Nickolas Marcon - segunda-feira, 26 de julho de 2010 - 08:59
Lembram do Rio Plaza Shopping? Pois é, aquele shopping em que estava parado o elevador que dava acesso entre os níveis de estacionamento e o nível das lojas? Que o blog entrou em contato com a administração e com vários restaurentes do shopping? E que depois um leitor ainda nos revelou a verdade dos fatos?
Para quem não lembra da história, já fizemos dois posts a respeito:
Botando a boca no trombone
Botando a boca no trombone 2 – o barulho continua…
A última notícia que tivemos era de que o elevador estaria pronto até o final de março/2010. Passados mais de quatro meses, nada mudou. Aliás, mudou sim. Há um tapume enorme no lugar do finado elevador, cobrindo inclusive uma das vagas de estacionamento que eram reservadas (que logicamente não foi demarcada em outro lugar). Reparem na foto: além de não disponibilizarem o equipamento, ainda tentaram reverter em publicidade passando a imagem de uma administração preocupada com a acessibilidade. Isso seria ótimo se o equipamento não estivesse parado há exatamente UM ANO.
Liguei para a administração do shopping perguntando novamente sobre o elevador:
- Rio Plaza Shopping, boa tarde…
- Por favor, o elevador para acesso ao estacionamento já está funcionando?
- Não senhor.
- No começo do ano me informaram que ele ficaria pronto no mês de março, mas até agora nada. Vocês têm alguma previsão de quando ele estará pronto?
(silêncio sepulcral)
- Bem… na verdade…
(mais um minuto de silêncio em memória do elevador)
- Não temos previsão, senhor…
Infelizmente, esse caso parece ser mais um exemplo de obra de acessibilidade que foi feita para conseguir a liberação da prefeitura (alvará) e cuja solução do problema ainda vai rolar por muito tempo…
Eduardo Camara - quinta-feira, 22 de julho de 2010 - 13:23

Um dos maiores problemas de quem se torna cadeirante de um dia pro outro é a volta para casa. E não tô falando de encarar as ruas inacessíveis não, estou falando de encarar o lugar onde moramos! Hospitais e centros de reabilitação geralmente são bem adaptados, têm rampas e portas largas, ao contrário da maioria das casas e apartamentos.
Comigo não foi diferente e, quando voltei do hospital para casa, foi um caos! Para entrar e sair do prédio tinha que ser carregado vários degraus acima e abaixo. Minha cadeira não entrava no banheiro e mesmo com a cadeira de banho não conseguia entrar no box. Solução? Tomar banho, durante 6 meses, no meio do banheiro, com uma mangueira ligada na pia, molhando tudo, e totalmente dependente de outras pessoas. Imaginem o trabalhão que dava para tomar um banhozinho simples…
Depois de 6 meses, conseguimos nos mudar para um prédio com apenas um degrau na entrada. Já conseguia entrar e sair do prédio sem mobilizar meia dúzia de pessoas. Para melhorar, comprei uma cadeira de banho com rodas grandes, mas estreita o suficiente para conseguir entrar no banheiro de serviço do apartamento. Pela primeira vez em mais de 6 meses consegui tomar um banho sozinho, e como curti aquele momento! Lembro-me até hoje da água batendo no rosto e da porta do banheiro fechada. Pode parecer bobo para quem não vivenciou, mas aquilo foi uma enorme conquista!
Como o apartamento era alugado, não foi possível alargar a porta do banheiro social. E como não dava para “pular” para cadeira de banho toda vez que tivesse que fazer xixi, a saída foi utilizar a velha garrafinha e o tanque da área de serviço. Também era por lá que eu lavava o rosto, fazia a barba e escovava os dentes. Tudo isso durou pelo menos uns quatro anos. Intimidade quase zero… Dureza, né?
Depois desse tempo todo, arrumei um par de dobradiças offset e finalmente consegui entrar no banheiro social com a minha cadeira! O banho continuava sendo no banheiro de serviço, mas agora eu já fazia o número 2 e todo o resto no banheiro social. Tudo bem que o espaço era apertadíssimo e minha cadeira mal cabia lá dentro. Para usar a pia, tinha que me contorcer todo e para acessar o vaso usava meus dotes de ginasta, mas foi mais um passo adiante e tive aquela sensação boa de me sentir mais “gente” depois de 5 anos como cadeirante.
Ainda não era o ideal. Queria mesmo era um banheirão adaptado, portas largas e tudo mais que eu tinha direito! Mas isso ficaria pra depois. Reformar um apê alugado estava fora dos nossos planos…
(continua)
Cristal Bittencourt - segunda-feira, 5 de julho de 2010 - 16:04

