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Treinamento gratuito de AutoCad para profissionais com deficiência

Cris Costa - segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009 - 10:16

Ficamos sabendo, esta semana, que a Chemtech está oferecendo curso gratuito de AutoCad para profissionais com deficiência, com a possibilidade de contratação ao final. Quem quiser participar, precisa correr um pouquinho, pois as inscrições vão só até o próximo dia 18. Abaixo release da oportunidade. Boa sorte!

A Chemtech oferece 20 vagas para treinamento gratuito de AutoCAD para profissionais com deficiência que queiram atuar na área técnica de engenharia.O candidato precisa ter o segundo grau completo, familiaridade com o computador e desejo em trabalhar com softwares de engenharia.

Os alunos que mais se destacarem durante o curso serão contratados pela empresa, que foi considerada este ano a melhor para se trabalhar no Brasil, segundo o instituto internacional Great Place to Work.

As aulas serão ministradas no Rio de Janeiro, de 2 a 6 de março, das 9h às 13h. Para concorrer a uma das vagas no curso basta cadastrar o currículo no site www.chemtech.com.br. As inscrições vão até a próxima quarta-feira, dia 18.

Esta é a segunda turma do curso. Na primeira, foram quatro profissionais contratados. Caso você se enquadre neste perfil é só se cadastrar no site.

Primeira turma formada pelo curso

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Concurso Moda Inclusiva e concurso de fotografia

Bianca Marotta - domingo, 15 de fevereiro de 2009 - 10:54

Estão rolando dois concursos bacanas relativos à diversidade e inclusão, que achamos legal divulgar!

O primeiro deles é o Concurso de Moda Inclusiva que foi lançado no dia 17 de novembro de 2008, durante o evento Pense Moda, no Centro Brasileiro Britânico. Coordenado pela de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência e patrocinado pela Universidade Anhembi Morumbi, em parceria com Pense Moda, Vicunha e as principais faculdades de moda de São Paulo, o concurso abre espaço para estudantes de moda e estilismo empregarem seu talento e criatividade em roupas adequadas para a pessoa com deficiência.

As inscrições para o concurso Moda Inclusiva poderão ser feitas até o dia 27 de fevereiro de 2009, através do site da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência (www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br). Podem participar estudantes matriculados em qualquer instituição de ensino superior (ver no regulamento).

Estou curiosa sobre os resultados!

. . .

O segundo concurso é de fotografia. Organizado pela Secretaria do Depto. de Biologia Celular e Genética, Centro de Biocências, UFRN, o Concurso de Fotografia “A beleza da vida: diversidade e inclusão” é aberto para fotógrafos amadores e profissionais e tem como objetivo incentivar a arte da fotografia e sensibilizar e despertar um novo olhar sobre a diversidade humana e inclusão.

As inscrições podem ser feitas até o dia 03 de abril de 2009 e os resultados devem sair no final de abril. O regulamento completo está disponível no endereço: http://agenciainclusive.files.wordpress.com/2009/01/regulamento.jpg
Mais informações: http://www.cb.ufrn.br/cartaz-fotografia.pdf.

Boa sorte!

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Cadeirante lenda urbana

Bianca Marotta - sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009 - 09:05

Recebemos esta semana, dos leitores The Best e Cleiton, a dica do vídeo “Berão” de Renato Cabral. O curta metragem mostra Dilsinho, um cadeirante de bem com a vida, que costuma pegar “carona” nos ônibus de sua cidade. Por conta disso, ele mesmo diz que já virou uma lenda urbana.

Mas o mais irônico é que o ônibus da sua cidade é adaptado, ainda assim ele prefere se segurar no parachoque da traseira do ônibus e seguir assim viagem. Muitos o consideram um exemplo de vida pelo seu discurso alegre e bem humorado. Também acho que ele parece uma pessoa positiva, mas será que arriscar a vida pegando carona de cadeira de rodas na traseira de um ônibus pode ser um bom exemplo?

Que tal irmos para o Orkut discutir essa questão? Clique aqui e participe! 

