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	<title>Blog Mão na Roda &#187; Buenos Aires</title>
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	<description>Guia de Sobrevivência do cadeirante cidadão - Crônicas, notícias, informações e dicas sobre acessibilidade, e cotidiano de pessoas com deficiência</description>
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		<title>Buenos Aires por Laura Martins</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Jun 2010 18:06:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Viagens e Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais uma leitora do Mão na Roda visitou Buenos Aires e nos mandou suas impressões. Valeu, Laura! Sou cadeirante e cheguei de Buenos Aires há pouco tempo; incentivada pela Joana Roquette, também quero compartilhar minhas experiências com vocês. Quem sabe não conseguimos incentivar mais cadeirantes a viajar? Coisa que adoro fazer e já me aventurei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma leitora do Mão na Roda visitou Buenos Aires e nos mandou suas impressões. Valeu, Laura!</p>
<p>Sou cadeirante e cheguei de Buenos Aires há pouco tempo; incentivada pela Joana Roquette, também quero compartilhar minhas experiências com vocês. Quem sabe não conseguimos incentivar mais cadeirantes a viajar?<br />
Coisa que adoro fazer e já me aventurei por inúmeras cidades brasileiras, assim como pela Europa, Suíça e França.</p>
<p>Para Bs As, viajei com minha mãe e meu irmão. Essa cidade ainda não está bem preparada para receber pessoas com deficiência: há poucos banheiros acessíveis, muitos espetáculos de tango ou apresentações musicais acontecem no subsolo ou no andar de cima dos estabelecimentos, há poucas calçadas rebaixadas, e por aí vai. Desse modo, é difícil um cadeirante circular sozinho pela maioria dos espaços, e, mesmo com ajuda, fica difícil entrar em muitos lugares.</p>
<div id="attachment_2614" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/05/entrada_malba.jpg"><img class="size-full wp-image-2614" title="entrada_malba" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/05/entrada_malba.jpg" alt="Rampa na entrada do Museu Malba" width="300" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Laura ao lado da rampa na entrada do Museu Malba</p></div>
<p>Sozinho, dependendo da condição do cadeirante, dá pra circular, por exemplo, na Calle Florida (que é um calçadão, onde os carros estão proibidos de circular), no shopping Galerias Pacífico (a entrada pela Florida é acessível e há banheiros também acessíveis), no Malba (Museu Latino-Americano de Arte Moderna), onde estão obras como o Abaporu, da brasileira Tarsila do Amaral, e um auto-retrato da mexicana Frida Kahlo (que, por sinal, também tinha uma deficiência física). Tudo é acessível nesse museu, inclusive o charmoso bistrô.</p>
<p>Em todos os quarteirões do Centro por onde passei, há calçadas rebaixadas. Porém, praticamente todos os rebaixamentos estão quebrados ou têm um “degrau” de cerca de dois, três centímetros em sua parte mais baixa.</p>
<p>Na Recoleta e em Palermo, há pouquíssimos rebaixamentos, lamentavelmente. Por outro lado, a cidade é bastante plana, o que facilita bastante os deslocamentos.</p>
<div id="attachment_2616" class="wp-caption aligncenter" style="width: 540px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Livraria-Ateneo1.jpg"><img class="size-full wp-image-2616" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/05/Livraria-Ateneo1.jpg" alt="interior da Livraria Ateneo" width="530" height="349" /></a><p class="wp-caption-text">Livraria Ateneo</p></div>
<p>O cadeirante não deve deixar de conhecer a livraria El Ateneo Grand Splendid, na Avenida Santa Fé. É esplendorosa! Já foi um teatro e hoje é uma das maiores livrarias da América Latina, assim como uma das mais lindas do mundo. Os balcões do antigo teatro hoje comportam prateleiras com livros, CDs e DVDs. Tem elevador e banheiro acessível. Uma rampinha íngreme dá acesso ao palco, onde se localiza o café. Imperdível.</p>