Foto extraída de wikimedia - clique na foto para ver a original
Nossa leitora Cristal Bittencourt esteve na Praia do Forte na Bahia e nos enviou suas impressões de lá. Valeu, Cristal!!
“Mandei um tweet pra vocês perguntando se tinham interesse em ver umas fotos de Praia do Forte, aparentemente totalmente acessível, e como a resposta foi positiva, cá estou! Digo aparentemente porque sou andante, e não tenho nenhum problema de locomoção, então não posso ter certeza se a vila de Praia do Forte supre, ou não, as necessidades de um cadeirante.
No entanto, no fim de semana em que estive lá, cruzei com dois cadeirantes que, a meu ver, aproveitavam a vila sem maiores problemas. Um senhor, sozinho, de cadeira motorizada e uma moça de cadeira normal sendo guiada pelo namorado.

O estacionamento fica em frente à entrada da vila, sem caminho de barro ou qualquer inconveniente do tipo. É lá também que param os ônibus e vans.
A cidade é cheia de hotéis e pousadas, a maioria razoavelmente cara. A pousada que eu fiquei, mais barata, não tinha acessibilidade e ainda era um pouco mais distante. Mas no centro da vila há várias opções mais caras, e um dos hotéis tinha aquele símbolo da cadeira, o que acredito que seja a indicação de quartos acessíveis. Ou estou errada?

A vila toda é praticamente um caminho só, e todas as lojas, restaurantes e pousadas são normalmente no nível da rua. E, quando não é, a grande maioria tem rampas. É bem raro ver degraus por lá. No final da vila, há o Projeto Tamar (que eu acabei não indo nem obtendo qualquer informação graças à chuva) e a praia. Praia, areia, claro, inacessível… Pelo menos até Luciana de ‘Viver a Vida’ chegar lá! rs Mas, antes de efetivamente a praia começar, de frente pro mar, há um espaço razoavelmente grande, com três barracas de praia, e chão de madeira. Ou seja, dá pra ir da vila até essas barracas de frente pro mar sem problemas. Por culpa da chuva, não tirei foto.


Resumindo: o problema é só se chover! A cidade fica inabitável para pés e rodas!
Espero ter dado uma boa dica, um beijo. ”
Observações do Nickolas: “Já fui na Praia do Forte há algum tempo atrás (acho que 2005), quando nem havia o blog.
Não tive nenhum problema para circular pela vila. Todos os lugares são no nível da rua. Algumas lojas tem um degrau na entrada, mas é uma minoria. Talvez já tenham até retirado. Havia vaga reservada no estacionamento e consegui usar o banheiro em um restaurante que parei para almoçar. Não cheguei a ir até o projeto Tamar.”
Nota da blogueira Bianca: O projeto Tamar, pelas fotos que encontrei na internet, não me pareceu acessível, pois é todo sobre areia da praia. Não me lembro se existem trilhas lá dentro (eu também já estive lá, há milênios).
Segundo nossa leitora e colaboradora Maria Paula Teperino o chão do Projeto Tamar é de cimento com uma camada fina de areia por cima (para compor o ambiente). Por conta disso, é possível circular com cadeiras de rodas no local. Abaixo fotos enviadas por ela:

