromo assistir à batucada das escolas de samba. Usando a dica que colocamos em outro post, ele conseguiu dois ingressos para o setor especial, um para ele e outro para um acompanhante (que não era eu).

Com vontade de ir, mas com receio de não conseguir ingresso (e sem muita vontade de me aventurar com os cambistas), resolvi encarar o desafio. Havia até ligado para algumas empresas, mas o inve$timento estava fora das minhas expectativas. Fui então, de gaiata, tentar descolar um jeito de adentrar a festa! Chegando lá, nos dirgimos até a área do estacionamento reservado, que fica praticamente ao lado da entrada do Setor Especial. O pessoal responsável pelo setor ofereceu um atendimento exemplar. Havia banheiros adaptados e rampas de acesso.

Consegui, então, ingressos para o Setor 13, na arquibancada, que fica bem atrás desse setor. O acesso a ela é feito por rampas, mas só é possível ficar na primeira fila. Não sei como é nas outras arquibancadas. Garrafa d’água e letra dos sambas na mão, fomos para lá. Lá de cima dava para ver todo o setor especial, ele fica situado no final da avenida, praticamente no fim do desfile. O mais estranho foi descobrir que o Setor para pessoas com deficiência mais parecia um setor de acompanhantes do que de cadeirantes! Intrigante ver os acompanhantes desesperados para assistir às escolas passando, eles lotavam a frente do setor sem se incomodar em tampar toda a visão dos cadeirantes! Gente, como assim?! Que doidera!

Enfim, foi uma bagunça boa! Vale à pena a experiência! Abaixo uma foto que indica onde fica o setor 13, pois sabem como é, né? Achei melhor deixar minha máquina fotográfica em casa!

Fotos aéreas do Sambódromo, mostrando onde fica o setor especial

Mapa do Sambódromo

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Cataratas del Iguazu – acessibilidade do passeio

Nickolas Marcon - quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009 - 15:15

Hola amigos, hoy nosotros hablaremos sobre las Cataratas del Iguazú, en la Argentina, tierra del tango y… ops… desculpem o ”portuñol”, deve ser a ressaca do carnaval…  :-)

No primeiro post sobre o Parque Nacional do Iguaçu, comentamos sobre a infra-estrutura acessível tanto do lado brasileiro como do lado argentino.

O Parque Nacional del Iguazu fica na cidade argentina de Puerto Iguazu, que faz fronteira com a cidade brasileira de Foz do Iguaçu pela ponte Tancredo Neves. Não há transporte coletivo regular adaptado para chegar até lá a partir do Brasil. Para entrar na Argentina é preciso apresentar passaporte ou carteira de identidade ORIGINAL. Não são aceitas fotocópias nem outros documentos como identidade profissional, carteira de estudante, carteira de motorista etc.

No parque, o passe para o deficiente físico mais um acompanhante é gratuito, basta se identificar como “discapacitado“. Em geral, os argentinos são muito receptivos e tentam ajudar da melhor forma.

No Centro de Visitantes há lanchonetes, loja de lembranças e museu. Em todos os banheiros espalhados pelo parque há boxes acessíveis, embora nem todos tenham adaptações completas. Para as maiores distâncias no parque, há um trenzinho que faz o transporte dos turistas com lugares preparados para a entrada de cadeiras-de-rodas.

Esqueça o trem na primeira estação e siga direto por um caminho de paralelepípedos no meio da mata chamado Sandero Verde, que tem apenas 800 metros, sem grandes rampas nem degraus. Cuidado com os “animales peligrosos“: são centenas de insetos famintos querendo seu sangue… repelente e filtro solar são indispensáveis.

Esse caminho acaba perto da segunda estação do trem, onde também fica o início de duas trilhas: o circuito superior e o circuito inferior. É aqui que começa a aventura do passeio, pois ambos são compostos de passarelas que avançam dentro da mata, passando por cima do solo com mata nativa e dos córregos que formam as quedas d’água. As laterais e o piso das passarelas são feitos com telas e grades, dá para ver tudo que está ao redor e abaixo do caminho.

Para os cadeirantes que usam rodas dianteiras rígidas e muito pequenas, o passeio pode ser desconfortável pela trepidação e solavancos na emenda das telas. A dica é usar rodas dianteiras com pneus de 6″ ou mais para um passeio mais confortável. Para evitar as escadas, preste atenção nos mapas espalhados pelas trilhas, onde os degraus são indicados por linhas pontilhadas. Sempre há um caminho alternativo sem degraus, porém mais longo.

As trilhas do circuito superior não tem rampas fortes, sendo a maior parte do trecho plano, onde é possível ver as quedas d’água de cima, pois a passarela chega bem perto do início da queda. No circuito inferior a vista das quedas é frontal, mas a dificuldade para chegar lá é bem maior.

