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Curso no CVI – Compreendendo a Lesão Medular – 2010

Eduardo Camara - segunda-feira, 26 de abril de 2010 - 13:58

Nessa semana começa mais um curso Compreendendo a Lesão Medular, oferecido pelo CVI-Rio. Não canso de repetir que esse curso foi tão importante para minha reabilitação quanto as sessões de fisioterapia e terapia ocupacional. No curso, ministrado pelas ótimas Sheila Salgado e Beth Caetano, temos uma enxurrada de informações sobre tudo que está relacionado à lesão medular. Há ainda a oportunidade de trocar idéias com outras pessoas que já reabilitadas, que sempre passam pelo curso para visitar o CVI e conversar com os mais novos.

O CVI promove o conceito de vida independente e é uma ONG bastante séria. Além de cursos sobre diversos temas relacionados à deficiência, ele também oferece vagas de emprego, assessoria em acessibilidade e uma série de outros serviços e tem uma oficina especializada em adequação postural e equipamentos para facilitar as atividades do dia a dia, como adaptações para talheres, canetas etc.

Até a Luciana de Viver a Vida já falou sobre o CVI em seu blog!

Não percam a oportunidade de fazer esse curso, pois não existe nada semelhante aqui no Brasil. Oportunidade imperdível, e de graça!

Curso Compreendendo a Lesão Medular
Local: CVI-RIO – Estacionamento da PUC-RIO, próximo ao Planetário da Gávea
Data: A partir do dia 28/04/2010, toda quarta-feira
Horário: 19:30h às 21:30h
Público-alvo: pessoas com lesão medular, familiares, amigos, estudantes e profissionais da área
O programa do curso aborda: conhecimentos sobre a lesão medular; cuidados com a pele, bexiga e intestino; problemas clínicos associados; sexualidade; nutrição; medicações; equipamentos; reabilitação; vida independente; esporte, lazer e outros temas.

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Jeep Tour – Passeio de jipe adaptado no Rio de Janeiro

Bianca Marotta - sexta-feira, 23 de abril de 2010 - 15:23

baia de Guanabara vista do alto da vista chinesa

Paisagem do mirante da Vista Chinesa

Há algumas semanas atrás o Raffael, diretor da Jeep Tour, entrou em contato conosco e ofereceu um dos passeios de jipe acessível da empresa. Já tínhamos ouvido falar do passeio e estava na nossa agenda testá-lo um dia. Concordamos na hora! Difícil apenas foi conciliarmos a disponibilidade dos integrantes do blog, mas obviamente, todos queriam participar!

Rampa na traseira do jipe montada para embarque dos passageiros

Marcado o dia e escolhido o roteiro, um passeio pela Floresta da Tijuca, definimos o ponto de encontro: estacionamento na Lagoa, no Parque dos Patins. Chegando lá, conhecemos o Sergio, que seria nosso guia e o Sandro, nosso motorista. Ambos simpaticíssimos e muito bem dispostos! 1ª surpresa agradável do passeio!

cinto de segurança prendendo a cintura do cadeirante

Cinto de segurança

Em seguida fomos apresentados ao nosso meio de transporte, um antigo jipe do exército que foi preparado para transportar pessoas em cadeira de rodas. Ele pode transportar até 3 cadeirantes junto com mais 5 não cadeirantes. O legal é que fica todo mundo junto e, como o jipe é mais alto do que os outros carros, dá para curtir muito melhor a paisagem. E tem até uma lona que cobre o teto em caso de chuva!

O leitor deve estar se perguntando: “Mas como é que foi feita essa adaptação do jipe para cadeirantes?”  Nada complicado, garanto a vocês. A caçamba dele possui duas fileiras de bancos no seu sentido de seu comprimento, uma de frente pra outra. Pra começar, os assentos de uma das fileiras foram removidos, permanecendo apenas os seus encostos. Os cintos de segurança foram mantidos, para serem afivelados em volta da cintura do cadeirante, nenhum mistério. Mas para que a cadeira ficasse ainda mais segura, foram instalados cintos no chão da caçamba, com ganchos que são presos aos pés da cadeira.

Cinto preso ao chão da caçamba do jipe e à cadeira de rodas.

Ganchos preendendo a cadeira de rodas ao jipe

Tudo bem, ótimo, o jipe é seguro, mas como o cadeirante faz pra subir nele? Colinho? Não, não. Nada de colinho. No jipe foram instaladas duas rampas dobráveis, de forma que, elas são montadas e desmontadas facilmente quando os cadeirantes precisam entrar ou sair do jipe. Além disso a distância entre elas é regulável, ou seja, cadeiras de todas as larguras podem usá-las.