Chão do Projeto Tamar - cimento coberto por areia

Se alguém tiver mais alguma informação sobre acessibilidade da praia, da vila ou do projeto Tamar, comente!
Bianca Marotta - segunda-feira, 21 de junho de 2010 - 16:34
De uns tempos pra cá, por motivos óbvios, passei a me interessar por acessibilidade na web. Primeiro porque trabalho com webdesign e segundo porque escrevo no Mão na Roda. :)
Foi assim que passei a fazer parte da lista de discussões da Acesso Digital (muito boa pra quem se interessa pelo tema) e tive acesso a vários textos interessantes que brotavam de nossas trocas de email. Resolvi transcrever um deles aqui no blog, pois o que começou como resposta a uma discussão sobre acessibilidade web se transformou numa ótima observação sobre a interação “pessoas com deficiência x pessoas sem deficiência”.
O texto é do nosso amigo MAQ, que é cego e autor do blog Bengala Legal e do site Acessibilidade Legal. Valeu MAQ!
“O grande problema dos arquitetos de informação atualmente é definir quem seja público alvo. Como os empresários, em geral, não sabem que pessoas com deficiência existem, elas nunca estão no público alvo dos arquitetos. É a mesma coisa que acontece com as mulheres em relação aos cegos. Como nós não vemos, imaginam que somos a salvação da lavoura ou, por outro lado, que não somos nada. É essa falta de aproximação entre pessoas com deficiência e pessoas sem deficiência que cria o preconceito. Essa distância abre espaço para todo tipo de imaginação. Imaginam como somos, o que fazemos, como vivemos etc.
Quando eu estava recém cego, com 21/22 anos, estudava na PUC-Rio e as mulheres me perguntavam quem me dava banho (eu sempre respondia que eram voluntárias) e se eu era virgem… E eu só acabei com a minha fictícia virgindade quando não dava mais para esconder a verdade, pois casei, mesmo assim, muitos tinham dúvidas! (risos).
Esse estigma da deficiência, seja de uma cadeira de rodas, de uma bengala, de um aparelho auditivo, seja o que for, faz com que sejamos “desconhecidos” e as pessoas acabam criando “o mundo do cego”, “o mundo do surdo”, menos um pouco, “o mundo do cadeirante”. Como se não sentássemos nas mesmas cadeiras, não comêssemos as mesmas comidas, não praticássemos as mesmas coisas… Fôssemos todos “espirituais”.
Certa vez uma garota na faculdade me disse que o legal de um cego é que nós víamos o caráter de uma mulher, sua espiritualidade, sua cultura, bondade etc… E ela ficou chocada quando eu disse que tudo isso era legal, mas que era melhor ainda quando vinha acompanhado de pernas grossas, seios médios, boca carnuda e um traseiro que não desse para apalpar de uma só vez.
As pessoas tiram a nossa sexualidade com uma facilidade incrível e ficam chocadas quando a mostramos. Portanto, lemos livros, assistimos televisão, temos carros, moramos em apartamentos alugados ou nossos, assinamos contratos e tantas coisas… Que até navegamos na internet quando deixam! (risos). Tinha de ter uma conclusão com acessibilidade web, né?
Abraços off topic do MAQ.”
Bianca Marotta - segunda-feira, 10 de maio de 2010 - 13:57
Semana passada estive no tal do Espaço Rio Sul, uma nova casa de shows/teatro que fica no estacionamento G3 do Shopping Rio Sul. Fui assistir ao tão comentado show “Beatles num Céu de Diamantes”, mas sobre o qual não vou falar aqui. Meu post será sobre o local.
O local já começa com a vantagem de ficar dentro de um Shopping. Ou seja, vagas reservadas presentes e banheiro adaptado, sem falar nos elevadores. Mas sobre esses eu tenho uma enorme queixa: são poucos e a quantidade de visitantes preguiçosos que não precisam deles, mas usam, é enorme. Isso significa que você poderá esperar uns bons 10 minutos para conseguir ir de um andar ao outro. Então sugiro que, se for de carro, deixe-o no piso G3 que você já estará no andar do show. As vagas reservadas ficam a 10m de distância da entrada.
Apesar da cara de improviso (juro, gente, a impressão que dá é que estão testando a idéia, pra ver se investem num teatro de verdade), logo de cara encontrei rampas que levam até a arquibancada, na qual você também não encontra degraus.

