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	<title>Blog Mão na Roda &#187; cadeirante</title>
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	<description>Guia de Sobrevivência do cadeirante cidadão - Crônicas, notícias, informações e dicas sobre acessibilidade, e cotidiano de pessoas com deficiência</description>
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		<title>Hotel Palermo Suites &#8211; Buenos Aires</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 14:04:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Camara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Hotéis e Pousadas]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens e Turismo]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
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		<description><![CDATA[Na última viagem que fiz à Buenos Aires, meus requisitos para o hotel eram um  Wi-Fi, café da manhã, boa localização, diária que custasse até 100 dólares e, claro, tivesse acesso para cadeira de rodas. Fui aos tradicionais sites Trip Advisor, Hoteis.com e Booking.com atrás de resenhas e recomendações. Depois disso,  confirmei por e-mail com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div id="attachment_5580" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2012/04/entrada_palermo_suites.jpg"><img class="size-medium wp-image-5580" title="Fachada do hotel Palermo Suites" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2012/04/entrada_palermo_suites-300x223.jpg" alt="" width="300" height="223" /></a><p class="wp-caption-text">Fachada do hotel Palermo Suites</p></div>
<p><span style="font-size: small;">Na última viagem que fiz à Buenos Aires, meus requisitos para o hotel eram um  </span><span style="font-size: small;">Wi-Fi</span><span style="font-size: small;">, café da manhã, boa localização, diária que custasse até 100 dólares e, claro, tivesse acesso para cadeira de rodas. Fui aos tradicionais sites <a title="Site do Trip Advisor" href="http://www.tripadvisor.com">Trip Advisor</a>, <a title="Site do Hotéis.com" href="http://www.hoteis.com">Hoteis.com</a> e <a title="Site do Booking.com" href="http://www.booking.com">Booking.com</a> atrás de resenhas e recomendações. </span><span style="font-size: small;">Depois disso,  confirmei por e-mail com o pessoal do próprio hotel se ele era realmente acessível, só para não ter surpresas. Aliás, a melhor pesquisa em termos de hotel acessível é no Booking, mas nem sempre ele tem o melhor preço de diária.</span></p>
<p><span style="font-size: small;">E o hotel correspondeu bem às expectativas? </span></p>
<p><span style="font-size: small;">O ambiente é bem legal, com decoração moderna e de bom gosto, com destaque para as áreas comuns e o pátio que fica na parte detrás do hotel. Já o quarto, é espaçoso e possui uma pequena cozinha integrada para quem quiser preparar sua própria comida, o que eu acho um desperdício em BsAs, já que lá a comida é muito boa e barata. A Internet sem fio no quarto em que fiquei tinha o sinal muito fraco, e era necessário  ficar andando com o notebook </span><span style="font-size: small;">pela quarto</span><span style="font-size: small;"> para conseguir pegar o sinal</span><span style="font-size: small;">. O café da manhã era ótimo, e  a localização boa. Esta última ficaria bem melhor se ficasse algumas quadras em direção à Palermo </span><span style="font-size: small;">Viejo</span><span style="font-size: small;">. O atendimento do staff, esse sim, foi impecável!</span></p>
<p><div id="attachment_5581" class="wp-caption aligncenter" style="width: 530px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2012/04/quarto_palermo_suites.jpg"><img class="size-full wp-image-5581" title="Quarto do hotel" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2012/04/quarto_palermo_suites.jpg" alt="" width="520" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhes do quarto</p></div>
<p><span style="font-size: small;">Quanto à acessibilidade</span><span style="font-size: small;">, deixou um pouco a desejar. De bom, a entrada do hotel não tem degraus, há um balcão de atendimento rebaixado, o elevador é grande, o quarto e o banheiro têm espaço de sobra, as portas são bem largas (</span><span style="font-size: small;">90cm</span><span style="font-size: small;">) e há barras de apoio no banheiro. Em compensação, há alguns problemas: a cama é alta (60+ cm), a pia do banheiro e da cozinha não </span><span style="font-size: small;">são vazadas</span><span style="font-size: small;"> (grande bola fora!) e impedem a aproximação da cadeira de rodas, o vaso sanitário é mais baixo do que o ideal e a área de banho é uma banheira (emprestaram uma cadeira de plástico para colocar dentro dela). Alguém com bastante autonomia </span><span style="font-size: small;">consegue</span><span style="font-size: small;"> se virar, mas quem tem menos mobilidade vai suar um pouco.</span></p>
<p><div id="attachment_5582" class="wp-caption aligncenter" style="width: 530px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2012/04/banheiro_palermo_suites.jpg"><img class="size-full wp-image-5582" title="Banheiro" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2012/04/banheiro_palermo_suites.jpg" alt="" width="520" height="340" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhes do banheiro</p></div>
<p><span style="font-size: small;">No final das contas a estadia foi bem agradável, mas em uma próxima vez procuraria outro </span><span style="font-size: small;">hotel que fosse mais próximo do núcleo gastronômico de Palermo e um pouco mais acessível</span><span style="font-size: small;">.</span></p>
<p><div id="attachment_5579" class="wp-caption aligncenter" style="width: 530px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cozinha_palermo_suites.jpg"><img class="size-full wp-image-5579" title="Cozinha" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2012/04/cozinha_palermo_suites.jpg" alt="Cozinha" width="520" height="191" /></a><p class="wp-caption-text">Cozinha do quarto</p></div>
<p><strong>Hotel Palermo Suites</strong><br />Site: <a title="Site do hotel Palermo Suites" href="http://www.palermosuites.net">www.palermosuites.net</a> <br />E-mail: <a title="E-mail de contato do hotel Palermo Suites" href="mailto:reservas@palermosuites.net">reservas@palermosuites.net</a><br />Endereço:  Fray Justo Santamaria de Oro, 2529 <br />Palermo &#8211; Buenos Aires (<a title="Ver no Google Mapas" href="http://g.co/maps/t8udm" target="_blank">ver no Google Mapas</a>)</p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fmaonarodablog.com.br%2F2012%2F05%2F05%2Fhotel-palermo-suites-buenos-aires%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;font=arial&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px"></iframe><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fmaonarodablog.com.br%2F2012%2F05%2F05%2Fhotel-palermo-suites-buenos-aires%2F&amp;title=Hotel%20Palermo%20Suites%20%E2%80%93%20Buenos%20Aires" id="wpa2a_2"><img src="http://www.maonarodablog.com.br/images/compartilhe_icon.gif" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Coisas que não entendo&#8230;</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2011/05/23/coisas-que-nao-entendo-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2011 18:45:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião e cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[cadeirante]]></category>