A descida até o circuito inferior é uma rampa longa e inclinada. Ruim para descer na ida, complicada para subir na volta, pois até a pessoa que ajuda empurrando se cansa antes da metade do caminho. Chegando ao final dessa descida o passeio fica mais fácil, só há rampas pesadas em alguns pontos. Nesse circuito há um ponto em que é possível tomar um barco para ir até a Isla San Martin, mas há uma escada para chegar até o barco, além de várias escadas nas trilhas da ilha. Passeio inacessível.

Voltando à estação Cataratas do trem, após 15 minutos de percurso chega-se ao começo da passarela para a Garganta del Diablo, sem dúvida o mirante mais bonito de todo o parque. São 1.100 metros de passarela por cima do Rio Iguaçu e, ao final, um mirante quase dentro da maior queda de todas as Cataratas. A visão é fantástica.

Ao final do passeio, na volta para o Brasil, aproveite a noite para jantar nos restaurantes de Puerto Iguazu (o llomo – filé mignon – do El Quincho é magnífico) e passar no freeshop para fazer umas comprinhas… :-)

Pontos positivos: Pontos negativos:
• Trem e passarelas acessíveis
• Banheiros adaptados
• Entrada gratuita para deficientes
• Mirantes acessíveis
• Alguns banheiros com adaptação errada
• Rampas muito inclinadas
• Passarelas ruins de transitar


Avaliação: Bom
Avaliação do local: regular

. . .

Parque Nacional del Iguazu
Puerto Iguazu – Missiones – Argentina
http://www.iguazuargentina.com/

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Cataratas do Iguaçu – Como é a acessibilidade

Nickolas Marcon - segunda-feira, 26 de janeiro de 2009 - 13:23

Continuando o assunto do post sobre as Cataratas do Iguaçu, segue aqui o roteiro completo para visitar o parque do lado brasileiro. Todas as informações sobre o parque e passeios disponíveis estão no site da Cataratas S/A, empresa privada que administra o parque. Como é muita coisa, vou comentar apenas a parte de acessibilidade.

O acesso ao Parque Nacional do Iguaçu é feito pela cidade de Foz do Iguaçu/PR, via BR-469 (também conhecida como Rodovia das Cataratas). A entrada do parque fica a aproximadamente 20 km do centro de Foz. Há uma linha de transporte coletivo que vai até o parque, mas nenhum ônibus possui adaptação para cadeirantes. As alternativas são, além do automóvel próprio, ir de táxi ou usar os serviços de agências de turismo e hotéis da região que disponibilizam transporte em vans. Não esqueça do protetor solar e repelente de insetos.

A recepção do parque funciona no Centro de Visitantes, onde há estacionamento (com vagas reservadas) e é totalmente acessível. Após comprar o ingresso, dirija-se à entrada da exposição que dará acesso à plataforma de embarque.

Compras: não se preocupe com compras durante o passeio, o melhor é ficar com as mãos livres e deixar para comprar tudo na loja de souvenir do centro de visitantes ao final do dia. As lojas espalhadas pelo parque vendem exatamente os mesmos produtos.

Transporte: os turistas são conduzidos de ônibus pelo parque, parando em várias estações com atrações diferentes em cada uma. Esses ônibus tem dois andares. Na parte de baixo a entrada é plana, sem degraus, e fica no mesmo nível da plataforma. No interior há um espaço reservado para cadeirantes. Se necessário, os funcionários são treinados para auxiliar no embarque.

Todas as fotos desse post foram tiradas de lugares acessíveis. As estações do passeio são as seguintes:

1. Trilha do Poço Preto: é um passeio opcional com passeio de bicicleta e caminhadas na floresta. Segundo informações do parque, o caminho é bastante acidentado e não recomendado para cadeirantes.

2. Macuco Safári: passeio opcional que permite apreciar mais belezas do parque. Inclui um passeio em veículo elétrico, caminhadas na floresta, descida de barco até muito próximo de uma cachoeira. Apenas algumas partes são acessíveis, deve-se negociar com os guias de acordo com a mobilidade da pessoa.

3. Trilha das Cataratas: aqui começa o passeio de verdade. Desembarcando nessa estação, siga descendo as rampas para chegar a um mirante com uma visão panorâmica, mas cuidado: essas rampas são longas e íngremes, desça acompanhado se não tiver uma ótima habilidade com a cadeira (controle de empinada inclusive). Ao lado do mirante está o posto do Cânion Iguaçu, que oferece atividades opcionais de arvorismo, rafting e rapel. Se você gosta de esportes radicais, não perca o rafting e o rapel que podem ser feitos inclusive por cadeirantes.