Como o Dado não foi comigo dessa vez, então não consegui descobrir onde fica o espaço reservado para cadeirantes, mas liguei para o local e me informaram que ele existe e que o preço é o mesmo. Vale verificar s a localização desse espaço é boa ou não.

Reparei também que as poltronas são soltas (na verdade são cadeiras de escritório, daquelas com braços e bem grandes, que só o chefe tem), então pensei na opção do cadeirante comprar um lugar junto ao corredor e pedir para que a poltrona seja retirada do local para que entre com sua cadeira de rodas. Mas como tive essa idéia agora e não a coloquei em prática, é bom pedir essa informação no ato da compra.
Os ingressos podem ser comprados no local entre 13 e 21h ou pela ticketronic.
. . .
Espaço Rio Sul Cultura e Entretenimento
Shopping Rio Sul
Rua Lauro Muller, 116 – Piso G3
Tel: (21) 3527-7257
Bianca Marotta - segunda-feira, 12 de abril de 2010 - 10:50
Nossa leitora Brunna Melazzo nos presenteou com uma bela visita e muitas fotos do Praia Clube de Uberlândia, que é bastante acessível, como vocês podem ver nas fotos no final deste post.
Segundo ela o “clube é muuuuuiiiitttoooooo grande” e por isso não conseguiu tirar foto de tudo, mas além do que vocês podem ver abaixo, ela destaca também as trilhas calçadas em toda a área do clube, inclusive na beira do rio, os banheiros que possuem, pelo menos, uma cabine adaptada e o vestiário próximo às quadras de esportes, onde há adaptação para banho.
O clube é cortado por um rio e há duas pontes ligando seus dois lados. Uma delas possui um deck com acesso que pode ser feito tanto por escadas quanto por rampas. Brunna conta também que o parque aquático infantil possui três níveis, mas somente o do meio tem acesso a cadeirantes. Já as quadras de tênis e vestiários são adaptadas.
Segundo Brunna, não se pode dizer que 100% da área do clube é adaptada, mas uns 95% sim. Algumas rampas, como as de acesso às piscinas do Complexo Cidade Jardim, por exemplo, são muito íngremes.
Detalhes de outros ambientes do Praia Clube de Uberlândia, vocês podem ver nas fotos abaixo.
Super obrigada, Brunna! A equipe do Mão na Roda e todos os seus leitores, agradecem!
E fica a pergunta: por que todos os clubes não fazem o mesmo?