<div id="attachment_2617" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/05/rosedal.jpg"><img class="size-full wp-image-2617" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/05/rosedal.jpg" alt="Trilha pavimentada de pedras no Rosedal" width="350" height="231" /></a><p class="wp-caption-text">Trilha pavimentada de pedras no Rosedal</p></div>
<p>Dá também para passear no Jardim Japonês, assim como, com alguma dificuldade, no Rosedal, que é magnífico, mas a circulação não é pavimentada, e sim recoberta com pequenas pedras, o que dificulta bastante o transitar com a cadeira. E não há rebaixamento das calçadas para entrar no parque onde ele se localiza.</p>
<p>Por perto fica a magnífica escultura floral chamada Floralis Genérica, que abre as pétalas quando o céu está claro. Dá pra chegar bem pertinho.</p>
<p>Passear pela Recoleta e por Palermo possibilita conhecer a lindíssima arquitetura, muitas vezes inspirada na francesa, e encontrar cafés e lojinhas muito charmosos. Mas será necessário um braço forte para ajudar, pois, novamente, quase não há rebaixamento nas calçadas.</p>
<div id="attachment_2619" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/05/cafeTortoni.jpg"><img class="size-full wp-image-2619" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/05/cafeTortoni.jpg" alt="Laura e sua mãe na entrada do café Tortoni - degrau para entrar" width="300" height="218" /></a><p class="wp-caption-text">Laura e sua mãe na entrada do café Tortoni</p></div>
<p>Josephina e La Biela, na Recoleta, são cafés onde há entradas planas. Ambos são muito agradáveis, e o primeiro tem banheiro acessível. Não deixe de ir ao tradicionalíssimo e elegantérrimo Café Tortoni, no Centro. De manhã não é tão cheio e só tem um pequeno degrau na entrada.</p>
<p>Adorei Puerto Madero, mas para ter acesso encontrei apenas uma rampa na extremidade Norte. Cafés e restaurantes, só com a ajuda de braços fortes. Não encontrei lugares acessíveis, mas também não “andei” por toda a região. Dá pra circular tranquilamente pela calçada e ir até a Ponte da Mulher, que é linda.</p>
<div id="attachment_2621" class="wp-caption alignleft" style="width: 360px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/05/alvear_palace.jpg"><img class="size-full wp-image-2621" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/05/alvear_palace.jpg" alt="Entrada do Alvear Palace Hotel com plataforma elevatória" width="350" height="232" /></a><p class="wp-caption-text">Alvear Palace Hotel - plataforma elevatória à direita</p></div>
<p>No Alvear Palace Hotel há uma plataforma elevatória na entrada, o que permitirá que o cadeirante entre para conhecer a imponente arquitetura, os lustres de cristal e as passarelas persas, ou para tomar o café da manhã, o chá da tarde ou o brunch dominical. Programa de rei ou de rainha, e acessível.</p>
<p>Fiquei hospedada no Hotel Meliá Buenos Aires, na Rua Reconquista. Oferece quarto acessível correto e portaria também acessível. Ele fica em um calçadão, onde só podem entrar automóveis para deixar as pessoas no hotel ou utilizar estacionamentos. Em frente ao hotel, há diversos pubs bacanas.</p>
<p>Para pegar táxi, vale o que já disse a Joana Roquette, em post anterior.</p>
<p>Como regra geral, nossos hermanos são bastante simpáticos e fazem de tudo para compreender o que dizemos, ainda que não saibamos uma palavra de espanhol. Não foram poucas as vezes em que pessoas espontaneamente ofereceram ajuda para que eu saísse de algum café ou restaurante com degrau na entrada. Mas, é claro, não custa aprender algumas expressões básicas do idioma, para facilitar a comunicação, não é mesmo?</p>
