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	<title>Blog Mão na Roda &#187; inclusão social</title>
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	<description>Guia de Sobrevivência do cadeirante cidadão - Crônicas, notícias, informações e dicas sobre acessibilidade, e cotidiano de pessoas com deficiência</description>
	<lastBuildDate>Tue, 22 May 2012 19:18:14 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Vamos trabalhar? &#8211; parte 2</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2011/02/28/vamos-trabalhar-parte-2/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Feb 2011 15:08:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Matsuy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião e cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[inclusão social]]></category>
		<category><![CDATA[mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[profissão]]></category>

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		<description><![CDATA[Lendo o post da Cris, fiquei inspirado a falar um pouco de como foi a minha volta (dos que não foram) ao mercado de trabalho. Calma, eu explico: na verdade, não foi uma volta e sim um começo, pois eu nunca havia trabalhado antes de ser cadeirante, tinha 15 anos quando me acidentei e ainda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/02/e541b7.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-4128" title="escolha de carreira" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/02/e541b7.jpg" alt="" width="203" height="222" /></a>Lendo o <a href="http://maonarodablog.com.br/2011/02/23/vamos-trabalhar/" target="_blank">post da Cris</a>, fiquei inspirado a falar um pouco de como foi a minha volta (<em>dos que não foram</em>) ao mercado de trabalho.</p>
<p><em>Calma, eu explico</em>: na verdade, não foi uma volta e sim <span style="text-decoration: underline;">um começo</span>, pois eu nunca havia trabalhado antes de ser cadeirante, tinha 15 anos quando me acidentei e ainda estava no colégio.</p>
<p>Creio que, como aconteceu com os demais autores do blog, mesmo ainda adolescente, ingressar no mercado de trabalho <span style="text-decoration: underline;">foi uma das minhas grandes preocupações</span> e ainda internado no hospital eu já brincava com as possibilidades num jogo mental de <em>&#8220;posso &#8211; não posso fazer&#8221;.</em></p>
<p>Deixa eu dar uma encurtada na conversa aqui, senão vira livro :)</p>
<p>Bom, terminei meus estudos, faculdade, fiz alguns outros cursos de especialização, mas não tinha nada em vista. Esse negócio de lei de cotas e acessibilidade em locais de trabalho não havia nascido ainda (1990)! Já os concursos públicos sempre me barraram no edital, pois a pessoa tem que ter um mínimo de autonomia.</p>
<p>Mas com o bom domínio de conhecimentos de informática, sempre fiz bicos desde meu colegial (eu já estava até meio conformado em ser um prestador de serviço), e isso se prolongou até 1997, quando ví um anúncio em um grande provedor de acesso à Internet recrutando pessoas com deficiência para trabalho à distância.</p>
<p>Apesar do salário digamos que&#8230; ridículo, me candidatei e fui aprovado com uma certa rapidez, pois segundo o RH da empresa, mesmo nessas condições haviam pouquíssimas pessoas com as qualificações mínimas exigidas (<em>saber utilizar as ferramentas do Office e ter um bom conhecimento de Internet</em>). Fiquei sabendo que foram contratadas seis pessoas para exercerem a mesma função Brasil adentro. Em 2 meses, todos foram dispensados, menos eu. O pessoal não estava dando conta do serviço. Minha gerente da época me ofereceu uma vaga interna pra fazer o serviço desse pessoal, <span style="text-decoration: underline;">mas eu recusei</span>&#8230; <strong>MEDO</strong>. Muito medo de sair de casa e passar 8 horas longe dos meus pais.</p>
<p>Tenho uma lesão super alta (C4/5), o que me torna muito dependente. Na hora você já imagina aquelas situações chatas de esvaziar coletor, alimentação etc&#8230; pô, eu estava muito inseguro. Continuei trabalhando em casa com uma carga horária ampliada e salário melhorado. Fiquei 3 anos nessa vida e mais uma vez estava me conformando com a situação, que não era incômoda, mas não remunerava bem e tomava muito tempo.</p>