		<category><![CDATA[elevador]]></category>
		<category><![CDATA[gente surtada]]></category>

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		<description><![CDATA[Alguém me explica a situação abaixo? Você sai de casa, e entra no elevador.  O elevador para em um andar, a pessoa abre a porta olha, não entra e fecha a porta dizendo que o elevador  está cheio. Só tinha você no elevador, que não chega a ocupar 10% do espaço. Mais ou menos assim: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém me explica a situação abaixo?</p>
<p>Você sai de casa, e entra no elevador.  O elevador para em um andar, a pessoa abre a porta olha, não entra e fecha a porta dizendo que o elevador  está cheio. Só tinha você no elevador, que não chega a ocupar 10% do espaço. Mais ou menos assim:</p>
<p><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Desenho_elevador2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-4608" title="Desenho_elevador" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/05/Desenho_elevador2.png" alt="" width="343" height="383" /></a></p>
<p>Levando-se em consideração que você tinha acabado de tomar banho, não estava com flatulência, o que pode ter levado a pessoa a achar que o elevador estava cheio:</p>
<p>a) Seu perfume é pior que cheiro de naftalina, ninguém aguentaria descer alguns andares com esse cheiro sufocante;</p>
<p>b) O morador não vai com a tua cara e inventou essa desculpa para não ter que te aturar;</p>
<p>c) Se liga, tua cadeira é muito maior e realmente ocupa o espaço inteiro do elevador;</p>
<p>d) Você é um ET, o morador ficou com medo de ser abduzido e utilizado para experiências extra-terrestres, e preferiu não entrar no elevador;</p>
<p>e) As pessoas são malucas e pronto</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Vai entender&#8230;</p>
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		<title>Encontros</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 13:16:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião e cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[cadeirante]]></category>
		<category><![CDATA[encontro]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança]]></category>
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		<description><![CDATA[Vida de solteiro é boa. A gente faz o que quer, quando quer, não dá satisfação de nada&#8230; tudo muito bem, muito bom, mas aí você conhece alguém que te desperta um interesse maior. Friozinho na barriga. Papo vai, papo vem&#8230; e combinam de sair. Sozinhos. Só você e ele. Uhu! Não era o que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/04/CADEIRANTE-3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4423" title="CADEIRANTE 3" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/04/CADEIRANTE-3-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Vida de solteiro é boa. A gente faz o que quer, quando quer, não dá satisfação de nada&#8230; tudo muito bem, muito bom, mas aí você conhece alguém que te desperta um interesse maior. Friozinho na barriga. Papo vai, papo vem&#8230; e combinam de sair. Sozinhos. Só você e ele. Uhu! Não era o que você queria? Muito legal, né? Mas depois de passada a empolgação com o fato do encontro estar marcado, começam a surgir todas as neuras: será que rola? Ele gostou de mim ou é só amizade? Putz, a cadeira! Além de todas as inseguranças que a maioria das mulheres tem (<em>e acredito que os homens também tenham as deles</em>) ainda tem isso. Como ir? no carro dele, no meu? Qual lugar? Algum acessível, ou um mais reservado e romântico? Digo isso, porque aqui no Rio não dá pra juntar as duas coisas. Ou é acessível e badalado ou esquece. Mas não há como negar que num primeiro encontro as “limitações” podem causar uma insegurança a mais e muitas vezes desnecessária.</p>
<p style="text-align: left;">É importante descobrir o que lhe deixa mais confortável e, se for o caso,  falar pro outro que está se sentindo inseguro. Acreditem, a maioria das nossas neuroses (referentes à deficiência ou não) está apenas em nossa cabeça. Às vezes, o outro não tá nem aí e acabamos vendo problema onde não tem. Conheço cadeirante que não se sente à vontade com o entra-e-sai do carro. Nesse caso, marca com a pessoa direto no lugar, assim fica mais tranquilo. Outros, preferem ir no próprio carro. Enfim, não importa como vai ser, mas que seja de forma que te deixe confortável. Afinal, já temos inseguranças suficientes num encontro pra ainda ter que se preocupar com logística e acessibilidade. Eu já sou daquelas que fica calculando perdas e danos, verbalizo quando deveria calar (tipo, ao invés de dizer “ei, gostei de você” digo “você viu a última eliminação do American Idol?”),  e calo quando deveria falar. 100% desastrada. E se ainda tiver que me preocupar com questões “cadeirísticas” aí o desastre é garantido.</p>
<p style="text-align: left;">Não tem jeito. Não dá pra esconder a cadeira e o que vem com ela, mas isso o outro já sabe. Então,  faça de forma que tudo fique tranquilo pra você e assim possa aproveitar o encontro. Se achar melhor, fale como se sente. Às vezes a gente faz um terror de algo que pro outro é uma bobagem. O importante nesses encontros é estar focado em conhecer o outro e não na cadeira. Ache uma forma que te deixe confortável  e divirta-se. As coisas podem sair bem melhor do que espera!</p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fmaonarodablog.com.br%2F2011%2F04%2F11%2Fencontros%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;font=arial&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px"></iframe><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fmaonarodablog.com.br%2F2011%2F04%2F11%2Fencontros%2F&amp;title=Encontros" id="wpa2a_6"><img src="http://www.maonarodablog.com.br/images/compartilhe_icon.gif" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>HandVikn: avalição da handbike nacional</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Mar 2011 11:59:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nickolas Marcon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Equipamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes e Lazer]]></category>
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		<description><![CDATA[O leitor sempre quis ter uma handbike mas não podia comprar um modelo importado? O Mão na Roda apresenta aqui a solução. Conforme já tínhamos noticiado em posts anteriores, a Handvikn Technology firmou uma parceria com o blog para viabilizar o fornecimento de uma handbike e agora apresento a vocês minha avaliação e impressões sobre o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;">O leitor sempre quis ter uma handbike mas não podia comprar um modelo importado? O Mão na Roda apresenta aqui a solução. Conforme já tínhamos noticiado em <a href="http://maonarodablog.com.br/?s=handvikn+parceria">posts anteriores</a>, a <a href="http://www.handvikn.com.br">Handvikn Technology</a> firmou uma parceria com o blog para viabilizar o fornecimento de uma handbike e agora apresento a vocês minha avaliação e impressões sobre o produto.</div>
</p>
<div id="attachment_4224" class="wp-caption aligncenter" style="width: 446px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DSC02144-copy.jpg"><img class="size-full wp-image-4224 " title="DSC02144-copy" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DSC02144-copy.jpg" alt="" width="436" height="273" /></a><p class="wp-caption-text">Mais feliz que pinto no lixo... :-)</p></div>