<p>Uma dica legal: o site do Gobierno de la Ciudad de Buenos Aires disponibiliza um guia de turismo acessível, além de um mapa com informações sobre acessibilidade, entre outras coisas. Basta acessar: <a href="http://www.buenosaires.gov.ar/areas/vicejefatura/copine/">http://www.buenosaires.gov.ar/areas/vicejefatura/copine/</a>.</p>
<p>Voei pela TAM e fiquei satisfeita. O atendimento à bordo foi muito atencioso, e as comissárias fizeram de tudo para tornar minha viagem mais confortável. É possível utilizar o toilette, pois existe uma cadeirinha de rodas que passa no estreito corredor, mas é necessário que a pessoa deficiente tenha algum equilíbrio de tronco e movimentos de braço para fazer a transferência da cadeira para o vaso sanitário.</p>
<p>Não deixe de avisar por telefone a respeito da necessidade de usar sua cadeira de rodas até a entrada da aeronave e de ser acompanhado até lá. E, como as poltronas destinadas às pessoas com deficiência não podem ser marcadas nem pela internet, nem por telefone, chegue mais cedo ao check-in para solicitá-las.</p>
<p>No mais, boa viagem! A minha foi ótima.</p>
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		<title>Buenos Aires &#8211; Hotel Amerian</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 19:38:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joana Roquette</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do Leitor]]></category>
		<category><![CDATA[Hotéis e Pousadas]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens e Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires]]></category>

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		<description><![CDATA[Como falei no post anterior, me hospedei no centro, no bairro que eles denominam &#34;microcentro&#34;. O hotel&#160;&#160;que escolhi&#160;&#233; da rede Amerian , e fica localizado na esquina das ruas Viamonte com Reconquista. A localiza&#231;&#227;o &#233; &#243;tima, fica a tr&#234;s quadras de Puerto Madero, um antigo porto da cidade que foi reformado para abrigar mais de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="" alt="Fachada do Hotel Amerian em Buenos Aires" src=" http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2009/07/202_531-hotel.jpg " /></p>
<p>Como falei no <a target="_blank" href="http://oglobo.globo.com/blogs/maonaroda/post.asp?t=buenos-aires&amp;cod_Post=201504&amp;a=">post anterior</a>, me hospedei no centro, no bairro que eles denominam &quot;microcentro&quot;. O <a target="_blank" href="http://www.amerian.com/index.php?page=vista_hotel_principal.php&amp;id=1">hotel</a>&nbsp;&nbsp;que escolhi&nbsp;&eacute; da rede <a target="_blank" href="http://www.amerian.com">Amerian</a> , e fica localizado na esquina das ruas Viamonte com Reconquista. A localiza&ccedil;&atilde;o &eacute; &oacute;tima, fica a tr&ecirc;s quadras de <a target="_blank" href="http://www.puertomadero.com/">Puerto Madero</a>, um antigo porto da cidade que foi reformado para abrigar mais de uma centena de restaurantes, e a 2 quadras da rua Florida, uma das mais famosas de Bs&nbsp;As sob o ponto de vista comercial, j&aacute; que l&aacute; voc&ecirc; encontra desde quiosques a lojas de produtos de couro e casas de c&acirc;mbio.</p>
<p>Al&eacute;m da localiza&ccedil;&atilde;o, o que me fez escolher esse hotel foi o fato de ele possuir um quarto totalmente adaptado para cadeirantes. No quarto em si h&aacute; bastante espa&ccedil;o para manobrar a cadeira, ainda que no mesmo sejam colocadas duas camas, e o que mais me chamou a aten&ccedil;&atilde;o foi o banheiro, bastante amplo, sem degrau (nem qualquer ressalto) entre o piso e o espa&ccedil;o para banho (n&atilde;o posso chamar de box porque n&atilde;o h&aacute; uma divis&oacute;ria ou cortina), com espa&ccedil;o abaixo da pia pra encaixar a cadeira sem