<p>Continuou assim até essa mesma gerente que me chamou pra trabalhar mudar de emprego. Assim que ela mudou, ligou e disse que me queria junto de qualquer jeito, <strong>mas tinha que ser pra trabalhar no local!</strong> Daí pensei muito, muitas noites sem dormir até que aceitei fazer uma entrevista. <span style="background-color: #00ffff;">Ao mesmo tempo, pensava no lance dessa oportunidade não bater novamente em minha porta</span>. Detalhe que <span style="text-decoration: underline;">ela não tinha idéia da minha deficiência</span>, e com certeza ela achava que era algo mais leve, mas confesso que foi uma sensação boa, de alguém te chamar pela sua qualificação.</p>
<p>Apesar desse &#8220;choque inicial&#8221;, de imediato coloquei minhas necessidades básicas: alguém que me auxiliasse com a alimentação, água, xixi (esvaziar meu coletor de perna), e entrar e sair do carro. Pro meu espanto ouví:<em> -&#8221;é só isso que você precisa?&#8221;</em> E foi assim! Pro meu espanto, a ajuda sobrava&#8230; As pessoas sempre muito solícitas e é assim até hoje. E não estou falando de empresa pequena, e sim uma indústria multinacional com mais de 1000 funcionários. <strong>Infelizmente essa não é a situação real do mercado.</strong> Sabemos que as empresas garimpam as pessoas &#8220;menos deficientes possíveis&#8221;, e que tenham autonomia pra se virar sozinhas. Já escrevi sobre isso <a href="http://maonarodablog.com.br/2010/05/17/dia-de-furia-oportunidade-de-emprego/" target="_blank">nesse post</a>.</p>
<p>Era um trabalho completamente diferente do que eu realizava, mas nada que eu não soubesse. A princípio detestei, mas a proposta salarial realmente pesou e eu comecei a gostar aos poucos daquilo que estava fazendo. Querendo ou não, aprendi a ter um comportamento corporativo devagarzinho. E fui fazendo amizades, me identificando com as pessoas, o que facilitou mais ainda esse lance da ajuda.</p>
<p>Até campanha pro Teleton eu fiz!</p>
<div id="attachment_4132" class="wp-caption aligncenter" style="width: 370px"><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/02/DSC00670-Custom.jpg"><img class="size-full wp-image-4132" title="christian teleton" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2011/02/DSC00670-Custom.jpg" alt="" width="360" height="270" /></a><p class="wp-caption-text">Campanha Teleton 2003 </p></div>
<p>Um ano após eu entrar nessa empresa, fizeram uma proposta de promoção de cargo, uma coisa que jamais esquecerei na vida. E dois anos mais tarde veio outra&#8230; E cá estou eu, <span style="text-decoration: underline;">a 8 anos na mesma empresa</span>.</p>
<p>O que posso concluir e deixar de dica é que a <span style="text-decoration: underline;">qualificação profissional ajuda superar muitas barreiras</span>, sejam físicas ou de preconceito.</p>
<p>Estar &#8220;apresentável&#8221; também faz diferença (na verdade isso vale pra qualquer um). Não adianta você achar que vai conseguir um emprego usando calça de abrigo, com o umbigo aparecendo e a camiseta suja de molho de macarronada, que não vai. Saiba trabalhar isso em você. Seja cadeirante, mas seja limpinho, ok?</p>
<iframe src="http://www.facebook.com/plugins/like.php?href=http%3A%2F%2Fmaonarodablog.com.br%2F2011%2F02%2F28%2Fvamos-trabalhar-parte-2%2F&amp;layout=standard&amp;show_faces=true&amp;width=450&amp;action=like&amp;font=arial&amp;colorscheme=light" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" style="border:none; overflow:hidden; width:450px; height:80px"></iframe><p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fmaonarodablog.com.br%2F2011%2F02%2F28%2Fvamos-trabalhar-parte-2%2F&amp;title=Vamos%20trabalhar%3F%20%E2%80%93%20parte%202" id="wpa2a_2"><img src="http://www.maonarodablog.com.br/images/compartilhe_icon.gif" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Dia de Fúria &#8211; Oportunidade de Emprego</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/05/17/dia-de-furia-oportunidade-de-emprego/</link>
