Essa semana foi “braba”… O campeonato brasileiro se aproxima e estou dando aquele gás final e o tempo não tem colaborado. Está chovendo direto, e treinei dois dias na chuva. No terceiro, parti pro rolo. Vai que eu fico gripado?
E estou seguindo a planilha de treinos do meu carrasco treinador, o Fábio. Treinos intervalados, alternando ritmos leves, fortes e moderados. O leve, não preciso dizer que é uma delícia. No moderado, também dá para apreciar a paisagem, rodar bastante e ainda bater um papo se tiver alguém do lado. Mas na hora do forte, putz grila…
O treino forte é a hora do sofrimento. O coração batendo 170, 180 vezes por minutos, os braços doendo e você fazendo um esforço fodido para vencer o ar. Se der mole, ainda tem vento para atrapalhar. Mas o maldito é necessário para quem quer melhorar a performance, e nisso todos concordam.
Agora imaginem juntar treino forte, chuva e ventro contra? Você lá se matando e a bike não passa dos 25Km/h! Nessas horas, dá vontade de desistir e voltar para casa. Sentar no sofá, comer um doritos, beber coca-cola e ver um filme com a Bianca.
Mas para minha sorte tem um momento no treino em que o corpo começa a reagir. Deve ser a tal da endorfina, que dá uma sensação de prazer danado e estímulo para pedalar por mais um bom tempo. O sofrimento vai emboara e é só alegria
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