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Apoteose – Show do Elton John

Cris Costa - quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009 - 12:10

Mais um show que eu esperava ansiosamente: Elton John. Já tinha comprado os ingressos no ano passado, logo que ficaram disponíveis. Mal via a hora de chegar o dia do show. Tanta empolgação foi por água abaixo, pois fiquei doente no dia, e não tinha como ir. Mas não podia deixar de escrever sobre o acesso ao local. Afinal já tem dois mega shows marcados para a Apoteose: Radiohead e Kiss (aff, olha o DNA gritando, só eu pra ver essas velharias, rs). Então, instrui meu boyfriend a observar tudo direitinho, fotografar e depois me contar cada detalhe pra que eu pudesse compartilhar com vocês.

O melhor jeito de se chegar à Apoteose é de carro. O acesso do metrô até a praça nem é tão ruim, porém a estação não possui elevadores na saída. Ir com o próprio carro não é uma boa idéia, pois há poucos estacionamentos por lá (ao lado do metrô Praça Onze) e você acaba ficando na mão dos flanelinhas. Acredito que a melhor forma maneira de se chegar lá seja de táxi ou com uma carona que leve e busque.

Tablado reservado para pessoas com deficiênciaA entrada é bem tranqüila, é tudo plano. Lá dentro colocaram um tablado mais alto, e, dependendo do ponto de vista, é bem localizado. Não fica muuuito longe do palco, e a visibilidade é boa. O único porém é que ele é instalado do lado esquerdo da pista. No caso do show do Elton John foi tranqüilo, pois ele fica desse lado do palco, não sei como seria em um show onde o artista fica zanzando de um lado para o outro, mas acredito que não tenha problemas. A boa notícia é que o palco fica bem em frente ao Bar, então não é necessário participar de nenhuma maratona pra se conseguir uma cervejinha (já que ninguém vai estar dirigindo, certo?) ou uma água.

Rampa de acesso ao tabladoA rampa do palco tem uma boa inclinação, bem tranqüila de subir e descer. Na hora da saída, pra quem for de táxi, pode demorar um pouco pra conseguir um. Se for possível marcar com antecedência, melhor, pois os amarelinhos são bastante disputados nessa hora. No mais é relaxar e curtir o show do seu ídolo ou banda. Ah sim, e rezar pra não chover!

  Pontos positivos:   Pontos negativos:

• Tablado montado na pista para pessoas com deficiência
• Rampa de acesso ao tablado com boa inclinação
• Boa localização do tablado em relação ao bar

• Local com poucos estacionamentos
• Tablado fica na lateral do palco


Avaliação: Regular
Avaliação do local: ótimo

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A tal “Praia Acessível”, funciona?

Eduardo Camara - terça-feira, 10 de fevereiro de 2009 - 15:31

Sempre que escuto falar sobre uma nova iniciativa de acessibilidade, fico com um pé atrás. Na maior parte das vezes, a intenção é ótima, mas a execução deixa a desejar. É o caso do banheiro universal, que ganhou até prêmio de design, mas que duvido funcionar na prática. E o projeto praia acessível?

A primeira iniciativa de tornar as praias do Rio acessíveis para pessoas com deficiência foi colocar esteiras de bambu em dois pontos da orla, um em Copacabana, e outro no Leblon. Teve até reportagem na televisão à época do lançamento, mas confesso que achei um bocado sem graça. Era uma meia dúzia de cadeirantes, todos vestidos, e parados em cima da esteira, no meio da areia escaldante e à léguas de distância da água. Na boa? Se fosse pra ficar desse jeito, seria bem melhor estacionar no calçadão mesmo, aproveitar a sombra de um quiosque e beber água de coco.

Esteira de bambus que leva até as barracas do Projeto

Cadeira de rodas anfíbiaEntão veio o projeto Praia Acessível, das ONGs Adaptsurf e Espaço Novo Ser, e eu fui lá conferir se a iniciativa e execução eram boas mesmo ou apenas a intenção. E não é que me surpreendi? O projeto está rolando no posto 11 do Leblon, onde já havia uma esteira, mas agora ela termina em uma tenda com bastante sombra. E se você quiser ir à água, não depende mais do colinho dos fortões da praia, pois há duas cadeiras anfíbias (em breve serão quatro!) que circulam com facilidade pela areia fofa e bóiam dentro d´água. Tudo isso acompanhado pelo pessoal da Adaptsurf e da ONG Novo Ser, para garantir que as coisas sejam feitas com a devida segurança.