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		<pubDate>Mon, 17 May 2010 15:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Christian Matsuy</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dia de Fúria]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião e cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Christian Matsuy]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão social]]></category>

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		<description><![CDATA[No dia 03 de Maio recebi um e-mail do site vagas.com.br, no qual tenho cadastro. A i.Social (que divulga oportunidades de emprego para PCDs através desse site) me enviou a vaga com o descritivo abaixo: (ver a imagem aqui do anúncio original recortado de minha área de trabalho) . . . Empresa multinacional no segmento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/05/moto_cadeirante1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2357" src="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/05/moto_cadeirante1.jpg" alt="Símbolo de acessibilidade redesenhado de forma que o cadeirante parece dirigir uma moto" width="250" height="185" /></a>No dia 03 de Maio recebi um e-mail do site <a href="http://www.vagas.com.br" target="_blank">vagas.com.br</a>, no qual tenho cadastro.</p>
<p>A <a href="http://isocial.com.br" target="_blank"><strong>i.Social</strong></a> (<em>que divulga oportunidades de emprego para PCDs através desse site</em>) me enviou a vaga com o descritivo abaixo:</p>
<p>(ver a imagem <a href="http://maonarodablog.com.br/wp-content/uploads/2010/05/anúncio.jpg" target="_blank">aqui</a> do anúncio original recortado de minha área de trabalho)</p>
<p style="text-align: center">. . .</p>
<p><span style="text-decoration: underline">Empresa multinacional no segmento de distribuição de bebidas.</span></p>
<p>Auxiliar de Execução A./São Paulo- RTR.</p>
<p>Pré-Requisitos:<br />
Boa comunicação, argumentação, pró ativo e habilidade para trabalhar em equipe e possuir <span style="text-decoration: underline">carteira de habilitação de moto</span>.</p>
<p>Descrição das atividades:<br />
Visita aos Pontos de Vendas de pequeno varejo para a execução de merchandising. Reuniões de equipe diárias para direcionamento das vendas.</p>
<p>Outras informações:</p>
<p>Jornada de trabalho: Segunda a sábado &#8211; 8hrs.<br />
Local de trabalho: Vários, de acordo com o mercado que for trabalhar.<br />
Salário: R$725,12<br />
Benefícios: 14º salário / Tickets 11,00 por dia / Plano Médico / Odontologico / Cesta Natal / Ajuda Material Escolar (dependentes e funcionário univeritário) / Brinquedos Natal.</p>
<p style="text-align: center">. . .</p>
<p>Ok&#8230;<br />
Tudo bem que a vaga não serve para mim (e também não é minha área de atuação), mas comecei a me perguntar: <strong><em>para quem serviria? Quantas pessoas com deficiência você conhece e que cumprem esses pré-requisitos?<br />
</em></strong></p>
<p>Longe de mim querer segregar as pessoas com deficiência, até porque eu sou uma delas. Porém, continuo a bater na tecla de que a maioria das empresas querem contratar uma pessoa <span style="text-decoration: underline">com a menor deficiência possível</span>. O mérito está na qualificação ou na deficiência da pessoa? Quer dizer que se eu fosse um amputado, mas bem independente, porém sem qualquer qualificação, eu teria mais facilidade em conseguir um emprego? Eu tenho a nítida impressão que sim. E de quebra ainda me pagariam um salário mais baixo.</p>
<p>Eu que tenho ensino superior, cursos de especialização e sou bilíngue, entre outras coisas, e não consigo sequer uma entrevista de seleção!? Ahhh esqueci&#8230; Eu sou tetraplégico!<em> (Pra que que eu estudei então?)</em></p>
<p>Devo dar trabalho, né? (nunca ninguém me perguntou, mas eu devo dar) Devo faltar pra cacete, fico enchendo o saco dos outros, preciso de ajuda pra entrar e sair do carro&#8230; resumindo: &#8220;EU NÃO SOU ECONOMICAMENTE VIÁVEL&#8221;.</p>