Vagas reservadas no estacionamento

Portão de entrada para pessoas com deficiência ao lado da roleta

Rampa de acesso ao restaurante da piscina olímpica

Rampa de acesso ao restaurante da piscina olímpica - vista da piscina

Rampas de acesso à piscina olímpica

Rampinhas de acesso à lanchonete de sorvetes e picolés

Brinquedos com rampas no parque infantil

Vias alfaltadas no parque infantil

Rampa de acesso ao vestiário

Porta com alavanca para banheiro adaptado e banheiro adaptado

Chuveiro do vestiário com banco de parede
Nickolas Marcon - domingo, 28 de março de 2010 - 21:34
Outra notícia fresquinha do blog: conforme já havíamos comentado num post anterior sobre ônibus, os cadeirantes que dependem de transporte coletivo estão em sérios apuros.
Acabou de ser exibida no programa Fantástico, da Rede Globo, uma reportagem em que pessoas testavam o serviço dos ônibus adaptados para cadeirantes em 5 capitais do Brasil. O resultado já era esperado: apesar de haver veículos adaptados em circulação, o serviço ainda está muito aquém do desejado para que os cadeirantes tenham seu direito de ir e vir respeitado como os demais usuários.
O primeiro problema é o número de veículos adaptados. Na maioria das cidades são poucos, fazendo com que a demora entre a passagem de ônibus adaptados seja muito grande, um tempo que pode passar de uma hora.
O segundo problema destacado também não supreendeu. Como a maior parte dos ônibus são fabricados sobre CARROÇArias de caminhões, de projeto antigo e inadequado para uso no trasnporte coletivo, a solução para acessibilidade é a colocação de elevadores. Acontece que esses elevadores não tem manutenção adequada e nem é dado treinamento aos funcionários dos ônibus para operá-los, provocando demora no embarque - isso quando ele acontece - e deixando muitos usuários cadeirantes constrangidos com a situação. Em 3 cidades exibidas cujos ônibus usavam elevadores – Rio de Janeiro, São Luís e Goiânia – nenhum funcionou adequadamente na primeira tentativa.
Então, qual é a solução? Quanto mais simples for a adaptação, melhor. Em Porto Alegre e São Paulo os ônibus adaptados também demoraram para aparecer. Nenhuma surpresa. Só que os veículos exibidos usavam chassi mais moderno, com piso rebaixado. Já vi esse tipo de solução em outras cidades também. Dessa forma, basta colocar uma rampa dobrável, cuja parte mais sofisticada é… uma dobradiça! O ônibus encosta ao lado da guia, o cobrador baixa a rampa até a calçada e pronto. O cadeirante sobe pela rampa e depois é só recolhê-la manualmente. A operação dura poucos segundos.