Esteira de bambus

E sabem o que é curioso? A esteira de bambu está sendo usada por MUITA gente que não quer queimar os pés na areia quente. Por um lado isso é bom, pois mostra que as adaptações não favorecem apenas quem tem deficiência. O lado ruim é que a esteira é frágil e acaba quebrando com o alto tráfego de pessoas e carrinhos cheios de mercadoria dos barraqueiros. Bem que podíamos ter uma solução que atendesse à todos, né?

Mas no geral, posso dizer que a estrutura montada funciona muito bem e torço para que o projeto cresça e seja expandido para novos pontos da orla!

Projeto Praia Acessível
Onde: Leblon – Posto 11
Quando: todos os domingos até o final de abril, das 08 às 14h

Outras informações:

ADAPTSURF – Integração, Acessibilidade e Preservação
Site: www.adaptsurf.org.br ▪ E-mail: contato@adaptsurf.org
Representante – Luiz Phelipe Nobre – (21) 9305 7707

ESPAÇO NOVO SER – Acessibilidade Plena e Inclusão Social
Site: www.novoser.org.br ▪ E-mail: novoser@novoser.org
Representante – Nena Gonzalez – (21) 8591-6858

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O gênio da lâmpada e eu

Bianca Marotta - segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009 - 09:58

lamparinaEstávamos, Dado e eu assistindo a um programa de tv daqueles onde vários casais têm seu relacionamento posto à prova através de perguntas. Os homens tinham saído do palco e o apresentador, entre outras coisas, perguntou às mulheres qual seria o pedido de cada uma delas, caso se deparassem com um gênio da lâmpada. Depois os homens voltavam à cena e tinham que adivinhar qual tinha sido a resposta de suas esposas.

Entrando na brincadeira, o Dado me perguntou qual seria meu pedido a um gênio da lâmpada. Naturalmente olhei pra ele e respondi que, como estamos em fase de obras no apartamento que acabamos de comprar, desejaria que ele estivesse pronto pra morar amanhã mesmo.

Estranhei a cara de surpresa que ele fez. Rindo, ele olhou pra mim e disse: “Achei que você fosse pedir para que eu voltasse a andar”.

Em uma fração de segundos me senti totalmente desconcertada. Como diabos eu não tinha pensado nisso??? Como pude me esquecer desse detalhe?!

E a resposta é justamente essa. Eu me esqueci que ele é cadeirante. Esqueci que ele não anda, que não pode subir escadas, andar de bicicleta, jogar futebol, sapatear, ir a lugares de difícil acesso. Esqueci, da mesma forma como esqueço desse detalhe todos os dias, pois pra mim, ele não faz a menor diferença.

E de repente me peguei pensando como seria a nossa vida se ele voltasse a andar. Só então me dei conta de que faria, sim, uma enorme diferença. Nossa vida precisaria ser toda repensada, teríamos que nos readaptar à nova situação. Da mesma forma que me adaptei à situação atual e da mesma forma que o ser humano se adapta sempre que é confrontado com mudanças, pequenas ou grandes.

Ainda assim, ele me lembrou: “Olha, se você um dia se deparar com um gênio da lâmpada, não se esquece de pedir pra eu voltar a andar, tá?”

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Praia acessível no Leblon

Eduardo Camara - sábado, 7 de fevereiro de 2009 - 18:18

logomarca do projeto praia acessívelGalera, meio em cima da hora, mas ainda dá tempo: amanhã (domingo, 07/01), a partir das 8h da manhã, vai rolar o lançamento do projeto Praia Acessível, no Leblon, na altura do posto 11.

Finalmente o Rio vai ter uma praia acessível, com direito a rampa, esteira de bambu para rodar com a cadeira até perto da água, cadeira de rodas anfíbia (oba!), surf adaptado e outras atividades. É isso aí, durante todos os domingos até o final de abril, o local contará com profissionais especializados e voluntários orientando as atividades das 9 às 17h. Apareçam!