<p style="text-align: left;">A Handvikn 700-EHL foi um projeto desenvolvido totalmente no Brasil. A fabricação do seu quadro é artesanal e os equipamentos são os mesmos utlizados em bicicletas comuns. Isso contribui para baratear o custo da handbike e facilita muito a manutenção, pois as peças podem ser facilmente encontradas e qualquer bicicletaria pode fazer o serviço. Apesar disso, o funcionamento da handbike me surpreendeu. A combinação dos componentes utilizados mostrou-se bem acertada, habilitando a Handvikn como uma handbike adequada tanto para o cadeirante que busca só um passeio no final-de-semana quanto para aquele que vai participar de competições. </p>
<div id="attachment_4226" class="wp-caption alignright" style="width: 402px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DSC02154-copy.jpg"><img class="size-full wp-image-4226 " title="DSC02154-copy" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DSC02154-copy.jpg" alt="" width="392" height="294" /></a><p class="wp-caption-text">No detalhe: freios, ajuste de altura da caixa de pedais, borracha estabilizadora, caixa de direção desmontável</p></div>
<p style="text-align: left;">Andar com a Handvikn é muito prazeroso. A handbike transmite uma sensação de firmeza e segurança. No asfalto, a handbike ganha velocidade facilmente e mantém o embalo. Andando ao lado de uma montain bike comum, o desempenho da Handvikn é nitidamente superior. A posição do ciclista é muito confortável, pois o encosto é alto, bem revestido e ainda tem regulagem de inclinação. Os apoios dos pés também são reguláveis, permitindo que se escolha uma posição confortável com as pernas esticadas ou flexionadas. Outro ajuste é o da caixa de pedais, que pode subir ou descer para achar a melhor posição de acordo com a inclinação do encosto. O acabamento do quadro da Handvikn é bom, sem rebarbas nas soldas. O nylon do banco é de boa qualidade e os principais parafusos têm contra-porcas para manter o aperto. </p>
<p style="text-align: left;">O quadro é feito com tubos de aço, garantindo rigidez. Por outro lado, isso aumenta o peso do conjunto. Não consegui medir seu peso total, mas a opinião de quem a carregou é que fica entre 30 e 40 kg. Nem poderia ser muito diferente, afinal uma handbike é um &#8220;brinquedo&#8221; de tamanho razoável. No meu caso, como tenho pernas compridas, a handbike ficou com aproximadamente 2,40 m de comprimento.</p>
<div id="attachment_4240" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DSC02155-copy.jpg"><img class="size-medium wp-image-4240" title="DSC02155-copy" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DSC02155-copy-300x287.jpg" alt="" width="300" height="287" /></a><p class="wp-caption-text">Rodas traseiras com sistema quick-release</p></div>
<p style="text-align: left;">A largura é semelhante a uma cadeira-de-rodas comum, por volta de 60 cm. Por isso recomendo a todos os interessados que, antes de comprar a sua, pensem com carinho no lugar onde vão guardá-la. A bike pode ser desmontada e transportada num automóvel. Para isso, as rodas traseiras têm sistema quick-release de encaixe e a caixa de direção pode ser desmontada, separando a handbike em duas peças.</p>
<p style="text-align: left;">Aliás, a compra da Handvikn foi um processo muito tranquilo, diretamente no site do fabricante. O <a href="http://www.handvikn.com.br">link</a> para o site está aqui no blog, no banner logo à direita do texto. Apesar da handbike ser fabricada em São José dos Campos/SP, toda a negociação foi feita por email e alguns telefonemas. O pagamento também foi simples, por depósito bancário. Quando ficou pronta, foi despachada via transportadora e recebi direto na minha casa, prontinha para sair pedalando. Sim, a palavra que se usa é &#8220;pedalar&#8221; mesmo, já que até agora não arrumaram outra melhor&#8230; :-)</p>
<p style="text-align: left;">Agora vamos ao que interessa. Para apresentar todos os recursos da Handvikn eu preparei o vídeo abaixo para os leitores. Só para avisar: o cenário não vem junto com a bike&#8230; </p>
<p><iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/2d7eNsAJqKY" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p style="text-align: left;">Mas aí o leitor pergunta: &#8220;ok, tudo é muito bonito quando é novo, mas será que vai dar problema com o tempo de uso?&#8221; Para ajudar a responder essa pergunta, passo aqui minhas opiniões após já ter rodado mais de 100 quilômetros com a handbike.</p>
<p style="text-align: left;">A Handvikn é uma handbike para ser usada no asfalto. Os pneus de alta pressão reduzem o esforço da tocada no pavimento liso, mas transmitem todos as imperfeições dos pisos irregulares. Tenho andado muito nas ciclovias cariocas que incluem trechos de pedras portuguesas e pavers, causando uma trepidação intensa em alguns trechos. Por causa disso, havia a preocupação da abertura de folgas nas juntas da bike, mas até agora ela se mantém rígida como nova. Os freios têm mantido seu bom funcionamento e ainda não precisaram de ajustes. Já o câmbio, que eu utilizo intensamente, deu um pouco de trabalho: com o uso, perdeu o ponto de ajuste e as marchas não paravam mais. Nada que um pouco de paciência não resolvesse: a Handvikn tem ajuste fino no próprio trocador de marchas, o que permite que o ciclista vá ajustando enquanto roda. Após algumas tentativas, tudo voltou ao normal. </p>
<div id="attachment_4227" class="wp-caption alignright" style="width: 160px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DSC02150-copy.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-4227" title="DSC02150-copy" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/DSC02150-copy-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><p class="wp-caption-text">Detalhe da oxidação de um parafuso</p></div>
<p style="text-align: left;">Mas nem tudo é perfeito, afinal todo produto é passível de melhorias. O banco é feito com um nylon bem resistente, preso por velcros, mas usa uma espuma muito fina. Seu uso por longos períodos é desconfortável. Para solucionar, cortei um pedaço de espuma de alta-densidade e coloquei entre as camadas do banco, o que melhorou muito o conforto. Já a pintura requer um pouco de cuidado: apesar de ser bem feita, com todos os detalhes recobertos, não é muito resistente à riscos. Talvez uma camada extra de verniz durante a fabricação melhorasse a resistência. Por último, reparei que alguns parafusos já mostram sinais de oxidação. Certamente isso foi agravado pelo fato de circular numa cidade litorânea, mas acredito que a utilização de parafusos em aço inox teria um custo irrisório frente ao preço total da handbike.</p>
<p style="text-align: left;">Minha conclusão final é que a handbike é um equipamento que todo cadeirante devia ter. Os benefícios à saúde são inquestionáveis, é o fim do sedentarismo. Além disso, a sensação de rodar livremente e sentir a brisa no rosto é ótima. Sem dúvida, é uma das poucas experiências que fazem um cadeirante esquecer qualquer limitação.</p>
<p style="text-align: left;">A HandVikn 700-EHL é uma grande contribuição para que esses benefícios fiquem acessíveis a muito mais pessoas.</p>
<p><em>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</em></p>
<p style="text-align: left;">Atualização em 22/03/2011: segue abaixo email recebido da Handvikn.</p>