Mirante da vista chinesa

Subimos todos no carango e nos preparamos para o passeio, que teve início na subida para o Horto, em direção à vista Chinesa, nossa primeira parada. Outra bela supresa por lá: foi construída uma rampinha pra facilitar a chegada dos cadeirantes até a construção que fica a 380m de altitude e de onde se tem uma belíssima vista do Rio de Janeiro. Juro, gente, dá pra ver as praias, o Corcovado e o Pão de Açúcar. Tudo de um mesmo ponto.

Durante o passeio, todo feito em meio a muito verde, passamos pela Mesa do Imperador, Cascatinha da Tijuca, onde foi construída uma excelente rampa, que leva o cadeirante até bem perto da cachoeira, Capela Mayrink com os afrescos de Cândido Portinari, chegando até o restaurante Dois Esquilos, por onde apenas passamos rapidamente. Ah! Demos sorte e avistamos vários macaquinhos durante o nosso tour.

Infelizmente não encontramos nenhum banheiro adaptado no caminho, mas já demos a dica pro pessoal do Jeep Tour, que passará a informação pra prefeitura.

Rampa na cascatinha da Tijuca

Rampa de acesso ao mirante da Cascatinha

E pra terminar o passeio com chave de ouro, o Sandro, nosso motorista massa, desceu pela estrada das Canoas com direito a parada na praia de São Conrado. O dia estava belíssimo e o clima mais que agradável. Tudo correu super bem e todos os integrantes do blog voltaram felicíssimos pra casa. Passeio obrigatório tanto para quem mora, quanto para quem visita o Rio!

Por do sol na praia de São Conrado

Paisagem da praia do Pepino no fim de tarde

Em tempo: a empresa está aumentando a frota de jipes adaptados e atualmente oferece, além do passeio pela Floresta da Tijuca, mais 8 roteiros no Rio de Janeiro. Mais informações sobre agendamento, roteiros, fotos etc estão no site da Jeep Tour.

. . .

Jeep Tour
Fone: (21) 2108-5800
Fax: (21) 2108-5818
www.jeeptour.com.br

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Um rolé de handbike pelo Rio de Janeiro

Eduardo Camara - terça-feira, 13 de abril de 2010 - 21:40

Voltar a pedalar me trouxe uma alegria infinita e sempre que puder vou compartilhar isso com vocês. Longe de mim começar com aquele papo de que a lesão medular tornou minha vida muito melhor do que era antes, mas sinto-me um privilegiado toda vez que volto pedalando do Aterro do Flamengo no final da tarde e vejo a Baía de Guanabara com suas águas douradas refletindo o sol. O visual é indescritível e no que depender de mim vou brigar um bocado para cada cadeirudo ter a oportunidade de viver essa mesma sensação de alegria que eu sinto pedalando.

Nesse último final de semana, filmei minha pedalada pela orla do Rio e o resultado tá aqui no blog para vocês. A edição ficou por conta da minha super ultra mega linda e talentosa namorada, Bianca Marotta. :)

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Motel adaptado no Rio!

Eduardo Camara - sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010 - 14:37

Volta e meia a falta de motel adaptado no Rio é assunto entre cadeirantes e ontem resolvi fazer mais uma pesquisa para tentar achar novidades. E não é que encontrei?

Finalmente a comunidade cadeirística do Rio tem uma opção para a hora do “vamo vê”. É, meu povo, por incrível que pareça cadeirante também transa :)

O quarto parece simples, a cama mais baixa do que deveria e pelas fotos não dá pra ver muita coisa, mas percebi barras de apoio,  uma cadeira de banho e imagino que tenha uma porta larga no banheiro.

Agora a pergunta: qual vai ser o primeiro leitor a visitar e avaliar o local?

Motel Rosa da Vila
www.rosadavila.com.br
Av. Marechal Rondon, 2.221 – Sampaio
(21) 2501-4096

Mais Fotos:
http://www.guiademoteis.com.br/rio-de-janeiro/moteis/Hotel-Rosa-da-Vila/suites/Unidade-Cadeirantes

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Novidades no mapa de locais acessíveis!

Eduardo Camara - segunda-feira, 30 de novembro de 2009 - 13:42

Tela do mapa de locais acessíveis

O mapa Mão na Roda de locais acessíveis do Rio de Janeiro está com vários estabelecimentos novos. Para quem não conhece esse mapa, ele mostra lojas, restaurantes, cinemas e outros estabelecimentos que são acessíveis para cadeirantes. TODOS os lugares mostrados no mapa têm banheiros adaptados e pelo menos uma rampinha na entrada.

Aproveito para agradecer ao Heitor Luiz, nosso leitor que colaborou através da comunidade no Orkut com diversas dicas de bares e restaurantes na região da Tijuca.

Lembro também que TODOS podem (e devem!) colaborar e receberão os devidos créditos, ok? Então, se você conhece algum lugar acessível, que tenha entrada sem barreiras e um banheiro adaptado, manda pra gente!