dificuldade, pia baixa, vaso sanit&aacute;rio com altura adequada para a passagem e barras de apoio tanto ao lado do vaso, quanto ao lado do banco acoplado na parede para uso durante o banho. A princ&iacute;pio, ao olhar o banheiro e n&atilde;o ver qualquer divis&atilde;o entre a &quot;&aacute;rea de banho&quot; e o resto do espa&ccedil;o, achei a coisa meio esquisita, digamos. Mas com o passar dos dias, como o espa&ccedil;o era enorme dentro do banheiro, achei essa solu&ccedil;&atilde;o muito adequada e comecei a sonhar em ter um desses na minha casa! N&atilde;o h&aacute; preocupa&ccedil;&atilde;o quanto ao risco de a &aacute;gua escoar do chuveiro e inundar todo o piso do banheiro, porque h&aacute; uma inclina&ccedil;&atilde;o quase impercept&iacute;vel para viabilizar o escoamento. Outro detalhe: as barras de apoio mencionadas, embora fiquem fixas na parede, podem ser levantadas para o alto pelo cadeirante, para permitir a passagem, por exemplo. O tal banquinho &eacute; feito de PVC e algum outro material pl&aacute;stico e fica embutido na parede. Na hora do banho, basta pux&aacute;-lo, fazer a passagem e abaixar as barras de apoio, que d&atilde;o maior estabilidade. O dispositivo que liga/desliga o chuveiro e altera a temperatura da &aacute;gua fica na altura de quem est&aacute; sentado no banco.</p>
<p>As demais instala&ccedil;&otilde;es do hotel tamb&eacute;m s&atilde;o plenamente acess&iacute;veis. Infelizmente, n&atilde;o tirei fotos do quarto ou do banheiro. Deixei pra faz&ecirc;-lo no &uacute;ltimo dia, mas como tudo que fica pro &uacute;ltimo dia acaba em preju&iacute;zo, me esqueci das fotos.</p>
<p>Caso tenham interesse, acredito que o hotel disponibilize, via e-mail, fotos da acomoda&ccedil;&atilde;o adaptada, que n&atilde;o constam no site deles.</p>
<p><em>fonte da imagem: <a target="_blank" href="http://tripadvisor.com">Trip Advisor</a></em></p>
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		<title>Buenos Aires</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 14:56:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Joana Roquette</dc:creator>
				<category><![CDATA[Espaço do Leitor]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens e Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[Buenos Aires]]></category>

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		<description><![CDATA[Nossa leitora Joana Roquette esteve em Buenos Aires e nos conta como foi a viagem! Em maio deste ano decidi conhecer mais de perto nossos &#34;hermanos&#34; argentinos e rumei pra Buenos Aires (Bs As) sem saber muito bem o que me esperava por l&#225;, j&#225; que se por um lado eu n&#227;o tinha muitas informa&#231;&#245;es [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa leitora Joana Roquette esteve em Buenos Aires e nos conta como foi a viagem!</p>
<p>Em maio deste ano decidi conhecer mais de perto nossos &quot;hermanos&quot; argentinos e rumei pra Buenos Aires (Bs As) sem saber muito bem o que me esperava por l&aacute;, j&aacute; que se por um lado eu n&atilde;o tinha muitas informa&ccedil;&otilde;es sobre a acessibilidade da cidade, por outro imaginava encontrar uma estrutura urban&iacute;stica ao menos melhor que a da cidade do Rio de Janeiro, em raz&atilde;o da fama que Bs As ganhou por ser considerada a capital mais civilizada da Am&eacute;rica do Sul. </p>
<p><strong>Circulando pela cidade&nbsp;</p>
<p><img class="" alt="Puerto Madero e Florida - Buenos Aires" src=" http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2009/07/202_349-puertomadero-florida.jpg " /></strong></p>