Existe uma trilha interna que segue pela mata até os mirantes da próxima estação, mas esse caminho tem rampas e escadas em alguns pontos. O melhor é subir as rampas, voltar à estação Trilha das Cataratas e seguir de ônibus até o Espaço Naipi. Após a subida há outro mirante que rende belas fotos.

4. Espaço Naipi: esse é o ponto alto do passeio. Nessa estação, há um mirante com vista de todo o cânion das Cataratas. É aqui também que ficam dois elevadores panorâmicos que conduzem até a parte mais baixa, onde ficam as passarelas sobre o leito do rio no primeiro nível das quedas. Nessas passarelas você terá a melhor visão de todas as Cataratas. Não estranhe se encontrar pessoas com capa de chuva: é tanta água caindo ao seu lado que o banho será inevitável…

A distância entre o Espaço Naipi e o Espaço Porto Canoas é pequena e o trajeto é plano, pode-se ir tranquilamente pela calçada ao lado da rodovia. Aproveite para passear pelo gramado, seguindo os quatis (não se aproxime muito, podem ficar agressivos). A foto ao lado da estátua de Santos Dummont também é tradicional.

5. Espaço Porto Canoas: final do passeio, onde ficam a lanchonete, o café e o restaurante. Para usar o banheiro adaptado, solicite a chave na administração, que fica ao lado. Aproveite para passear no deck do restaurante e contemplar a vista do Rio Iguaçu num ponto anterior às quedas, onde a largura do seu leito ultrapassa 1 km.

Completado o passeio, é só tomar o próximo ônibus, voltar para o Centro de Visitantes, comprar os presentinhos e começar a pensar na próxima visita a esse lugar espetacular…

Ainda ficou com alguma dúvida? Escreva num comentário que a equipe do blog responderá prontamente!!!

Pontos positivos: Pontos negativos:
• Rampas em todos os locais
• Transporte acessível dentro do parque
• Banheiro adaptado
• Estacionamento fácil e com vagas reservadas
• Algumas rampas são muito íngremes


Avaliação: Bom
Avaliação do local: bom

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Cataratas do Iguaçu

Nickolas Marcon - segunda-feira, 26 de janeiro de 2009 - 12:25

Aproveitando o gancho da reportagem d’O Globo online, vou começar aqui uma série de dicas para quem quiser viajar para Foz do Iguaçu. Vamos começar por… adivinhem??? Claro, as Cataratas do Iguaçu.  :-)

As Cataratas do Iguaçu ficam localizadas dentro do Parque Nacional do Iguaçu na fronteira entre Brasil e Argentina. Geograficamente falando, as Cataratas se formam em um vale por onde passa o Rio Iguaçu, que nesse ponto divide os dois países, e por isso há quedas d’água no território brasileiro e no território argentino.

O vídeo abaixo mostra um pouquinho dessa maravilha que a natureza criou…

Existe infra-estrutura turística para visita às Cataratas nos dois países, ou seja, são dois parques para se visitar. Não há ligação física entre eles. O parque brasileiro fica na cidade de Foz do Iguaçu e o parque argentino fica na cidade de Puerto Iguazu. Se alguém quiser saber qual é o mais bonito, essa dúvida existe desde que o mundo é mundo. Assistam o vídeo e aproveitem para votar nas Cataratas. ;-)

Trata-se de um passeio magnífico, imperdível para quem gosta de natureza e para quem não gosta também. Mas o melhor de tudo é que o parque é TOTALMENTE acessível. Isso mesmo. Todos os mirantes são acessíveis sem passar por nenhum degrau. Há banheiros adaptados ao lado de todos os banheiros comuns. São quilômetros de passarelas e rampas. É verdade que algumas são longas e bem inclinadas, caso contrário o dano à natureza seria muito grande, mas é preferível uma rampa inclinada (onde qualquer pessoa pode ajudar) do que uma escadaria, não é verdade?

Esse post foi só para dar água na boca. Não percam o próximo, com as dicas para um passeio acessível.

Você já foi às Cataratas do Iguaçu? Deixe um comentário contando sua experiência!

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Pão de Açúcar

Bianca Marotta - segunda-feira, 19 de maio de 2008 - 09:17

Vista panorâmica da Baía de Guanabara


Elevador tipo plataforma na estação do bondinho do Pão de AçúcarSe depender da Companhia Caminho Aéreo Pão de Açúcar, empresa responsável pela administração de um dos mais conhecidos pontos turísticos do mundo, pessoas com deficiência são muito bem-vindas ao Pão de Açúcar. Há um mês atrás fomos informados pela assessoria de imprensa da companhia, sobre a aquisição de um novo equipamento – uma plataforma móvel – que facilita o acesso de cadeiras de rodas ao Pão de Açúcar e aceitamos de pronto o convite para uma visita ao local.