<p>Felizmente, hoje estou empregado, mas muita gente não está. Isso gera uma crise em minha consciência. Uma crise que não me permite mais aceitar essas velhas normas, padrões e algumas &#8220;tradições&#8221;. O que estou querendo discutir aqui é que, sem uma mudança RADICAL de pensamento por parte das empresas, não haverá nunca um conceito pleno de inclusão social. Será sempre essa historinha de cumprir as cotas, fugir da multa e ainda sair falando pra todo mundo:  &#8220;<em>olha, aqui nós contratamos deficientes, somos bonzinhos e exemplares&#8221;.</em> Não podemos mais simplesmente aceitar as coisas como nos são apresentadas, sem questioná-las. Inclusão social está <span style="text-decoration: underline">muito além</span> de cumprir lei de cotas.</p>
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		<title>Os cadeirantes e os &#8220;eventos da ONU&#8221;</title>
		<link>http://maonarodablog.com.br/2010/03/04/os-cadeirantes-e-os-eventos-da-onu/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 20:34:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bianca Marotta</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião e cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[inclusão social]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheci um mineiro que uma vez disse assim pra mim: “ Toda vez que tento marcar qualquer programa com o pessoal aqui do Rio, me sinto organizando um evento da ONU”. O que ele quis dizer é que pra marcar qualquer coisa no Rio você precisa sempre fazer mil ligações pra cá e pra lá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignleft" title="Sede da ONU" src=" http://ecotrendstips.files.wordpress.com/2008/01/onu.jpg" alt="" width="201" height="126" />Conheci um mineiro que uma vez disse assim pra mim: “ Toda vez que tento marcar qualquer programa com o pessoal aqui do Rio, me sinto organizando um evento da ONU”. O que ele quis dizer é que pra marcar qualquer coisa no Rio você precisa sempre fazer mil ligações pra cá e pra lá (atualmente trocas de emails e torpedos). Você combina um local com o primeiro amigo e quando vai avisar ao segundo, ele diz que não curte o tal bar escolhido. Aí liga de volta pro primeiro e remarca. Quando vai falar com o terceiro, ele diz que costumava frequentar o tal local com seu/sua ex e não tá a fim de más recordações. Aí surge uma terceira opção, que você precisa repassar para os dois primeiros amigos. E assim vai&#8230;</p>
<p>Tive que concordar com o mineirinho.</p>
<p>Esta semana me dei conta de uma outra coisa, se um ou mais dos amigos convidados é cadeirante, a complexidade do tal evento da ONU, precisa ser multiplicada por, no mínimo três. E não porque cadeirantes sejam mais chatos, o motivo aqui é de força maior. Se o carioca já tem mania de ser seletivo, imagina quando ele se vê na obrigação de excluir uma porção de lugares, por pura e simples falta de acesso. A conversa segue assim:</p>
<p><em>- Olha, o lugar é acessível, tá? Rola uma rampa na entrada.<br />
- Beleza, mas tem banheiro adaptado?<br />
- Ih, não!<br />
- Hmmmm. Poxa, beber chopp sem poder tirar água do joelho, fica difícil.<br />
- Tá, então vamos naquele outro da semana passada.<br />
- Por mim tudo bem.</em></p>
<p>Toca a ligar pra galera e remarcar. Aí meia dúzia não concorda, porque o local virou figurinha repetida. O outro cadeirante da galera sugere, então, uma pizzaria que foi avaliada pelo Mão na Roda (jabá, jabá!). Todo mundo concorda, menos uma fulaninha que está de dieta e não quer comer pizza.</p>
<p>No final das contas, metade vai, metade fica em casa ou&#8230; os cadeirantes dão seu jeito, põe os rabos entre as pernas, aceitam uma “ajudazinha” pra subir as escadas e evitam beber muito, que é para a bexiga aguentar a noite toda.</p>
<p>Agora me explica: por que é que a fulaninha que está de dieta manda mais que o cadeirante que não tem como chegar ao local com independência? Por que é que o cadeirante é sempre a pessoa que precisa abrir exceções?</p>
<p>Deu pra entender agora que sem acessibilidade fica difícil gerar inclusão social? Até quando isso vai durar?</p>
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