Esse tipo de ônibus com piso baixo é melhor também para todos os usuários “andantes”, pois não tem escada na entrada, apenas um degrau. A foto acima já apareceu em um post anterior sobre Santiago e mostra um ônibus com piso baixo e rampa de acesso. Também já mostramos esse tipo de ônibus num post sobre Paris.
Fica a pergunta para os leitores responderem: se é possível simplificar, por que fazer da forma mais cara e complicada???
…
Nota dos autores do Mão na Roda: esse é o nosso 4oo° post! Uhu!!! \o/
Eduardo Camara - quinta-feira, 25 de março de 2010 - 17:27
Já fizemos a lista de táxis acessíveis do Brasil, e agora montamos uma dos motéis adaptados para cadeirantes! A lista ainda é pequena, mas com a ajuda de VOCÊS, ela pode ficar beeeem maior.
Então, galera, compartilhem o que vocês sabem e dêem as dicas. E se já visitaram algum dos motéis da lista abaixo, comentem sobre ele também!
Agradecimento especial para Toninho, Brunna , Tatiana, Sheila e Dr. Thiago pelas dicas!
Atualização em 05/06/2010: Sete novos motéis em Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, São Paulo e Distrito Federal!
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BA – Salvador
Motel Scala
Site: www.motelscala.com.br
Endereço: 1ª Travessa da Avenida Frederico Pontes, 62 – Comércio
Tel: (71) 3416-5000
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DF – Brasília
Afrodite
Site: www.guiademoteis.com.br/centro-oeste/distrito-federal/moteis/Motel-Afrodite
Endereço: R. CSG 10, Lote 10 e 11 – Taguatinga Sul
Tel: (61) 3356-7100/ 3356-8833
Altana
Site: www.altanamotel.com.br
E-mail: faleconosco@altanamotel.com.br
Endereço: Rod. DF-003, 2 – Setor de Postos e Motéis – Largo Norte
Tel: (61) 3302-3005
Obs: Possui uma suíte “Especial” adaptada
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MG – Belo Horizonte
Due
Site: http://www.guiademoteis.com.br/minas-gerais/grande-bh/moteis/due-motel/suites/Apto-Especial
Endereço: Av. José Cândido da Silveira , 3500 – Cidade Nova
Tel: (31) 3487-9701
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MG – Uberlândia
Topas
Site: www.topasmotel.com.br
E-mail: topas@topasmotel.com.br
Endereço:
Tel: (34) 3238-2000
Obs: tem duas suítes adaptadas
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MT – Cuiabá
Eros
Site: www.erosmotelmt.com.br
E-mail: contato@erosmotelmt.com.br
Endereço: Av. República do Líbano, 1520, Jd. Bom Clima
Tel: (65) 3631-4995
Obs: tem uma suíte “3 estrelas” adaptada
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PE – Olinda
Fidji
Site: www.fidjimotel.com.br
E-mail: contato@fidjimotel.com.br
Endereço: Av. Pan Nordestina, 1.300 – Varadouro
Tel: (81) 3429-0304
Obs: Fotos da suíte adaptada
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RJ – Rio de Janeiro
Dunas
Fotos do apartamento luxo adaptado
Endereço: Av. das Américas, 2211 – Barra da Tijuca
Tel: (21) 2494-3939
Rosa da Vila
Site: www.rosadavila.com.br
Endereço: Av. Marechal Rondon, 2.221 – Sampaio
Tel: (21) 2501-4096
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RS – Cachoeirinha
Sahara
Site: http://www.verdespassaros.com.br/motel_sahara/index.htm
Endereço: R. Rio Branco, 880 – Ponta Porã
Tel: (051) 3471-4080
Obs: Fotos da suíte adaptada
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RS – Farroupilha
Aquarius
Site: www.motelaquarius.com (Fotos da suíte adaptada)
E-mail: contato@motelaquarius.com
Endereço: RS 122, Km 64. Entre Caxias do Sul-RS e Farroupilha-RS
Tel: (54) 3206-1434
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RS – Porto Alegre
Alpes
Site: http://www.verdespassaros.com.br/motel_dos_alpes/index.htm
Endereço: Av. Oscar Pereira, 3923 – Glória
Tel: (051) 3339-1399
Obs: Possui um apartamento standard adaptado
Bali
Site: www.motelbali.com.br
E-mail: contato@motelbali.com.br
Endereço: R. Dona Alzira, 710 – Sarandi
Tel: (51) 3340-3200
Obs: Fotos da suíte adaptada
Vis à Vis
Site: www.moteisvisavis.com.br
Endereço: Av. do Forte, 235 – Cristo Redentor
Tel: (051) 3344-0099
Obs: Possui uma suíte “Internacional” adaptada
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SP – Barueri
Riviera
Site: www.motelriviera.com.br
Endereço: Rod. Castelo Branco, km 20 – Jd Santa Cecília
Tel: (011) 4191-1472
Obs: Tem uma suíte “Grega” adaptada
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SP – Bauru
Oásis
Site: www.moteloasisbauru.com.br
E-mail: comunicacao@moteloasisbauru.com.br
Endereço: Rodovia Bauru-Piratininga, Km 5,3 (Continuação da Av. Castelo Branco)
Tel: (14) 3236-2939 / 3236-6053
. . . . .
SP – São Bernardo do Campo
Impulse
Fotos: http://www.guiademoteis.com.br/sao-paulo/abc/moteis/motel-impulse/suites/Luxo
Endereço: Rod. Anchieta, Km 17,5 (sentido litoral) – Jordanópolis
(11) 4337-8001 / 4337-8008
. . . . .
SP – São Paulo