Outras informações:

ADAPTSURF – Integração, Acessibilidade e Preservação
Site: www.adaptsurf.org.br ▪ E-mail: contato@adaptsurf.org
Representante – Luiz Phelipe Nobre – (21) 9305 7707 

ESPAÇO NOVO SER – Acessibilidade Plena e Inclusão Social
Site: www.novoser.org.br ▪ E-mail: novoser@novoser.org
Representante – Nena Gonzalez – (21) 8591-6858

 

 

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Hotel Villa Bella – Relato de uma leitora

Eduardo Camara - sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009 - 19:15

Nossa Leitora Andréa Carreiro visitou o Hotel Villa Bella, em Gramado, e nos mandou um relato sobre o local. Para quem não lembra, o Villa Bella já foi assunto de um texto aqui do blog e é um hotel que fez grandes investimentos em acessibilidade. Abaixo está o texto, com informações recentes direto de Gramado. Obrigado, Andréa!

Olá, Amigos do Mão na Roda!

Gostaria de compartilhar com vocês algumas informações. Estive recentemente de férias em Gramado e aproveitei para visitar o Hotel Vilabella, que vocês já citaram no blog. Tenho uma enteada cadeirante e estou sempre de olho na acessibilidade dos locais que visitamos. Em uma próxima oportunidade pretendemos voltar com as crianças à Serra Gaúcha e já aproveitei a oportunidade pra estudar o local.

Fomos super bem recebidos pelo funcionário Mauri, que nos mostrou as dependências do hotel. O local é totalmente adaptado para cadeirantes ou pessoas com outras deficiências motoras: restaurante, quartos, piscina, tudo acessível por rampas e elevadores que levam a todos os andares e te deixam praticamente à beira da piscina aquecida. Aliás, a piscina é um luxo: tem uma cadeirinha-elevador que te deixa dentro d’água!

Nos quartos as camas são king size, os banheiros são muito espaçosos, com barras. Só achei o quarto um pouco apertado para um casal com duas crianças, a opção da cama adicional não deixaria muito espaço de circulação para a cadeira. A solução é reservar dois quartos separados.

O hotel está localizado na avenida que liga Gramado a Canela, à beira do Vale do Quilombo (visual lindo!!). Mas não tem problema: o hotel tem uma van que leva e traz os hóspedes do centro de Gramado, em horários pré-determinados. Além disso, praticamente todas as principais lojas e restaurantes mantêm serviço de transporte, é só ligar e solicitar. No nosso grupo havia um casal com um bebê e não houve dificuldade em levar o carrinho para os passeios. Acho que isso vale também para cadeiras de
rodas. O povo local é muito solícito e ajuda no que for preciso, afinal a cidade é eminentemente turística, eles vivem disso!

Percebi também que as ruas e estabelecimentos da cidade estão bem adaptados, com calçadas largas e rampas pra todo lado. Curiosidade: na cidade não há sinais de trânsito. Vai atravessar a rua? É só por o pezinho (ou a roda) na faixa de pedestres que os carros param na hora!

O ponto negativo (é, eles existem…) fica por conta da própria geografia da região: é serra, tem umas ladeirinhas chatas, morros a subir e descer… No Parque do Caracol o caminho é de terra e pedregulhos, sacoleja um pouco, mas tem rampa pra chegar ao mirante. No Teleférico fica mais complicado: as cadeirinhas não param pra você embarcar e os mirantes mais bonitos só são acessíveis por escadas ou caminhos por dentro da mata. Pra construir rampas teriam que sacrificar muita vegetação, botar muita mata
abaixo. Uma pena, pois considero um dos passeios mais bonitos pra se fazer lá. Fazer o quê, né?

Mas, no geral, Gramado é um lugar lindo para visitar. Sem contar com os chocolates, comida típica, vinhos, etc.

Abraço,
Andréa Carreiro

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Sítio Meio do Mato – Ilha de Guaratiba

Bianca Marotta - terça-feira, 3 de fevereiro de 2009 - 10:37

Apesar de não ter a menor vontade de me vestir de branco e subir o altar, adoooooro casamentos! São festas sempre muito alegres, onde os anfitriões estão realizando um sonho de vida. Por conta disso, é muito raro você ir a um casamento onde o clima não seja bom. 