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Rio 2016 – Por André Arruda

Cris Costa - segunda-feira, 19 de outubro de 2009 - 12:19

Quando ouvi que o Rio ia sediar as Olimpiadas de 2016, fiquei meio sem saber o que pensar. Nada contra ser a sede de um evento como esse, mas como posso achar que minha cidade pode sediar uma Olimpiada se não me dá condições nem de andar tranquilamente pela rua? Seja por falta de acessibilidade ou por periculosidade, passear nas ruas do Rio é uma aventura, e não é das boas. Mas enfim, o evento vai acontecer e só rezo para que hajam melhorias para todos. Mas me espanta precisar de uma Olimpiada para que a cidade melhore. Enfim. Outro dia recebi de uma amiga, o link para essa foto e texto abaixo, feitos pelo André Arruda. Achei bem legal o texto, até porque foi escrito por uma pessoa sem deficiência, e que mesmo assim entendeu que acessibilidade é um beneficio para todos.

Pão de Açúcar e Baía de Guanabara vistos de cim

“Um amigo me perguntou qual o meu sonho para o Rio 2016.

‘Nada demais’, respondi. ‘Sonho com um Rio em que um cadeirante possa sair de casa, em qualquer ponto da cidade, confortavelmente, rodar por calçadas lisas e suaves, pegar um ônibus comum (comum, porque todos os ônibus serão acessíveis a portadores de necessidades especiais) no horário marcado no ponto, ser transportado sem engarrafamentos nu veículo climatizado, limpo e sem lotação, descer no Arpoador e beber uma água de coco ou ir ao Municipal e ver uma apresentação. Depois encontrar os amigos na Lapa, tomar umas e outras, se divertir e na volta para casa, ler, se quiser, as últimas novidades do dia em seu smartphone num wi fi grátis, em absoluta paz e simplesmente ver a paisagem urbana bem iluminada’.

Só isso.”

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Cristo Redentor

Nickolas Marcon - sábado, 9 de maio de 2009 - 08:59

É difícil falar em Rio de Janeiro sem lembrar de um dos maiores símbolos turísticos da cidade: o Cristo Redentor. O destaque só aumentou depois que ele foi eleito uma das 7 maravilhas do mundo moderno. Para cadeirantes, a visita é possível em quase todos os pontos, mas a acessibilidade não é perfeita e, em alguns lugares, é necessária a ajuda dos funcionários do parque. O blog foi lá e conta a experiência…

O melhor caminho para chegar até o alto do morro é pegando o trem na estação do bairro Cosme Velho. A estação é de fácil acesso, sem escadas e com banheiro adaptado. A maior dificuldade é estacionar o carro nas proximidades. O melhor é pegar o metrô até a estação Largo do Machado e ir de táxi até a estação do trem, já que são poucos os ônibus adaptados que passam por ali. Outra possibilidade de acesso ao morro é pela Estrada das Paineiras. Recentemente os carros particulares foram proibidos de subir até o alto do morro. Antes da proibição era permitida a subida de carros de deficientes, táxis e vans de turismo, mas agora é proibida a passagem de carros particulares pela entrada do parque. Nesse caso, a saída é estacionar e pegar o trem a partir da estação intermediária do passeio, ou então uma van da cooperativa que opera a subida com exclusividade. As vans não têm qualquer tipo de adaptação para cadeirantes.

Dentro da estação há tratamento preferencial no embarque. A entrada do trem fica no mesmo nível da plataforma, e dentro do carro há uma posição para ficar com a cadeira no final do corredor, apoiada nos bancos. Esse apoio é necessário porque a subida é bastante íngreme. Depois da subida, o trem pára numa plataforma no topo do morro. Os funcionários auxiliam no desembarque, pois a plataforma é bem inclinada e torna perigosa qualquer manobra independente. Na parte plana da estação há um banheiro adaptado de fácil acesso.

Depois do trem, a subida até o mirante é feita em dois lances: no primeiro há elevadores panorâmicos. No segundo, há duas escadas rolantes onde o cadeirante só é autorizado a subir com a ajuda de funcionários do parque preparados para conduzí-los. Disseram que é política de segurança do parque. Inicialmente achei estranha a colocação de escadas rolantes ao invés de elevadores, mas depois percebi que, assim como já tinha observado nas Cataratas do Iguaçu, nem sempre pode ser feita a melhor solução de acesso. A colocação de elevadores no lugar das escadas rolantes seria desastrosa porque obstruiria a visão da estátua. É preciso compreender que, em certos casos, a construção da perfeita acessibilidade é danosa demais ao patrimônio cultural e/ou à natureza. Nesses casos, é importante valorizar o esforço na construção de alternativas de acesso que, se não são ideais, pelo menos viabilizam a visita com o menor transtorno possível.