<p style="text-align: left;"><em>Nickolas,</p>
<p style="text-align: left;">Como aperfeiçoamento, vamos melhorar a parte do assento e revisar o modelo de parafuso<br />para parafuso com tratamento térmico, aumentando a durabilidade quanto à<br />corrosão.<br />Muito obrigado pelas dicas.</p>
<p>Cordialmente,</p>
<p>Engº Luiz Roberto Junior<br />Deptº Projeto e Vendas<br />email: <a href="mailto:handvikn@handvikn.com.br">handvikn@handvikn.com.br</a><br />Site: <a href="http://www.handvikn.com.br/" target="_blank">www.handvikn.com.br</a><br />(12) 3933-7102</p>
<p>&#8220;PORQUE PEDALAR É PARA TODOS&#8221;</em></p>
<p style="text-align: left;">
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fmaonarodablog.com.br%2F2011%2F03%2F21%2Fhandvikn-avalicao-da-handbike-nacional%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;font=arial&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px"></iframe><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fmaonarodablog.com.br%2F2011%2F03%2F21%2Fhandvikn-avalicao-da-handbike-nacional%2F&amp;title=HandVikn%3A%20avali%C3%A7%C3%A3o%20da%20handbike%20nacional" id="wpa2a_8"><img src="http://www.maonarodablog.com.br/images/compartilhe_icon.gif" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>The Fifties &#8211; São Paulo</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2011/03/17/the-fifties-sao-paulo/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Mar 2011 13:14:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Matsuy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bares e Restaurantes]]></category>
		<category><![CDATA[Locais visitados]]></category>
		<category><![CDATA[cadeirante]]></category>
		<category><![CDATA[hamburguer]]></category>
		<category><![CDATA[lanchonete]]></category>
		<category><![CDATA[lanchonete acessível]]></category>
		<category><![CDATA[lanchonete adaptada]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>
		<category><![CDATA[The Fifties]]></category>

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		<description><![CDATA[Mais uma lanchonete avaliada pelo blog, o The Fifties, com seu estilo retrô, conta com diversas filiais e optamos por ir na unidade MOEMA, haja visto que existem algumas filiais dentro de shoppings que já apresentam acessibilidade garantida. Ambiente descolado e estilizado com inspiração nos anos 50 (tradução literal do nome da casa), até os garçons [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: left;"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Capture.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4183" title="fachada the fifties" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/Capture.jpg" alt="" width="282" height="216" /></a>Mais uma lanchonete avaliada pelo blog, o <strong>The Fifties</strong>, com seu estilo retrô, conta com diversas filiais e optamos por ir na unidade MOEMA, haja visto que existem algumas filiais dentro de shoppings que já apresentam acessibilidade garantida.</p>
<p style="text-align: left;">Ambiente descolado e estilizado com inspiração nos anos 50 (<em>tradução literal do nome da casa</em>), até os garçons usam trajes que remetem a época.</p>
<p style="text-align: left;">A especialidade da casa são os hamburgueres, preparados com diversos tipos de carne à sua escolha. Ainda existem outras opções no cardápio como saladas, omeletes e pratos light.</p>
<p style="text-align: left;">E ao contrário do que você possa imaginar, tem um preço &#8220;honesto&#8221;, de acordo com a qualidade do que é servido. Não vale comparar o The Fifties com lanchonetes de rede tipo McDonald´s, pois <span style="text-decoration: underline;">seria muita injustiça</span>.</p>
<p style="text-align: left;">A casa tem dois andares, sendo que apenas o térreo é acessível. Na entrada, as rampas apresentam inclinações corretas. Dureza é quando os próprios manobristas do serviço de valet (10 Reais) colocam carros sobre elas, e isso foi presenciado na hora que fui embora.</p>
<div class="mceTemp mceIEcenter" style="text-align: left;">
<dl id="attachment_4184" class="wp-caption aligncenter" style="width: 440px; height: 348px;">
<dt class="wp-caption-dt"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/the-fifties-moema-001-640x480.jpg"><img class="size-full wp-image-4184 " title="rampas na entrada" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/the-fifties-moema-001-640x480.jpg" alt="" width="430" height="320" /></a></dt>
<dd class="wp-caption-dd">rampas facilitam o acesso até a entrada</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: left;">Após as 20h você já corre o risco de enfrentar uma pequena espera, mas a casa respeita a lei de preferência para PCDs, gestantes e idosos. Toda a área de estacionamento dessa unidade fica ao ar-livre, portanto, se estiver chovendo, procure uma unidade dentro de shopping ou com estacionamento coberto.</p>
<p style="text-align: left;">Três tipos de acomodação são oferecidas: mesas quadradas, redondas (maiores) e as quadradas com sofá em um dos lados. Apesar da mesa quadrada ter um ótimo tamanho de tampo (1m²), o pé dela mais uma vez dificulta um pouco o acesso para os cadeirantes. Consegui me acomodar meio inclinado, mais uma vez. Nas mesas redondas esse problema não ocorre e nos sofás, se estiver em uma turma com mais de quatro pessoas, dá para usar o vão entre duas mesas e se acomodar bem. Ah, o espaço entre as mesas também é bom, facilitando a circulação com a cadeira. Vou ficar devendo a foto do sofá, pois estavam todos ocupados.</p>
<p><div id="attachment_4185" class="wp-caption aligncenter" style="width: 489px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/mesas.jpg"><img class="size-full wp-image-4185  " title="mesas the fifties" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/mesas.jpg" alt="" width="479" height="192" /></a><p class="wp-caption-text">mesas quadradas e redondas - bom espaço entre elas</p></div>
<p style="text-align: left;">Apesar de na foto não aparentar, a base do pé da mesa tem uma altura superior a 10cm, e o formato &#8220;estrelado&#8221; impede que as rodas dianteiras avancem o suficiente para a acomodação correta.</p>
<p style="text-align: left;">Passando para as opções do cardápio, minha sugestão é encarar o tradicional PIC Burger + fritas (não congeladas), lanche premiado várias vezes pela Vejinha e Go Where. Mas nada impede que você monte seu próprio sanduíche fugindo dos lanches do cardápio. O <em>milk shake</em> também é sensacional!</p>
<p><div id="attachment_4186" class="wp-caption aligncenter" style="width: 385px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/the-fifties-moema-022-640x480.jpg"><img class="size-full wp-image-4186" title="hamburger the fifties" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/the-fifties-moema-022-640x480.jpg" alt="" width="375" height="272" /></a><p class="wp-caption-text">costelinha, bacon, barbecue, 4 queijos e salada na ciabatta</p></div>
<p style="text-align: left;">Também ficarei devendo fotos de outros lanches, pois eles simplesmente chegaram e eu esqueci de tirar&#8230;</p>
<p style="text-align: left;">Os banheiros adaptados ficam dentro dos comuns, não utilizando o sistema de cabine isolada unissex, o lado ruim disso é que muitas vezes as pessoas &#8220;normais&#8221; fazem uso dessa cabine. Achei esse vaso &#8221;chique&#8221;! Tinha um dispositivo que &#8220;encapava&#8221; o assento automaticamente com um plástico após colocar a mão no sensor. Há ainda um fraldário e cardápio em braile.</p>
