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Oportunidade de trabalho em casa para cadeirantes

Bianca Marotta - segunda-feira, 20 de abril de 2009 - 18:46

Recebemos da nossa amiga Tabata, uma dica legal de oportunidade de trabalho, que você pode fazer de casa. A pessoa responsável pelas contratações, Surama Andréia Kerscher, está dando preferência a cadeirantes. Quem se interessar pelo trabalho, pode entrar em contato com ela a partir do e-mail: ksurama@hotmail.com. Abaixo maiores detalhes sobre a atividade. Boa sorte!

Descrição:
Pesquisar o site, DDD e telefone de uma lista de empresas. A lista inicial possui 12 mil empresas rankiadas por subsegmento. Assim que a pessoa contratada finalizar a pesquisa, receberá novas listas que estão sendo confeccionadas.

Perfil para atividade:
• Disponibilidade para trabalhar em casa (preferência por cadeirantes).
• Possuir computador e acesso a internet.
• Cursar qualquer curso em uma faculdade (desejável, mas não obrigatório, muito menos impeditivo).

Processo seletivo:
Faremos um contato por telefone e uma visita presencial para explicar o trabalho e a seleção.

Remuneração:
• A cada 150 empresas recebidas com site, DDD e telefone pagaremos R$ 25,00. Esta métrica de produtividade corresponde aproximadamente a 6 horas de trabalho contínuo.
Esta métrica de produtividade versus valor hora homem é a mesma utilizada para quem desenvolve a mesma atividade em escritório.
• O pagamento é realizado após 72 horas do recebimento via e-mail para conferência e previsão de pagamento.
• Se faltar algumas das informações (site, DDD e fone) a empresa não será considerada. E ainda, se a empresa informada não for do mesmo subsegmento informado na lista recebida pelo home office, a pesquisa não é considerada correta. Assim, fica um débito para próxima remessa enviada.

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Treinamento gratuito de AutoCad para profissionais com deficiência

Cris Costa - segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009 - 10:16

Ficamos sabendo, esta semana, que a Chemtech está oferecendo curso gratuito de AutoCad para profissionais com deficiência, com a possibilidade de contratação ao final. Quem quiser participar, precisa correr um pouquinho, pois as inscrições vão só até o próximo dia 18. Abaixo release da oportunidade. Boa sorte!

A Chemtech oferece 20 vagas para treinamento gratuito de AutoCAD para profissionais com deficiência que queiram atuar na área técnica de engenharia.O candidato precisa ter o segundo grau completo, familiaridade com o computador e desejo em trabalhar com softwares de engenharia.

Os alunos que mais se destacarem durante o curso serão contratados pela empresa, que foi considerada este ano a melhor para se trabalhar no Brasil, segundo o instituto internacional Great Place to Work.

As aulas serão ministradas no Rio de Janeiro, de 2 a 6 de março, das 9h às 13h. Para concorrer a uma das vagas no curso basta cadastrar o currículo no site www.chemtech.com.br. As inscrições vão até a próxima quarta-feira, dia 18.

Esta é a segunda turma do curso. Na primeira, foram quatro profissionais contratados. Caso você se enquadre neste perfil é só se cadastrar no site.

Primeira turma formada pelo curso

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Light abre 90 vagas para pessoas com deficiência

Bianca Marotta - sexta-feira, 19 de setembro de 2008 - 14:03

A Light está recrutando 90 pessoas com deficiência para ocupar cargos na sua área administrativa, no Rio de Janeiro. O mais interessante das vagas oferecidas é que o funconário contratado terá incentivo da empresa para terminar o ensino médio. A jornada de trablho será dividida em 4 horas de expediente diário e 4 horas para término dos estudos.

Segundo o anúncio da Light, as vagas contam com benefícios e salarios compatíveis com o mercado. Os requisitos para concorrer as vagas são: possuir alguma deficiência e ser maior de 18 anos.

Para participar do processo de seleção, os interessados devem cadastrar seus currículos no banco de currículos da Light, no site www.light.com.br/web/tehome.asp

Boa sorte!

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Curso gratuito sobre desenvolvimento de sistemas WEB

Eduardo Camara - quinta-feira, 4 de setembro de 2008 - 18:35

Logotipo da Universidade Estácio de SáTaí uma notícia muito boa que recebemos semana passada: a Universidade Estácio de Sá, em parceria com a Riosoft, está oferecendo um curso gratuito sobre desenvolvimento de sistemas WEB para pessoas com deficiência motora. E não é um cursinho curto, não! No total serão 224 horas de curso, distribuídas em 56 aulas (4h/aula) ao longo de 28 semanas. Além disso, o curso será realizado em dois locais diferentes: no Campus da Estácio do centro da cidade (Av. Presidente Vargas, 642) e no do Norte Shopping, em Pilares.