Swing
Site: www.swingmotel.com.br
E-mail: swing@swingmotel.com.br
Endereço: Av. Duquesa de Goiás, 430 – Real Parque
Tel: (11) 3758-3324
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SP – Sorocaba
Lual
Site: www.lualmotel.com.br
Endereço: Rodovia Castelinho, Km 10 (antes do pedágio)
Tel: (15) 3225.4262
. . . . .
Confira também a lista de motéis acessíveis do site Guia de Motéis!
Cris Costa - quinta-feira, 11 de março de 2010 - 14:04
“Ah, é só um degrauzinho, é tranquilo!” Aí você chega no local encontra uns cinco degraus e é ruim de circular. Quem nunca passou por uma situação dessas, que suba uma escadaria!
É bem comum as pessoas acharem que um degrau e um lance de escadas é a mesma coisa. Até seria, se todos tivessem a mesma facilidade de subí-las. Não acho que façam por mal, mas por falta de informação mesmo.
É impressionante a dificuldade que as pessoas tem em definir coisas simples como rampas, escada, degraus e barras de apoio. Quando viajo e vou pra algum hotel que não conheço costumo ligar e perguntar como é o acesso. E me impressiona a incapacidade de informarem se tem acesso ou não e como ele é. Para alguns hotéis, portas largas já é acesso. Se vai dar pra entrar e usar o banheiro já é outra história. Degraus na entrada também são um mero detalhe. Uma vez, fui em um hotel em Gramado, que se dizia acessível e ter um quarto bem adaptado. Bom, o quarto era realmente bem adaptado. Mas na entrada do Hotel tinham uns dez degraus e nenhuma rampa. Também fui a um hotel em Salvador (ô terra boa!) que dizia que era totalmente acessível com elevadores e rampas em todos os lugares. Só esqueceram da piscina. Tinha uns sete degraus pra chegar até ela. Até escrevi um post sobre o que aconteceu.
E tem os amigos, que sempre na boa vontade e querendo ajudar, insistem em dizer que dá pra ir no tal barzinho. “Pow, é tranquilo! Pode vir que não tem problema. Qualquer coisa a gente te ajuda!”. Hummm, tá. Amo meus amigos e sei que eles tem a melhor intenção do mundo, mas é chatão ser carregada. A Bianca escreveu um post muito bacana sobre isso.
Mas é impressionante como cada um entende as coisas de uma forma diferente. Hoje em dia, se alguém me diz que tem só um degrauzinho, sei que devo encontrar uns dois ou três. Se dizem uns três degraus, sei que vai ter uns cinco, se não for um lance inteiro de escada. Se falam que não sabem, mas que se precisar tem gente pra ajudar, aí é roubada na certa! Quanto aos hotéis, pergunto se tem banheiro adaptado. Se dizem que sim, vou “tranquila” rezando para Sta Engenheira dos Lugares Acessíveis, pedindo que ao menos o chuveiro seja acessível.
Eu sei que ninguém faz por mal, mas bem que poderiam ser mais cuidadosos na hora de passar informações. “Um” degrau pode fazer muita diferença!
Nickolas Marcon - sexta-feira, 5 de março de 2010 - 17:34
Se os leitores pensavam que o blog ia ficar quieto e a história do elevador do Rio Plaza Shopping já tinha acabado… o trombone ainda está fazendo barulho!!!
Confirmando a promessa, há uns 10 dias uma pessoa do shopping ligou para mim e repetiu a mesma desculpa da falta de empresas para fazer manutenção do elevador. Continuamos achando essa história muito estranha…
Agora vem a surpresa: na semana passada o Eduardo foi contatado por André Lambert, diretor da empresa mineira Montele Elevadores, uma das maiores fábricas de equipamentos de acessibilidade do Brasil e que já instalou mais de 1.000 elevadores na capital do RJ. O André acompanha nosso blog e conhece bem a história do elevador do Rio Plaza, afinal foi fabricado e instalado pela sua empresa. Ele aproveitou uma viagem ao RJ nesta semana para encontrar pessoalmente a equipe do blog em mais uma operação digna de evento da ONU.
André nos contou que, contratada pelo administração do shopping, a Montele instalou um modelo desenvolvido sob medida para o lugar, devidamente registrado na prefeitura e que funcionou bem durante meses, como todos nós do blog pudemos comprovar em outra época.
Acontece que elevadores também precisam de manutenção, senão param, além do contrato de manutenção ser obrigatório por lei. Segundo André, a Montele ofereceu um contrato de manutenção com preços alinhados com o mercado, mas foi recusado pela administração do shopping. Mesmo sendo permitida a contratação de outras empresas de manutenção, o Rio Plaza optou por simplesmente deixar o elevador parado e fazer sua substituição integral!!!
Até o final de fevereiro, o insepulto elevador continuava no mesmo lugar. Não acredito que será cumprido o prazo que me informaram para troca desse elevador, que seria no mês de março.
Moral da história: se o pneu do seu carro fura, você troca o carro inteiro e deixa todo mundo a pé enquanto isso… Dá para entender???