<p><div id="attachment_4210" class="wp-caption aligncenter" style="width: 498px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/banheiro.jpg"><img class="size-full wp-image-4210" title="banheiro the fifties" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/banheiro.jpg" alt="" width="488" height="188" /></a><p class="wp-caption-text">banheiro possibilita aproximação em paralelo ao vaso</p></div>
<p style="text-align: left;">As pias ficam localizadas fora do banheiro e são vazadas. Ficou difícil de tirar foto pois tinha gente usando e as pessoas fazem cara feia quando vêem o flash num ambiente desses.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>.  .  . </strong></p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/folder.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4187" title="folder the fifties" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/03/folder.jpg" alt="" width="217" height="147" /></a></p>
<p style="text-align: left;"><strong></strong><strong><a href="http://www.thefifties.com.br/" target="_blank">The Fifties</a></strong></p>
<p style="text-align: left;"> </p>
<p style="text-align: left;">Alameda Jauaperi, 1468<br />Bairro Moema (<a href="http://goo.gl/maps/ipz5" target="_blank">Ver no Google Mapas</a>)<br />Fone: (11) 5041-4662<br /><em><strong>Preço: 50 Reais por pessoa</strong></em> </p>
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		<title>Cada uma&#8230;</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Mar 2011 18:38:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião e cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[cadeirante]]></category>
		<category><![CDATA[compras]]></category>
		<category><![CDATA[non sense]]></category>
		<category><![CDATA[tênis]]></category>

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		<description><![CDATA[Precisava comprar um tênis pra dar continuidade ao meu projeto &#8220;sai pança&#8221; que começou ano passado. Aliás, acho que já tem um ano isso. Mas, antes tarde do que nunca. Enfim, entrei na loja e fiquei olhando aquele monte de tênis, quando veio o vendedor me oferecer ajuda. Me limitei a dizer que queria um tênis pra ir [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/02/walking_bike_max_knight_1_G28N.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4144" title="walking_bike_max_knight_1_G28N" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/02/walking_bike_max_knight_1_G28N-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Precisava comprar um tênis pra dar continuidade ao meu projeto &#8220;<a href="http://maonarodablog.com.br/2010/01/22/vamos-malhar/" target="_blank">sai pança</a>&#8221; que começou ano passado. Aliás, acho que já tem um ano isso. Mas, antes tarde do que nunca. Enfim, entrei na loja e fiquei olhando aquele monte de tênis, quando veio o vendedor me oferecer ajuda. Me limitei a dizer que queria um tênis pra ir à &#8220;acadimia&#8221;, pois achava que o resto era meio óbvio. Segue o diálogo:</p>
<p>- Então, tem esse aqui que é bem legal. É o nhocks-blocks-focks, absorve bem o impacto, tem uma espuma&#8230;</p>
<p>E eu pensando porque ele estava falando sobre a absorção de impcato, quando era óbvio que não seria esse o diferencial que eu tava procurando no tênis.</p>
<p>- E aquele ali? É bonitinho&#8230;</p>
<p>- Ah, mas esse é feito pra quem pisa torto, meio que pra dentro. Tá vendo essa parte aqui? Então, ela é reforçada pra evitar que a pessoa não force o pé.</p>
<p>- Mas eu gostei desse&#8230; (Até porque o preço era bem mais interessante que o dos outros).</p>
<p>- Tem que ver, pois pode te dar algum problema.</p>
<p>- Moço, eu não piso! Como vai me dar problema?</p>
<p>- É, não sei&#8230; Tem que ver.</p>
<p>- Mas tem esse aqui, que também absosve bem o impacto, tem um gel&#8230;</p>
<p>Jesus, Maria, José! Ele acha que eu tô comprando o tênis para a minha cadeira???</p>
<p>- Então, qual você vai querer?</p>
<p>- Me dá o mais bonitinho!</p>
<p>Comentando com o povo do Blog o ocorrido, o Christian diz que passa pelas mesmas coisas e ainda acrescentou dois comentários que costuma ouvir:</p>
<p>- &#8220;Vê ai se não tá apertando na ponta&#8221;  (complicado pra quem não sensibilidade).<br />
- &#8220;Se quiser, pode dar uma andadinha pra ver se não machuca&#8221;.</p>
<p>Cada uma, viu?!</p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fmaonarodablog.com.br%2F2011%2F03%2F02%2Fcada-uma%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;font=arial&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px"></iframe><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fmaonarodablog.com.br%2F2011%2F03%2F02%2Fcada-uma%2F&amp;title=Cada%20uma%E2%80%A6" id="wpa2a_12"><img src="http://www.maonarodablog.com.br/images/compartilhe_icon.gif" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Vamos trabalhar?</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2011/02/23/vamos-trabalhar/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Feb 2011 19:35:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião e cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[cadeirante]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[lei de cotas]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[pessoa com deficiência]]></category>

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		<description><![CDATA[Voltar a trabalhar ou entrar no mercado de trabalho não é fácil pra ninguém, e quando se tem alguma deficiência ainda é um pouco mais complicado. Com a lei de cotas, o mercado melhorou muito. Eu sei que esse muito tá longe de ser bom ou mesmo razoável, mas que melhorou é fato. Lembro que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/02/mercado-03.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-4121" title="mercado-03" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/02/mercado-03-300x227.jpg" alt="" width="240" height="182" /></a>Voltar a trabalhar ou entrar no mercado de trabalho não é fácil pra ninguém, e quando se tem alguma deficiência ainda é um pouco mais complicado. Com a lei de cotas, o mercado melhorou muito. Eu sei que esse muito tá longe de ser bom ou mesmo razoável, mas que melhorou é fato. Lembro que há 10 anos atrás era bem mais complicado conseguir trabalho e as vagas disponíveis para deficientes eram bem mais limitadas. Nem vou entrar no quesito salário, pois era de chorar.</p>
<p>Lembro que quando me senti pronta pra voltar ao mercado fiquei bem perdida, sem saber por onde começar. Não sabia se ia direto pra iniciativa privada ou se estudava para algum concurso. E além disso, tinha várias questões envolvidas: estava sem carro, há 2 anos fora do mercado, não tinha me formado na faculdade e não fazia idéia de como seria ficar 8 horas seguidas sentada. Mas não via outra opção: ou encarava as dificuldades ou não ia sair do lugar.</p>