Há algumas restrições para participar do curso, como ter uma deficiência e ser capaz de usar teclado, mouse e visualizar as informações na tela. Além disso, após uma palestra introdutória, será aplicada uma prova para avaliar os conhecimentos de cada um.

Mas se você quiser participar, não perca tempo! As inscrições terminam na próxima quarta-feira, dia 10 de setembro!

Maiores informações, inclusive sobre como fazer a inscrição, estão no endereço abaixo.

http://www.riosoft.softex.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=141&sid=30

Por último, gostaríamos de dar os parabéns à Estácio e à Riosoft pela iniciativa!

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A importância de sentir-se útil

Eduardo Camara - segunda-feira, 9 de junho de 2008 - 12:38

lupa ampliando palavra útil em dicionário onlineHá pouco mais de uma semana, duas alunas do curso de psicologia da PUC foram até a empresa onde trabalho para conversar comigo sobre como é meu dia a dia por lá, se eu tive dificuldades para conseguir emprego e mais outras questões relativas a trabalho e pessoas com deficiência.

Acabei falando muito – como de costume –, mas depois fiquei com a sensação de que poderia ter abordado melhor alguns assuntos.

Poderia, por exemplo, ter falado mais sobre como trabalhar foi importante para mim há 9 anos atrás. Na época eu era estagiário e também fazia alguns trabalhos como free-lancer, o que me rendia o suficiente para meus gastos do dia a dia, saídas e pequenas viagens. Quando me tornei cadeirante, naturalmente, tive que me afastar temporariamente do estágio. Um mês depois, quando mal tinha começado meu tratamento de reabilitação, me deram um ultimato: ou voltava pro estágio ou cortariam a bolsa. Como ainda não tinha condições de trabalhar, acabei perdendo aquela fonte de renda justamente no momento em que mais precisava dela.

O pior de tudo é que, como estagiário, eu deveria ter um seguro contra acidentes pessoais, mas meu contratante não o tinha feito. Acabei saindo com uma mão na frente e outra atrás. Pensei em entrar na justiça, mas como o estágio era na própria faculdade, no NCE/UFRJ, e ainda teria que freqüentar aqueles laboratórios durante alguns anos para me formar, decidi não comprar a briga e me tornar “inimigo”, até porque eu precisaria da boa vontade deles para que rampas e outras adaptações fossem feitas na faculdade. Arrependo-me amargamente, pois fiquei sem o seguro e o NCE não moveu uma palha para fazer as adaptações que eu precisava.

Mas voltando à época do começo da reabilitação, no início de 1999, eu estava fisicamente, emocionalmente e financeiramente dependente. Não era capaz sequer de sair sozinho da cama para cadeira, não fazia mais estágio e era incapaz de encontrar um rumo. Sentia-me um completo inútil.

A grande virada começou quando um amigo me indicou para um projeto como free-lancer. O cliente ficava em São Paulo, e eu poderia realizar todo trabalho a partir de casa, usando meu computador, o telefone e a Internet para me comunicar. Até as reuniões seriam virtuais. E teria também flexibilidade total de horários, o que era estritamente necessário por causa das aulas na faculdade e sessões de reabilitação. Bati um papo por telefone com o tal cliente e fechamos o projeto, que começou logo em seguida. O cliente nem sabia que eu usava cadeira de rodas e isso foi muito bom para mim. Eu tinha sido contratado por ser um profissional bem recomendado, e não simplesmente para ajudarem um “pobre jovem recém cadeirante e precisando de dinheiro”. Sim, fez toda diferença! O projeto durou meses e foi um sucesso, mas o melhor de tudo mesmo foi voltar a trabalhar, ser tratado como profissional, ganhar meu próprio dinheiro e me sentir útil. Foi um dos meus primeiros grandes passos para independência.

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Curta-metragem levanta discussão interessante

Bianca Marotta - terça-feira, 8 de abril de 2008 - 09:08

O vídeo abaixo foi produzido pela Disability Rights Commission (Comissão pelos direitos das pessoas com deficiência) do Reino Unido. Esbarrei com ele nas minhas "andanças" pela internet, justamente no dia em que escrevi esse outro post, o qual terminava comparando a deficiência física com outras deficiências mais "invisíveis". Coincidências da vida, o assunto do vídeo é justamente esse. Só não o publiquei na mesma hora, pois achei que uma versão legendada dele seria mais democrática.

Bom, agora que a versão com legendas está aí, me sinto mais à vontade para compartilhá-lo com vocês e, quem sabe, levantar mais uma discussão interessante. Divirtam-se! Ah, e comentem também!!!

. . .

Mais informações sobre a Disability Rights Commission (DRC) no site: http://www.equalityhumanrights.com. Não estranhem o fato do nome atual da comissão ser outro. A Equality and Human Rights Commission nada mais é do que a junção de outras duas comissões com a DRC.

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