<p>Ao andar pelo centro, onde fiquei hospedada, percebi que o meio fio de algumas cal&ccedil;adas n&atilde;o s&atilde;o rebaixados e sentiria alguma dificuldade de fazer os percursos sem o aux&iacute;lio de outra pessoa. Como a minha m&atilde;e estava comigo, ela pode dar aquela forcinha extra pra me ajudar. J&aacute; em toda a extens&atilde;o de <a target="_blank" href="http://www.puertomadero.com/">Puerto Madero</a> e da rua <a target="_blank" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Florida_Street">Florida </a>&ndash; dois famosos pontos tur&iacute;sticos de Bs As -, n&atilde;o vi obst&aacute;culos e o passeio por esses lugares foi bem tranquilo.&nbsp;Seguindo pela Florida, que &eacute; uma rua bastante extensa, h&aacute; como chegar na <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pra%C3%A7a_de_Maio">Plaza de Mayo</a>, onde fica a <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Casa_Rosada">Casa Rosada</a>, outro ponto a ser visitado, sem a necessidade de pegar t&aacute;xi ou &ocirc;nibus. Mas o caminho &eacute; longo, s&atilde;o muitas quadras. S&oacute; me dei conta disso quando minha m&atilde;e come&ccedil;ou a reclamar do cansa&ccedil;o, porque como uso cadeira motorizada &agrave;s vezes acabo perdendo a no&ccedil;&atilde;o de quanto andei.</p>
<p><img class="" alt="San Telmo e Caminito - Buenos Aires" src=" http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2009/07/202_353-santelmo-caminito.jpg " /></p>
<p>Passeei ainda por <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/San_Telmo">San Telmo</a>, onde h&aacute; uma feira de antiguidades bem interessante aos domingos, e por <a target="_blank" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/La_Boca">Caminito</a>. Nesses dois lugares as cal&ccedil;adas s&atilde;o bastante estreitas e, como as ruas s&atilde;o fechadas para carros, os pedestres caminham por elas. Acontece que todas t&ecirc;m piso de paralelep&iacute;pedo, que s&atilde;o menos irregulares em San Telmo, mas bem piores no Caminito. Acho vi&aacute;vel andar por essas ruas, mas n&atilde;o &eacute; nada confort&aacute;vel, j&aacute; que os espa&ccedil;os entre os paralelep&iacute;pedos fazem com que a cadeira pare a todo o instante&#8230; Tirei fotos de ambos os lugares, onde &eacute; poss&iacute;vel ver melhor ao que estou me referindo.</p>
<p>Terminando a viagem, fui visitar o <a target="_blank" href="http://www.zoobuenosaires.com.ar/">Jardim Zool&oacute;gico</a> (o segundo maior do mundo) e o <a target="_blank" href="http://www.jardinjapones.org.ar/">Jardim Japon&ecirc;s</a> (lindo!), ambos localizados no bairro Palermo, na minha opini&atilde;o um dos bairros mais sofisticados da cidade e onde me senti mais confort&aacute;vel para transitar entre as ruas, que possuem cal&ccedil;adas bastante largas e de piso lisinho, lisinho. A entrada nos jardins, tanto para o cadeirante quanto para um acompanhante &eacute; gratuita, e &eacute; poss&iacute;vel conhecer muito bem os dois sem grandes problemas, principalmente o zool&oacute;gico, que &eacute; praticamente todo plano.</p>
<p>Por fim, procurei por banheiros adaptados nos lugares, mas me deparei com pouqu&iacute;ssimos deles. O mais f&aacute;cil &eacute; encontr&aacute;-los em shoppings, como por exemplo as &ldquo;<a target="_blank" href="http://www.galeriaspacifico.com.ar/">Galerias Pac&iacute;fico</a>&rdquo;, no microcentro.</p>
<p><strong>Transportes&nbsp;</strong></p>
<p>Usei os t&aacute;xis em algumas ocasi&otilde;es, para me deslocar para pontos mais distantes do centro. N&atilde;o soube de nenhuma empresa ou cooperativa com t&aacute;xis adaptados para cadeirantes (como os que existem em SP e RJ). Acontece que em Bs As h&aacute; in&uacute;meros t&aacute;xis do tipo &ldquo;mini van&rdquo;, como Kangoo, Berlingo e etc. Quando queria sair de t&aacute;xi, eu ligava pra recep&ccedil;&atilde;o do hotel e pedia pra que eles entrassem em contato com a empresa com qual eles t&ecirc;m parceria (qualquer hotel tem esse tipo de servi&ccedil;o) pra pedir um carro grande, com mala vazia (sem g&aacute;s). Eu usava a express&atilde;o que me ensinaram por l&aacute;: &ldquo;camioneta com ba&uacute; vazio&rdquo; e sempre vinha um t&aacute;xi grande em menos de 10 minutos. Como minha cadeira &eacute; motorizada e dif&iacute;cil de ser desmontada para entrar em carros menores, achei essa solu&ccedil;&atilde;o &oacute;tima, porque assim a cadeira podia entrar inteira nos carros.</p>