<p>Acabou que pintou uma oportunidade de trabalhar 3 vezes por semana numa clínica particular de reabilitação na parte administrativa. O salário era péssimo, a função não me empolgava, mas precisava começar em algum lugar e sair casa. A experiência não foi lá muito boa. O salário não pagava o que gastava com transporte e não tava me acrescentando muita coisa. Até os donos da clínica sabiam disso. Mas foi lá que apareceu uma outra oportunidade. Me falaram que o <a href="http://www.cvi-rio.org.br/" target="_blank">CVI</a> tava fazendo processo seletivo e que talvez fosse uma boa oportunidade. Topei na hora, e fui lá fazer o tal processo seletivo. Mais uma vez, a atividade não me empolgava. O salário era melhor mas sabia que ia todo no transporte. Mesmo assim, achei que valia. Era pra uma empresa de grande porte, e as possibilidades de melhoria eram boas. E seriam apenas 6 horas por dia, o que me agradava na época. Passei no processo seletivo, fiz o treinamento e um mês depois já tava trabalhando. A área que eu estava era praticamente só de deficientes. Na época foi bom, pois acabei aprendendo muito e tendo uma troca muito bacana com pessoas que tinham bem mais tempo de lesão. Vi gente que já trabalhava há muito tempo, alguns formados, outros casados, enfim, todos levavam uma vida normal. Isso foi muito marcante e me fez ver que as possibilidades estavam abertas pra mim.</p>
<p>Um adendo nada a ver: curiosamente, foi nessa empresa que conheci o cara mais marrento que já vi, um tal de Nickolas Marcon.</p>
<p>Voltando ao assunto, depois de quase um ano na mesma área, surgiu uma oportunidade de trabalhar em outra área da mesma empresa. Já era algo que tinha mais a ver comigo e com um salário que me daria condições de comprar um carro. Me candidatei na hora e depois de entrevistas e conversas, consegui a vaga. Fazendo algo que me dava uma perspectiva melhor, vi que era hora de começar a investir em estudo pra que pudesse continuar crescendo, e assim foi. Fiz vestibular, estudei, me formei e fui melhorando. Fiz outra faculdade e me formei. Agora estou procurando uma pós para fazer. Recebi propostas de outras empresas, algumas boas, outras não. Arrisquei, acertei e errei. Mas essa parte, independe de deficiência, é igual pra todo mundo. O importante é se qualificar para poder buscar oportunidades melhores e de acordo com seu perfil.</p>
<p>É interessante também se informar sobre a empresa que está contratando. Acreditem, já vi algumas contratarem apenas pra cumprir cota.  Se a pessoa era qualificada e podia fazer um bom trabalho, não importava. Tava ali cumprindo a mesma função de um móvel. E isso é ruim tanto para empresa quanto para o funcionário.</p>
<p>Mas o bom é que nesse meio tempo as oportunidades oferecidas melhoraram. Sim, ainda precisa evoluir muito e me aborrece ainda ver empresas anunciando vagas específicas para deficientes. E, normalmente, são de telemarketing ou auxiliar de alguma coisa. Na boa? Se estamos trabalhando para inclusão, o ideal seriam as empresas abrirem vagas para TODOS e, se o cara for cadeirante, deficiente auditivo ou visual, isso não deveria ser empecílio. O que deve importar é o currículo, a experiência e a capacidade de cada um. Mas enquanto isso não acontece, vale tentar se especializar, estudar, fazer uma faculdade&#8230; Ok, sei que não é fácil. Nada ajuda, tudo é caro e os meios de transportes são uma vergonha, mas vale pensar adiante e o quanto as portas podem se abrir se você estiver mais preparado. Tente entrar em contato com ONG’s que não só tem contato com empresas como também oferecem cursos profissionalizantes. Faça um esforcinho, pequise e se informe. Nada que o Google não ajude. Aqui no Rio, posso dizer que o <a href="http://www.cvi-rio.org.br/" target="_blank">CVI </a>e o <a href="http://www.ibdd.org.br/" target="_blank">IBDD</a> fazem um excelente trabalho nessa área. Vale dar uma olhada no site deles.</p>
<p>Enfim, é apenas minha humilde opinião e experiência. Dificuldades sabemos que existem. O importante é estar preparado e agarrar as oportunidades que aparecerem.</p>
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		<title>Mulher no volante&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 12:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris Costa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião e cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[auto-escola]]></category>
		<category><![CDATA[automóvel]]></category>
		<category><![CDATA[cadeirante]]></category>
		<category><![CDATA[carro adaptado]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos momentos mais marcantes nesse meu tempo de cadeirante foi quando pude comprar um carro. Demorou, foi sofrido, mas com certeza foi um marco na minha independência. Se hoje os ônibus adaptados não são lá essas coisas, imaginem há 10 anos. Eu precisava trabalhar, sair de casa, fazer minhas coisas. Mas sem carro, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos momentos mais marcantes nesse meu tempo de cadeirante foi quando pude comprar um carro. Demorou, foi sofrido, mas com certeza foi um marco na minha independência. Se hoje os ônibus adaptados não são lá essas coisas, imaginem há 10 anos.</p>
<p>Eu precisava trabalhar, sair de casa, fazer minhas coisas. Mas sem carro, como fazer? Pagava táxi, às vezes conseguia alguém que fazia um preço camarada, ou pegava uma carona. Mas era ruim demais, até porque os taxistas raramente são educados e solícitos. Fora que meu salário ia todo pra isso. Me sentia rasgando dinheiro.</p>
<p>Mas assim que tive condições, financiei e comprei um carro. Foi uma alegria só! Agora ia poder fazer tudo, ir a todos os lugares ir e vir na hora que quisesse e a um custo bem menor. Achava que a música “Born to be wild” tinha sido feita pra mim. Maravilha, né? Aham&#8230; Tinha pensado em tudo em relação ao carro – preço, consumo de combustível, adaptação, seguro – menos no mais importante: o motorista. Sim, eu seria a motorista. Mas quem disse que seria fácil dirigir um carro adaptado? Ok, difícil não é, até porque o carro tinha câmbio automático. Mas nunca tinha dirigido um carro automático e muito menos adaptado. Pensei “Ah, não deve ser tão difícil assim! É só acelerar e frear. Nenhuma dificuldade!”. Pois bem, entrei no carro, liguei, mudei a marcha e &#8230; POW! De “cara” no muro da garagem! Porque ninguém me explicou que carro automático sai andando sozinho??? Além disso me atrapalhei toda com puxa-acelera, empurra-freia, memória corporal que mandava comando pro pé frear, enfim, uma trapalhada só. Parei tudo (óbvio) e saí do carro convencida de que precisava aprender a dirigir de novo. Consegui alguém que tivesse paciência para andar comigo e me ensinar até que eu pegasse o jeito. Foi quase uma auto-escola. Depois de algumas aulinhas, peguei confiança e fui pra rua, já sozinha e independente. Realmente ter carro fez uma diferença enorme na minha vida. Aí sim&#8230;</p>
<p>&nbsp;<br />
<iframe title="YouTube video player" width="480" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/rMbATaj7Il8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe><br />
&nbsp;</p>
<p>Bom de mais, né? Ainda mais agora que passo longe dos muros!</p>
<p><span style="color: #ff0000;">O Blog Mão na Roda Adverte: Não dirija antes de fazer auto-escola. Mesmo já sabendo dirigir!</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Livros sobre cadeirantes</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 11:36:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Camara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[cadeirante]]></category>
		<category><![CDATA[deficiência]]></category>
		<category><![CDATA[lesão medular]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[reabilitação]]></category>