A acessibilidade ao Cristo Redentor é uma obra relativamente nova, foi concluída em 2003. Eu já havia subido até a estátua antes das obras de acessiblidade, quando só havia escadas. Na época, dois amigos me carregaram no colo 105 degraus acima, equivalente a mais de 6 andares de escadarias, os leitores podem imaginar o esforço que foi necessário. Sem dúvida nenhuma, os elevadores e as escadas rolantes tornaram viável uma tarefa praticamente impossível antes.

Embaixo da estátua há uma pequena capela onde são celebradas missas. No alto do morro, há uma lanchonete que não é acessível. Há várias lojas de souvenir, quase todas acessíveis, mas como são pequenas ficam cheias e apertadas, muitas vezes desconfortáveis para um cadeirante. Também não é acessível a parte frontal do mirante, voltada para a Baía da Guanabara, em que há uma escada de alto valor histórico. Novamente temos o dilema da adaptação versus a conservação do patrimônio. De qualquer forma, a vista é até melhor se apreciada na parte superior da escada, como aparece na foto ao lado. Para mais informações sobre o Cristo Redentor, visite o site oficial da prefeitura do Rio ou o site oficial do trem do Corcovado. Clique aqui para ver mais fotos sobre as adaptações do parque.

Nota do Eduardo: as escadas rolantes são desligadas em dias de chuva. Nesses dias, subir de cadeira nem pensar… :-(

O que gostamos O que poderia melhorar
• Estações acessíveis e com banheiros
adaptados

• Trem de fácil acesso

• Elevadores e escadas rolantes com
funcionários treinados para auxiliar a subida

• Vista maravilhosa!!!!!

• O acesso ao topo do morro poderia ser permitido para carros particulares

• A plataforma no topo do morro poderia ser em nível plano para facilitar a descida

• Lojas mais amplas e lanchonetes acessíveis

. . .

Trem do Corcovado
Rua Cosme Velho, 513
Telefone: (21) 2558-1329
www.corcovado.com.br

Clique aqui e veja sua localização no mapa.

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Restaurante Zabor – Centro

Eduardo Camara - quinta-feira, 24 de abril de 2008 - 09:07

Entrada com rampa do restaurante ZaborHá alguns meses atrás, indo almoçar com o pessoal do trabalho, um deles sugeriu: “vamos ao Zabor!” Não conhecia o restaurante e logo perguntei como era o acesso. Como a resposta foi: “tranqüilo”, resolvi dar um crédito e fomos ao restaurante.

Meus companheiros de baia estão virando especialistas em acessibilidade, pois o lugar – tirando as calçadas no entorno – realmente era de fácil acesso. O restaurante tem rampa na entrada e o espaço interno é amplo. Mesmo nos horários de pico, é fácil conseguir uma mesa.

Ao lado dos pratos há gel bactericida. Muito prático principalmente para quem usa cadeira de rodas manual e acaba sujando as mãos nas ruas imundas do Rio de Janeiro. Mais adiante estão os balcões de comida, e se por um lado algumas partes são muito altas, por outro sempre há um funcionário do restaurante por perto e disposto a ajudar. Os pés das mesas atrapalham um pouco alguns modelos de cadeira, mas dá para dar um jeitinho. A altura delas é bastante adequada.
Gel bactericida

No fundo do restaurante ficam os banheiros. Do lado de fora estão as pias, vazadas embaixo e com boa altura. O único porém são as cubas que ficam em cima da bancada e são muito altas para quem é cadeirante. Aliás, amaldiçôo diariamente o sujeito que inventou esse tipo de cuba.

Logo ao lado das pias é que fica a maior das surpresas: um banheiro adaptado! A porta é larga, ele é espaçoso e as barras de apoio, embora um pouco altas, estão lá. Ponto para o Zabor!
Interior do restaurante
Em resumo, o restaurante é bem acessível para quem usa cadeira de rodas. Claro que há um ponto ou outro a ser melhorado, como os que já citamos nos parágrafos anteriores. O balcão de pagamento, por exemplo, seria mais um deles, pois é muito alto e acaba expondo o cadeirante na hora de digitar a senha de um cartão. Mas no geral, levando em conta as outras características do lugar como o espaço amplo e a presença de um banheiro adaptado, o local tem bom acesso!

banheiro adaptado e pia vazada, mas com cuba alta

• • •

O que gostamos:
- Acesso principal com rampa
- Banheiro adaptado
- Espaço interno amplo com piso regular
- Gel bactericida

O que pode melhorar:
- Altura de alguns balcões de comida, das cubas da pia e do balcão de pagamento

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Restaurante Zabor
Rua Evaristo da Veiga, 65 – Centro
http://www.zabor.com.br/
Tel: (21) 2240-1763

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Lateral Direita

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