<p><img class="" alt="&ocirc;nibus acess&iacute;vel em Buenos Aires" src=" http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2009/07/202_335-onibus-M.jpg " />A respeito dos &ocirc;nibus, observei que a grande maioria da frota &eacute; adaptada e possui o s&iacute;mbolo internacional de acessibilidade. Acontece que minha experi&ecirc;ncia pessoal ao tentar pegar um desses &ocirc;nibus por l&aacute; foi p&eacute;ssima. Explicando: enquanto aqui no Brasil (pelo menos no Rio) os &ocirc;nibus adaptados v&ecirc;m com plataformas hidr&aacute;ulicas que baixam at&eacute; a altura da cal&ccedil;ada para possibilitar a entrada do cadeirante e depois sobem at&eacute; a altura do piso do &ocirc;nibus; em Bs As a coisa &eacute; um pouco diferente. L&aacute; os motoristas de &ocirc;nibus procuram parar bem perto do meio fio e o pr&oacute;prio &ocirc;nibus rebaixa um pouco, para ficar mais pr&oacute;ximo da cal&ccedil;ada. Depois disso, abre-se a porta do meio, de onde sai uma rampa bem &iacute;ngreme e com um pequeno ressalto ao final, j&aacute; perto do piso do &ocirc;nibus. Quando eu estava subindo a rampa e me deparei com o ressalto, tratei de avisar a minha m&atilde;e pra ficar na retaguarda, pra que a cadeira n&atilde;o tombasse pra tr&aacute;s. S&oacute; que ela estava h&aacute; alguns metros de dist&acirc;ncia, tirando foto da minha perip&eacute;cia, e n&atilde;o me ouviu. Conclus&atilde;o: eu, presumindo que ela tinha ouvido, acelerei com toda a for&ccedil;a a minha cadeira, que deu uma cambalhota pra tr&aacute;s e me deixou ca&iacute;da com a cabe&ccedil;a na cal&ccedil;ada. De pior foi s&oacute; o susto mesmo, porque nada demais aconteceu comigo. A observa&ccedil;&atilde;o que acho pertinente fazer &eacute; que o motorista do &ocirc;nibus que eu ia pegar (acabei desistindo de embarcar, depois do ocorrido) n&atilde;o saiu do assento antes de me ver ca&iacute;da no ch&atilde;o. S&oacute; saiu do &ocirc;nibus mesmo pra me ajudar a levantar. N&atilde;o sei se isso &eacute; comum por l&aacute;, mas se o motorista tivesse se prontificado a me auxiliar para subir a rampa a est&oacute;ria seria outra. Ah, n&atilde;o h&aacute; trocadores de &ocirc;nibus por l&aacute;, s&oacute; motoristas mesmo, porque o sistema de cobran&ccedil;a l&aacute; &eacute; &ldquo;autom&aacute;tico&rdquo;, &eacute; s&oacute; colocar moedas no lugar pr&oacute;prio e pronto. A respeito das esta&ccedil;&otilde;es de metr&ocirc;, n&atilde;o tenho ideia se s&atilde;o ou n&atilde;o adaptadas, mas passei por duas delas e s&oacute; vi escadas comuns na entrada, portanto acredito que nem todas sejam acess&iacute;veis.</p>
<p><strong>Moral da est&oacute;ria: </strong>Sem d&uacute;vida a cidade de Bs As &eacute; uma evolu&ccedil;&atilde;o em termos de acessibilidade se a compararmos com o Rio de Janeiro, s&oacute; que ainda deixa a desejar sob v&aacute;rios aspectos, como a quase aus&ecirc;ncia de banheiros adaptados, a despreocupa&ccedil;&atilde;o quanto ao piso em San Telmo e Caminito e quanto ao rebaixamento das cal&ccedil;adas. De toda forma, &eacute; um belo lugar pra se conhecer e acho que vale a pena se aventurar um pouco, ainda que para isso tenhamos que transpor esses obst&aacute;culos, t&atilde;o comuns para n&oacute;s cidad&atilde;os cadeirantes brasileiros.</p>
<p class=cntr><strong><font size="5">. . .</font></strong><strong><font size="5"><br /></font></strong></p>
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