		<category><![CDATA[sexo]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem ficou cadeirante no meio da vida sabe o desespero que é correr atrás de informações para conseguir entender um pouquinho melhor o que aconteceu e como o corpo vai funcionar dali em diante. Da mesma forma, conhecer a história de outras pessoas que passaram pela mesma situação também é muito importante para enxergar que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quem ficou cadeirante no meio da vida sabe o desespero que é correr atrás de informações para conseguir entender um pouquinho melhor o que aconteceu e como o corpo vai funcionar dali em diante. Da mesma forma, conhecer a história de outras pessoas que passaram pela mesma situação também é muito importante para enxergar que há vida após a cadeira de rodas.</p>
<p>Hoje em dia a Internet facilita muito essa busca, tanto pela existência dos blogs e sites sobre o assunto quanto pela possibilidade de conversar com outros cadeirantes mais experientes em qualquer lugar do Brasil e do mundo. Ainda assim, há livros que contam histórias muito interessantes e que valem a pena ser lidos. Fiz uma lista de alguns que já li, com um pequeno resumo, e quem tiver outras dicas coloca aí nos comentários!</p>
<p><strong><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/11/feliz_ano_velho.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3778" title="Capa do livro Feliz Ano Velho" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/11/feliz_ano_velho.jpg" alt="" width="120" height="180" /></a>Feliz Ano Velho (Marcelo Rubens Paiva)</strong></p>
<p>Esse é o clássico dos livros sobre cadeirantes. Como quase todos os outros livros sobre o assunto, é autobiográfico e conta a história do autor, que ficou tetraplégico durante a época da faculdade. A história se passa há 30 anos atrás, quando a reabilitação era ainda mais dura do que hoje em dia, mas conta com detalhes como é a volta para casa, o relacionamento com amigos, família e namoradas. Impossível não se identificar com alguma coisa&#8230; É um ótimo livro, vendeu pra chuchu e criou uma legião de fãs para o Rubens Paiva. Já tinha lido na época de andante e li novamente como cadeirante. Altamente recomendado!</p>
<p><strong><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/11/a_revolucao_sexual_sobre_rodas.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3777" title="Capa do livro A Revolução Sexual Sobre Rodas" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/11/a_revolucao_sexual_sobre_rodas.jpg" alt="" width="130" height="180" /></a>Revolução Sexual Sobre Rodas (Fabiano Puhlman)</strong></p>
<p>É um livro mais técnico, escrito pelo psicólogo Fabiano Puhlman, que é cadeirante. Não conta a história de vida do autor, mas fala sobre situações vividas por algumas pessoas. O livro é elogiadíssimo por terapeutas, mas eu não gostei tanto. Talvez pela abordagem distanciada, ou porque o li quando já tinha descoberto a maior parte das informações sobre o assunto.  Na minha opinião, a ficha cai melhor quando a gente se identifica com a história e os personagens.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/11/minha_profissao_e_andar.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3779" title="Capa do livro Minha Profissão é Andar" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/11/minha_profissao_e_andar.jpg" alt="" width="120" height="180" /></a>Minha Profissão É Andar (João Carlos Pecci)</strong></p>
<p>Conta a história do irmão menos famoso do Toquinho. Dizem que o autor é gente finíssima &#8211; não o conheço pessoalmente -, mas o livro é chaaaato pra chuchu. No livro, o autor tem uma obsessão danada por andar com aparelhos e de repente serve como fonte de inspiração para quem tem o mesmo objetivo. Pra mim, a leitura foi uma tortura e só completei porque, assim como o autor tinha obsessão por andar, eu tinha por conseguir informações sobre reabilitação e lesão medular. Recomendo apenas para os igualmente obsessivos.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/11/velejando_a_vida.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3782" title="Capa do livro Velejando a Vida" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/11/velejando_a_vida.jpg" alt="" width="95" height="140" /></a>Velejando a Vida (João Carlos Pecci)</strong></p>
<p>Segundo livro do Pecci, que conta a história dele tentando engravidar a mulher. Ok, resumi demais. Mas basicamente é isso aí mesmo. Achei melhor que o &#8220;Minha profissão&#8230;&#8221; e é um livro interessante para quem é lesado medular e está planejando ter filhos, mas não fala quase nada sobre a primeira fase da reabilitação.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/11/no_silencio_do_sexo.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3781" title="Capa do livro No Silêncio do Sexo" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/11/no_silencio_do_sexo.jpg" alt="" width="118" height="180" /></a>No Silêncio do Sexo (Ricardo Marcondes)</strong></p>
<p>Quando li esse livro, adorei! Tinha conhecido o autor &#8211; um sujeito pra lá de carismático &#8211; em um curso no CVI do Rio e corri atrás do meu exemplar. O livro aborda o sexo antes e depois da lesão de uma forma natural e sem pudores com a qual me identifiquei de imediato. Claro que eu sou muito menos canalha e galã  do que o autor, mas vivi várias das situações relatadas no livro. A primeira ida dele ao motel é um clássico! Recomendo, principalmente para os homens.<br />
<strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/11/na_minha_cama_ou_na_tua.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3780" title="Capa do livro Na Minha Cadeira ou na Tua" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/11/na_minha_cama_ou_na_tua.jpg" alt="" width="120" height="179" /></a>Na Minha Cadeira ou na Tua (Juliana Carvalho)</strong></p>
<p>Last, but not least, o livro da Ju. É o mais recente de todos esses e muito, muito atual. Ju é uma menina fantástica e conta sua história sem dar voltas, indo direto ao ponto. Fala sobre o começo da vida de cadeirante, a reabilitação, os namoros, sexo, trabalho, família e tudo mais. Para quem quer ter uma idéia de como é o livro, basta ler o <a title="Blog da Juliana Carvalho" href="http://comediasdavidaaleijada.blogspot.com">blog</a> da autora, que também apresenta um programa na TV Assembléia do RS. Recomendadíssimo para as meninas e também para os mais jovens!</p>
<p>E você,  já leu algum desses livros? Dê sua opinião!</p>
<p style="text-align: center;">***</p>
<p style="text-align: left;"><strong>Quebra de Script (Thomaz Magalhães)<a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/11/quebra_des_script_thomaz_magalhaes.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-3799" title="Capa do livro Quebra de Script, de Thomaz Magalhães" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/11/quebra_des_script_thomaz_magalhaes-e1291561661531.jpg" alt="" width="120" height="192" /></a></strong></p>
<p style="text-align: left;">Lembrei que também tinha lido esse livro após o comentário da Juliana Oliveira aqui no post. O Quebra de Script conta a história de Thomaz Magalhães, um empresário bem sucedido que virou cadeirante após cair do cavalo (literalmente). O livro é bastante focado na questão da superação e o autor faz um paralelo da sua reabilitação e determinação com o mundo dos negócios. Ele parece uma pessoa fantástica (fiquei com vontade de conhecê-lo), mas eu diria que o livro é mais sobre negócios e religião &#8211; Thomaz é um católico pra lá de dedicado &#8211; do que outra coisa. &#8220;Quebra de Script&#8221; pode ser bem interessante para quem busca apoio na fé, mas não me identifiquei com a história.</p>