Fomos recebidos pela Suzana, assessora de imprensa do Pão de Açúcar e pelo Coronel Rui Siqueira, consultor de segurança da companhia, que nos acompanharam e tiraram nossas dúvidas. As facilidades criadas para os usuários de cadeiras de rodas podem ser vistas logo que se chega à Praia Vermelha. Ao lado das escadas que levam à bilheteria, damos de cara com um elevador do tipo plataforma, bem sinalizado. Primeiro obstáculo superado sem problemas.

Plataforma móvelMais à frente, um lance de escadas leva à plataforma de embarque no bondinho. Calma, ninguém precisará ser carregado. Outro elevador do tipo plataforma foi instalado no local. Mas como nosso objetivo era conhecer todas as formas de acesso que a atração oferece, testamos a tal plataforma móvel, fabricada pela empresa TGR. Funciona de forma simples: a cadeira de rodas é encaixada nela que, com suas esteiras estilo tanque de guerra, sobe escadas facilmente. O equipamento foi adquirido para ser usado caso algum dos elevadores esteja em manutenção ou então para acessar lugares que ainda precisam de adaptação. Mais detalhes sobre a plataforma móvel serão descritos num próximo post.

Fomos informados ainda que o Pão de Açúcar possui todos os dias, em cada turno, três funcionários treinados e capacitados a acompanhar os cadeirantes durante toda a visita. No nosso caso, fomos acompanhados pelo Sergio, muito gentil e pronto para ajudar. Na hora de embarcar e desembarcar do bondinho, por exemplo, quando os cadeirantes precisam de alguma ajuda para vencer o desnível da plataforma, ele já estava lá.

Banheiro adaptado do Morro da Urca

rampa de acesso ao Espaço Baía de GuanabaraO passeio de bondinho é indescritível! Sim, o Rio de Janeiro continua lindo e o dia estava belíssimo, o que só contribuiu com o nosso deslumbramento. Na primeira parada, no Morro da Urca, mais surpresas agradáveis. Além da lanchonete, das lojinhas de souvenirs e das maravilhosas vistas da Baía de Guanabara, Copacabana, Praia Vermelha etc e tal, encontramos banheiros muito bem adaptados e rampas por todos os cantos. No anfiteatro, que pode ser alugado para eventos, estava rolando um vídeo, contando os 95 anos de história dos bondinhos. Para assistí-lo o visitante cadeirante precisa pedir ao funcionário que fica na sua entrada, para abrir a porta lateral do anfiteatro, onde existe uma rampa. Ainda nessa mesma parada temos o espaço Baía de Guanabara, onde acontecem alguns eventos. Esse possui uma enorme rampa de acesso logo de cara.

Elevador do tipo plataforma no morro do Pão de AçúcarBanheiro adaptado no morro do Pão de Açúcar

Seguimos, sem problemas, para a plataforma do segundo bondinho. E nosso passeio até o Pão de Açúcar (morro mais alto) correu de forma super tranqüila. Lá em cima, mais uma vez, encontramos banheiros adaptados, rampas e dois elevadores do tipo plataforma, que levam aos diferentes mirantes do local. O mais legal foi que não pouparam recursos para fazer as adaptações, e isso possibilita que os cadeirantes façam exatamente o mesmo passeio clássico feito diariamente por todas as pessoas. Não fica aquela frustração de pagar a visita a uma atração e não poder usufruí-la por completo.

Segundo o coronel Siqueira, algumas novidades ainda estão por vir. Existem projetos em andamento, que prevêem a colocação de mais bilheterias e banheiros adaptados no térreo e a criação de um museu a céu aberto, contando a história do Pão de Açúcar. Novos bondinhos, que contarão com música ambiente e refrigeração interna também já foram adquiridos e serão instalados em breve.

Diante da preocupação com acessibilidade que encontramos no Pão de Açúcar nossa avaliação do local é ótima.

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O que gostamos:

  • Rampas e elevadores para todos os mirantes
  • Funcionários bem treinados e sempre à disposição
  • Banheiros acessíveis no Morro da Urca e no Pão de Açúcar

O que pode melhorar:

  • Ausência de banheiro acessível no nível da bilheteria

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Bondinho do Pão de Açúcar
Avenida Pasteur 520 – Urca - Rio de Janeiro
Telefone: (21) 2461-270
Informações sobre horários e preços:
www.bondinho.com.br

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Você pode ver mais fotos do Pão de Açúcar em nosso álbum de fotos.

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