Ambientes no mesmo nível

Quando minha amiga Giselle me convidou para o seu casamento, fiquei duplamente feliz. Primeiro porque ela e seu noivo são pessoas maravilhosas e adoraria estar presente nesse dia especial, segundo pela preocupação que ela teve vir me perguntar se haveria algum problema para o Dado atravessar uma trilhazinha de terra para chegar ao local da festa, que era todo plano e sem escadas. “Problema nenhum! Se não tem degraus ou escadas, tá ótimo”, respondi. Não deixava de ser verdade, mas o velho pé atrás com as questões de acessibilidade sempre fica até o momento em que pisamos nos estabelecimentos. E lá fomos nós para o Sítio Meio do Mato, em Ilha de Guaratiba, festejar o casamento de Giselle e Fernando.

O local possui estacionamento próprio e o tal caminho de terra ficava entre o estacionamento e os salões, onde aconteceria a cerimônia e a festa. Mas assim que souberam que o Dado era cadeirante, os seguranças do local nos deixaram chegar com o carro até bem perto dos salões e se dispuseram a estacioná-lo para nós depois. Se conseguissem fazer um caminho pavimentado e mantendo o estilo do local (sim, é possível!), seria perfeito!

Rampa de acessoComo minha amiga anunciara, todos os ambientes da casa de festas, que é linda de morrer, ficam no mesmo plano. Apenas um degrau os separa do gramado em volta, e depois ainda descobrimos que existe uma rampa de acesso entre o caminho de terra e os ambientes. Mais um ponto positivo pra eles. Bebida vai, conversa vem, resolvi dar uma olhada nos banheiros. Qual não foi minha surpresa ao perceber que tanto o banheiro feminino quanto o masculino possuíam cabines adaptadas, bastante espaçosas, com barras de apoio (um pouco altas) e pia vazada embaixo. Pronto! Foi o suficiente pra me fazer procurar a promotora do local, Rosi Medeiros, falar sobre nosso blog e pedir autorização para fotografarmos e escrevermos sobre o espaço.

Banheiro adaptado no local

A festa foi linda, os noivos eram maravilhosos, a produção estava impecável e nossos amigos são muito engraçados. Mas tudo isso ficou ainda melhor a partir do momento em que não precisamos mais nos preocupar com nenhuma questão de acessibilidade. Ah, se todos os empresários entendessem isso…

Ah, sim! Nossa avaliação do local foi boa!

  Pontos positivos:   Pontos negativos:

• Banheiro adaptado 
• Todos os ambientes no mesmo nível
• Estacionamento no local
• Mesas com altura adequada e espaço para cadeira de rodas

• Caminho entre o estacionamento e os salões
• Falta de vagas reservadas no estacionamento
• Barras de apoio um pouco altas na cabine adaptada


Avaliação: Bom
Avaliação do local: ótimo

 . . .

Sítio Meio do Mato
Estrada da Ilha, 800
Ilha de Guaratiba – RJ
http://www.meiodomato.com.br/

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Mão na Roda no Orkut

Bianca Marotta - segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009 - 09:08

Logo do OrkutComo falamos há alguns posts atrás, continuamos com vontade de transformar nosso blog em algo mais. Foi pensando nisso que criamos também uma comunidade no Orkut!

Mas todo mundo sabe que comunidade que é comunidade só funciona quando é atualizada, conhecida e possui participantes. Resolvemos, então, que é chegada a hora de botar um gás nela!

Pra iniciar nossas discussões por lá, escolhemos um tema sugerido pela nossa leitora Valérie, que, navegando pela internet, se deparou com uma campanha publicitária realizada para a ParaQuad – instituição de caridade australiana voltada para a reabilitação de lesados medulares. O objetivo da campanha era mostrar para os australianos que bebida e direção não combinam e que podem resultar em graves acidentes. Até aí, tudo bem. Conhecemos várias campanhas com esse objetivo.

Rodas de papelão em cadeira de bar - campanha publicitáriaO que achamos que pode ter sido um pouco infeliz, foi a forma como a campanha foi realizada. A agência contratada, decidiu transformar cadeiras de bar em cadeiras de roda, colando rodas de papelão nas laterais de cada assento. Original? Realmente. Concordamos. Mas será que dizer que acidentes provocados por uso excessivo de bebidas te levam ao trágico fim de viver sobre uma cadeira de rodas não colabora com o preconceito? O que você acha?

Pois bem, quem quiser participar dessa discussão, clique aqui e solte o verbo na nossa comunidade. E quem quiser colaborar com temas para discussão, basta criar os tópicos por lá!

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