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		<title>Em busca de um espaço</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 17:34:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Eduardo Camara</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião e cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[apartamento adaptado]]></category>
		<category><![CDATA[cadeirante]]></category>

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		<description><![CDATA[Já tinha 9 anos desde minha lesão quando resolvi partir de vez em busca de um apê. A relação sempre foi de total liberdade na casa dos meus pais, mas sentia falta de um espaço só meu. Era bastante independente, tinha acabado de sair de um relacionamento de quase 3 anos, trocado de emprego e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já tinha 9 anos desde minha lesão quando resolvi partir de vez em busca de um apê. A relação sempre foi de total liberdade na casa dos meus pais, mas sentia falta de um espaço só meu. Era bastante independente, tinha acabado de sair de um relacionamento de quase 3 anos, trocado de emprego e estava querendo dar uma sacodida na vida. Comecei a looooonga procura por um apê e como ela foi desgastante! Já tinha juntado uma grana, mas teria que vender minha alma -que não vale muito &#8211; ao diabo e ainda aplicar a merreca na bolsa para conseguir dar entrada em um cafofo aqui no Rio. Para quem não sabe, o metro quadrado da cidade maravilhosa é caríssimo! O preço de um quarto e sala na zona sul do Rio é mais ou menos o de um 3 quartos em um bom bairro de Curitiba, por exemplo. Solução: aluguel!</p>
<p>Claro que alugar também não era barato, mas fiz as contas e dava para pagar o aluguel e ainda sobrava um troco. Mas e para achar o apartamento? Tudo bem que restringi um bocado as minhas opções quando decidi que continuaria morando em Copacabana, bairro onde nasci, cresci e adoro até hoje! Primeiro porque não é um bairro barato, e depois porque a maioria dos seus prédios são construções antigas e muitos não tem rampas na entrada. Alguns, sequer tem elevadores. E para piorar, o bairro ainda tem um certo carisma e está passando por uma revitalização, o que fez com que mais gente entrasse na concorrência por um apê em Copa.</p>
<div id="attachment_3073" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/07/muquifo.jpg"><img class="size-full wp-image-3073" title="Apartamento zoneado" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/07/muquifo-e1279906328535.jpg" alt="" width="500" height="343" /></a><p class="wp-caption-text">Os muquifos que visitamos eram mais ou menos assim</p></div>
<p>Tentar alugar um apartamento bom aqui no Rio é frenético. Você acorda cedo pra cacete aos sábados e domingos, cata os classificados do <a href="http://www.oglobo.com.br">O Globo</a> e começa a ligar para os anúncios de aluguel. Muitos deles não atendem pois são imobiliárias que não funcionam no final de semana, então você também tem que madrugar na 2a feira para saber sobre os apês. E tem uma coisa: se o corretor te tratar bem ou o apê for anunciado mais de uma vez, nem adiantar perder tempo com o apartamento porque ele é uma merda. Apartamento bom no Rio é alugado NA HORA e se o corretor falar que tem que comer caca de cachorro para conseguir a ficha aprovada, te garanto que tem gente que topa!</p>
<p>Logo de cara, consegui achar um apezinho maneiro em um bom prédio com vaga e tudo. Era um pouco barulhento, mas a localização e o tamanho do apê (quarto e sala de incríveis 70m2) compensavam. Caí na asneira de perguntar pro proprietário se eu poderia tirar a porta (de plástico) do box para poder entrar mais fácil com a cadeira. O sujeito fez uma cara tão feia que ali mesmo eu percebi que tinha rodado&#8230; Amigo cadeirante: se vai fazer alguma modificação em um apê alugado, NÃO AVISE O PROPRIETÁRIO. Sério mesmo&#8230; Se for bobeirinha, tipo tirar uma porta do box para depois recolocar, não avise.</p>
<p>Fiquei quase um ano nesse ritmo alucinante e procurar apê para alugar. Fazia uma ronda nos finais de semana para ver se os prédios tinham acesso básico e, se tivessem, na segunda-feira tentava visitar o apartamento em si. Vi, sem sacanagem, mais de 100 prédios e visitei no mínimo uns 40 apês. Nesse meio tempo, conheci a Bianca. Ela  passou a me ajudar na busca  (era diretamente interessada, ehehe!) e viu vários  apês para mim. Quase consegui alugar alguns deles, mas a minha &#8220;ficha&#8221; sempre era preterida por outra. E olha que eu tinha um bom emprego estável e um fiador, hein? Cheguei até a ver um apartamento que tinha sido de um cadeirante (Olha só!), com banheiro adaptado e tudo, mas o proprietário preferiu alugar para outra pessoa. É mole?</p>
<p>Depois de tanto tempo dando com os burros n´água, já tinha juntado um dindin a mais, feito algumas contas e cheguei a conclusão que daria para comprar um apê financiado. As coisas também estavam indo muito bem com a minha namorida, praticamente já morávamos juntos e decidimos estreitar ainda mais nossos laços. Reunimos os tostões e mudamos o objetivo da busca: o lance agora era arrumar um apê para nós dois comprarmos!</p>
<p>Não foi nem um pouco fácil&#8230; Se por um lado quando vc está COMPRANDO um apê os proprietários te tratam melhor, a responsabilidade é muito maior e a quantidade de picaretas tentando te passar uma bomba aumenta consideravelmente. Negociamos apartamento com ex-presidiária, uma mulher que fugiu do hospício e outra que mantinha uma pessoa em cativeiro dentro do apartamento. Tá, não foi isso tudo não. Exagerei em um dos casos. Mas os outros dois eu juro que são reais!</p>
<p>Depois de 1 ano e meio procurando apê, nossa planilha de muquifos visitados já continha 300 itens. Encheu o saco. Decidimos que tínhamos que relaxar e tiramos férias, viajamos, curtimos&#8230; Foi quando voltamos, bem mais relaxados, que fomos visitar mais um apê despretensiosamente. Lembro até hoje: bastou entrar na sala para ter aquela sensação de &#8220;é esse!&#8221;. Claro que fiz aquela cara de desinteressado para o corretor, para não valorizar. Quando o cara virou de costas e eu olhei para Bianca, percebi que ela tinha sentido o mesmo que eu. Uhu!!!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/07/eduardo_bianca.jpg"><img class="size-full wp-image-3072  aligncenter" title="Eduardo e Bianca em uma das primeiras visitas ao &quot;apê&quot;" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/07/eduardo_bianca.jpg" alt="" width="400" height="267" /></a>(continua)</p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fmaonarodablog.com.br%2F2010%2F07%2F23%2Fem-busca-de-um-espaco%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;font=arial&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px"></iframe><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fmaonarodablog.com.br%2F2010%2F07%2F23%2Fem-busca-de-um-espaco%2F&amp;title=Em%20busca%20de%20um%20espa%C3%A7o" id="wpa2a_20"><img src="http://www.maonarodablog.com.br/images/compartilhe_icon.gif" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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